ODS: Educação de qualidade
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ODS: Educação de qualidade

Olá!

Hoje, vamos falar sobre o ODS: Educação de Qualidade. Também, tendo como base o vídeo da Unesco sobre o assunto, voltado às crianças. E algumas dicas de como podemos trabalhar este tema com as mesmas em sala de aula.

Destaque para alguns pontos do vídeo:

# Cultura de paz: “Educação para a paz”, “Evitar violência”, “É todo mundo respeitar o meio ambiente”.

#Igualdade de Gênero

#Cidadania Global (Respeito aos espaços, respeito ao próximo).

Podemos iniciar o diálogo com as crianças, perguntando às mesmas sobre o que elas entendem de cada assunto, como podemos fazer tudo isso e depois, ir aprofundando dentro de cada tema de acordo com as respostas. Por exemplo:

# CIDADANIA GLOBAL

O que é Cidadania Global para você?

Você sabia que uma atitude cidadã é saber respeitar ao próximo, os espaços e o meio ambiente?

RESPEITO:

– Respeito ao meio ambiente: Não jogando lixo na rua, evitando o desperdício, economizando luz, água.

– Respeito ao próximo: Se eu não quero meu espaço sujo, acumulando lixo, por que eu vou fazer isso com o espaço dos outros? Se aqui, questões como: “Mas, a rua não é espaço de ninguém…”  surgirem, então, seria interessante, aproveitar a oportunidade para dialogar sobre espaços.

– Espaços: O que é o meu espaço? O que é o espaço do outro? O espaço do outro é só do outro ou é meu também? Se eu estou longe do foco de lixo, isso não me afeta? (Falar sobre dengue, parasitas e outras doenças causadas por más condições de saneamento). Desrespeitar o espaço do outro causa alguma implicação a mim? Se causa: o que poderia causar? Se não causa, ainda assim, eu tenho o direito de desrespeitá-lo? Se um outro está triste, eu posso estar bem? Se eu faço mal a um outro, isso pode voltar para mim?. O que é empatia? Por que eu preciso tê-la? Como ter uma vida na qual haja mais empatia, mais amor?  

 

# IGUALDADE DE GÊNERO

Fonte: businessinsider.com

Com relação às questões de igualdade de gênero poderíamos questionar:

– Existe cor de menina e de menino?

– Existem brincadeiras de menina e de menino?

– Meninas podem brincar de carrinho? Meninos podem brincar de boneca?

 

 

 

# EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Fonte: www.thenextweb.com

 O que é educação de qualidade para você? Acho que as perguntas finais também são interessantes de perguntar às mesmas, porque a partir do que for falado, certamente, vão surgir insights do que você poderá trabalhar em sala de aula ao longo do ano para que o aprendizado das mesmas seja ainda mais significativo.

Eu, particularmente, acredito em um aprendizado com significado para a vida. O que eu aprendo fará diferença, significativa, na minha vida e na do outro, para melhor? Faz sentido, algum aprendizado, que não nos traga algo que venha a melhorar a nossa condição humana?  

Acho importante trazer à tona este comportamento reflexivo na criança, pois, isso, amplia o entendimento de interconexão de tudo o que há.

Isto traz embutido o conceito de respeito, de ética, de empatia em relação ao todo.

Eu posso trabalhar em qualquer área mas sofro influência de todas as demais profissões, por isso é preciso ter a visão do todo e agir em prol deste todo.

É legal levantar esta questão para as crianças para que elas entendam que ainda que queiram trabalhar, futuramente, em uma determinada área, ela precisa ter a visão do todo já que é parte deste todo e, portanto, recebe e exerce influência dentro do mesmo.

Quanto mais cedo houver este entendimento, melhor será, futuramente.

Espero que tenham gostado das minhas dicas e tenham pensado em várias atividades relacionadas.

Reflita e Registre!

  •  As crianças praticam o respeito?
  • Quanto ao vídeo, achou que ajudou? Qual parte mais gostou?
  • A igualdade de gênero na sua sala de aula é algo que acontece?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

 

 

Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Fonte: Pra gente miúda

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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

Leia mais em: Você sabe o que PRAXIA?

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

Objetivo

Estimular a praxia construtiva.

