Atividade: A bandeja de seres vivos

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Atividades/Natureza e Sociedade/Registros
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Atividade: A bandeja de seres vivos

Lecionar ao ar livre pode trazer mais benéficos do que você imagina. Sabemos que hoje, infelizmente, as crianças não são deixadas ao ar livre para experimentar o seu movimento e o movimento da natureza que vai se apresentando e fazendo a criança perceber seu próprio ritmo e tempo.

Essa ausência da natureza faz  com que percebemos como esse contato direto, criança e natureza, impacta no desenvolvimento infantil, não é verdade? Para que ainda haja espaço na Escola para essa troca e pertencimento vamos esbanjar ideias.

Já que Maomé não vai a montanha, vamos levar a Montanha até Maomé 😉

Os espaços da Escola e a criança

Lições envolvendo natureza costumam ser um sucesso entre as crianças – especialmente se a escola oferecer um espaço aberto, ideal para experiências práticas. O aprendizado sempre será mais profundo quanto maiores forem as possibilidades de elas verem, tocarem, experimentarem o que estão estudando.

Porém, boa parte das Escolas tem esse espaço muito limitado. A ideia para essas escolas mais urbanoides é a criação das bandejas de seres vivos, que pode ser feita facilmente com X objetos com figuras reais ou figuras de plástico (animais, plantas, pessoas) que representem as criaturas vivas.

Foto: Google (reprodução)

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Área de Conhecimento

Natureza e sociedade.

Faixa etária

Em torno dos 3 anos de idade a criança já está familiarizada com animais (sejam eles reais ou de pelúcia) e provavelmente consegue identificar vários deles. Ela também entende, apesar de provavelmente não conseguir expressar, que uma mesa, uma pedra ou um sapato não são coisas vivas. Esse é o momento ideal para expandir seus conhecimentos, porque ela já é capaz de ouvir e compreender explicações um pouco mais extensas.

 Material

  • Duas bandejas de plástico ou outro material leve (para evitar acidentes) e, de preferência, de cores contrastantes,
  • Animais, plantas e pessoas de plástico, todos em tamanhos pequenos, que caibam na bandeja,
  • Objetos inanimados: pedrinhas, uma bolinha de gude, um envelope ou carta de baralho, frascos ou talheres, tecidos ou almofadinhas, etc..

 Preparação

Mostre às crianças o conteúdo da primeira bandeja, que contém seres vivos. Permita que elas peguem as figuras nas mãos e observem por algum tempo, passando adiante para os amigos. Diga a elas claramente que aquelas são coisas vivas, ou seja, elas nascem, crescem, alimentam-se, sentem, morrem.

Instigue-as: será que conseguem pensar em outras criaturas vivas? Quais animais elas conhecem? Os animais são seres vivos! E os irmãos, primos, tias? Também! E quanto às flores e plantas (esse conceito pode ser um pouco mais complexo para que elas identifiquem imediatamente, mas conte à turma que, sim, flores e plantas também são seres vivos e precisam de ar, luz e água para viver).

Explique existem algumas coisas de que todos os seres vivos precisam para a sobrevivência. Elas sabem quais são? Deixe que elas palpitem, e enfatize as respostas: ar, água e alimento.

 Atividade

Agora, traga as duas bandejas para a frente da classe, retirando, um por um, os objetos dentro de cada uma. Segure o objeto no alto e diga seu nome para que todas as crianças possam ver e ouvir – faça isso primeiro com todo o conteúdo de uma bandeja, depois com a outra.

Com todos os materiais espalhados pelo chão, faça o caminho inverso – mas, dessa vez, apenas questione e deixe que as crianças respondam a qual grupo eles pertencem. Por exemplo, segure um porquinho e pergunte: o porco precisa comer? Ele precisa de água? Ele nasce, cresce e morre? Então, o porco é um ser vivo ou um objeto? Faça o mesmo com os objetos inanimados.

O objetivo é que elas consigam concluir sozinhas a qual categoria cada um pertence. Coloque cada peça na bandeja equivalente.

