FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Fonte: Standard Forsuccess

Relatórios/Rotina pedagógica
0 Comments

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Em posts anteriores, trabalhamos assuntos e tópicos importantes para a prática do professor.

Falamos sobre a importância da observação, do registro, da reflexão e em alguns momentos abordamos a avaliação, mas não com a atenção que se deve.

Em todos os segmentos que compõem a escola, a avaliação se faz presente. É a partir dela que as transformações dentro da Instituição acontece de maneira a garantir uma aprendizagem cada vez mais significativa.

Leia mais em: 5 Passos para uma avaliação formativa de qualidade.

Toda avaliação deve considerar o processo de ensino e aprendizagem ocorrido, as estratégias e as situações utilizadas em sala de aula para contemplar tal processo.

A Prática Avaliativa

A organização de uma reunião de pais, relatórios e portfólios, são importantes ferramentas avaliativas, que vão além da preocupação com pauta e produção de texto.

Educadores, crianças e familiares são fundamentais para que a escola seja transformada numa comunidade de aprendizagem onde todos pensam, planejam, avaliam suas ações e seus trabalhos.

Portfólios, dossiês, relatórios de avaliação, todas essas nomenclaturas se referem à organização de registros sobre aprendizagem do aluno que ajuda o educador, as próprias crianças e as famílias para poder ter uma visão evolutiva do processo e da evolução da criança.

O mais importante no processo de avaliação é o registro, pois é por meio dele que o educador coleta informações dia após dia. Essa constância do registro possibilita ao professor e ao aluno uma panorâmica dos passos percorridos na construção da aprendizagem.

A forma de registrar diariamente o caminhar da criança tem como objetivo mostrar a importância da aula planejada e das atividades escolhidas.

Não importa a ferramenta que você escolhe para fazer o registro, o que importa mesmo é que esse procedimento seja feito pautado no desenvolvimento holístico da criança.

Quando o registro é feito com esse olhar ficar fácil identificar qual aluno está com desempenho defasado, qual aluno precisa ser mais estimulado e qual precisa de atenção especial para desenvolver suas dificuldades.

Como vocês podem ver, é a partir de uma documentação pedagógica bem feita e uma prática refletida na criança e não em processos administrativos que as soluções ou sugestões sobre o processo de aprendizagem farão sentido.

Como fazer bom uso dessa prática?

O educador que tiver cadencia e coerência nos registros pedagógicos terá claro que a avaliação será para melhorar e propiciar avanços no trabalho e no desenvolvimento infantil e não apenas para cumprir protocolos burocráticos.

Para explorar ainda mais esse assunto selecionamos alguns materiais para que você baixe e faça bom uso dessas práticas.

Como preparar roteiros e pautas?

Leia mais em: 7 Dicas para organizar seus roteiros sem perder tempo

O que avaliar e de que maneira? 

Baixe nosso ebook em: Tudo que você precisa saber para avaliar registros pedagógicos na Educação Infantil

Na Eduqa.me é possível fazer seu planejamento semanal e também planejar projetos. Legal, não é?

Agora que você já leu todo esse material sobre avaliação, que tal se inspirar e compartilhar as ferramentas que vocês mais usam para avaliação?

Escreva um email para deborahcalacia@eduqa.me.

Clique aqui e teste grátis!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

A IMPORTÂNCIA DA NEUROCIÊNCIA PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL

Crianças da Escola Municipal São José dos Índios, durante atividades de educação em saúde do programa ‘Visa nas Escolas’. Foto: Julyane Galvão

Projeto/Desenvolvimento cognitivo
0 Comments

A IMPORTÂNCIA DA NEUROCIÊNCIA PARA AS POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL

No nosso país, infelizmente, ainda é tímido o movimento de políticas públicas em prol de melhorias na área da educação. Observa-se, também, que faltam propostas de novas ações com sólida e reconhecida base científica, as quais possam ser mensuradas e replicadas para as diferentes populações país afora, promovendo melhorias para um número maior de alunos

PPI – Projeto Pela Primeira Infância

O Projeto Pela Infância tem por objetivo integrar os conhecimentos das neurociências com os da educação, para que a troca de experiências possa contribuir para o desenvolvimento de práticas para a primeira infância, além de disseminar esses conhecimentos para beneficiar o maior número possível de crianças.