Materias

  • EVA
  • Linhas de barbantes
  • Agulhas

Descrição da Atividade

Faça diversos desenhos nos EVAs e coloque diversas linhas coloridas nas agulhas com pontas grossas. Em seguida deixe para que as crianças escolham seus materiais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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ODS2: Fome Zero e Agricultura Sustentável

Fonte: UNESCO

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ODS2: Fome Zero e Agricultura Sustentável

Hoje vamos falar sobre o segundo vídeo da Unesco com o tema ODS 2: fome zero e agricultura sustentável.

Minha sugestão é que você dê o play no vídeo e depois passe para a crítica que elaborei. 

Vamos lá?

Destaquei 3 pontos para mostrar como eles podem ser trabalhados com as crianças em sala de aula.

3 DESTAQUES DO VÍDEO:

#1  “Na cozinha nunca se fala Eca”

#2  “A ordem aqui é que nada sobre”

#3 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar

Fonte:Dicas sobre saúde

#1 Na cozinha nunca se fala “Eca”

Gostei muito desta frase utilizada porque ouvimos muito isso das crianças. Basta elas não gostarem “da cara” de algum alimento que já falam “Eca” sem nunca sequer terem provado o mesmo.

Por pior que possa ser, em casa é bastante difícil de os pais lidarem com situações como esta, tentando convencer as crianças a, ao menos, experimentarem. Mas eu sempre sugiro que esta aproximação com o alimento se dê em duas situações que costumam ter bastante sucesso e de forma rápida:

– EM CASA, NA PRESENÇA DE AMIGOS: A criança se espelha muito nos amigos que gosta e quer compartilhar momentos com eles. O momento da alimentação, é um deles. Colocar uma mesa de café ou fazer um almoço para os amigos dos seus filhos, é um bom momento para introduzir algum alimento que eles não gostem, para que provem. Deixe a conversa entre eles rolar solta e não mostre muita observação (“fiscalização”) na “prosa”. Deixe eles um pouco à vontade, que de forma natural, sem muito alarde, é mais fácil de a criança experimentar. Ela não vai provar porque o pai ou a mãe “mandou”, ela vai provar porque ela quis provar. Percebe a diferença?

– NA ESCOLA: nas atividades (dia da fruta, hora do lanche, etc…) e também, por estarem em meio aos amigos, é mais fácil que as crianças sintam-se estimuladas a provar estes alimentos.

IMPORTANTE: É importante, também, que os adultos tomem o cuidado para não repassar às crianças um preconceito com algum alimento que o adulto é quem tem, porque não são só as crianças que falam “Eca” na cozinha, os adultos também falam. E como as crianças baseiam-se em exemplos, se você falar para comer, mas não comer, elas também não vão. E se você falar “Eca”, elas vão falar igualmente.

Fonte: alerta planeta azul

# 2 “A ordem aqui é que nada sobre!”:  Redução do desperdício no consumo e no preparo.

É importante reforçar o entendimento que o vídeo quis passar, para evitar equívocos. Já que, ao final, a criança que está à frente da panela, diz: “Quem quer mais comida?”.Isso pode gerar um entendimento de que se tem que comer tudo. Mas o que é este tudo? É um tudo excessivo? Houve exagero no preparo ou na quantidade colocada no prato?

“A ordem é que nada sobre!” , refere-se a um preparo e consumo consciente, ou seja:

-Com relação ao preparo, pressupõe que você fará uma quantidade de refeição suficiente para as pessoas presentes, sem que haja, uma sobra excessiva da preparação realizada.

-E com relação ao consumo, sem que se coloque muito mais comida no prato do que se pode consumir, evitando jogá-la fora. É importante ressaltar este detalhe, porque, havendo uma compreensão equivocada do que foi dito no vídeo, pode contribuir para que “forcem” as crianças a comerem tudo o que está no prato. Isso é uma atitude bastante comum e que acaba causando danos futuros à criança, já que ela aprende a comer muito mais do que necessita passando a ter este comportamento como um hábito que gera a obesidade.

As crianças sabem o quanto querem comer, não é preciso forçar. Mas isso, também, não significa que elas não precisam aprender que hora da refeição é hora da refeição, porque precisam! Senão vira um “pé” para que elas não comam nada, ou quase nada, neste momento, para depois comerem bolacha, salgadinhos, doces…É preciso criar o hábito dos horários das refeições, sem que sejam ofertados nos demais horários outros alimentos “bobagens”, para suprir a fome pelo fato delas terem se negado a fazer as refeições, nos horários das mesmas.

