Atividade: Propriocepção

Fonte: Johan Terapeuta Ocupacional

Atividades/Movimento/Registros
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Atividade: Propriocepção

“Propriocepção consiste na percepção das informações sensoriais referentes aos nossos movimentos e posição corporal. Assim, propriocepção é o sentido da posição do corpo em relação ao próprio corpo.”

http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/2009/03/um-sentido-pouco-conhecido.html

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Fazer um “sanduíche” da criança com vários materiais disponíveis (bola, colchonetes, almofadas).

Fonte: Apostila PPI

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Passeio Sonoro

Fonte: Prefeitura Rio das Ostras

Atividades/Linguagem/Relatórios
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Atividade: Passeio Sonoro

Esta atividade é baseada nas atividades desenvolvidas pela professora Mariana Damasceno, EMEI Profa Sylvia Varoni de Castro.

Objetivo

  • Explorar os diferentes tipos de sons e suas intensidades;
  • Favorecer a criatividade e atenção.

Habilidades a serem estimuladas

  • Percepção e compreensão auditiva (exploração das características dos sonos);
  • Atenção.

Descrição da Atividade

Passear pelos ambientes da escola em silêncio para perceber quais são sons que fazem parte daquele ambiente, depois em sala listar o que os alunos ouviram. Classificar com eles quais sons são agradáveis e quais sons são desagradáveis.

Possíveis Ambientes a Serem Visitados

  • Refeitório;
  • Sala de aula;
  • Quadra;
  • Jardim;
  • Corredores;
  • Parques.

Registre

Orientar seus registros desde o início do ano para realizar uma avaliação de qualidade! Na hora do registro reflita:

    • Compare momentos: atividades, citações, fotos e vídeos.
    • Quais são os registros que realmente mostram a evolução das crianças?
    • Crie uma linha do tempo para visualizar o desenvolvimento e facilitar na criação dos seus portfólios.

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Atividade: O que é legal e o que não é legal?

Fonte: Escola Cera

Atividades/Socioemocional
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Atividade: O que é legal e o que não é legal?

Retirado no Guia Prático para Professores de Educação Infantil.

Faixa Etária

4 a 5 anos

 Descrição

Os alunos andam aleatoriamente pela sala enquanto a professora faz perguntas. Mesclar perguntas sobre o que é “legal”, como por exemplo:

  • É legal bater no colega?
  • É legal empurrar o colega?
  • É legal gritar com os amigos?
  • Etc..

Nessa parte, as crianças devem responder negando com o dedo indicador e falando: “Não é legal!”.

Com perguntas sobre o que é legal:

  • Dividir os brinquedos com o colega é legal?
  • Esperar a vez de falar na roda de conversa é legal?

As crianças devem responder fazendo sinal de positivo com o polegar e falando: “É legal!”.  As perguntas do que é e não é devem ser mescladas, para fazer com que a criança tenha que refletir sobre a pergunta para responder, evitando respostas automáticas sem refletir.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o combinado?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Lidando com a Raiva

Fonte: Tribuna FT

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Lidando com a Raiva

Sentir raiva não é errado.

Desde crianças somos ensinadas que a raiva é uma emoção negativa, feia e típica de pessoas mal-educadas.  E muitas vezes a criança sente raiva e não sabe lidar com esse sentimento, pois ela acredita que se demonstrar irritação e raiva, ninguém vai gostar dela.

O problema não é sentir raiva, mas sim não saber lidar com ela.

Por isso preparamos uma atividade bem legal para você ensinar seus alunos a lidar com esse sentimento tão explosivo e impulsivo.

Objetivo

  • Promover a regulação do comportamento em situações conflitantes.

Descrição da Atividade

Quando estiverem chateadas ou nervosas as crianças podem ser estimuladas a utilizarem a atividade “amigos da respiração”.

Uma outra opção, é a criança se imaginar como sendo um bichinho, por exemplo uma tartaruga, que entra e sai do seu casco. Desta forma, diante de uma “situação-problema” sugerimos que eles parem, cruzem os braços sobre o peito, respirem fundo e deem um nome às suas emoções. É uma maneira de auxiliar as crianças e não agirem por impulso quando estão nervosas e também aprenderem a identificar e nomear as emoções.

