Atividade: Cartaz dos Combinados

Fonte: Pinterest

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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Atividade: Cartaz dos Combinados

Construa um cartaz com as ilustrações da rotina do dia, e acrescente as regras que você considera importante. As crianças podem participar da construção das regras junto com o professor. Use frases afirmativas ( por exemplo: “Sem brigas com os colegas” ao invés de “Não brigue com os colegas”).

Veja os exemplos abaixo:

# Regra 1: Colocar as mochilas no lugar.

# Regra 2: Cumprimentar os colegas na chegada e na saída.

# Regra 3: Entrar em sala de aula em ordem.

# Regra 4: Manter a sala organizada.

# Regra 5: Escutar os colegas.

# Regra 6: Organizar os brinquedos.

# Regra 7: Lavar as mãos antes do lanche.

# Regra 8: Jogar os papéis no lixo.

# Regra 9: Deixar a sala bem arrumada.

# Regra 10: Sem brigas com os colegas.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o combinado?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

Fonte: Samantha Moe

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

“Quanto maior for a formação de vínculo emocional positivo dos adultos com as crianças, mas fácil elas aceitarão as regras e os limites deles.”

Richard E. Tremblay

Objetivo

  • Para que a criança possa seguir as regras e entender os limites, ela precisa desenvolver o autocontrole.
  • Atividades e estratégia simples que podem fazer a diferença na vida da criança.

#Dica 1: Seja Claro

Explique o que a criança deve fazer, quando, como e por quê. Nunca deixe de elucidar as consequências do não cumprimento da regra, mas seja breve com as crianças mais novas. Até os 3 anos de idade, a criança ainda não é capaz de entender instruções muito longas.

Além disso, ameaças do tipo: “Se você não fizer isso, eu vou chamar o homem do saco!” ou “Me dá isso agora, se não torço seu pescoço!” só irão desencadear emoções negativas na criança e não lhe informarão sobre as reais consequências de não obedecer àquela regra. Outra situação que devemos evitar é dar comandos ou orientações com falta de clareza (sem exemplificar o que esperamos), por exemplo, “arrume a mesa!” Este comando sozinho não é suficiente para a criança entender o passo-a-passo do que queremos, ou seja, que ela deve empurrar as cadeira espera debaixo da mesa, juntar os papéis em uma pilha, arrumar os lápis e as canetas dentro do estojo, etc. É necessário especificar cada ação e dizer claramente o que você espera dela.

Exemplo: 

“Depois de brincar, vocês devem juntar os brinquedos, colocá-los dentro da caixa e guardá-los naquele armário, ok? Com cada um fazendo sua parte conseguimos terminar tudo muito mais rápido e podemos aproveitar melhor o dia!” A ilustração abaixo pode ser fixada na aula nesse momento.

 

Fonte: Gazeta online

#Dica 2: Seja Coerente

Para colocar regras não use explicações exageradas ou falsas. Seu conteúdo deve estar de acordo com a realidade, com o nível de entendimento da criança e deve fazer sentido para ela.

Levar a criança para fazer um trabalho de puntura com tinta e dizer que ela não deve sujar a roupa não é um comando possível. Da mesma forma, pedir que ela cale a boca e coma o almoço todo em dois minutos, não está de acordo com a realidade.

“Limites sem sentidos, fazem com que as crianças não os levem a sério”.

Werber, L., 2014.

#Dica 3: Seja Consistente

Mantenha os combinados até o fim, exceto em situações de imprevistos em que haja necessidade de uma negociação ou de mudanças de regra. Crianças e professores devem seguir os combinados. A regra não pode depender do humor ou da vontade do adulto, nem pode deixar de ser exigida por “pena”.

“…[as regras] não devem depender do seu estado de espírito, isto é, se você está bem humorado, você deixa passar, e se você está de mal humor (…), você aplica as regras e as consequências ainda com mais dureza. Um “não”  não pode virar um “sim”depois de muita insistência (…). Se você disse não, mantenha o não até o final, mesmo que os olhinhos marejados de lágrimas amoleçam seu coração”.

Werber, L., 2014.

#Dica 4: Monitore

Supervisione o cumprimento das regras até que elas já tenham sido automatizadas pela criança.