Fonte: Meio Ambiente Cultura Mix

#3 “70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar”

Aqui é um ponto bastante interessante e bastante confuso para as pessoas entenderem.

70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar, que consiste em uma produção gerenciada por famílias e com mão de obra predominantemente familiar. Entretanto, não significa que essa produção esteja livre do uso de agrotóxicos, sendo portanto, orgânicos. Pelo contrário, o acesso aos alimentos orgânicos, ainda está muito aquém do ideal.

Fiz, aqui, um resumo, “mais do que resumido”, sobre o assunto para tentar facilitar a compreensão de uma maneira rápida. Mas, aconselho aos interessados que acessem as referências bibliográficas citadas para um melhor entendimento desse assunto tão importante para nós.

E é claro, me acompanhem, também, no Sustentável é Ser Humano.

Gostou dos comentários?

Com estes materiais aliados à sua parte criativa, você verá que há infinitas possibilidades de atividades a serem realizadas.

Não deixe de registrá-las.

Quer fazer uma semanário prático e eficaz?

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Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

Referências:

Canal da UNESCO no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=IvS2cQYzSto&list=PLuaYSS3ezmQAuqmz2En-BlEqb5bX2fUvM  

ONUBR – Nações Unidas no Brasil: www.nacoesunidas.org

 

Atividade: Cartaz dos Combinados

Fonte: Pinterest

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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Atividade: Cartaz dos Combinados

Construa um cartaz com as ilustrações da rotina do dia, e acrescente as regras que você considera importante. As crianças podem participar da construção das regras junto com o professor. Use frases afirmativas ( por exemplo: “Sem brigas com os colegas” ao invés de “Não brigue com os colegas”).

Veja os exemplos abaixo:

# Regra 1: Colocar as mochilas no lugar.

# Regra 2: Cumprimentar os colegas na chegada e na saída.

# Regra 3: Entrar em sala de aula em ordem.

# Regra 4: Manter a sala organizada.

# Regra 5: Escutar os colegas.

# Regra 6: Organizar os brinquedos.

# Regra 7: Lavar as mãos antes do lanche.

# Regra 8: Jogar os papéis no lixo.

# Regra 9: Deixar a sala bem arrumada.

# Regra 10: Sem brigas com os colegas.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o combinado?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

Fonte: Samantha Moe

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

“Quanto maior for a formação de vínculo emocional positivo dos adultos com as crianças, mas fácil elas aceitarão as regras e os limites deles.”

Richard E. Tremblay

Objetivo

  • Para que a criança possa seguir as regras e entender os limites, ela precisa desenvolver o autocontrole.
  • Atividades e estratégia simples que podem fazer a diferença na vida da criança.

#Dica 1: Seja Claro

Explique o que a criança deve fazer, quando, como e por quê. Nunca deixe de elucidar as consequências do não cumprimento da regra, mas seja breve com as crianças mais novas. Até os 3 anos de idade, a criança ainda não é capaz de entender instruções muito longas.

Além disso, ameaças do tipo: “Se você não fizer isso, eu vou chamar o homem do saco!” ou “Me dá isso agora, se não torço seu pescoço!” só irão desencadear emoções negativas na criança e não lhe informarão sobre as reais consequências de não obedecer àquela regra. Outra situação que devemos evitar é dar comandos ou orientações com falta de clareza (sem exemplificar o que esperamos), por exemplo, “arrume a mesa!” Este comando sozinho não é suficiente para a criança entender o passo-a-passo do que queremos, ou seja, que ela deve empurrar as cadeira espera debaixo da mesa, juntar os papéis em uma pilha, arrumar os lápis e as canetas dentro do estojo, etc. É necessário especificar cada ação e dizer claramente o que você espera dela.

Exemplo: 

“Depois de brincar, vocês devem juntar os brinquedos, colocá-los dentro da caixa e guardá-los naquele armário, ok? Com cada um fazendo sua parte conseguimos terminar tudo muito mais rápido e podemos aproveitar melhor o dia!” A ilustração abaixo pode ser fixada na aula nesse momento.

 

Fonte: Gazeta online

#Dica 2: Seja Coerente

Para colocar regras não use explicações exageradas ou falsas. Seu conteúdo deve estar de acordo com a realidade, com o nível de entendimento da criança e deve fazer sentido para ela.

Levar a criança para fazer um trabalho de puntura com tinta e dizer que ela não deve sujar a roupa não é um comando possível. Da mesma forma, pedir que ela cale a boca e coma o almoço todo em dois minutos, não está de acordo com a realidade.