Visando esta integração de conhecimentos, o projeto tem como base um modelo de intervenção precoce. Os modelos internacionais de intervenção precoce na primeira infância têm demonstrado que há uma melhor eficácia nos contextos nos quais têm sido implementados. A Resposta à Intervenção (do inglês “Response to Intervention”), também conhecida pela sigla RTI, é um modelo amplamente conhecido atualmente na educação em diversos países e, ainda que de forma muito restrita, vem sendo também testado no Brasil.

Que modelo é esse?

O modelo do RTI visa prevenir e remediar as dificuldades de aprendizagem, baseado na implementação de um sistema integrado de detecção precoce e de níveis progressivos de apoio à criança.

A intervenção precoce, portanto, visa prevenir ou mitigar a ocorrência de problemas escolares, usando um modelo de intervenções empiricamente validadas que permitem:

  • A identificação precoce de crianças que apresentam problemas acadêmicos e comportamentais;
  • O monitoramento do progresso de crianças em risco para desenvolver dificuldades nessas áreas;
  • A oferta de intervenções cada vez mais intensivas na própria escola, baseadas no progresso da resposta, a qual é monitorada constantemente.

O modelo para a educação infantil, tem sido denominado de K-RTI, e específica as necessidades desta faixa etária. Desta maneira, as adaptações e a implementação do modelo RTI para a educação infantil deve considerar:

O RTI reforça os resultados e não os déficits dos alunos.

  • A visão holística do desenvolvimento da criança (cognitivo, comunicativo, sócioemocional, motor e de linguagem);
  • A importância da intervenção precoce para aumentar as oportunidades da criança, principalmente as carentes de experiências ambientais;
  • A importância de fornecer suporte em um ambiente natural;
  • A necessidade de monitoramento numa perspectiva multidimensional da criança, que possa ao mesmo tempo identificar as potencialidades e as necessidades.

Qual é a proposta do Projeto Pela Primeira Infância?

Em 2012, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV) lançaram um Edital para Chamada de Propostas para selecionar pesquisas na área do desenvolvimento infantil, em particular na primeira infância.

Entre os projetos aprovados nessa chamada, estava este, implementado  pela Universidade Federal de São Paulo, na época intulado “Desenvolvimento de um Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo, com base nas Neurociências, para Profissionais da Educação Infantil na Cidade de São Paulo”, utilizando o modelo da Resposta à Intervenção (RTI) como fundamentação teórica e prática.

Fonte: Apostila PPI

Gostou?

Quer saber mais sobre esse tema? Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

4 MITOS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO

Fonte: Revista ISTMO

Desenvolvimento cognitivo/Desenvolvimento cognitivo
0 Comments

4 MITOS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO

O que é um neuromito?

Os neuromitos são ideias equivocadas sobre o funcionamento cerebral.

Como sabemos, nos dias atuais muito se tem falado sobre o cérebro, seu funcionamento e importância em nossas vidas. No entanto, nem sempre tais conhecimentos, amplamente difundidos pelos meios de comunicação, tem embasamento científico, mas terminam se espalhando e sendo dos como verdades. Estamos chamando esses conhecimentos de “neuromitos”.

A seguir, apresentaremos alguns deles, com o objetivo de esclarecer alguns aspectos que julgamos relevantes.

Como em qualquer área do saber, devemos ser críticos com relação às informações que buscamos, para evitar concepções enviesadas ou errôneas.

#MITO 1

É preciso estimular a criança ao máximo até aos 3 anos de idade, que é quando o cérebro humano está no auge da quantidade de conexões sinápticas e de neurônios.