Registre!

Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com a raiva.

  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças brincando e imitando – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Amigos da Respiração

Fonte: Jornal Metrópoli

Atividades/Registros/Práticas inovadoras
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Atividade: Amigos da Respiração

Objetivo

  • Estimular a capacidade de focar em um alvo sem se distrair com outros estímulos.
  • Manter a atenção ao longo do tempo

Habilidades a serem estimuladas

  • Atenção seletiva (capacidade de direcionar a atenção para um determinado estímulo e simultâneamente ignorar o outros)
  • Atenção sustentada (habilidade de manter pelo tempo necessário o foco da atenção em estímulos específicos)
  • Percepção visual, auditiva e tátil;

Descrição da Atividade

Dê um amigo de respiração (bicho de pelúcia ou qualquer outro brinquedo) para cada criança. Fale para as crianças deitarem no chão, colocando o brinquedo em suas barrigas.

Diga-lhes para respirarem em silêncio (contando vagarosamente de 1 a 3 para inspirar e o mesmo para expirar).

Durante a respiração peçam para observarem como o seu amigo da respiração se move para cima e para baixo. Deixe-as fazendo isso por 1 minuto.

Além de estimular a capacidade de atenção, essa atividade auxilia crianças “agitadas”.

Registre!

  • Respire fundo e registre!
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO COTIDIANO DA ESCOLA
Registros/Rotina pedagógica
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A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO COTIDIANO DA ESCOLA

Artigo patrocinado

Como olhar para as produções atuais sobre formação de professores e não nos interrogarmos sobre como fazemos uso de nossa capacidade reflexiva? Diante de um questionamento dessa amplitude percebemos o quão importante é perceber, em nossa trajetória como professoras, os instantes que compõem a nossa prática docente no cotidiano escolar, em busca de respostas.

Este movimento se faz necessário por compreendermos que as relações estabelecidas no cotidiano podem ser geradoras de reflexão e aprimoramento pessoal e profissional ao trazer as micro-resistências, micro-liberdades, micro-escolhas que fazem do professor um sujeito que reflete sobre a própria prática. No cotidiano percebemos de forma mais genuína a articulação entre o prescrito e o realizado, entre o pensar e o fazer. É consequentemente, o palco dos conflitos e o espaço da tomada de consciência das teorias direcionadoras da prática. A experiência vivida no cotidiano da escola é potencialmente formadora, na medida em que dá oportunidade para que se reflita sobre as ações e relações. (CERTEAU, 1994; SCHWARTZ, 2000)

Ao dar um ZOOM nas escolhas que fazemos constantemente no cotidiano escolar percebemos que a reflexão e a formação ocorrem nos momentos mais diversos e através dos meios mais variados. Diferente do que se possa pensar a princípio, o potencial formador do cotidiano não reside apenas nas pesquisas e saberes sistemáticos que são realizados pelos docentes e socializados entre os alunos, mas, principalmente, na relação que os sujeitos estabelecem entre si e com o meio. Desta forma, vimos que é necessário vir na contramão da trajetória formal e ter um olhar atento aos movimentos que fazemos a todo instante, considerando que todo o emaranhado de informações e recortes de conteúdos, relações e sentimentos fazem parte do nosso processo de formação. Enfim, se faz necessário ir além do que está posto nas práticas culturais e naquilo que ainda é emergente. Mas como enxergar a formação que ocorre além do que vemos concretamente?

Ao longo do nosso caminhar como professoras, percebemos que as táticas e estratégias (CERTEAU, 1994) de trabalho se modificam em função da realidade dada, dos aspectos do grupo, de nossa própria história, das práticas instauradas, das políticas públicas. Independente disso, as diferentes maneiras de registro e expressão (imagens, poemas, narrativas) estão sempre presentes. Estes recursos, quando utilizados sistematicamente, são incorporados à prática docente onde desempenham papel importante de instrumento que organiza o pensamento permitindo a reflexão sobre o cotidiano.

