Semanários: 2 formas para facilitar essa tarefa

Fonte:newschools

Semanários/Práticas inovadoras
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Semanários: 2 formas para facilitar essa tarefa

Observar; refletir;  constatar; descobrir; avaliar; reparar; aprofundar: esses são os elementos fundamentais para instrumentalização do professor na ação educativa.

Ao refletir, registra seu pensamento, deixa sua marca, levando-o a ação transformadora da sua prática e assumindo a condução do processo de ensino aprendizagem.

E o planejamento, faz parte dessa reflexão?

O planejamento supõe essencialmente e inicialmente a reflexão sobre o que se pretende, sobre como se faz e como se avalia; uma reflexão que permite fundamentar as decisões que serão tomadas, além dos objetivos a serem alcançados.

O planejamento, então:

O planejamento certamente discorre sobre muita reflexão sobre sua prática, não é?  Mas vamos agora para uma parte mais prática.

Como fazer meu semanário mais rápido e melhor?

1 – Livre-se do papel pois ele não te pertence!

Na maioria das escolas existe um modelo de semanário que pode ser impresso e que é distribuído para as professoras.

Isso funciona mais ou menos como uma lei nas escolas, mas é algo que exige bastante logística e tempo e isso, de um modo geral,  acaba prejudicando o pedagógico da escola.

Faça as contas:

Uma escola com 10 turmas, logicamente, produz 10 semanários por semana, somando isso em um mês temos 40 folhinhas de semanários. Agora para para pensar isso em uma escala maior: em 6 meses são mais de 240 folhas com planos de aula! E no ano seguinte?

Bom, no ano seguinte tudo será jogado fora e o professor terá que fazer tudo novamente.

Sem falar nas devolutivas que a coordenação pedagógica faz. São orientações e notas em todos esses documentos- notas com ideias, dicas e pontuações relevantes sobre a prática pedagógica. Além das informações sobre quais áreas de conhecimento estão sendo estimuladas durante esse período.

Na era digital continuar usando papel não faz tanto sentido, certo? 

Então para te ajudar a migrar do offline para o online fizemos um modelo de semanário no Google Planilhas (Grátis). Nessa planilha você pode criar abas com cada turma e tornar o documento compartilhável e editável!

Com isso fica bem mais fácil acompanhar os planos de aula de cada turma e, se necessário, imprimir. 

É uma ajuda com os primeiros passos para que você inicie a jornada para largar os papéis, clique aqui e acesse agora.

Ah, e lembre-se de fazer uma cópia para você!

Modelo de Semanário no Google Planilhas

2 – Use ferramentas ESPECÍFICAS para fazer semanários!

Se você já usa as planilhas do google já sabe o valor e o tempo que elas te economizam, não é verdade? Sim, eu sei que é muito bom!

Você economiza retrabalho e está pronta para acessar a qualquer lugar editar ou para criar semanários.  Todavia, o Google planilhas não foi feito direcionado aos professores e coordenadores. É uma ferramenta para outras diversas funções e que também pode ser utilizada para fazer semanários.

Nos percebemos a dificuldade que o professor enfrente tentando adaptar esse material para sua realidade. Foi então que conversamos e acompanhamos muitos professores de linhas pedagógicas diferentes e criamos um jeito simples e prático para que o professor faça essa migração sem gastar tempo ou se frustrar.

A Eduqa.me foi feita para o PROFESSOR de EDUCAÇÃO INFANTIL com o propósito de facilitar a DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA!

6 DICAS PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS MAIS PRODUTIVOS
Carreira/Formação/Práticas inovadoras/Registros/Rotina pedagógica
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6 DICAS PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS MAIS PRODUTIVOS

Trabalhar com pessoas é uma das tarefas mais difíceis para um gestor. Imagina quando se fala em trabalhar com gestão dentro da Escola? Aí é que a coisa fica ainda mais complicada- há muitas variáveis de pessoas, segmentos, faixas etárias e abordagens pedagógicas.