Observações importantes:

  • Na hora de explicar o que a criança deve ou não fazer, ao invés de só fazer previsões do tipo: “você vai cair” ou “você pode se machucar e machucar alguém” diga a regra: “a escada está molhada, desça devagar, segure no corrimão, para não escorregar”, não ande com a tesoura aberta na mão desse jeito, para não se machucar”.
  • Na regra deve especificar bem o que a criança deve fazer. Melhor dizer: “cumprimente seu coleguinha”do que “seja bonzinho”.
  • Provavelmente as regras precisarão ser repetidas algumas vezes até todas as crianças aprenderem. Uma alternativa à repetição é questionar a criança o porquê de ela não poder fazer aquilo, como por exemplo: “o que pode acontecer se você correr no chão molhado?”.
  • As regras devem respeitar as limitações relativas à idade da criança.
  • Até os 4 anos de idade, as crianças pensam o mundo de maneira concreta, portanto usar frases com duplo sentido, ironia, sarcasmos ou de significado muito vago não ajuda.
  • Até os 5 anos de idade, elas ainda não são capazes de permanecer em uma mesma atividade por muito tempo, por isso, em aulas expositivas, procurar criar tarefas curtas ou dinâmicas, que mudem o foco da criança de tempos em tempos (por exemplo, a cada 10-20 minutos). Isto as auxiliam a se manterem atentas por mais tempo.
  • Muito cuidado com o que promete, pois consequências não cumpridas fazem você perder o crédito.
  • Não imponha uma regra sem ter certeza de que você será consistente ao aplicá-la. Geralmente crianças tentam a testar a consistência de situações que não querem cumprir. Seja paciente e persistente.
  • Crie regras com o grupo e selecione as mais relevantes para fazer cartazes pintados pelas próprias crianças e fixar na sala de forma ilustrativa.

Registre!

  • Como está a disciplina das crianças? As crianças conseguiram entender os comandos?
  • Quanto a ser claro com os comandos, o que deu errado?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Registre como a criança está se comportando e anote exemplos e como anvançou. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

 

Consciência de Sílaba: Papo de Ogro

Fonte: Google

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Sílaba: Papo de Ogro

(fonte:http://revistaguiainfantil.uol.com.br).

Essa é uma atividade que vai contribuir para o desenvolvimento da consciência silábica da criança, naturalmente, irá repercutir no aprendizado da leitura e da escrita.

Existem muitas maneiras de estimular a consciência fonológica, porém, quanto mais lúdico o processo, mais satisfatório é o resultado.

Objetivo

  • Reforçar a capacidade dos alunos de sintetizar palavras a partir de sílabas separadas.

Descrição da Atividade

  1. Convide todos a sentar em círculo e envolva-os em uma história:Era uma vez um ogro gentil e pequenino, que adorava dar presente às pessoas. O único problema é que o ogro sempre queria que as pessoas soubessem qual era o presente antes de dá-lo. Mas o ogrozinho tinha uma maneira muito estranha de falar. Se ele fosse falar à criança que o presente era uma bicicleta, ele dizia “bi-ci-cle-ta”.

    Só quando a criança adivinhasse qual era o presente é que ele ficava completamente feliz.

  2. Agora, finja ser o ogro e caminhe pela sala, dando um “presente”a cada criança, pronunciando o nome do presente sílaba por sílaba.
  3. Quando a criança adivinhar a palavra, ela deve indicar outra criança para ganhar um presente.

Dica

Se a turma for grande, é melhor limitar o jogo a apenas algumas crianças em determinado dia, ou ficará longo demais.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As crianças conseguiram entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Você sabe o que é ODS?

Fonte: Unesco

Registros/Práticas inovadoras
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Você sabe o que é ODS?

Já ouviu falar? Sabe para que serve e qual a sua importância no ensino?

Então chega junto porque é exatamente sobre isso que vamos dialogar.

Prazer! Sou a Juliana Monteiro, educadora e nutricionista infantil. Atuo com desenvolvimento Sustentável, através da plataforma Sustentável é Ser Humano.

Inicio aqui, em parceria com a Eduqa.me, uma série de 10 artigos sobre os ODS.
Vocês sabem o que são os ODS? Já ouviram falar?
Os ODS são 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (por isso a sigla: ODS). Estes 17 objetivos foram estabelecidos pelo PNUD, que é o Programa das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento.

Os 17 ODS são:

Fonte: Nações Unidas no Brasil (www.nacoesunidas.org)

Por que é importante saber dos ODS ?

Primeiro motivo:

Primeiro, porque para atingirmos os 17 objetivos precisamos repensar nossos hábitos e mudarmos algumas ações.