Fonte: mãe me quer

Não há nenhuma comprovação científica que ateste a eficácia de submeter uma criança pequena a uma quantidade muito elevada de estímulos e á informações complexas demais para a sua faixa etária. Além disto, a queda da quantidade de sinapses já é vista pelos neurocientistas como uma forma natural de eliminar gastos desnecessários de energia do corpo e de lapidar as funções cerebrais.

#MITO 2

Usamos somente 10% da capacidade do nosso cérebro.

Fonte: Biosom

As diversas técnicas de medição da atividade cerebral empregadas pela neurociência, como, por exemplo, a tomografia e a ressonância magnética, mostram que não existem áreas inativas no cérebro.

#MITO 3

Há períodos críticos para a aprendizagem.

Fonte: jbcnews.net

As pesquisas mostram que NÃO existem períodos específicos para a aprendizagem, de forma que se algo não for aprendido até certa idade, poderá ser absorvido posteriormente. O que existem, na verdade, são períodos sensíveis para os processos que precisamos aprender, que ocorrem devido à plasticidade cerebral.

#MITO 4

As crianças poderiam aprender melhor se fossem ensinadas de acordo com o seu es lo de aprendizagem preferido.

Fonte: muathuoctot.com

Esta concepção está baseada no fato de que as informações sinestésicas, visuais e auditivas, são processadas em áreas diferentes do cérebro. Contudo, estas estão conectadas entre si e transferem informações através das modalidades sensoriais.

É incorreto afirmar que apenas uma habilidade sensorial está envolvida no processamento das informações. As pesquisas mostram que a criança não processa as informações de maneira mais e ciente quando é ensinada por intermédio do estilo de aprendizagem preferido.

Por essas e outras razões é que as neurociências da educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente as outras áreas do saber como a psicologia do desenvolvimento e a educação, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Gostou?

Quer saber mais sobre esse tema? Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

COMO TRANSFORMAR UMA AULA COMUM EM UMA AULA INESQUECÍVEL?
Práticas inovadoras/Práticas inovadoras
0 Comments

COMO TRANSFORMAR UMA AULA COMUM EM UMA AULA INESQUECÍVEL?

Pense AGORA na aula mais incrível que você teve na  infância.

Consegue lembrar?

Curioso como mesmo depois de tanto tempo ainda lembramos, né?

Essa pergunta me veio a mente em 2012 quando fazia um treinamento com professores em Atibaia e desde então a levo no bolso. Inicialmente parece uma pergunta inocente, mas experimenta fazê-la.

Naquele dia, percebi como a plateia de professores mergulhou no tempo e nas suas histórias e por conta dessa entrega vivemos um momento mágico; cada um começou a resgatar suas infâncias e se lembrar de histórias super legais.

Ouvi histórias lindas e criativas e me emocionei quando contei a minha lembrando de Brasília, da professora e dos meus coleguinhas do jardim de infância e também me lembrei do cheiro que a minha escola tinha: era um inconfundível cheiro de giz de cera!

A Minha aula inesquecível

Professora Lete e o Jardim de Infância de 1989

A minha história se mistura com com os cinco sentidos e com um livro clássico da literatura infantil: chapeuzinho vermelho. Qual criança não gosta desse livro? Ele tem cores, floresta, uma mãe que dá autonomia à uma criança, doces, comida, lobo, avó, dança e uma música viciante.

Vou te contar porque esse livro ficou mais especial depois da professora Lete.

Em 1989 a professora Lete planejou sua semana escolhendo um livro e fazendo uma roda de leitura. Até aí tudo bem, sem muitas novidades, certo?

Certo. Se não fosse a professora Lete e sua criatividade.