Além disso, estamos aprendendo a lidar com dados na Educação e mensurar o aprendizado para obter informações quantitativas ou qualitativas não parece ser uma tarefa como apagar o quadro, não é verdade?

O coordenador pedagógico fica com o papel de oferecer condições apropriadas para que os professores que estão em sala consigam aprofundar o conhecimento nas suas áreas e aplicar abordagens, métodos e técnicas pertinentes a proposta da instituição e ao currículo. Além de apoiar nas possíveis dúvidas e conflitos que possam surgir.

Leia mais em:

Gestão baseada em dados na Escola

Para vencer os desafios de uma boa gestão pedagógica, separamos 6 dicas para que você se torne um coordenador mais produtivo.

Confira!

1. Aprenda a dar devolutivas

A devolutiva e uma ferramenta fundamental para a gestão pedagógica, portanto é importantíssimo que você nunca se esqueça de faze-la. Converse com os professores a respeito dos seus planejamentos e registros e diga a eles o que pensa e como e onde poderiam melhorar. Se por ventura esteja insatisfeito, seja sincero, aponte para o que não está bom e ajude a enxergar o que deseja como entregável e auxilie a melhorar o desempenho.  Afinal de contas ninguém nasce pronto e nada como um bom papo para alinhar expectativas e a realidade.

2. Diga sim à inovação

A Escola vive um grande momento de transformação e enxergar que é preciso inovar é o primeiro passo para fomentar essa nova escola. Por isso, estimule seu time de professores a buscar novas fontes de aula, de conteúdo, de metodologias.

Há muitos experimentos sendo feito nas salas de aula e viver em um mundo beta nos implica lidar com constantes mudanças. Acompanhe de perto os professores que ousam inovar e ouça suas ideias. Recompense aqueles que tiveram ideias criativas e compartilhe com o time trazendo reconhecimento e incentivando outros a fazerem o mesmo.

3. Influencie positivamente

Ninguém merece participar de reuniões apenas com puxão de orelhas. Gestor que so reclama e e fala mal cria um clima super pesado e desagradável. Imagina que tipo de estímulo um corpo pedagógico tem ao trabalhar todos os dias com críticas?

Assumir uma postura positiva sobre a situação vai te colocar como alguém que acredita na competência do time. Seja honesto e saiba elogiar e promover bons momentos para os professores.

4. Seja um gestor presente

Converse diariamente com seus professores e apareça nas salas de aula para acompanhar de perto quais são as competências e habilidades que seus professores estão desenvolvendo com as crianças.

Também perceba como a turminha se refere ao professor e procure saber quais são as metas e interesses dos professores. Isso te ajudará a compreender de forma como auxiliar o trabalho colaborativo e o desenvolvimento pessoal.

5.Pratique a CNV

Saber se comunicar é crucial para um bom líder, portanto, tenha uma comunicação clara e objetiva.

A CNV – A Comunicação não violenta pode e ajudar a resolver conflitos, conectar-se aos outros, e viver de um jeito consciente, presente e antenado ás necessidades vitais e genuínas de si mesmo e do mundo.

O mais importante da sua comunicação é que ela cumpra o papel de informar e também lhe permita praticar a empática e encontrar um jeito para que todos os professores falem o importante sem culpar o outro, humilhá-lo, envergonhá-lo, coagi-lo ou ameaçá-lo. Pratique a comunicação não violenta e evite de ser mal interpretado. Erros de comunicação podem ocasionar prejuízos no seu corpo pedagógico e influenciar negativamente seu trabalho.

6.Use a Eduqa.me

Na Eduqa.me  você tem acesso a todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. No painel do coordenador é possível olhar o planejamento/ semanário de todos os professores da Instituição e abrir uma janela para fazer a devolutiva. Além disso, você coordenador ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos.

Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

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Leia mais O coordenador pedagógico virou o faz- tudo da Escola?

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Inteligência Emocional na Escola

Fonte: Escola da inteligencia

Semanários/Práticas inovadoras/Socioemocional
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Inteligência Emocional na Escola

Não sei você, mas sempre que vejo uma situação caótica em sala de aula me pergunto o que ocasionou esse momento de ebulição.