Foto: Google (reprodução)

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 Variações

  • Natureza e sociedade: Hora de explorar! Após a atividade acima, convide as crianças para o pátio, o parque ou os jardins e peça para que elas mesmas encontrem seres vivos e objetos inanimados. Acompanhe-as, apontando para pequenas descobertas e orientando a classificação. Ajude-as a encontrar pedrinhas, folhas, flores, insetos, areia. Caso não haja esse espaço disponível na escola, esconda outros materiais dentro da sala de aula e faça uma caçada aos objetos sem sair do prédio.

Gostou dessa atividade? Acesse o nosso Baú de atividades e copie no seu planejamento com apenas um clique.

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 Para avaliar

  • As crianças conseguem citar nomes de animais com que já estão familiarizadas?
  • Percebem que há diferença entre um animal, por exemplo, e um objeto inanimado?
  • Compreendem que objetos inanimados não sentem, crescem ou se alimentam?
  • Compreendem que seres vivos nascem, crescem, alimentam-se, sentem, morrem?
  • Sabem distinguir seres vivos de objetos inanimados?
  • Após a explicação, são capazes de apontar novos seres vivos e novos objetos inanimados, classificando-os corretamente?

Quer saber mais ? Leia 4 Atividades para Explorar a natureza na Educação Infantil.

Para ideias de atividades e compartilhamentos de boas práticas, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade! 

Atividade: Nossas Regras

Fonte: Books

Atividades/Identidade e autonomia/Relatórios
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Atividade: Nossas Regras

Existe diferença entre obedecer e aprender. Quando uma criança faz o que o professor manda por medo de punição, ela não compreendeu realmente a regra – muito provavelmente, ela somente a cumprirá enquanto estiver sendo vigiada. Por outro lado, quando uma criança de fato entende os motivos por trás de um pedido, ela será capaz, dali em diante, de tomar decisões acertadas com relação a esse assunto.

A transição entre esses dois comportamentos só começa a se desenvolver quando os adultos estão dispostos a conversar com os pequenos. Embora seja muito mais rápido anunciar ordens (a curto prazo, logicamente), é proveitoso desperdiçar alguns minutos a mais para discutir as razões e as consequências dos nossos atos. É o que propões uma atividade típica do Red Balloon – um método de ensino de inglês, focado em crianças e adolescentes, que vem se expandindo no Brasil.

Em todos os níveis, as turmas participam de uma dinâmica chamada “We Rule” (“Nós mandamos”, ou ainda “nossas regras” em uma tradução não literal), em que os exercitam sua compreensão de regras através de um jogo e, a seguir, sentam-se juntos para escrever quais deveriam ser, na opinião delas, as regras da sala.

Para saber mais sobre o Red Balloon, clique aqui.

Foto: Google (reprodução)

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Área de Conhecimento

Identidade e autonomia.

Faixa etária

A partir dos 2 anos – com variações na complexidade das regras conforme a idade das crianças, é claro.

Material

  • Canetinhas coloridas ou lápis de cor;
  • Uma cartolina grande de qualquer cor clara, fácil de ler. 

Preparação

Leve a classe para um local confortável – a biblioteca, pátio ou sala de artes, por exemplo. Qualquer ambiente que a escola forneça onde as crianças se sinta à vontade – e peça para elas sentem em um círculo. Guie uma conversa sobre regras: por que precisamos delas? Quais regras vocês seguem em casa? Você acha que determinada regra é importante? Por quê? O que acontece se vocês não seguirem essa regra? Estimule a participação e elogie aqueles que se manifestaram, como reforço positivo.

Aproveite para inserir em seu próprio discurso que as regras são necessárias tanto em casa quanto na escola para garantir a convivência feliz de todos, e que toda regra existe por um motivo.

Atividade

Após as crianças terem discutido o assunto por tempo suficiente, proponha a atividade: elas devem sugerir regras para a turma seguir quando na escola. Dê uma sugestão – por exemplo, “eu acho que todos deveriam pedir por favor quando querem pegar o material do colega. O que vocês acham?”. Deixe que elas opinem, mas vá mediando o debate para evitar brigas e dar a todas chances de falar. Sempre que a turma concordar com uma regra, peça para quem deu a sugestão escrevê-la na cartolina (ou escreva, caso os alunos ainda não sejam alfabetizados, e convide-os para desenhar a cena).

Esforce-se para não ser peremptório, mesmo se eles fizerem provocações (do tipo “eu acho que todo mundo devia gritar na sala e bater nos outros!”, ditos para chamar atenção e desestabilizar a dinâmica). Aproveite a oportunidade para questionar o porquê de essa não ser uma boa regra de convivência.