Segundo motivo:

A Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de São Paulo, inseriu os ODS como assunto a ser tratado dentro da sala de aula nas escolas municipais. A UNESCO, também publicou uma série de 8 vídeos educativos sobre os ODS, voltados ao público infantil e que, foram apresentados, oficialmente, também, em parceria com SME.

Você não vai ficar fora deste conhecimento, vai?

Agora que vocês já sabem o que são os ODS e sua importância, vou falar mais sobre cada um deles, nos próximos posts, tendo os 8 vídeos desenvolvidos pela UNESCO, como ponto de partida.
Não percam o próximo post, no qual falarei sobre o ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável, tendo como ponto de partida, como já citado, o vídeo da UNESCO que fala
sobre o mesmo tema.
Convido-os a me acompanharem nestes posts e não deixem, também, de acessar no site da Sustentável é Ser Humano, o livro infantil Ser Sustentável, disponibilizado gratuitamente, para download, para que possa ser trabalhado com as crianças em sala de aula e em casa.

Bora, saber mais sobre o assunto? Não perca os próximos posts e não deixe de fazer um semanário sensacional.

Quer fazer uma semanário prático e eficaz?

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

 

Atividade: Teatro de Máscaras

Fonte: Café del Maro

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Teatro de Máscaras

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando máscara das emoções (prontas ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças estejam estimuladas a encenar:

Situações problemas” vivenciadas na escola

  • Como me senti quando briguei com meu amiguinho;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como me senti quando meu brinquedo quebrou;
  • Como me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como me senti quando fui elogiado;

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras, para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações. Além de encenar situações , pode fazer perguntas, por exemplo:

  • Como você está se sentindo?

A fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de meditação de conflitos.

  • Registre!

    • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções: sentiram-se confortáveis em falar sobre elas? Mostraram interesse e contaram histórias pessoais sobre o tema?
    • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
    • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
    • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
    • Exponha as máscaras na escola ou na sala de aula, para que outras turmas, professores, e pais possam vê-las. Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Aliteração

Fonte: Foto Dicas Brasil

Atividades/Música e artes/Registros
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Atividade: Aliteração

Capacidade de identificar e repetir a sílaba ou fonema na posição inicial das palavras (Nascimento, 2009).

Atividade baseada em Capovilla e Capovilla, 2004.

Objetivo

  • Perceber as palavras que começam com o mesmo som.
  • Consiste na repetição de um fonema, não necessariamente de uma letra, uma vez que na Língua Portuguesa nem sempre há a correspondência entre esses dois elementos. Veja os exemplos: táxi, exame, enxaqueca. A letra é a mesma, mas representa fonemas (sons) diferentes, por isso, é importante lembrar que a aliteração busca reproduzir sons.

Habilidades a Serem Desenvolvidas

  • Estimular o reconhecimento e consciência das palavras que começam com o mesmo som.

Material

Descrição da atividade

  1. Pedir para a criança nomear a figura chave, por exemplo a máscara.
  2. Perguntar com que som começa ? = ma.
  3. Peça para ela apontar a outra figura que começa com o mesmo som.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Fonte: Galinha Pintadinha

Atividades/Movimento/Música e artes/Relatórios
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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Pesquisas e estudos científicos nos mostram que crianças que crescem em ambientes ricos em estímulos de qualidade desenvolvem o cérebro mais rapidamente. Hoje, sabemos que atividades estimulantes podem produzir mudanças na estrutura cerebral, principalmente nos primeiros 6 anos de vida.

A música interessa à criança desde bem pequena, por isso, deve ser utilizada para estimulá-la.

Essa atividade é uma maneira divertida de lidar com a música e o movimento.

http://revistaguiainfantil.uol.com.br

Material

Músicas infantis rimadas.

Descrição da Atividade

O jogo sensorial é, em geral, um meio valioso de atrair a atenção de crianças pequenas. A tradicional música infantil oferece uma base excelente para experimentar movimentos físicos no ritmo da rima.

1) As crianças senta-se em círculos com as duas mãos frechadas à frente.

2) Enquanto todas cantam a música, a pessoa que é “escolhida” movimenta-se em torno do círculo e, suavemente, marca com batidas as palavras, primeiro na mão direita, depois na esquerda de cada criança.

3) Uma criança cuja a mão seja batida na última palavra, ou na palavra que rime, de cada verso (ou seja, em uma das palavras “mágicas “) deve colocar essa mão nas costas. Assim que esconder ambas as mãos, a criança estará fora.

4) A última que permanece com uma das mãos ainda à frente, torna-se a “escolhida”. Por exemplo: em O Sapo não lava o pé, as palavras mágica estão em negrito.