Por que alguns alunos são mais compreensivos que outros? Por que alguns professores tem maior domínio da classe que outros? Por que o diálogo com o Diretor as vezes é tão difícil? Por que é tão divertido fazer planejamento com a professora do Maternal II?

Inteligência Emocional

Fonte: Google

A inteligência emocional é um conceito da psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. O modo como nós, professores e adultos, gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos pequenos é o que vai predeterminar como nos comunicamos e como definimos o sucesso e qualidade de vida dentro e fora da sala de aula.

“Todo aprendizado tem uma base emocional”. Platão.

Platão com suas sábias palavras nos faz refletir que o modo como interagimos com as nossas emoções e os nosso pensamentos vai influenciar diretamente no processo ensino-aprendizagem e como trabalhamos o como trabalhar o afeto na educação infantil.
Isso mesmo! Platão, Paulo Freire e vários outros tantos pensadores pregam o incansável culto a inteligência emocional e não é nada a toa. Afinal de contas são as emoções movem o mundo.
Já parou pra pensar que não existe um só momento em nosso dia que deixamos de sentir?
Claro que as vezes, muitas vezes,  fica difícil identificar qual é o sentimento que tá ali pulsando naquele momento, mas sabemos que ele existe e está ali e, e o mais importante de tudo: nos faz SENTIR!

Identificando as emoções

Fonte: Google

Quando pergunto para algum professor como ele se sente as respostas geralmente são vagas ou apenas indicam que estão bem ou estão mal.
E aí eu fico pensando com meus botões, meus botões de carne e osso… “Há tantos sentimentos por aí, não é verdade? Por que não exploramos outros?”
Parece algo muito simples, mas precisa ser praticado para fazer sentido.
Veja os 4 passos:
#1 Identifique o sentimento.
Pergunte: Como estou me sentindo?Alegre? Frustrado? Confuso? Ansioso?
#2 Reconheça o sentimento e se permita sentir.
#3 Identifique o que provocou esse sentimento. “De onde essa necessidade surgiu?#4 Aprenda a lidar com suas as emoções.

O Atlas das Emoções

O Atlas das Emoções é um projeto encomendado pelo líder budista, Dalai lama ao psicólogo americano Ekman.  Baseado em várias pesquisas, Ekman concluiu que existe cinco amplas categorias de emoções – raiva, medo, nojo, tristeza e alegria e que cada um dessas categorias tem subdivisões e são disparadas por alguns gatilhos.

Mapa das Emoções - Divulgação

Mapa das Emoções (Divulgação).

Clique na Imagem para ver o mapa. Caso queira traduzir do inglês para o português você pode clicar no botão Traduzir no canto superior da página no seu navegador Google ou Digitar Atlas das emoções no Google e quando aparecer na busca clique em Traduzir antes de direcionar para a página.

Refletir para Educar

No mundo cada vez mais tecnológico, as habilidades socioemocionais tornam-se cada vez mais imprescindíveis nas nossas vidas e nas Escolas.
No vídeo abaixo há o resumo do livro Inteligência Emocional do autor Daniel Goleman.

Desenvolver as habilidades socioemocionais em nossas salas de aula permite que as crianças reconheçam suas próprias emoções e a maneira mais adequada de lidar com elas.
Consequentemente a criança se concentra mais no aprendizado, se interessa mais pelas brincadeiras e interage melhor com seus colegas em classe e com as pessoas que circundam sua vida.

Que tal aproveitar para criar atividades socioemocionais que favorecem o aprendizado ?

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

E agora? Tenho um aluno com necessidades educativas especiais!
Desenvolvimento cognitivo/Práticas inovadoras/Desenvolvimento cognitivo/Práticas inovadoras
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E agora? Tenho um aluno com necessidades educativas especiais!

E agora? O que fazer? Como ensinar?

