O que posso melhorar para o ano que se inicia?

Mulheres apresentaram maior escolaridade e são maioria na gestão da educação

Rotina pedagógica/Semanários
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O que posso melhorar para o ano que se inicia?

Responder a esta pergunta não é tão fácil quanto parece. E sabe por que?

Porque isto implica uma reflexão importante acerca do que nós podemos fazer para sermos pessoas melhores, profissionais melhores e de fato renovarmos os votos com a nossa profissão, ou seja, com aquilo que escolhemos ser em nossas vidas!

Frente a realidades tão distintas e muitas vezes difíceis por uma série de fatores já bem conhecidos dentro das escolas, desanimamos, perdemos a motivação e aquilo que tanto gostamos passa a ser apenas uma responsabilidade a se cumprir, deixando de trazer prazer, alegria e vontade de melhorar o nosso profissionalismo.

Esta época do ano é ótima para pensarmos sobre a nossa vida e fazer aquele balanço dos sonhos e objetivos que realizamos e dos que ainda gostaríamos de realizar; de analisar o que foi preciso mudar ao longo do caminho e o quanto isso trouxe benefícios ou não para o nosso dia a dia.

Trata-se de ter esperança! Esperança de que pela educação e através dela conseguiremos alcançar uma sociedade melhor.

Paulo Freire (1992) de forma brilhante, já dizia sobre a necessidade e o compromisso de se fazer com que a esperança tenha seu espaço na educação. A desesperança, não pode imperar sobre a vida, por isso necessita-se disciplinar os sentimentos de pessimismo, lamentações e tudo que não faz bem ao homem.

A esperança, para fazer sentido precisa ancorar-se na prática (FREIRE, 1992).

É necessário praticar esperança, e para conseguir isso, um bom começo é mudar o discurso.

Ao invés de se lamentar, achar que nada vai dar certo; que tal tentar algo que você ainda não fez?

Resgate dentro de você o motivo das coisas! E é assim que se começa a mudança e as melhorias para o novo ano que se inicia.

Reencontre a força, a esperança e exercite o seu autoconhecimento, autocontrole. Nutra-se de boas palavras e aproxime-se de quem quer fazer a diferença.

Inicie uma mudança! Não espere de ninguém!

E para encerrar o ano, agradecemos a todos que acompanharam o nosso trabalho e que nos inspiraram com suas histórias. Assim, termino com uma frase que sempre me inspira:

Comece fazendo o necessário, depois o que é possível e quando menos esperar estará fazendo o impossível (SÃO FRANCISCO DE ASSIS).

Confie no seu potencial, professor! São as pequenas coisas que se mostram grandiosas!

É possível mudar! A mudança começa dentro de você refletindo sobre suas práticas e ações!

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Experimente! Feliz 2017!

Você pode começar sua mudança experimentando um novo jeito de registrar suas aulas.  A eduqa.me vai te ajudar a criar portfólios incríveis, além disso, possibilita a compartilhar informações com os pais e  entre os próprios profissionais da escola, o que melhora a comunicação, o tempo disponível para investir na aprendizagem do aluno e um melhor acompanhamento da criança por parte de todos os envolvidos.

Quer acompanhar dados da sua Escola?

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

DUQUE, L. F. E agora? O que eu faço? Conversas sobre inclusão escolar. São Paulo: Lura Editorial, 2015.

FREIRE, P. Pedagogia da Esperança. Um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

 

Como entender a necessidade do aluno?
Relatórios/Rotina pedagógica
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Como entender a necessidade do aluno?

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O cotidiano de uma escola é muito dinâmico, intenso e único!

Quem é professor sabe que ao colocar os pés dentro da sua sala de aula é como se entrasse em um novo mundo, e ali, envolve-se com o grupo de alunos, suas famílias, com o cumprimento do currículo, reuniões, entre outras tarefas.

Dar conta de resolver todas estas questões, podem provocar no professor um tipo de comportamento que o faz ter um olhar homogêneo para os seus alunos, e aí está o problema que o impede de entender, em alguns casos, a necessidade de cada aluno, pois a forma como o professor vê o seu grupo, interfere diretamente em suas atuações.

Sabemos que é mais fácil trabalhar com um grupo homogêneo do que com turmas heterogêneas. Preparamos as mesmas atividades para todos e não termos que nos preocupar com aqueles que aprendem de maneiras diferentes. Mas será que isso é verdade?