Ao considerar as dimensões do cotidiano como indispensáveis para a constituição do educador, afirmamos a crença no profissional que está no “chão da escola” e aberto às novas possibilidades de compreensão de seu próprio trabalho e de sua ação. Acreditamos que os professores têm voz ativa e são agentes que constroem seus próprios saberes na relação – com os pares, com a realidade, com os pressupostos teóricos…

Pensamos, então, em professores como profissionais que aprendem com a própria prática. Dentro da perspectiva apresentada por Schön (2000), isto significa considerar, intencionalmente, as experiências vividas no cotidiano como geradoras do pensamento reflexivo do indivíduo. Assim, não se descarta a necessidade da formação técnica e do conhecimento das teorias que norteiam as ações, mas, afirma-se, a indissociabilidade destas com o exercício do pensamento reflexivo para a formação integral do indivíduo. Ainda neste sentido, podemos afirmar que o exercício reflexivo precisa ser ensinado, dentro de sua própria lógica e de seus próprios parâmetros. O aprendizado do pensamento reflexivo acontece na ação, ao mesmo tempo em que o exercício da docência se realiza. O educador faz pensando e pensa fazendo.

O ambiente da escola é formador

É possível destacarmos diversas características do ambiente escolar que potencializam e dão condições para que a formação reflexiva ocorra: espaço que privilegia a diversidade da convivência em grupo e, ao mesmo tempo, desperta as características singulares do sujeito já que é um local de vivência comum, palco de conflitos e relações, favorecendo, assim, a convivência democrática entre sujeitos de diferentes realidades, onde os indivíduos necessitam agir de forma a ajustar-se criativamente e criticamente às situações que são colocadas.

Dentre os aspectos citados e os muitos outros que certamente se evidenciariam, há um ponto que converge e que se mostra de maior importância para compreendermos o caráter formador da prática cotidiana escolar na constituição do educador: escola é lugar de convivência, de estabelecimento de relações, de sistematização e (com)partilhamento de conhecimento. É espaço de se conhecer através do outro e de levar o outro a se conhecer através da multiplicidade de olhares. De acordo com o conceito de “excedente de visão”, de Bakhtin (2000), somos capazes de perceber o outro em perspectivas que nunca nos enxergaremos. Por isso, a visão que o outro tem de nós é fundamental para o entendimento de quem somos… pois soma às nossas experiências uma forma de compreensão que nunca teremos sozinhos.

Schön (2000) aponta, estabelecendo um paralelo com a imagem de uma sala de espelhos, que através da reflexão somos capazes de nos enxergar em outras perspectivas, possibilitando “sair de nós mesmos”, de nossa condição natural, para nos vermos de outra maneira. Não será nunca a visão do outro, mas é uma visão alterada (ou ressignificada?) de nós mesmos.

Assim, no contexto de formação de professores, é possível perceber a escola como local de potencialidade de formação docente já que é nela que ocorrem as práticas. Práticas que ao serem analisadas trazem os conhecimentos (acadêmicos ou não) que cada professor possui, ampliando seu grau de visão e constituindo como foco primordial para a reflexividade. Voltando para o nosso percurso de professoras percebemos o quanto esses conhecimentos são necessários à nossa interação com o grupo ao qual estamos inseridos, seja ele de professores, de alunos ou da comunidade escolar, pois é através deles que construímos novos conhecimentos.

A partir do momento em que trazemos as potencialidades individuais (expressivas, tecnológicas…) percebemos que o diálogo entre os campos do conhecimento se evidencia com maior amplitude no cotidiano escolar. Assim, a experiência e a produção da sala de aula se tornam significativas para o sujeito que está envolvido no processo de ensino aprendizagem e extrapola este lugar, pois, em diferentes momentos do processo, pode-se compartilhar o que vem sendo produzido. Por exemplo: durante a investigação sobre o “descobrimento do Brasil”, as crianças podem compartilhar o que estão aprendendo e apreendendo através de um blog da classe. Ou ainda, apresentar registros com fotos, ilustrações, textos no corredor da sala de aula.