Para responder a estas perguntas, antes de mais nada é indispensável, despir-se de toda e qualquer ideia que leve à crença de que existe uma receita pronta, um único método ou um único caminho. Isso não existe, justamente por se tratar de pessoas. “Um modelo ou uma prática que funcione em uma sala de aula não necessariamente servirá para uma outra” (STAINBACK, 2006, p.9), o que torna o professor um profissional ativo e dinâmico.

Nada está pronto ou acabado. Obviamente que ao se trilhar os caminhos para o ensino na diversidade, as experiências de sucesso e insucesso serão guias, mas não verdades absolutas. E é aí que está a riqueza e o passo à frente que precisa ser dado!

Ainda assim, novamente, professores ao ensinar alunos com deficiência/dificuldades, a conquista por habilidades como a leitura e a escrita, esquecem-se de que “[…] existe um foco maior que nos ajudará a dominar estas habilidades como meio de aprendizagem e não como fim” (STAINBACK, 2006, p.9).

Além dos professores, os pais também precisam entender a leitura e escrita como meios de aprendizagem, para os quais os professores se empenham além de compreenderem as necessidades enfrentadas pelos filhos, oferecendo apoio. Uma sugestão sobre como ensinar trazida por Glat et al (2007), está nas parcerias entre os alunos e na importância do professor como mediador dos processos de aprendizagem.

Poderia se estabelecer em atividades de leitura e escrita, por exemplo, situações em que o trabalho fosse realizado de forma que os alunos mais adiantados pudessem apoiar os alunos com dificuldades e não o realizar por eles; fazendo com que estes alunos também possam, em algum momento, tornarem-se mediadores na relação ensino-aprendizagem, o que é significativo e proveitoso para o desenvolvimento cognitivo, social e afetivo.

Na educação inclusiva é imprescindível compreender que:

“Como professores estamos sendo chamados a mudar nosso estilo de ensino” (STAINBACK, 2006, p. 10),

Para justamente atender às necessidades particulares dos alunos e serem capazes de estabelecer relações de mediação entre todos, alunos e professores.

Contudo professor, como já foi dito, não desconsidere o seu saber, como se nada do que aprendeu e acumulou durante a sua constituição na profissão fosse importante, pois tudo que você sabe é valioso.

O que se deve fazer é CONHECER O SEU ALUNADO, para traçar um perfil sobre como ele é, do que gosta, as dificuldades, os potenciais, para posteriormente se fazer um plano de trabalho. Tudo começa com o planejamento, traçando metas e estratégias, para depois se pensar como deverá acontecer o ensino.

E para fazer esses planejamentos focando em seu aluno especial traçando as estratégias e buscando novas perspectivas para trabalhar a prática educativa e reflexiva nada melhor que a Eduqa.me.

Sim, nos temos muito a colaborar no processo de ensino/aprendizagem. Por isso, nunca se esqueça de registrar como esse aluno tem se comportado em sala e durante as atividades.

É a partir dos registros que é possível compartilhar com pais e terapeutas o que foi uma prática legal e da mesma maneira é possível se inspirar na prática de colegas para tentar mudar algo que poderá ser mais efetivo na próxima vez. As fotos e os vídeos também vão colaborar para entender como este aluno está progredindo.

Na Eduqa.me essa tarefa é muito simples, com um clique você preserva uma foto, vídeo e também faz anotações individuais das crianças:

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A escrita é uma excelente forma de reflexão, seja para produzir o diário de práticas do professor ou auxiliar mais tarde o professor na hora de criar o portfólio de cada criança. Complementar os registros

O ensinar precisa estar permeado de criatividade e muitas tentativas até o “acerto”. Conheça, vivencie, experimente o novo, somente desta forma saberá o que fazer e como ensinar!

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil, organize seus registros e projetos da maneira mais simples que existe.

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

Como Elaborar Projetos na Educação Infantil
Projeto/Formação/Natureza e Sociedade/Práticas inovadoras
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Como Elaborar Projetos na Educação Infantil

Se você precisa montar um projeto na sua Escola e não sabe por onde começar, chega junto!