Lembro que estávamos todos sentadinhos em uma roda de leitura e, em determinado momento, a luz se apagou e um cheiro diferente surgia no ar; junto com o cheiro um barulho de folhas secas quebrava o silêncio e o barulho oscilava entre pisadas e alguns rugidos. Isso mesmo, eram rugidos e uivos de lobos.

Toda a sala estava com os olhos arregalados e prestando atenção em todo e qualquer movimento que a Tia Lete fazia (quase sempre assim), mas dessa vez ela tinha acertado a mão na história e na encenação.

Atrás da Coxia

A professora Lete fez a contação de história usando técnicas de teatro e abusando da sonoplastia e hoje percebo como ela amava fazer aquilo e como gastou tempo elaborando cada pedacinho da aula.

Desse lembrança eu me perguntei: Como a professora Lete transformou essa aula em uma aula inesquecível?  Por que eu não tive mais aulas dessas? Por que, mais tarde, não consegui aprender sobre polinômios com o mesmo carinho inesquecível?

Para entender um pouquinho mais sobre isso convidamos os irmãos Armelin para mostrar pra gente porque e como essas memórias se constroem dentro da nossa cabecinha e como podemos fazer isso com mais frequência com os nossos alunos.

Storytelling na sala de aula

Ficou curioso? Então aperta o play no vídeo que o Filipe e o Henrique fizeram para nos contar como o storytelling* do cinema serve para a nossa sala de aula.

*storytelling: é a capacidade de contar histórias de maneira relevante, onde os recursos audiovisuais são utilizados juntamente com as palavras.

Gostou do conteúdo?

Quer saber mais? Então clica AQUI para ver o vídeo ideal para apoiar sua aula. Nele um grupo de jovens que tem uma agência de autonomia infantil que precisa manter o equilíbrio  entre o mundo da imaginação e o mundo da realidade.​

E a sua aula inesquecível?

Se gostou desse post e quer me contar como foi sua aula inesquecível é só me escrever nesse email: deborahcalacia@eduqa.me

Pode ser uma aula que você participou como aluno ou uma que você lecionou.

O que importa mesmo e compartilhar e registrar!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

PRÊMIO DESAFIO 2030 – ESCOLAS TRANSFORMANDO O NOSSO  MUNDO
Rotina pedagógica
0 Comments

PRÊMIO DESAFIO 2030 – ESCOLAS TRANSFORMANDO O NOSSO MUNDO

Por acaso existe algum projeto super legal que você queira divulgar para outras escolas e outros professores?
Se a sua Escola está com esse projeto e tem a intenção de transformar o nosso mundo, não perde tempo.
Vem aqui que vou te contar como se inscrever e ganhar um super prêmio.
A história é a seguinte, algumas pessoas e institutos se juntaram para idealizar e organizar o Prêmio Desafio 2030 – Escolas Transformando o nosso mundo.

O Prêmio Desafio 2030

O objetivo é reconhecer, dar visibilidade e premiar trabalhos desenvolvidos nas instituições de Ensino Básico, por meio de projetos transformadores ligados diretamente aos 17  Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, além de divulgar os ODS junto a rede escolar pública e particular da cidade de São Paulo.

Quais são os 17 objetivos?

 Como faço para participar?

O envio dos projetos ocorrerá por meio de preenchimento do formulário online que estará disponível até 30 de junho no site: viradasustentavel.org.br/desafio-2030  

Dúvidas

Já se empolgou? Então corre e clica AQUI para ler o regulamento.  
Se depois de ter lido o regulamento e ainda restar alguma dúvida, basta entrar em contato com a equipe organizadora do prêmio pelo email premiodesafio2030@gmail.com 

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Prêmio Desafio 2030- Escolas Transformando o nosso mundo.


 
 
 
 
As neurociências na sala de aula

Fonte: apostila PPI

Registros/Desenvolvimento cognitivo
0 Comments

As neurociências na sala de aula

Nos últimos 10 anos, nas diversas partes do mundo, as pesquisas sobre o cérebro oferecem contribuições de grande relevância para o refinamento dos modelos de desenvolvimento e das teorias de aprendizagem.