Elementos formativos do cotidiano escolar

A aprendizagem só se mostra significativa quando estamos inteiros no processo. O sentido das coisas só é percebido na sua concretude, quando as conhecemos com a nossa totalidade, conscientemente. É quando escolhemos e desejamos agregar ao conhecimento lógico a percepção sensória, quando nos permitimos entender a realidade através da subjetividade. É a busca pela harmonia e pelo equilíbrio entre a razão e a emoção.

Assim, podemos afirmar que a lógica só existe em relação ao sentimento, e vice versa. Isso quer dizer que qualquer modelo educativo que se pense, por mais audacioso ou imperativo que tente ser, jamais conseguirá dizer racionalmente como sentir ou criar, nem tampouco poderá tirar do ser humano estas suas capacidades. Sentimento e criatividade são inerentes à vida, são “estesia” (palavra que deriva de ayesthesis, do grego, que significa sentir o mundo. Enquanto estamos vivos, sentimos).

A aprendizagem significativa ocorre, então, quando consideramos intencionalmente o sensível e o inteligível em todo o processo educativo. A criatividade e a imaginação estão sempre presentes, são indissociáveis da atividade humana, mas se não escolhemos evidenciar, tornar consciente esta dimensão do conhecimento, ela deixa de ser “saboreada” pelo sujeito. Nesse sentido, faz-se necessário um resgate das práticas expressivas em educação, das vivências que tornam possível ao indivíduo perceber-se e colocar-se através de diferentes recursos frente à realidade, pois estas foram, em muitos casos, esquecidas ou substituídas por modos de fazer.

As maneiras de fazer (Certeau, 1994) da prática docente entrelaçam a criatividade e a imaginação e incorporam diversas maneiras de entender e apreender o mundo. O uso de novos instrumentos educativos e formas alternativas de linguagem tem garantido aos sujeitos outro olhar para o conhecimento. Torna-se  inevitável lançarmos mãos das novas técnicas da produção sócio-cultural presente na sociedade, já que nos reapropriamos do que está posto a todo instante.

O uso das novas mídias, por exemplo, é um dos aspectos constituintes das formalidades da prática cotidiana, pois o uso da tecnologia como registro possibilita oferecer ao professor e aos seus alunos um possível lugar a ser revisitado no presente e no futuro. Ao fazer uso das tecnologias disponíveis o professor está exercitando uma autonomia que só pode ser percebida quando se debruça sobre o seu trabalho e faz a análise de recortes do seu cotidiano: seja no planejamento diário, flexível e móvel diante de tantos acontecimentos que povoam a sala de aula, ou até mesmo na sistematização de um trabalho desenvolvido por um período de tempo que deve ser socializado com a comunidade na qual está inserido através de um blog ou de uma apresentação.

Neste mesmo sentido, as práticas expressivas que valorizam os processos criativos dos alunos e professores, como vivências artísticas e momentos de fruição poética também tem ganhado espaço nas discussões mais recentes e nas salas de aula. Este movimento, fundamental para a formação reflexiva dos educadores e educandos, possibilita conciliar os saberes eruditos com a cultura popular, as inovações com a tradição, o pessoal com o coletivo, o particular com o comum. Enfim, todas as aprendizagens significativas que permeiam o cotidiano do sujeito nos trazem indícios da importância do professor conectar-se a tudo que está posto e ao que está por vir, pois nas brechas nas quais atua, possibilita uma formação pessoal e profissional entrelaçada de maneira a formar-se sujeito reflexivo.

Não deixe de buscar também fora da escola

Não existe saída, a capacitação docente é fundamental e imprescindível! Por isso a busca por formação deve ser contínua e como falamos no decorrer do artigo existem diversas formas de aprender dentro da escola mas quero deixar claro também que a busca por formação fora da escola precisa ser uma opção válida. O assunto fica ainda mais sério quando se trata da formação de professores para educação inclusiva! Como receber crianças com a Síndrome de Down, Dislexia, Autismo e TDAH… como incluir alunos que se comunicam com Libras? É necessária formação pois sabemos que toda escola precisa atender todas as crianças. Aqui deixamos o convite para formação dos professores, entre em contato agora! Solicite informações e diga que você foi indicada pelo nosso blog que terá ainda mais benefícios! É melhor ainda quando você pode contar com  certificados reconhecidos! Não perca tempo e aproveite essa grande oportunidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

BANYAI, I. Zoom. São Paulo: BRINQUE BOOK, 2004.