“Limites sem sentidos, fazem com que as crianças não os levem a sério”.

Werber, L., 2014.

#Dica 3: Seja Consistente

Mantenha os combinados até o fim, exceto em situações de imprevistos em que haja necessidade de uma negociação ou de mudanças de regra. Crianças e professores devem seguir os combinados. A regra não pode depender do humor ou da vontade do adulto, nem pode deixar de ser exigida por “pena”.

“…[as regras] não devem depender do seu estado de espírito, isto é, se você está bem humorado, você deixa passar, e se você está de mal humor (…), você aplica as regras e as consequências ainda com mais dureza. Um “não”  não pode virar um “sim”depois de muita insistência (…). Se você disse não, mantenha o não até o final, mesmo que os olhinhos marejados de lágrimas amoleçam seu coração”.

Werber, L., 2014.

#Dica 4: Monitore

Supervisione o cumprimento das regras até que elas já tenham sido automatizadas pela criança.

Observações importantes:

  • Na hora de explicar o que a criança deve ou não fazer, ao invés de só fazer previsões do tipo: “você vai cair” ou “você pode se machucar e machucar alguém” diga a regra: “a escada está molhada, desça devagar, segure no corrimão, para não escorregar”, não ande com a tesoura aberta na mão desse jeito, para não se machucar”.
  • Na regra deve especificar bem o que a criança deve fazer. Melhor dizer: “cumprimente seu coleguinha”do que “seja bonzinho”.
  • Provavelmente as regras precisarão ser repetidas algumas vezes até todas as crianças aprenderem. Uma alternativa à repetição é questionar a criança o porquê de ela não poder fazer aquilo, como por exemplo: “o que pode acontecer se você correr no chão molhado?”.
  • As regras devem respeitar as limitações relativas à idade da criança.
  • Até os 4 anos de idade, as crianças pensam o mundo de maneira concreta, portanto usar frases com duplo sentido, ironia, sarcasmos ou de significado muito vago não ajuda.
  • Até os 5 anos de idade, elas ainda não são capazes de permanecer em uma mesma atividade por muito tempo, por isso, em aulas expositivas, procurar criar tarefas curtas ou dinâmicas, que mudem o foco da criança de tempos em tempos (por exemplo, a cada 10-20 minutos). Isto as auxiliam a se manterem atentas por mais tempo.
  • Muito cuidado com o que promete, pois consequências não cumpridas fazem você perder o crédito.
  • Não imponha uma regra sem ter certeza de que você será consistente ao aplicá-la. Geralmente crianças tentam a testar a consistência de situações que não querem cumprir. Seja paciente e persistente.
  • Crie regras com o grupo e selecione as mais relevantes para fazer cartazes pintados pelas próprias crianças e fixar na sala de forma ilustrativa.

Registre!

  • Como está a disciplina das crianças? As crianças conseguiram entender os comandos?
  • Quanto a ser claro com os comandos, o que deu errado?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Registre como a criança está se comportando e anote exemplos e como anvançou. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

 

Consciência de Sílaba: Papo de Ogro

Fonte: Google

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Sílaba: Papo de Ogro

(fonte:http://revistaguiainfantil.uol.com.br).

Essa é uma atividade que vai contribuir para o desenvolvimento da consciência silábica da criança, naturalmente, irá repercutir no aprendizado da leitura e da escrita.

Existem muitas maneiras de estimular a consciência fonológica, porém, quanto mais lúdico o processo, mais satisfatório é o resultado.

Objetivo

  • Reforçar a capacidade dos alunos de sintetizar palavras a partir de sílabas separadas.

Descrição da Atividade

  1. Convide todos a sentar em círculo e envolva-os em uma história:Era uma vez um ogro gentil e pequenino, que adorava dar presente às pessoas. O único problema é que o ogro sempre queria que as pessoas soubessem qual era o presente antes de dá-lo. Mas o ogrozinho tinha uma maneira muito estranha de falar. Se ele fosse falar à criança que o presente era uma bicicleta, ele dizia “bi-ci-cle-ta”.

    Só quando a criança adivinhasse qual era o presente é que ele ficava completamente feliz.

  2. Agora, finja ser o ogro e caminhe pela sala, dando um “presente”a cada criança, pronunciando o nome do presente sílaba por sílaba.
  3. Quando a criança adivinhar a palavra, ela deve indicar outra criança para ganhar um presente.