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Não…. Isto, não é verdade; criamos uma falsa ideia de que todos são iguais e nos iludimos por achar que todos os alunos aprendem do mesmo jeito. Independente da ausência de diferenças significativas, as turmas sempre serão heterogêneas, por isso, para se entender melhor a necessidade dos seus alunos, comecem por desconstruir a ideia de homogeneidade e:

– Aproxime-se de cada aluno e não tenha pressa para isso, pois este é um trabalho que exige muita dedicação, tempo e planejamento.

– Conheça a realidade das famílias.

– Não julgue o aluno pelo comportamento que ele mostra em sala de aula. Há muita história por traz disso e nem sempre um aluno que responde mal a um professor é uma criança mal-educada pelos pais.

– Pense em estratégias que facilite o seu trabalho. A Eduqa.me oferece uma série de recursos para isso (formas de organizar o seu semanário, portfólio, entre outras técnicas).

– Realize sondagens e veja como está a aprendizagem do seu aluno e quais são as necessidades dele. Isso aprimora a sua atuação prática e otimiza o tempo (conheça uma sondagem sugerida pela Eduqa.me).

Não é fácil saber do que os nossos alunos necessitam e, dar respostas eficazes a estas necessidades, nem sempre é tão simples. Cada criança requer um olhar único e ao máximo possível precisamos tentar transformar vidas através da educação, afinal, ser professor requer além de muito estudo, conhecimento e experiência, uma força interna em ACREDITAR que as pessoas podem mudar a partir do exemplo que praticamos e ensinamos.

Isso é educação, isso é escola, isso é ser professor!!!

eduqa.me é uma ferramenta que vai te ajudar a criar portfólios incríveis, além disso, possibilita a compartilhar informações com os pais e  entre os próprios profissionais da escola, o que melhora a comunicação, o tempo disponível para investir na aprendizagem do aluno e um melhor acompanhamento da criança por parte de todos os envolvidos.

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

Natal menos consumista e mais significativo
Relatórios/Natureza e Sociedade/Socioemocional
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Natal menos consumista e mais significativo

Ideias para celebrar um Natal diferente e cheio de significados

Natal… tempo de paz, família e muita luz.

Mas será que todas as pessoas conhecem o real espírito do natal?

Na atualidade, resgatar e apresentar o verdadeiro sentido do natal para as crianças é um grande desafio.

Infelizmente, vivemos numa sociedade muito consumista que acaba por ensinar às crianças a associarem as festas natalícias apenas aos presentes.

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Claro que presentear as pessoas é muito divertido e típico desta época do ano, mas é preciso atentar-se para que o natal não se resuma a isso.

Pensando neste desafio e já antecipadamente respeitando os costumes de cada família, apresentaremos algumas ideias para ensinarmos ou relembrarmos as nossas crianças do verdadeiro significado do natal e a melhor forma disso acontecer é envolver os pequenos em toda a preparação desta grande festa, tornando-os protagonistas de uma comemoração tão tradicional e importante, que vai desde a montagem da árvore e preparação da casa para a chegada das festas até a realização de alguns presentes.

Confira algumas dicas:

1 – Nascimento de Jesus e montagem do presépio:

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O motivo desta grande festa está relacionado ao nascimento de Jesus Cristo e a comemoração do seu aniversário. Conte a história do nascimento de Jesus, neste momento pode ser uma grande oportunidade para apresentar a bíblia, falar de religião (se esta for sua crença). Na sequência fale sobre o presépio e peça a ajuda da criança para montá-lo. Utilize peças das quais as crianças possam tocar e brincar.

2 – A árvore de natal:

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O pinheiro é uma árvore tradicional das festas natalícias e tem-se como costume enfeitá-lo com bolas, luzes e muitos adornos. Nessa hora, pense em ideias para enfeitar a sua árvore com coisas feitas pelas próprias crianças. Você pode utilizar fotos da família e preparar enfeites lindos para a sua árvore.

3 – A árvore de natal:

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Todas as histórias de natal trazem como essência grandes ensinamentos que nos servem bem como lições de vida. Apresente-as e converse com as crianças sobre coisas tão importantes para a nossa vida.  Conheça a história: “Pinheiro de Natal” –  Autor: Jean-Baptiste Poquelin Molière.