O Sapo
Galinha Pintadinha

O sapo não lava o
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer

O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé!
A sapa na lava a pá
Na lava parca na cá
Ala mara lá na lagaa
Na lava a pá parca na cá
Mas cá chalá!

E sepe ne leve e pe
Ne leve perque ne que
Ele mere le ne leguee
Ne leve e pe perque ne que
Mes que chele!
I sipi ni livi i pi
Ni livi pirqui ni qui
Ili miri li ni liguii
Ni livi i pi pirqui ni qui
Mis qui chili!

O sopo no lovo o po
No lovo porco no co
Olo moro lo no logoo
No lovo o po porco no co
Mos co cholo!
U supu nu luvu u pu
Nu luvu purcu nu cu
Ulu muru lu nu luguu
Nu luvu u pu purcu nu cu
Mus cu chulu!

Variação

Amplie  o jogo com outras rimas presentes em parlendas e músicas como Uni, duni, tê, Um, dois, feijão com arroz, Cai, cai balão, Marcha Soldados, entre outras.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Nova colunista da Eduqa.me, Juliana Monteiro fala sobre os ODS e Sustentabilidade

Fonte: Sustentável Ser Humano

Quem Somos/Registros/Natureza e Sociedade
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Nova colunista da Eduqa.me, Juliana Monteiro fala sobre os ODS e Sustentabilidade

A proposta do Blog #NaEScola é sempre trazer temas que estão em alta e que ajudam o professor na sua sala de aula.

Um dos assuntos que mais gera perguntas e discussões é sobre os ODS e o trabalho que  a UNESCO tem feito para divulgar cada uma delas. Para tornar essa tarefa mais tranquila e crítica convidamos a Juliana Monteiro; educadora e nutricionista, com atuação em Desenvolvimento Sustentável.

A Juliana Monteiro

A Juliana Monteiro já atuou em sala de aula como pedagoga e como nutricionista infantil em consultório. Após ter iniciado sua atuação em Desenvolvimento Sustentável, percebeu a importância de desenvolver a consciência sustentável e que, independentemente da nossa área de atuação, precisamos ter a visão do todo e agir em prol deste todo.

Para ela, essa é a base e o verdadeiro conceito de responsabilidade social.

Partindo desse pensamento, fundou a Sustentável é Ser Humano, que aborda o Desenvolvimento Sustentável como um todo mas, principalmente, do Ser Humano, partindo de premissas básicas como: ética, respeito, empatia, generosidade e amor.

Leia mais em Sustentável é Ser Humano.

Crie atividades sustentáveis na EDUQA.ME 

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

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Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Fonte: UOL

Rotina pedagógica/Semanários/Práticas inovadoras
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Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Professores perdem equivalente dois meses de aula com tarefas administrativas!

Ficou chocada com os números?

Eu também fiquei quando li essa matéria em 2011. Esse número alarmante foi o resultado de uma pesquisa feita pelo banco mundial.  O levantamento feito em 3 estados brasileiros (Rio, Minas e Pernambuco) e mostrou o tempo que os professores gastam com atividades não pedagógicas.

Uau! 2 meses de aula é bastante coisa, né?

O que são atividades não pedagógicas?

Apagar o quadro, organizar a sala, entregar folhas, deslocar de um lado para o outro, fazer semanário, corrigir atividade, entregar material, procurar atividade, criar excel, fazer a chamada e por aí vai…

Você já parou para se perguntar quanto você gasta fazendo isso?

Como nós, professores, não temos o hábito de mensurar as horas, as atividades e os registros… boa parte do trabalho e do tempo vai se escorrendo e a gente nem percebe.

Quer ver? Se eu te perguntar:

  • Quantas atividades você fez ano passado na sua sala de aula?
  • Quantas horas de brincadeira você teve no pátio?
  • Quantos livros você leu na roda de leitura?
  • Qual foi a área de aprendizagem que você mais estimulou nos primeiros 3 meses de 2017?

Não se sinta mal se você não consegui responder todas essas perguntas, aposto que boa parte dos seus colegas também não.

Semanário na era Digital

O semanário é a bússola norteadora do professor. Esse documento deve ser feito por semana e preenchido cada dia da semana, por isso o nome semanário, e é parte das responsabilidades profissionais do professor.

Imagina você chegar em sala de aula e não ter a mínima ideia de quais são os objetivos de aprendizagem naquele dia. Meio maluco, né?