Com isto, as práticas pedagógicas, no âmbito da Educação, podem avançar ainda mais, a partir dos avanços científicos que advém das neurociências.

Na Escola

Uma das principais funções da educação infantil consiste em favorecer um desenvolvimento saudável da criança durante a primeira infância.

Como mencionado anteriormente, entendemos que todos os domínios do desenvolvimento (cognitivo, afetivo, físico e socioafetivo) estão inter-relacionados e naturalmente envolvidos nas atividades cotidianas no ambiente da creche e da pré-escola.

Leia: Neurociência e a Educação 

Diante disso, entendemos que conhecer os processos de desenvolvimento (inclusive cerebral) poderá contribuir para uma maior compreensão a cerca dos perfis de aprendizagem das crianças, e consequentemente uma melhor atuação do profissional que atua com esse grupo de crianças.

Outro fator importante é que, sabendo que a criança é um ser único, temos na sala de aula uma diversidade de perfis a serem valorizados e as neurociências nos ajudam a entender como isto pode ser feito.

Registros pedagógicos

Reconhecer suas áreas de maior habilidade, bem como compensar e reduzir o impacto de áreas de maior dificuldade é de extrema importância. Por exemplo, desde os primeiros anos podemos observar como o bebê interage, se apresenta interesse pelo outro, se manifesta intenção de comunicação, etc.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Toda documentação feita pelo professor de Educação Infantil é um registro pedagógico: o planejamento, a lista de presença, os relatórios e diários de classe. E, de alguma forma, todos eles devem conversar entre si, um afetando o desenvolvimento do próximo. Esse processo permite que o professor trabalhe com intencionalidade, ao invés de ao acaso – é o trabalho de anotar, refletir e tomar decisões com base nesses registros que ajuda a garantir uma aula com foco nas necessidades das crianças.

Uma série de recursos compõe a documentação pedagógica. Para aprofundar o olhar sobre a turma, podem ser usadas:

  • Fotos;
  • Vídeos;
  • Relatos do professor;
  • Produções das crianças;
  • Gravações ou transcrições das falas das crianças.

Para saber mais sobre como usar fotos e vídeos no registro pedagógico, clique aqui!

Por que anotar?

Estas observações nos ajudam a compreender melhor sobre o amadurecimento de suas habilidades sociais, sua linguagem e permitem observarmos diferentes aspectos do seu desenvolvimento.

Por exemplo, quando estamos diante de uma criança com algum problema de desenvolvimento, como no caso de uma criança com a Síndrome de Down, as neurociências nos ajudam a melhor entender o perfil do aluno com aquela condição.

Personalização

Por mais que a síndrome tenha características próprias, sabemos que cada indivíduo se desenvolve de uma maneira. Portanto, conhecer os pontos de fragilidade do perfil cognitivo bem como os aspectos do desenvolvimento que se constituem como pontos fortes daquela criança poderá contribuir tanto para conhecer qual o impacto dos déficits naquela criança, bem como ao propormos estratégias que podem ser mais efetivas para a sua aprendizagem.

E o mais fascinante é que com este raciocínio, assistimos não só a quem tem demandas específicas, mas sim a todos. Com isto, agimos precocemente para minimizar ou compensar aspectos que merecem maior atenção e prevenimos o aumento de tais dificuldades.

Desta maneira, o desenvolvimento cognitivo, aliado ao desenvolvimento cerebral (sempre com a influência dos fatores ambientais) nos dá a noção das possibilidades e das limitações da criança na fase do desenvolvimento pela qual está passando.

Aliamos, assim, os mecanismos cerebrais necessários para a aprendizagem.