“Há muito, muito tempo, na noite de Natal, existiam três árvores junto do presépio: uma tamareira, uma oliveira e um pinheiro. Ao verem o Menino Jesus nascer, as três árvores quiseram oferecer-lhe um presente. A oliveira foi a primeira a oferecer, dando ao Menino Jesus as suas azeitonas. A tamareira, logo a seguir, ofereceu-lhe as suas doces tâmaras. Mas o pinheiro, como não tinha nada para oferecer, ficou muito infeliz. As estrelas do céu, vendo a tristeza do pinheiro, que nada tinha para dar ao Menino Jesus, decidiram descer e pousar sobre os seus galhos, iluminando e enfeitando o pinheiro. Quando isto aconteceu, o Menino Jesus olhou para o pinheiro, levantou os braços e sorriu! Reza a lenda que foi assim que o pinheiro – sempre enfeitado com luzes – foi eleito a árvore típica de Natal.”[1]

4 – Presentes:  

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Além de comprar presentes, eles podem ser feitos pela própria criança, isso dá um significado a mais ao que se vai oferecer e para quem oferecer aquele presente. As escolas são muito criativas e preparam sempre coisas maravilhosas que os pais adoram. A ideia é que esta prática possa se expandir para dentro das casas e pensar em construir coisas juntos em família, torna o natal ainda mais mágico e feliz. Outro ponto importante é ensinar as crianças a partilharem coisas que não usam mais ou que acabam por ter em demasia. As escolas também se preocupam com isso e criam campanhas para ajudar crianças carentes, orfanatos entre outras iniciativas. Esta é uma forma de presentear quem precisa, ensinando aos pequenos algo muito valioso: a solidariedade e o amor ao próximo.

5 – Calendário do advento:

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O calendário do advento é muito divertido, pois inicia-se a contagem dos dias para a chegada do natal. Existem alguns prontos com chocolates, mas você pode fazer o seu com mensagens de natal e, cada dia, uma pessoa da família fica responsável por abrir e viver um momento muito agradável com os seus parentes queridos. Na escola é uma atividade que as crianças costumam gostar muito e, pode ser feito com frases ou palavras escritas por elas mesmas. Os pequeninos podem desenhar, ou ainda, construir um objeto de massinha que represente esta data tão querida.

6 – Músicas e corais de natal: 

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Cante músicas em casa e na escola, vá em apresentações como corais de natal, recitais, orquestras sinfônicas natalícias entre outros eventos. A música alimenta a nossa alma. Apresente os diferentes estilos musicais que o natal nos proporciona.

7 – Comidas típicas e tradicionais: 

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Que delícia comer tantas coisas boas! Cada família tem uma tradição, alguns fazem peru, outros bacalhau, rabanadas e ainda tem aquele apetitoso arroz da vovó. Biscoitos de natal também são muito frequentes. Pense em receitas que as crianças possam ajudar e fazer. Algo que jamais podemos esquecer é de ensinar a criançada a não desperdiçar a comida e até, se possível, fazer o natal de alguém mais apetitoso também.

8 – Família e valores:

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Gostaria de encerrar esta dica valorizando o que é o mais importante neste natal: “a família e os valores ensinados e vividos por cada uma delas”. Neste natal, telefone para um parente distante, mande uma carta ou um postal de natal. Tente praticar a paz, o perdão, curar ressentimentos e viver em harmonia. Ensine a empatia, amor, respeito e solidariedade pelo próximo, valores  tão necessários a humanidade e que devem ser praticados e testemunhados pelas crianças.

Feliz natal a todos vocês!

Registre!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar! Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

[1] Fonte: http://sophiascloset.blogs.sapo.pt/tag/%C3%A1rvore+de+natal Último acesso em 08/12/2016.

Descubra o segredo para montar  um portfólio incrível
Relatórios/Rotina pedagógica
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Descubra o segredo para montar um portfólio incrível

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O portfólio é um instrumento muito utilizado para organizar trabalhos dos alunos na educação infantil. Você sabe como montar um portfólio incrível? Nós da Eduqa.me vamos te ajudar com dicas muito importantes e alguns esclarecimentos que farão muita diferença no seu trabalho do dia a dia.

A palavra portfólio vem do inglês e significa “pasta para guardar documentos”. O portfólio é um dossier ou um conjunto de trabalhos de um determinado profissional, mas quando utilizado na escola, torna-se um conjunto de itens que irá descrever, ao longo de um determinado período de tempo, o desenvolvimento da criança.