CERTEAU, M. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. Petrópolis: Editora Vozes, 1994.

SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

SCHWARTZ, Y. Trabalho e uso de si. In Revista Proposições. UNICAMP, v.1 n.5 (32), jan. 2000.

Rotina pedagógica
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Estudando a Arte Brasileira

A arte é uma das expressões mais antigas. É representada e vivenciada pelo homem das cavernas que praticava a arte rupestre.

Mais tarde, a representação da arte pode ser vista por várias civilizações como a arte egípcia, arte mesopotâmica e arte ibérica. Seus artistas e artesãos produziam obras que abordavam temas como culto religioso e político.

Como podemos observar a arte sempre foi a forma de representação, de expressão de uma civilização e sua cultura.

A arte possui sua importância como forma de interpretação dos sentimentos, das ideias, das ações e das manifestações do homem no mundo.

Vamos comentar sobre alguns pintores famosos, que com suas obras homenagearam pessoas, criaram técnicas e invenções.

 

programa de visitas guiadas para o 2º semestre e seria um enorme prazer recebe-lo!

 

Para maiores informações, assista a matéria que foi feita pela Rede Globo para o jornal SP TV no link abaixo.

 

https://www.youtube.com/watch?v=-VSXAk9IpiA&t=24s

 

Entre em contato conosco com amarilis@gustavorosa.org.br  e agende sua visita!

IDEIAS PARA CRIAR E EXPLORAR A CRIATIVIDADE NA AULA DE ARTES

Fonte: shoppingpenha

Rotina pedagógica
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IDEIAS PARA CRIAR E EXPLORAR A CRIATIVIDADE NA AULA DE ARTES

Por questão de tempo ou criatividade as aulas de artes na Educação Infantil tendem a se acomodar sempre em torno dos mesmos materiais: lápis de cor, tinta guache, giz de cera.

Mas peraí, estamos falando da aula de artes. Ela por si só já deveria ser criativa e explorar vários outros materiais e ideias. Sei que algumas Escolas até exploram e criam e também usam seus espaços, mas sempre tem aquela pulga que fica pulando dizendo que poderia ter sido mais criativo.

A criatividade é um assunto que fascina a todos e é desde sempre um objeto de muitos estudos. Esse potencial criativo é inato em todo ser humano, porém ele se ensina e se aprende.

Leia Como anda a criatividade dos seus alunos?

Criatividade serve para que?

O que acontece é que a criatividade é uma competência pessoal super valorizada, mas ao mesmo tempo desprestigiada, pois percebemos que é difícil mensurar qual professor é mais criativo que outro.

Se houver apoio da escola, entretanto, esse é um ponto que pode ser um super diferencial na Educação Infantil. Para os pequenos esta é a idade ideal para introduzir novas formas de se fazer arte, outras texturas e técnicas para pintar.

Algumas opções são: pintar com esponjas ao invés de pincéis, usar aquarela, carvão ou cola nos projetos, trazer argila e massa de modelar para a sala de aula, usar algodão, areia, papéis variados, sementes, etc., para dar textura.

Fizemos um parceria com a Papel Toys só para aumentar o seu potencial criativo na Escola.

Veja algumas ideias e dicas de matérias:

Argila

Fonte: shoppingpenha

Atividade 1- Desenhando com argila

Você vai precisar de: placas de madeira, argila, água, cadeiras e mesas.

Peça para que as crianças manuseiem a argila espalhando na placa de madeira para criar um quadro de desenho.

Instigue:

O que é argila? Para que serve?

Qual sua utilidade?

Como é experimentar a textura da argila com os dedos?

É mais fácil desenhar na folha de papel, na parede, no pano ou na argila?  

Existe alguma sensação que está acontecendo no seu corpinho?