Por essas e outras razões é que as neurociências da educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente as outras áreas do saber como a psicologia do desenvolvimento e a educação, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

A importância da Literatura Infantil no desenvolvimento das crianças

Fonte: vaiserrimando

Rotina pedagógica
0 Comments

A importância da Literatura Infantil no desenvolvimento das crianças

Ler histórias, imaginar cenas, recriar personagens, vivenciar cada palavra trazida pelo autor. Fazer da Literatura Infantil uma experiência rica e inesquecível. Embora essa seja uma grande aspiração de muitos educadores, quando o assunto é leitura e escrita, sabe-se que tornar esse objetivo em realidade nem sempre é tarefa fácil.

Ao trazer obras literárias para a sala de aula, o professor sabe que carrega mais do que simples histórias em suas mãos. Traz expectativas, experiências sensórias, memórias e emoções que só podem ser vivenciadas a partir deste universo imaginário. Por isso, o principal fator considerado, quando a leitura está em foco, é a riqueza do processo de encantamento pelas palavras e de tornar-se leitor a partir delas.

A Literatura

Trabalhar com Literatura não se restringe a decodificar, resumir ou assimilar textos prontos e acabados, mas sim criar possibilidades para a construção de conhecimentos que tenham significado para os alunos.

É, sobretudo, inspirar-se e comover-se com a obra lida, com os pensamentos e sentimentos presentes unicamente naquele livro. Através das histórias lidas, pessoas se conectam e partilham experiências, relacionam-se e interagem, formando uma teia que é desenhada dinamicamente.

Considerando  a leitura como um sistema particular de símbolos e signos que, uma vez dominados pelo indivíduo, tem repercussão em todo o desenvolvimento cultural da criança, também podemos perceber o peso desta atividade cotidiana para o desenvolvimento cognitivo dos alunos.

Ao ler e / ou ouvir leituras, a criança apropria-se do mundo da linguagem e torna-se capaz de dizer de si e do outro, inventar situações e expressar pensamentos com fluidez, produzindo seus próprios textos.

Vale ressaltar, ainda, a Literatura como uma manifestação artística essencial para a expressão e desenvolvimento do sujeito, com finalidade em si própria. Neste sentido, o trabalho com Literatura deve ser elaborado de maneira a estimular as inventividades, a pesquisa, a exploração da intuição e da criatividade de forma autêntica.

#Na Escola

No âmbito pedagógico, é papel do professor possibilitar situações nas quais as crianças possam interagir com as obras apresentadas, ampliando seus conhecimentos neste universo. Através desta experiência, a criança pode perceber o texto literário como elemento constitutivo do seu patrimônio histórico e cultural, como conquista pessoal e social, fonte de criatividade e observação.

Usar a literatura criativa na hora de criar uma planejamento de roda de conversa vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais ou anotadas no seu semanário.

Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Luciana Haddad Ferreira é Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2014), possui especialização em Educação e concepções do conhecimento (2009) com dupla complementação internacional no Instituto Jean Piaget (Portugal), especialização em Arteterapia (2006) e graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Campinas (2004). Membro do grupo de estudos e pesquisa em Educação Continuada GEPEC (FE/UNICAMP), tem pesquisas relacionadas à área de formação docente, especialmente nas aproximações entre Arte, Estética e Experiência na formação de professores. Atualmente, é Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental do Colégio Integral (Campinas). Tem 18 anos de experiência em docência na Educação Básica e 9 anos de experiência como formadora de professores, tendo já realizado trabalhos de assessoria e consultoria educacional junto a redes municipais e escolas particulares no estado de São Paulo. É autora do livro “Arte de olhar: percursos em Educação” e possui diversas produções intelectuais na mesma área, em capítulos de livros, artigos científicos e outras publicações digitais.

Neurociências e a educação

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Rotina pedagógica
0 Comments

Neurociências e a educação

As neurociências são o estudo da relação cérebro-comportamento, ou seja, estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia, como por exemplo, ações motoras, pensamentos, emoções, etc..

Por muitas décadas, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos (cognição) como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.