Exemplos de documentação pedagógica

Exemplos de documentação pedagógica

Existem alguns tipos de portfólio, veja:

– Portfólio particular –  são registros escritos a respeito dos alunos: históricos médicos, telefone dos pais, registros sistemáticos, registros de casos ou entrevista com os pais (geralmente é utilizado de forma confidencial).

– Portfólio de aprendizagem –  é a coleção da criança com anotações, rascunhos e esboços preliminares de projetos, amostras de trabalhos recentes e o diário de aprendizagem da criança.  

– Portfólio demonstrativo – trabalhos que demonstram avanços importantes ou problemas persistentes.     Oferecem pistas para novos projetos e pode acompanhar a criança desde a pré escola até o ensino fundamental. São usados como referência na comunicação inicial com as crianças e as suas  famílias, ao designar projetos individuais ou de pequenos grupos, etc.

O portfólio pode ser dividido por disciplina ou por projetos, pode também ser da escola, individual de cada professor, um para cada aluno ou ainda agrupar estas maneiras organização.

Registro inteligente feito na Eduqa.me

Mas por que usar o portfólio?

Porque melhora a possibilidade do professor suprir as necessidades individuais de cada criança; estimula a reflexão e a auto-avaliação; une e envolve a família no processo de aprendizagem da criança; representa o desenvolvimento infantil nos domínios sócio-emocional, físico e nas áreas acadêmicas; possibilita a criança a pensar para além da sala de aula; propicia uma avaliação que envolve a reflexão de todos os envolvidos, inclusive das próprias crianças, fazendo com que a avaliação não aconteça apenas ao final, mas que considere todo o desenvolvimento e a participação durante o processo de aquisição de conhecimento.

Para estruturar um portfólio você deve fazer o registro de cada etapa de um projeto ou atividade escolar incluindo objetivo, desenvolvimento e metodologia de trabalho, além de incorporar as produções dos alunos.

Os registros mais adequados para se utilizar num portfólio são:

  •  Amostras de trabalho – interessantes para a educação infantil (trabalhos espontâneos, atividades artísticas, ditados, amostras diversas de escrita: assinaturas, cartas, legendas, diários, histórias, rascunhos de escrita).
  •  Produtos de avaliação de desempenho – avaliações autênticas  e alternativas.
  •  Fotografias – tirar fotos o tempo todo e registrar as cenas detalhadamente. Mostre as fotos para as crianças e as questione também.
  •  Diários de aprendizagem – é um registro contínuo, escrito pela criança e pelo professor de novas descobertas e de novos entendimentos.
  •  Registros escritos – uma possibilidade são as entrevistas.
  •  Registros sistemáticos ou  *descrição diária – registrar regularmente observações de uma única criança para documentar mudanças no seu comportamento e nos seus interesses com o passar do tempo (muito interessante para utilizar com crianças que apresentam alguma deficiência).
  •  Registros de casos – eventos importantes para o desenvolvimento de determinadas crianças, escrever narrativas breves e claras desses eventos.
  •  Relatos narrativos – são resumos abrangentes das experiências de aprendizagem da criança, refletindo a perspectiva do professor e os demais registros que tiver (também é bastante utilizado para crianças com deficiência).
  •      Gravações de áudio e vídeo.

Ao término do processo, o portfólio estará pronto e as experiências poderão ser difundidas também para fora da escola.

eduqa.me é uma ferramenta que vai te ajudar a criar portfólios incríveis, além disso, possibilita a compartilhar informações com os pais e  entre os próprios profissionais da escola, o que melhora a comunicação, o tempo disponível para investir na aprendizagem do aluno e um melhor acompanhamento da criança por parte de todos os envolvidos.

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

Bibliografia

Manual de portfólio: um guia passo a passo para o professor. Shores, Elizabeth /Grace , Cathy.Editora: artmed, 2001.

A Despedida na Educação Infantil
Rotina pedagógica
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A Despedida na Educação Infantil

Como preparar os pequenos para as mudanças e a despedida do ano letivo.

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Mais um ano chega ao fim e, alguns professores devem despedir-se dos seus alunos que vão para uma nova etapa da educação.

As despedidas, na maioria das vezes, são difíceis!

Trabalhamos um ano inteiro ou às vezes até mais tempo com uma turma, aprendemos a gostar uns dos outros, a conhecer as necessidades e potenciais de cada um, mas, é chegada a hora de dizer adeus e desejar que tudo corra bem para o novo ciclo que se iniciará.