Ao fim da elaboração das regras, leia o documento em voz alta, ou peça para as crianças lerem. Pergunte se todas estão de acordo e, enfim, peça para que escolham uma canetinha e assinem a cartolina. Caso demonstrem interesse, as crianças também podem decorar a página com desenhos. Cole o cartaz dentro da sala de aula, e recorra a ele sempre que alguma regra for descumprida.

Para avaliar

Trabalhar as regras é ideal para conhecer melhor as crianças e desvendar um pouco de suas famílias e sua educação em casa. Preste atenção em alunos que ficam na defensiva ou ironizam a atividade – apesar de não ser uma prova absoluta, isso pode indicar conflitos fora da escola. No mais, avalie:

  • As crianças conseguem expressar ideias claramente?
  • Sabem esperar por sua vez de falar?
  • Entendem o conceito de regras e sua necessidade?
  • São capazes de citar regras que seguem em outros ambientes?
  • São capazes de sugerir regras novas?
  • Mostram-se envolvidas na atividade?
  • (Nas próximas aulas) Lembram-se e seguem as regras estipuladas?

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Perfis de turma e individual na Eduqa.me - horizontal

Aproveite a duração da atividade não apenas para acompanhar e facilitar o aprendizado da turma, como também para registrar esse desenvolvimento. Fotos e vídeos são ferramentas simples que podem ser usadas durante a aula para gravar detalhes na evolução de cada aluno, facilitando o relatório pedagógico que será feito mais adiante! Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

Atividade: Caixa de Prendedores

Foto: Google (reprodução)

Atividades/Matemática/Relatórios
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Atividade: Caixa de Prendedores

Certas atividades são tão simples que, talvez justamente por isso, não ocorram a muitos professores. Quando eu assisti, pela primeira vez, crianças de dois anos entretidas com prendedores de roupa, fiquei surpresa com a obviedade do exercício. Imaginava que seria uma proposta chata, mas, para os pequenos, é muito desafiadora – e, portanto, envolvente até que eles sejam capazes de executá-la com facilidade.

Atividade: Mesa dos Sentidos

Foto: Google (reprodução)

Atividades/Identidade e autonomia/Registros
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Atividade: Mesa dos Sentidos

Dos 2 até os 5 anos de idade as crianças estão no que é conhecido, dentro do método construtivista, como estágio pré-operacional e “egocêntrico”. Pré-operacional porque elas passam a usar linguagem e símbolos para representar o que conhecem – e egocêntricas não por serem egoístas ou más, mas simplesmente porque não conseguem compreender o ponto de vista de outros.

Ou seja, durante essa idade, os pequenos aprendem aquilo que eles mesmos experimentam. Daí o interesse desperto pelos seus cinco sentidos e o que cada um deles é capaz de perceber.

Para saber mais sobre o construtivismo e os períodos da infância, clique aqui.

Foto: Google (reprodução)

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Área de Conhecimento

A atividade Mesa dos Sentidos trabalha o conhecimento de si e de seus próprios corpos – mas fica a cargo do professor encaixá-la em uma aula de ciências, por exemplo, ou usá-la como um exercício de Identidade e Autonomia.

Faixa Etária

A partir dos 2-3 anos de idade (embora turmas de 2 anos exijam um acompanhamento mais próximo durante a prática).

Material

  • Cinco mesas baixas, para crianças, ou cinco toalhas/tapetes de cores distintas.
  • Objetos que utilizem principalmente o olfato: perfume, álcool, pot-pourri, etc.;
  • Objetos que utilizem principalmente o tato: massinha de modelar, blocos de madeira/plástico, argila, lixa, etc.;
  • Objetos que utilizem principalmente o paladar: frutas, biscoitos e outros lanches;
  • Objetos que utilizem principalmente a audição: chocalho, pandeiro, sinos, guizos, etc.;
  • Objetos que utilizem principalmente a visão: fotos e pinturas.