No caso da infância, principalmente pelas teorias de, entre outros, Jean Piaget, Lev Vygotsky e Alexander Luria. No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma dessas funções?

Fonte: Apostila PPI

Nas últimas décadas, houve um grande avanço nos estudos que investigam a relação entre o cérebro e as nossas funções mentais. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível aprimorar ainda mais conhecimentos introduzidos por importantes teóricos do desenvolvimento,, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e maturação dos comportamentos humanos, como a cognição, a emoção e processos de aprendizagem, dentre outros.

Leia mais: Inteligência emocional

Um bom exemplo é que hoje já se atribui, de forma significativa, os estágios do desenvolvimento, descritos por Jean Piaget, às fases do desenvolvimento do cérebro. Assim, com o avanço das neurociências, passamos a considerar o conhecimento do desenvolvimento cerebral, como uma variável que não pode ser dissociada da compreensão do crescimento e do desenvolvimento da criança.

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Nosso cérebro é extremamente dinâmico e seu funcionamento depende da conexão e ativação de milhares de vias, formadas por feixes de fibras (chamados neurônios), que rapidamente levam informações de uma região à outra. Nossos comportamentos dependem da ativação e comunicação de diferentes regiões, contudo, algumas habilidades e funções estão mais fortemente associadas a regiões específicas, destacadas na imagem.

Tais funções serão minuciosamente abordadas e discutidas nos nossos próximos posts.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais.

Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

JÁ OUVIU FALAR NOS PARQUES SONOROS ?

Fonte: Revista Parque Sonoro

Desenvolvimento Infantil/Música e artes
0 Comments

JÁ OUVIU FALAR NOS PARQUES SONOROS ?

Tenho o costume de adorar uma boa prosa.
Gosto mesmo de tomar um café, prosear e buscar entender sobre as organizações, as motivações e como, de onde ou de quem nasce um projeto.
Ontem estava visitando uma Creche em São Paulo e, durante o papo, que a propósito estava interessantíssimo, a Coordenadora pedagógica me falou sobre o Parque Sonoro.

Você já ouviu falar nesse parque?

Pra mim aquilo tudo era novidade e, naturalmente, fiquei curiosa e desejando saber mais e mais “conte-me tudo, prof”!

Tudo bem que o nome por si só já diz tudo: PARQUE SONORO. Tá, é um parque com sons, certo?

Mas de onde vem? Por que surgiu? Por que não é comum ver esse parque nas Escolas ?
Consegui ganhar a atenção da coordenadora e ela me conduziu até sua sala para começar a esclarecer toda essa história de parque e som.

O Parque Sonoro

Sentei na sua frente, como uma mãe que espera a informação de um filho, e ela seguiu abrindo seu armário e tirando de lá uma revista intitulada “Parques Sonoros da Educação Infantil Paulistana”
A coordenadora me contou que esse era um projeto da Secretaria Municipal de Educação (SME), que foi criado pela Divisão de Educação Infantil e que a proposta chegara a ela por meio dessa revista, mas que apesar da revista trazer concepções e proposta de como trabalhar a percepção sonora, pela falta de tempo e mãos, estava sendo um pouco complexo colocá-lo em prática.

O Objetivo

A revista tem como objetivo auxiliar educadores nas reflexões e discussões sobre o movimento musical no currículo e nas propostas pedagógicas.
Veja trechos da carta que a Ana Estela Haddad aos educadores:
O Parque Sonoro é uma ideia motivadora, um pretexto que possibilita a investigação acerca dos sons, a abertura para o novo. A relação da criança com o objeto, transformação do objeto em instrumento, interagindo, atuando e imaginando – a exploração sonora, rítmica e melódica.
Para participar, devemos reeducar antes a nós mesmos, que vivemos em um mundo sonoro, mas raramente paramos para ouvir os sons que nos cercam.
Cabe à professora observar e oferecer à criança “um encorajamento delicadamente equilibrado”, apoio para enriquecer sua experiência.
 