Preparar os alunos e a nós mesmos para esta mudança é fundamental, já que a despedida, assim como a dúvida do que nos espera pela frente, não podem ser vistos como algo ruim. Valorizar o que passaram juntos e tudo que aprenderam pode ser o início deste processo de quebra de vínculos.

A quebra do vínculo entre professor e aluno e, a passagem de ano, podem ser momentos sensíveis, pois não se convive sempre com os mesmos grupos, nem com as mesmas pessoas. Se a cada término de ano letivo, a “quebra desse vínculo” não for saudável, pode-se desautorizar ou mesmo prejudicar outras relações de aprendizagem.

Por isso, pense sempre que:

– A melhor forma de lidar com a mudança é não se assustar com ela. Desafie as crianças e também as famílias mostrando que o novo pode ser bom. Faça uma reunião e explique como será o próximo ano, já que os pais poderão precisar muito do acolhimento do professor neste momento.

– Substitua a frase: “agora acabou a brincadeira, vocês vão ver o que é estudar!”, por: “quantas coisas novas irão aprender e explorar!”.

– Nunca associe o estudar a uma obrigação ruim e, não compare o brincar com o estudar como se uma coisa não pudesse estar ligada a outra.

– Tente passar segurança, às vezes, as crianças estão mais maduras do que imaginamos.

– Faça homenagens, elogie os alunos, suas famílias, além de identificar o que cada um tem de bom. Todos possuem qualidades e defeitos, mas obviamente que, sublinhar as qualidades dos alunos é o mais desafiador.

– Desperte a curiosidade e a imaginação provocando-os a mergulhar no mundo do conhecimento.

A despedida faz parte do desenvolvimento da criança. A cada novo passo, vamos nos despedindo de coisas para dar as boas vindas a outras, e assim é a vida.

Boa reflexão!  

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Motivos para Ensinar e Aprender
Relatórios/Rotina pedagógica
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Motivos para Ensinar e Aprender

Sabemos que as emoções interferem significativamente nas relações entre aquele que ensina e aquele que aprende. A participação, o envolvimento, a aprendizagem e o sucesso dos professores e alunos são guiados por um motivo, uma energia que nos mantém ativos e interessados, ou seja, o fator preponderante para a nossa participação e desenvolvimento; a motivação.

A motivação é importante e necessária para aprender e para ensinar; ela é importante pra vida. Na psicologia, a motivação é vista como uma força propulsora (desejo) por trás de todas as ações de um indivíduo. É como um conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes), cognitivos e fisiológicos que agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo, despertando sua vontade e interesse para uma tarefa ou uma ação conjunta. A motivação surge de dentro das pessoas, não há como ser imposta, mas pode ser construída sempre a partir das relações.

Muitos alunos se sentem desmotivados em razão das estratégias metodológicas das aulas, assim como há muitos professores desmotivados com os sistemas de ensino e suas condições de trabalho. Isso tem um impacto direto nos “papéis” que cada um desempenha ao ser aluno ou professor.

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 A motivação depende de uma série de fatores internos e externos aos sujeitos; mas, na maioria das vezes, são os fatores externos que nos desviam dos nossos sonhos e objetivos, como vimos nos exemplos acima. Os fatores internos são os nossos “grandes motivos”, “os porquês” de nossas vidas.  Como fatores internos podem ser citados: a necessidade em se fazer algo, a disposição ou mesmo o interesse. Dentre os fatores externos que influenciam a motivação na escola, por exemplo, ressalta-se a metodologia utilizada; o conteúdo aplicado; o relacionamento do professor com a turma, com os pais, com a direção; a relação dos alunos entre si; a estrutura da escola; entre outros fatores específicos de cada realidade, mas que estão sempre associados a algo que está fora do sujeito.

O comportamento de alguém que está internamente motivado para uma tarefa resume-se a uma pessoa que busca uma atividade voluntariamente, empenhada em sentir-se bem, competente e autodeterminada; tem prazer em superar os seus limites e desafiar-se constantemente.    

Os motivos intrínsecos são resultantes da própria vontade do indivíduo, enquanto os extrínsecos dependem de questões que estão fora, como as outras pessoas nas quais nos relacionamos.