No post anterior eu falei sobre o que O que é um Projeto na Educação Infantil. Nesse vou te ensinar a colocar a mão na massa. Isso mesmo, agora que você já sabe o que é um projeto já podemos trabalhar em cima de COMO fazê-lo.

A partir de agora, relatarei cada um dos itens que são precisos no decorrer da tarefa.

1- Tema do Projeto – Permita que as crianças escolham o tema.

É natural que o professor queira sugerir algum tema para o projeto, mas a minha sugestão é que esse tema surja da necessidade da criança e não do professor.

Ah, Deborah, mas COMO eu faço isso?

Bom, tenho uma sugestão por aqui e acho que você vai gostar. Se fizer sentido use-a sem moderação, se não, aposto que a partir dessa sugestão você vai criar outra que vai se adaptar direitinho à sua realidade e à realidade da sua Escola.

Sugestão:

Árvore da curiosidade – Peça para que as crianças recortem, desenhem ou falem o que elas tem curiosidade, o que elas gostariam de aprender. Feito isso, cada criança vai colar sua curiosidade na árvore.

A partir daí a professora pode mediar uma roda de conversa para escolher juntos com os alunos o tema do projeto.

COMO escolher o tema do projeto?

Tema do Projeto definido pelos alunos. Explore a questão; Entenda de onde vem essa curiosidade e defina os problemas; Soluções.

2-Trabalho Co-criado – O todo pela parte e a parte pelo todo.

A cocriação é enriquecedora, pois cada um poderá contribuir de maneira criativa para realização de um trabalho coletivo.

co·-cri·ar Conjugar
(co- + criar)
verbo transitivo
Criar juntamente com outrem.

O intuito é criar uma rede de acordo com o interesse de cada criança, trocando idéias, discussões e criando um processo de construção e de cooperação.

Vamos supor que a partir da árvore da curiosidade o tema escolhido tenha sido os Dinossauros, pode ser?

COMO fazer um projeto?

Trabalhar em grupos enriquece o trabalho. Ainda mais quando os grupos são compostos por perfis diferentes. Trabalhar a Escuta;  Troca de idéias e discussões.

3- Projeto- Criar o recorte do Projeto com Nome e Título

Antes de criar qualquer nome do projeto preciso me perguntar tantas outras coisas, assim como uma redação, o nome surge no final. Pois o papel dele é informar de um jeito bem simples e direto o que significa aquele projeto.

Aqui seguem 7 perguntas que precisam ser respondidas para que seu projeto tenha muito sucesso.

• Nome do projeto:
• Justificativa (por que?):
• Objetivos (necessidades a alcançar):
• Atividades (o que fazer?):
• Estratégias (como fazer?):
• Acompanhamento (direcionamento):
• Avaliação (estímulo):

As perguntas respondidas levando em consideração a escolha do tema Dinossauro ficariam assim:

Exemplo:

• Nome do projeto: A História dos Dinossauros
• Justificativa (por que?): Esses animais despertam muita curiosidade no imaginário infantil e também sobre o seu surgimento e desaparecimento. Com os dinossauros,  as crianças vão se abrir para um mundo de descobertas e aprendizagens que interligará todas as áreas do conhecimento.
• Objetivos (necessidades a alcançar):

– Reconhecer os diversos tipos de dinossauros existentes;

– Ampliar o vocabulário;

– Conhecer as características dos dinossauros;

– Contextualizar o período de existência dos dinossauros;

– Compreender as características dos répteis;

– Comparar as características dos dinossauros com a dos répteis;

– Explorar os cinco passos de uma investigação científica: observação, registro, questionamento, experimentação e conclusão;
• Atividades (o que fazer?):

Atividade 1: Quem são os Dinossauros? Que época eles viviam? Como se alimentavam?

Atividade 2: Quais as características dos Dinossauros? Entender sobre as diferentes espécies de Dinossauros

 Atividade 3: Será que existe algum animal parecido com os Dinossauros?
• Estratégias (como fazer?):

Aqui a criatividade vai rolar solta e os recursos são infinitos. Para fazer essa busca você pode usar o Pinterest, o Google, as Livrarias, Youtube, Portal do Professor Mec e, se quiser economizar tempo e já garantir um portfólio lindão eu sugiro que use o Baú de atividades da Eduqa.me.