Dica

Se a turma for grande, é melhor limitar o jogo a apenas algumas crianças em determinado dia, ou ficará longo demais.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As crianças conseguiram entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

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Você sabe o que é ODS?

Fonte: Unesco

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Você sabe o que é ODS?

Já ouviu falar? Sabe para que serve e qual a sua importância no ensino?

Então chega junto porque é exatamente sobre isso que vamos dialogar.

Prazer! Sou a Juliana Monteiro, educadora e nutricionista infantil. Atuo com desenvolvimento Sustentável, através da plataforma Sustentável é Ser Humano.

Inicio aqui, em parceria com a Eduqa.me, uma série de 10 artigos sobre os ODS.
Vocês sabem o que são os ODS? Já ouviram falar?
Os ODS são 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (por isso a sigla: ODS). Estes 17 objetivos foram estabelecidos pelo PNUD, que é o Programa das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento.

Os 17 ODS são:

Fonte: Nações Unidas no Brasil (www.nacoesunidas.org)

Por que é importante saber dos ODS ?

Primeiro motivo:

Primeiro, porque para atingirmos os 17 objetivos precisamos repensar nossos hábitos e mudarmos algumas ações.

Segundo motivo:

A Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de São Paulo, inseriu os ODS como assunto a ser tratado dentro da sala de aula nas escolas municipais. A UNESCO, também publicou uma série de 8 vídeos educativos sobre os ODS, voltados ao público infantil e que, foram apresentados, oficialmente, também, em parceria com SME.

Você não vai ficar fora deste conhecimento, vai?

Agora que vocês já sabem o que são os ODS e sua importância, vou falar mais sobre cada um deles, nos próximos posts, tendo os 8 vídeos desenvolvidos pela UNESCO, como ponto de partida.
Não percam o próximo post, no qual falarei sobre o ODS 2: Fome Zero e Agricultura Sustentável, tendo como ponto de partida, como já citado, o vídeo da UNESCO que fala
sobre o mesmo tema.
Convido-os a me acompanharem nestes posts e não deixem, também, de acessar no site da Sustentável é Ser Humano, o livro infantil Ser Sustentável, disponibilizado gratuitamente, para download, para que possa ser trabalhado com as crianças em sala de aula e em casa.

Bora, saber mais sobre o assunto? Não perca os próximos posts e não deixe de fazer um semanário sensacional.

Quer fazer uma semanário prático e eficaz?

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Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

 

Atividade: Teatro de Máscaras

Fonte: Café del Maro

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Teatro de Máscaras

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando máscara das emoções (prontas ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças estejam estimuladas a encenar:

Situações problemas” vivenciadas na escola

  • Como me senti quando briguei com meu amiguinho;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como me senti quando meu brinquedo quebrou;
  • Como me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como me senti quando fui elogiado;

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras, para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações. Além de encenar situações , pode fazer perguntas, por exemplo:

  • Como você está se sentindo?

A fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de meditação de conflitos.

  • Registre!

    • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções: sentiram-se confortáveis em falar sobre elas? Mostraram interesse e contaram histórias pessoais sobre o tema?
    • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
    • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
    • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
    • Exponha as máscaras na escola ou na sala de aula, para que outras turmas, professores, e pais possam vê-las. Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Aliteração

Fonte: Foto Dicas Brasil

Atividades/Música e artes/Registros
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Atividade: Aliteração

Capacidade de identificar e repetir a sílaba ou fonema na posição inicial das palavras (Nascimento, 2009).

Atividade baseada em Capovilla e Capovilla, 2004.

Objetivo

  • Perceber as palavras que começam com o mesmo som.
  • Consiste na repetição de um fonema, não necessariamente de uma letra, uma vez que na Língua Portuguesa nem sempre há a correspondência entre esses dois elementos. Veja os exemplos: táxi, exame, enxaqueca. A letra é a mesma, mas representa fonemas (sons) diferentes, por isso, é importante lembrar que a aliteração busca reproduzir sons.

Habilidades a Serem Desenvolvidas

  • Estimular o reconhecimento e consciência das palavras que começam com o mesmo som.

Material

Descrição da atividade

  1. Pedir para a criança nomear a figura chave, por exemplo a máscara.
  2. Perguntar com que som começa ? = ma.
  3. Peça para ela apontar a outra figura que começa com o mesmo som.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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