Ficou claro que a motivação é a energia que nos guia para alcançarmos degraus mais altos e mais satisfatórios em nossas vidas sempre. Contudo, o que jamais devemos esquecer são os nossos porquês, os grandes motivos ou o motivo que nos levou a escolher o que somos hoje. Qual foi a sua grande motivação ao decidir ser professor? Compartilhe com a gente! Boa reflexão!

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O que NÃO escrever no relatório de avaliação
Registros/Relatórios/Rotina pedagógica
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O que NÃO escrever no relatório de avaliação

Agora que você está na reta final do ano e precisa fazer um monte de relatórios individuais, preparamos aqui algumas dicas e truques para ajudá-lo a garantir que o seu relatório será o mais efetivo possível.

relatório é um documento muito importante, que descreve um conjunto de informações e observações feitas sobre alguma coisa ou alguém de forma completa e com coerência. Geralmente, costuma ser organizado através da escrita, embora possa ser apresentado oralmente.

Nas escolas e também nas terapias de apoio às dificuldades de aprendizagem, a prática do desenvolvimento de relatórios é muito comum, por isso, ficar atento a alguns detalhes e aprimorar ainda mais este documento é a proposta do nosso texto de hoje.

Relatórios são ótimos instrumentos para acompanharmos o desenvolvimento das crianças, além disso nos ajuda a planejar ações e intervenções para que cada um possa alcançar os objetivos propostos.

Você conhece a Taxonomia de Bloom?

Taxonomia de Bloom ou classificação hierárquica dos objetivos educacionais foi um estudo liderado pelo psicólogo estadunidense, Benjamin Bloom, que envolveu vários pesquisadores do país em 1956, com o propósito de mostrar que a aprendizagem pode estar dividida em três grandes domínios: o cognitivo, o afetivo e o psicomotor. O único domínio implementado e testado foi o domínio cognitivo.

Conheça agora o domínio cognitivo e veja o que se espera dos alunos em termos de aprendizagem e comportamento, organizados em níveis[1] por ordem crescente de complexidade.

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Quase 40 anos depois, um grupo de especialistas encontrou-se em Nova York, para rever os pressupostos teóricos da Taxonomia de Bloom, considerando que por ser um trabalho tão utilizado merecia avanços e uma revisão pautada em novos conceitos, tecnologias, teorias, novas publicações sobre avanços psicopedagógicos e etc (SILVA e MARTINS, 2014).

Em 2001, este grupo de especialistas publicou o relatório dessa revisão. Veja a tabela[2] a seguir:

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A taxonomia revisada de Bloom substitui os substantivos anteriores por verbos, e desta maneira exalta a proposta original que diz que “aprender é ação”.

Imagine o quão complexo é formalizar esta ação presente em nossas avaliações através de um registro escrito! Com isso, considere estes 3 pontos na hora de preparar o seu registro e descubra erros comuns que não podem mais aparecer nos seus relatórios de avaliação:

1- Linguagem escrita:

O relatório deve usar uma linguagem clara, objetiva e precisa. Termos técnicos podem e devem ser citados, mas lembre-se que este documento não é um artigo científico, e sim, algo que objetiva retratar informações, detalhar procedimentos, resultados de avaliações e principalmente ser acessível a quem o lê. Pense sempre no público-alvo do relatório que estará a fazer; será para os pais, para os arquivos da escola ou para um psicopedagogo, por exemplo? Isso pode mudar a forma de escrevê-lo. Outra questão ainda no item linguagem escrita é sobre a colocação das palavras. Às vezes escrevemos uma coisa com uma intenção, mas para quem lê quer dizer outra e estas são armadilhas da escrita; não estaremos lá para nos justificar ou explicar o que gostávamos de dizer, por isso, leia, releia, e preocupe-se com o seu leitor. O texto não pode estar claro só para quem escreve, mas especialmente para quem o lê.

2- Cuidado com as afirmações e com a quantidade de “nãos” do seu relatório:  

Um relatório jamais pode parecer algo estático, na verdade, o grande desafio é apresentar este documento como um processo ativo, dinâmico e mutável, da mesma forma que é o comportamento e desenvolvimento das crianças. Os relatórios ilustram o retrato de um momento, mas mesmo assim, não devem ser imóveis, por isso, palavras como:  demonstra, mostra, parece, manifesta ou indica, nos ajudam a dar este movimento que o nosso relatório precisa. Mesmo com o fato de algumas questões estarem claras para o profissional, não afirmar ou deixar de negativar o seu relatório não mostra falta de conhecimento ou insegurança, mas sim, ética e respeito por quem está a ser avaliado considerando o que já discutimos a respeito do desenvolvimento humano como algo dinâmico.