Roda de leitura para apresentação do tema na Atividade 1.

Pesquisa  e roda de conversa para a Atividade 2.

Representação e produção de artes para a Atividade 3.


• Acompanhamento (direcionamento): 

O projeto deve ser acompanhado pelos professores e em média tem duração de 5 dias a 7 dias.
Avaliação (estímulo):

Essa avaliação deve ser o processo, o caminho que cada criança fez para despertar seu aprender. Por este motivo, a avaliação deve ser realizada ao longo de todo o processo e deverá ser considerado os seguintes pontos: o interesse do aluno pelo assunto trabalhado, sua participação e envolvimento nas diferentes situações propostas; a interação e reflexão em grupo, a compreensão da temática, por meio da expressão de suas ideias, sentimentos, observações, conclusões.

Sugestão: Organize uma oficina sobre os Dinossauros. Oriente os alunos a exporem seus trabalhos para os demais colegas da Escola, e assim, cada aluno vai escolher e elaborar a melhor maneira de explicar os conceitos aprendidos nesse projeto.

Sugestões de livros

Fonte: Editora Zastras

BARRET, Paul.Dinossauros. Editora: WMF Martins Fontes.

BELLI, Roberto. Os Fantásticos Dinossauros. Editora: Todolivro

CIRANDA CULTURAL. Espiando os Dinossauros.

CONDON, Bill. Fato ou Ficção – Dinossauros. Editora: Girassol.

PRAP, Lila. Você sabe tudo sobre Dinossauros? Editora: Biruta.

REASONER, Charles. Dinossauros. Editora: Ciranda Cultural.

ROLLAND, Claudine. Os Dinossauros. Editora: Salamandra.

Fontes envolvidas nessa pesquisa: 

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/buscarAulas.html

www.google.com

www.pinterest.com

Vale lembrar que o projeto é um caminho em construção, onde inúmeras etapas são seguidas para que futuramente se consiga o resultado daquilo que se esperava. Na educação, o projeto pode ser o alicerce do conhecimento, pois é por meio dele que há a troca de idéias, de experiências e de conquistas. Quando isso acontece o resultado final só pode ser um: a aprendizagem.

Nesta perspectiva a prática educativa e reflexiva tem muito a colaborar no processo de ensino/aprendizagem. Por isso o registro é extremamente importante.

É também é a partir dos registros que é possível compartilhar com professores de todo o Brasil o que foi uma prática legal e da mesma maneira é possível se inspirar na prática de colegas para tentar mudar algo que poderá ser mais divertido na próxima vez. Já imaginou conseguir reunir fotos, vídeos e textos de seus projetos todos organizados em um único local?

Seria uma vitrine e tanto do seu trabalho não é? Mas além disso, facilitaria muito seu trabalho para que faça avaliações da jornada individual de cada criança. Na Eduqa.me essa tarefa é muito simples, com um clique você preserva uma foto, vídeo e também faz anotações individuais das crianças:

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A escrita é uma excelente forma de reflexão, seja para produzir o diário de práticas do professor ou auxiliar mais tarde o professor na hora de criar o portfólio de cada criança. Complementar os registros com fotos e vídeo é melhor ainda não é?

Depois dos registros sabemos que é hora de analisar o que foi feito com um relatório por exemplo! Mas além do relatório que é uma tarefa necessária para organização da escola, revisitar o projeto que foi feito pode ser muito interessante para melhorar sua prática. Na sua semana, mês ou bimestre você consegue mensurar qual área de conhecimento está estimulando mais? Ou melhor… Qual quantidade de tempo você está dedicando para seu projeto? Sabemos que planejar o projeto e depois registrar leva realmente muito trabalho, por isso a Eduqa.me foi construída! Para ajudar a organizar todo esse processo, por exemplo tornando os registros organizados em uma linha do tem em que você consegue visualizar se está estimulando mais matemática, linguagem ou até mesmo o seu projeto, veja:

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

O que são projetos na educação infantil e 4 elementos que NÃO podem faltar no seu projeto
Natureza e Sociedade/Práticas inovadoras/Natureza e Sociedade/Práticas inovadoras
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O que são projetos na educação infantil e 4 elementos que NÃO podem faltar no seu projeto

No cotidiano escolar muito se fala em aprendizagem baseado em projetos.