“Meu filho mudou lá em casa… tudo é som!” (mãe de um aluno da Educação Infantil)
“Agora eu sou uma banda”, (Clara, 5 anos)
“Quando a contação de história começava, os pequenos pegavam os brinquedos sonoros para que esses objetos fizessem parte da história. A hora da história ganhou mais vida, mais alegria.” (Professora)
Busquei mais informações e encontrei esse vídeo  que explana um pouco sobre como os parques estimulam o aprendizado.

Agora que você, assim como eu, sabe tudo sobre o parque sonoro, que tal se inspirar e colocar esse projeto em prática na sua escola também?

O parque sonoro é uma ideia interessantíssima e proporciona aos alunos aprendizado por meio de sons e aos educadores uma reflexão sobre a prática, mas para que isso aconteça é preciso planejar.

Na Eduqa.me é possível fazer seu planejamento semanal e também planejar projetos.

Legal, não é?

Então vem bater panela e experimentar essa maravilha.

Clique aqui e teste grátis!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Desenvolvimento e as novas tecnologias na sala de aula

Fonte: Vix

Desenvolvimento Infantil/Semanários
0 Comments

Desenvolvimento e as novas tecnologias na sala de aula

Nascer no século XXI é estar completamente inserido na “cultura digital”, da qual hoje não é mais possível ficarmos de fora.

Seja adulto ou criança, todos os dias estamos inseridos em ambientes com portas automáticas, escadas rolantes, bilhetes eletrônicos, cartões magnéticos, eletrodomésticos “inteligentes”, smartphones e tablets e aplicativos multivariados que possibilitam uma infinidade de ações.

Nativos digitais

Fonte: sosiei wordpress

A criança de hoje é um “nativo digital” porque nasceu nesse contexto tecnológico completamente disponível para ser utilizado por eles e com eles. Desde muito pequenos são convidados a usar a tecnologia para criar, explorar, construir, entreter-se, expressar-se e se comunicar com os outros.

Será que todas essas inovações não alteram a nossa forma de olhar e viver neste mundo? Alteram sim!

Interferem na nossa percepção do meio, na nossa maneira de dialogar, interagir, se relacionar e estudar… Ou seja, influenciam e alteram a nossa maneira de fazer nossas atividades diárias.

Na infância, desde muito cedo também é marcante a presença do mundo digital. São inúmeros os benefícios de viver nessa era.

A tecnologia é uma ferramenta poderosíssima que pode estar a serviço tanto de favorecer, como de prejudicar o desenvolvimento de nossas crianças. O seu uso adequado pode ampliar a nossa capacidade de interação, de ação e de realização. Por meio dos jogos digitais, por exemplo, as crianças podem ampliar a sua capacidade intelectual, de resolução de problemas, de comunicação e mesmo a capacidade de interação social.

Imigrantes Digitais

Fonte: Fabiana Menezes

E para você, professor, como a tecnologia pode te ajudar?

Sabe aquela curtida no perfil da professora infantil no instagram ou aquele grupo do facebook de ideias criativas que você acompanha ou até mesmo aquela busca no pinterest ou no google para reciclar suas ideias para a o projeto da semana que vem?

Então, o que percebemos é que devido ao avanço das tecnologias, os professores estão o tempo todo consumindo e buscando novas formas de ensinar. E essa é uma tendência que a sala de aula proporciona pois quando usamos a tecnologia e o que consumimos dela percebemos como as crianças prestam mais atenção e interagem melhor com as propostas, não é mesmo?

 Além disso, a internet tem uma grande quantidade de conteúdos que podem servir como fonte de inspiração para as aulas, introduzindo maneiras inovadoras de ensinar e é por isso que você precisa começar a organizar toda essa informação na Eduqa.me.

Comece hoje mesmo a fazer seus semanários na plataforma Eduqa.me e tenha mais facilidade na hora do planejamento.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.