Você pode encontrar vários tipos de argila na Papel Toys:

Fonte: Papel Toys

Veja a atividade completa no Baú de Atividade Eduqa.me e aproveite para copiar em seu planejamento já experimentando um novo jeito de criar.

Como mexer com argila é uma delícia, você também pode fazer outra aula criando esculturas e pintando os quadros depois que a argila secar, é só pintar os objetos montados com tinta guache.

Mais importante que a aula em si é o diálogo no desenrolar desta proposta. E as perguntas que o professor faz auxiliando o desenvolvimento da criança e registrando as atribuições de sentido às produções das crianças.

Livro Reciclável

Fonte: ominho

É possível que um livro pode ser escrito e rescrito diversas vezes?

Em caso de os alunos responderem de forma afirmativa, pergunte como isso é possível?

Instigue:

O que você desenharia em um livro? 

Qual seria a história da sua vida?

Um livro tem começo meio e fim?

Qual livro você mais gosta?

Peça que os alunos em grupos desenvolvam um livro-objeto ou um Livro de artista. A nossa sugestão é para que você forme duplas e as crianças precisam escolher o tema e depois pintar o livro contando uma história com início, meio e fim.

Fonte: Papel Toys

Você pode encontrar esses e outros materia bem legais na Papel Toys e não se esqueça de registrar com fotos e vídeos que inclua as considerações das crianças.

Avalie o desenvolvimento do projeto do início ao fim e escreva por aluno qual foi a dedicação e envolvimento do grupo no trabalho e a relação com a arte e os colegas paara a exposição coletiva.

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil, organize seus registros e projetos da maneira mais simples que existe.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Atividade: Semáforo dos combinados

Fonte: Google

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Semáforo dos combinados

Baseado em o guia prático para professores de Educação Infantil.

Material

cartolina, canetas hidrocor, tinta ou giz de cera nas cores vermelha e verde.

Faixa Etária

4 a 5 anos

Descrição

Com os alunos sentados em roda, cada um é orientado a falar o que acha que deve ser permitido ou não na escola, enquanto a professora faz o papel de mediadora da discussão.

Após a conversa, a professora desenha um semáforo na cartolina, acrescentando:

No sinal verde: o que é permitido.

No sinal vermelho: o que é proibido.

Depois disso, o cartaz deve ser preso na parede da sala para que todos vejam no dia- a-dia.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o semnáforo?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Consciência de Palavras: Frases e suas Segmentação

Fonte: cultura inglesapv

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Palavras: Frases e suas Segmentação

No post anterior falamos sobre a consciência da palavra e como e a segmentação de faixa etária.

Leia em Consciência de Palavras: Utilizando Provérbios

Hoje continuaremos exercitando a consciência de palavras, mas dessa vez vamos focar nas frases e suas segmentações.

Vamos lá?

Objetivo

  • Estimular consciência dos sons da fala;
  • Favorecer a atenção à linguagem oral.

Habilidades a Serem Estimuladas

  • Atenção à linguagem (ou fala);
  • Início da percepção e da noção de palavras, ou seja, se referem a unidades maiores que os sons;
  • Memória de curto prazo fonológica.

 Descrição da Atividade

O professor diz: eu vou falar uma frase para cada um de vocês, e depois eu vou repetir a frase, mas sem falar a última palavra.

Por exemplo, eu posso falar: /Maria foi ao parque/. Aí eu vou escolher um de vocês e vou falar: / Mari foi ao____/, e aquele que eu escolhi tem que falar/ parque/. Certo?

Falar as Frases

 

  1. Eu brinco de futebol. Eu brinco de________.
  2. Ela gosta de comer maça. Ela gosta de comer______.
  3. O bebê está chorando. O bebê está_________.

Pode ser utilizada apoio visual (figuras diversas que poderiam fazer sentido na frase).

Sugestão de Discussão

Vocês viram que as frases que nós falamos possuem várias partes dentro delas, que são as palavras? Então nós podemos dividir as frases nas palavras, podemos falar a frase sem uma palavra:/ Nós passeamos de_________/ ou falar a palavra sozinha/carro/. É sempre assim, toda frase pode ser dividida em palavras.

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