A proposta com trabalhos baseados em projetos nada mais é do que criar uma sequência didática sobre um determinado tema e trazer desafios criativos que serão desenvolvidos e resolvidos pelas crianças.

As características básicas de um projeto na Educação Infantil é apresentar intencionalidade, originalidade e flexibilidade de trabalho visando e respeitando os estágios do desenvolvimento da criança. A grande intenção é motivá-la à participação ativa.

O projeto oferece à criança a oportunidade de vivenciar e provar aspectos inovadores da sociedade em que ela está inserida, além de prepará-la para a convivência e melhor adaptação social.

Na definição do dicionário:

projeto
substantivo masculino
  1. desejo, intenção de fazer ou realizar (algo) no futuro; plano.
    “O projeto de Edução Bucal para os pequenos será um sucesso”
  2.  
    descrição escrita e detalhada de um empreendimento a ser realizado; plano, delineamento, esquema.
    “p. de pesquisa”

O projeto deve ser considerado como um recurso, uma ajuda, uma jeito de trabalhar com o tema para dar vida ao conteúdo tornando a escola mais atraente.

Significa que o professor deve ter um olhar crítico sobre o conteúdo a ser definido, o objetivo a ser alcançado e as tarefas que serão desenvolvidas e valorizadas pelos aluninhos. Para não deixar passar nada desapercebido a etapa de coleta de evidências das atividades é muito importante! Recomendo o nosso Ebook: Tudo Que Você Precisa Saber Para Avaliar Registros Pedagógicos Na Educação Infantil, aqui você terá um panorama sobre como olhar, analisar e extrair o que tem de melhor nas suas atividades.

 4 Elementos que NÃO podem faltar em um projeto

  1. O Desafio
  2. O Professor Planejador
  3. Alunos protagonistas
  4. O produto final

Abaixo apresento um exemplo de projeto que explora os 4 elementos.

 Projeto Horta na Escola

Nome do Projeto: Horta na Escola

Desafio:  Promover hábitos alimentares saudáveis e apresentar o conceito de sustentabilidade para crianças.

Objetivo(s): Fortalecer os valores alimentares compatíveis com a preservação da alimentação diária e da cultura do país. Sensibilizar e conscientizar as crianças de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta.

Duração da Atividade: A horta é uma atividade continuada, portanto não tem tempo de duração, ocorre durante todo o ano.
Professor planejador: o professor deve planejar cada atividade que o projeto deseja abordar e, de antemão, planejar uma sequência didática com objetivos claro.

Professora explica aos alunos que é preciso preparar a terra para plantar as mudinhas.

Alunos protagonistas: as crianças vão pensar em como enfrentar esse desafio e em seguida colocar a mão na massa;

Crianças plantam suas sementes e regam diariamente acompanhando o crescimento.

O produto: apresentação final da produção feita pelos alunos.

Por enfim, explicam o que aprenderam durante o processo e em seguida preparam uma deliciosa e nutritiva salada para a refeição!

Atenção: É preciso estar atento para o que as crianças já sabem e o que elas desejam aprender no momento do projeto.

A metodologia da aprendizagem baseada em projetos é um eixo fundamental para Escolas que desejam fornecer uma Educação atual às crianças.

O projeto é algo que acompanha o indivíduo por toda a sua vida e iniciar-se na primeira infância é oferecer para essa criança um primeiro olhar para as coisas do mundo.

A partir de então as perguntas surgem, a curiosidade o motiva e o ver mais e melhor é uma constante na vida desse indivíduo que já não espera mais as respostas prontas. Pois está disposto a buscar sempre por respostas e se propor a enfrentar as mudanças significativas do mundo em que vivemos.