3- Responsabilidade do profissional que faz o relatório:

o professor ou o terapeuta quando faz um relatório tem uma grande responsabilidade, pois está a documentar informações relevantes sobre o seu aluno/paciente e que podem ser determinantes na procura por recursos ou mesmo para novas formas de intervenção com aquele sujeito. O profissional deve se preocupar com o impacto das informações para quem lê o relatório e no que isto pode interferir para o sujeito avaliado. Outra questão importante é informar o tempo de validade daquele relatório, sugere-se que a cada 6 meses, se possível,  seja feita  uma reavaliação das questões que lá estão expostas.

E registre! Sempre e com frequência. Assim fica cada vez mais fácil organizar tudo e não perder nenhum detalhe.

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Tudo em um único lugar!

Quer acompanhar dados da sua Escola?

Na Eduqa.me você consegue ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos.  Aprovar ou não um semanário… e também dar devolutivas para seus professores possibilitando a qualificação de um processo decisório, reduzindo-se as incertezas e os riscos.

Uma vez tendo-se definição e compreensão real dos fatos, haverá maior probabilidade de sucesso nas matrículas da sua Instituição e também nas reuniões com os pais.

Afinal,  dados são reais e ele podem ser comparados medidos, analisados, discutidos; enfim, é algo possível para pautar ou definir o que fazer na sua Escola.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME

Concatenamos todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. Na Eduqa.me é possível responder isso em poucos minutos e suas decisões podem ser pautadas mediante a realidade da sua Escola e não em suposições. Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

 

Leia mais em Gestão baseada em dados.

Referência

[1] [1] http://www.biblioteconomiadigital.com.br/2012/08/a-taxonomia-de-bloom-verbos-e-os.html

[2] SILVA, Vailton Afonso da  e  MARTINS, Maria Inês.ANÁLISE DE QUESTÕES DE FÍSICA DO ENEM PELA TAXONOMIA DE BLOOM REVISADA. Ens. Pesqui. Educ. Ciênc. (Belo Horizonte)[online]. 2014, vol.16, n.3, pp.189-202. ISSN 1415-2150.  http://dx.doi.org/10.1590/1983-21172014160309. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-21172014000300189&lng=pt&nrm=iso

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Dia internacional da pessoa com deficiência
Relatórios/Formação/Práticas inovadoras
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Dia internacional da pessoa com deficiência

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Todas as datas comemorativas existem para nos lembrar de algo importante, e o dia internacional da pessoa com deficiência, não poderia ser diferente.

O dia 03/12 foi a data escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1998, com o intuito de proporcionar a população maior conhecimento, compreensão e conscientização sobre o que é a deficiência, sua dignidade, direitos, deveres e bem-estar.

É só nos aproximarmos um pouco e saberemos que a vida das pessoas com deficiência, muitas vezes, torna-se difícil pela falta de informação da população em geral.

Com quantas pessoas com deficiência você estudou na sua escola? E no trabalho, com quantas se relacionou? No clube? Na vida?

A geração mais nova tem conseguido se relacionar com as pessoas com deficiência, entretanto, muitos sujeitos entre 35 e 40 anos não tiveram esta chance, já que na altura, a maior parte destas pessoas não saiam de casa.

Quantas coisas deixamos de aprender e de vivenciar por conta disso?

Infelizmente, muito do que não foi vivido, transformou-se e transforma-se em preconceito e outras barreiras atitudinais.

Esta data não pode passar despercebida, principalmente nas escolas, que são espaços da prática da cidadania e de compromisso com a informação, conhecimento e solidariedade.

dia da deficiencia fisica

Muitos pais ainda têm medo da convivência de seus filhos sem deficiência com crianças com deficiência, assim como muitos outros mitos. Por que não aproveitar esta grande oportunidade para falar de inclusão e dos benefícios da diversidade na sua escola?

Promova um debate sobre estes assuntos, faça uma dinâmica ou mesmo vá às ruas e diga às pessoas que a diferença é o que nos move.

Boaventura de Sousa Santos, sociólogo e prof. º na Universidade de Coimbra – Portugal diz que “temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza.”

Reflita, pense e mude!