Agora imagina você perder menos de  2 meses com essas tarefas administrativas e ainda poder guardar e catalogar suas atividades para compartilhar com outros professores para que eles percam menos tempo com essas tarefinhas chatas e consigam focar no que eles realmente gostam de fazer: lecionar!

Elaborei duas dicas simples para te ajudar a gastar menos tempo com tarefas administrativas e potencializar sua sala de aula com uma pedagogia mais coerente e com dados para provar isso.

Vamos lá?

#Dica 1 : Escrever para o outro

A primeira coisa que você tem que ter em mente quando for planejar a sua aula e sua semana é que a informação precisa estar transparente o suficiente para que qualquer pessoa que não te conheça entenda as suas propostas pedagógicas.

Por isso é importantíssimo que você faça o exercício de escrever para o outro de maneira simples, objetiva e compreensiva.

Até aqui tudo isso que estou falando se adapta a um planejamento comum, sem muitas novidades, certo? Sua professora fazia assim e provavelmente a professora da sua professora também.

Agora o exercício que eu proponho a você é simples e muito prático.

#Dica 2: Tecnologia é parça!

Muitos professores  elaboram suas aulas de maneira bem digital e acredito que você que está lendo isso agora também deve fazer isso. Porém é preciso usar uma ferramenta para compartilhar o conteúdo, um site para busca a atividade, um programa para editar o semanário bem bonitinho e por aí vai…

Agora imagina se tivesse tudo que você precisa para elaborar sua aula em um único lugar? Consegue imaginar quanto tempo você economizaria com isso?

É exatamente isso que a Eduqa.me propõe aos professores.

Criar um semanário de forma simples, direta, com pesquisa de atividades já prontas no baú de atividades e com espaço customizado para seu modelo pedagógico e para seus alunos.

Na Eduqa.me você pode fazer um plano de aula em minutos e, quando for para a sala de aula, poderá tomar decisões pedagógicas a respeito do que ensinou de forma simples e direta. Fazendo isso, naturalmente, os portfólios e relatórios são gerados e tanto para o professor quanto para a coordenação é possível verificar tempo gasto, com o que e o impacto nas crianças.

Que tal economizar 2 meses perdidos com tarefas que realmente importam?

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Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Consciência de Palavras: Utilizando Provérbios

Fonte: CISDEC

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Palavras: Utilizando Provérbios

Há uma capacidade metalinguística que permite analisar e refletir, de forma consciente, sobre a estrutura fonológica (sons da fala) da linguagem ora, sem envolver o significado das palavras. Envolve vários níveis (palavra, sílaba e fonema) e diversas tarefas (como por exemplo, segmentação, análise, subtração, adição, transposição)(Cardoso-Martins, 1991). Vamos apresentar atividades que podem ser realizadas na Educação Infantil, considerando as faixas etárias.

  • Segmentar frases em paalvras: 4 anos.
  • Segmentar palavras em sílabas: 4 anos.
  • Contar Sílabas: 4- 5 anos.
  • Dizer palavras que começam com certa sílaba: 5 anos.
  • Até os 6 anos: fazer todas as atividades envolvendo sílabas.
  • A partir dos 5/6 anos: começa consciência dos fonemas.

Objetivo

  • Estimular consciência dos sons da fala;
  • Favorecer a atenção à linguagem oral.

Habilidades a Serem Estimuladas

  • Atenção à linguagem (ou fala);
  • Início da percepção e da noção de palavras, ou seja, se referem a unidades maiores que os sons;
  • Memória de curto prazo fonológica.

Materiais

  • Provérbios folclóricos – Filho de peixe, peixinho é – baseado em: Estudos Sociais 3 série – v1 – Objetivo, 1997.
  • Usar livros de contos acumulativos, ex. “A casa sonolenta”, “O boi, a vaca e o bolo” , “Camio comilão”, “O grande rabanete”, e “Bruxa, bruxa”.
  • Textos e frases de domínio público.

Descrição da Atividade

  1. O professor deve ler um provérbio de casa vez.
  2. Separar as palavras do provérbio oralmente (uma alternativa é solicitar que  cada palavra lida as crianças dêem um passo à frente ou pulem.) O adulto executa a tarefa incialmente. Após isso, solicita à criança que realize a atividade. Assim: FILHO (pausa) DE (pausa), PEIXINHO (pausa) É.
  3. Contar o número de palavras de cada um dos provérbios. Assim: FILHO DE PEIXE PEIXINHO É.
  4. Pergunta: Quantas palavras têm? (5 -cinco).

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