       Preparação

       Antes de a aula começar e as crianças chegarem, deixe as estações dos sentidos preparadas em cantos distantes da sala. Conte à turma sobre os cinco sentidos demonstrando cada um deles, e explique que, normalmente, nós usamos mais de um sentido por vez, mas que eles têm mais ou menos importância dependendo da tarefa que estamos realizando (por exemplo: eu posso pegar uma fotografia, mas a visão é o mais importante para reconhecer o que aparece nela; eu posso ver uma fruta, mas é o sabor que vai distingui-la de outras).

Foto: Google (reprodução)

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 Atividade

Leve as crianças de estação em estação e deixe que elas experimentem os objetos. Elas podem tentar usar mais de um sentido, e isso deve ser incentivado. Quando todos tiverem a chance de interagir com aquela estação, pergunte qual o sentido elas acham que foi mais importante ali, de qual elas mais precisaram.

Repita a atividade em todas as cinco estações, e lembre-se de incentivá-las a mexer em tudo. Faça perguntas sobre os objetos e ajude-as a compreender a relação entre as partes do corpo (olhos, nariz, boca, mãos e ouvidos) com as sensações que elas absorvem.

Variações

Depois que elas reconhecerem cada estação facilmente, coloque todos os materiais aleatoriamente no centro da sala. Revise quais são as estações dos sentidos, para que elas saibam para onde levar os objetos (as cores diferentes servem para ajudar a memorizar). Então, peça para que elas, uma por uma, vão até o centro e escolham algum dos objetos. Elas devem testar os sentidos até descobrir qual o mais relevante para percebê-lo e, então, levá-lo até a estação correta. Faça perguntas para guiar a atividade: você consegue sentir o cheiro?

Dá para ouvir alguma coisa?

Para avaliar

Preste atenção em como as crianças participam e realizam a tarefa proposta:

  • Elas estão dispostas a experimentar cada um dos cinco sentidos?
  • Compreendem que existem formas diferentes de perceber cada objeto?
  • Relacionam os sentidos com partes do corpo?
  • Ao perceber um material, sabem qual dos sentidos estão usando?
  • Identificam os nomes dos cinco sentidos e os conectam com as ações?

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Aproveite a duração da atividade não apenas para acompanhar e facilitar o aprendizado da turma, como também para registrar esse desenvolvimento. Fotos e vídeos são ferramentas simples que podem ser usadas durante a aula para gravar detalhes na evolução de cada aluno, facilitando o relatório pedagógico que será feito mais adiante! Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

Atividade: Escute e Conte

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Atividades/Linguagem/Registros
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Atividade: Escute e Conte

A hora da história é uma unanimidade entre educadores infantis. A narrativa serve vários propósitos, desde estimular a fantasia e criatividade, até introduzir novo vocabulário. Existe, porém, uma relutância por parte dos educadores em utilizar qualquer material de leitura considerado “difícil demais” – com palavras longas, por exemplo, ou uma narrativa um pouco mais estruturada.

Música: desenhe esse som

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Atividades/Música e artes/Registros
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Música: desenhe esse som

A sugestão de desenhar o que se está ouvindo pode parecer abstrata demais para crianças pequenas, mas me foi proposta quando eu mesma tinha seis anos. Na época, estudava em uma escola que seguia linhas construtivistas mescladas ao ensino tradicional – como muitas vezes ocorre no Brasil, já que o país exige avaliações padronizadas, limitando a liberdade curricular das escolas.

Atividade: Pulando o ABC

ABC written in color chalk on a small elementary blackboard with various paints, crayons and pencils on a school desk.

Atividades/Linguagem/Registros
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Atividade: Pulando o ABC

Há divergências no Brasil sobre qual a melhor maneira de alfabetizar crianças – preocupação agravada pelo número alto de analfabetos (8%) e analfabetos funcionais (18%). Um dos métodos que vem se provando eficaz é o Sociolinguístico, que está se tornando um sucesso após os bons resultados apresentados em 2011 e 2012 – mais de 72% das crianças que foram submetidas a ele foram alfabetizadas dentro de um ano.

Atividade: Jogo da pescaria

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Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Jogo da pescaria

Esta é uma atividade ideal para dias quentes, especialmente se as crianças têm acesso ao pátio, caixa de areia ou gramado. Mexer com água sempre é interessante para os pequenos, então reserve um bom tempo para realizá-la e antecipe certa bagunça – a água provavelmente vai derramar, eles ficarão molhados, mas tudo faz parte da experiência.