Para quem se interessar pela proposta e quiser fazer uma dinâmica com os pais ou com os professores, deixarei uma dica muito interessante. Encontre mais dicas no livro “E agora? O que eu faço? Conversas sobre inclusão escolar. Luciana Fernandes Duque. São Paulo: LURA Editorial, 2015

Dinâmica dos rótulos

Assunto: preconceito, grupo, atitudes de julgamento sem conhecer o outro.

Materiais: fita adesiva e pedaços de papel escritos com rótulos e papéis sociais. Exemplo: Professor, Médico, Advogado, Deficiente, Autista, Pai, Mãe, Gordo, Negro, Inteligente, entre outros.

Participantes: indicado para turmas numerosas, podendo ser aplicada em grupos de no mínimo 10 pessoas.

Etapas:

a) O facilitador deve pedir para que o grupo faça um círculo.

b) Sem que as próprias pessoas vejam, os rótulos e papéis sociais devem ser colados nas costas de cada participante.

c) Feito isso, solicita-se que caminhem e formem grupos “escolhendo” quem fará parte do seu grupo e quem ficará de fora!

d) Incentive a escolha perguntando: “Quem está dentro? Quem faz parte?  Quem está fora?”

e) Após os grupos serem formados, revele o papel de cada um e perceba a reação das pessoas. Possivelmente nesta hora as pessoas que foram excluídas ou mesmo as muito disputadas, se surpreenderão com seus papéis.

f) Faça uma grande discussão e pergunte como aqueles que foram excluídos se sentiram? Solicite o depoimento das pessoas.

Gostou das ideias? Não esqueça de observar a atuação dos pequenos em sala.

Registre! Só assim é possível compreender quem precisa de mais estímulo e atenção e quem já está pronto para novos desafios.

Quer acompanhar dados da sua Escola?

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Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.
Tudo em um único lugar!

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

Pra que serve a musicoterapia?
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Pra que serve a musicoterapia?

Que tal fazer uma viagem pelo fascinante mundo da música?

Musicoterapia

A musicoterapia é um trabalho desenvolvido por um profissional qualificado chamado musicoterapeuta, que utiliza a música e seus elementos para tratar problemas afetivos, sociais ou cognitivos, como por exemplo questões ligadas a comunicação, relacionamentos e a aprendizagem.

Leia mais Pratique Inteligência Socioemocional na Escola

Através da música é possível melhorar os sintomas de várias doenças e atualmente, pacientes com dor crônica e estresse pós-traumático tem sido muito beneficiados pelo tratamento com a musicoterapia.

Indicações

É indicado também para pessoas com problemas psiquiátricos e com algumas deficiências como a paralisia cerebral e o autismo.

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A metodologia de trabalho dos musicoterapeutas vai depender muito das condições dos “pacientes”, mas a atuação vai desde colocar a música ou tocar para que as pessoas ouçam até a participação ativa do paciente ao manusear os instrumentos e tocar do jeito que souber considerando posteriormente o ritmo, melodia e a harmonia.

Não é preciso saber tocar qualquer instrumento para participar da musicoterapia, já que o objetivo não é musical, mas sim, sentir a música, interpretá-la, dançar e cantar.

A musicoterapia ajuda a pessoa a promover a sua saúde através de experiências musicais e da relação que se constrói com o terapeuta para buscar a mudança de um comportamento, sintoma ou problema.

Na Escola

Na área da educação especial o musicoterapeuta tem muito campo de trabalho, e há uma variedade de benefícios comprovados como:

– A redução da ansiedade e do stress;

– Melhoria da atenção;

– Controle da impulsividade;

– Melhoria de competências cognitivas;

– Ampliação e aprimoramento da comunicação;

– Diminuição de comportamentos inadequados entre outros.

Visto tantos benefícios, por que não trazer a musicoterapia para a escola comum?

O educador é um profissional que pode trabalhar em parceria com o musicoterapeuta e provavelmente isso traria muitas melhorias para o desenvolvimento pessoal de cada criança, assim como para o próprio trabalho pedagógico do professor, ou seja, a música contagia positivamente, colabora nas questões com os problemas de aprendizado e relacionamentos, e trata de dificuldades que são tão comuns dentro da escola e fora dela.

musicoterapia

A sua escola desenvolve algum trabalho com a música? Você, professor, tem alguma experiência positiva nesta área para partilhar?

Vamos ampliar este diálogo!

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.