Ora, se o mercado de trabalho busca pessoas inovadoras e que saibam lidar com projetos, por que não criarmos nossas crianças para enfrentar o mundo em constante mutação?

Para alguns professores registrar é diversão, para outros é dever, mas pra gente da Eduqa.me é a única maneira de lidar com os erros e acertos e ter a chance de resignificar o aprendizado.

A partir dos registros é possível compartilhar com professores de todo o Brasil o que foi uma prática legal e da mesma maneira é possível se inspirar na prática de colegas para tentar mudar algo que poderá ser mais divertido na próxima vez. Já imaginou conseguir reunir fotos, vídeos e textos de seus projetos todos organizados em um único local? Seria uma vitrine e tanto do seu trabalho não é? Mas além disso, facilitaria muito seu trabalho para que faça avaliações da jornada individual de cada criança. Na Eduqa.me essa tarefa é muito simples, com um clique você preserva uma foto, vídeo e também faz anotações individuais das crianças:

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A escrita é uma excelente forma de reflexão, seja para produzir o diário de práticas do professor ou auxiliar mais tarde o professor na hora de criar o portfólio de cada criança. Complementar os registros com fotos e vídeo é melhor ainda não é?

Para criar planejamentos, semanários, projetos e portfólios ainda mais legais, é preciso adicionar dois condimentos especiais: a criatividade e a tecnologia. 

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil. Visite nosso baú de atividades com mais de 5 mil atividades feitas por outros professores que estão no dia a dia da escola.

Reflita e Registre!

  •  As crianças praticam o respeito?
  • Quanto ao vídeo, achou que ajudou? Qual parte mais gostou?
  • A igualdade de gênero na sua sala de aula é algo que acontece?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Como nasce ou morre um sujeito transformador?
Práticas inovadoras/Práticas inovadoras
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Como nasce ou morre um sujeito transformador?

Ser otimista não é uma tarefa fácil em meio ao que vemos diariamente nas nossas Escolas e Salas de Aula como um todo.

A reclamação é sempre uma constante na vida de quem é professor. Seja pela desorganização em sala de aula, pelas brigas constantes entre alunos ou pelos ruídos na comunicação com a Direção pedagógica, pais e até mesmo colegas de profissão.

Teoricamente todos sabem; vivemos um momento de cólera na Educação e precisamos encontrar uma direção para caminhar reformulando a maneira como aprendemos e ensinamos nesse mundo doido e de constantes mudanças. É, parece mesmo que o futuro não é mais como antes.

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O que nós, professores,  queremos e podemos fazer para garantir um futuro melhor para nossos crianças?

Educar nossas crianças significa que se adequem ao mundo futuro ou a este mundo presente? Como podemos fazer isso se não sabemos o que esperar do amanhã?

Por que padronizamos nossas crianças se, mais tarde, no mercado de trabalho, procuramos pessoas que tenham um diferencial?

Essas são perguntas que devemos fazer todos os dias antes de propor alguma atividade e até mesmo quando acordamos e nos preparamos para entrar em sala de aula.

Cada dia é uma oportunidade para refletir, adaptar, criar e agir de maneira diferente com nossas crianças.

Podemos contribuir para desenhar um futuro desejado, cheio de cores, diversidade e pessoas que se conectam com seu verdadeiro elemento chave, isto é, ajudar no nascimento de um grande sujeito transformador. Ou, também, podemos ceifar a criatividade de nossas crianças colocando-as em caixas e perfis padronizados para que a aula corra como o planejado e as nossas Instituições tenham dados para apresentar e indicadores para seguir, não é mesmo?

Dessa maneira, aquela criança, que em potencial poderia mudar o mundo, passa a ser mais uma criança educada com notas e comportamentos padrões que sonha em entrar em uma Universidade pública para tentar uma carreira de sucesso e cair no mercado de trabalho em busca de, mais uma vez, uma oportunidade para fazer a diferença no mundo.

O curta-metragem “Alike”  explora de maneira super delicada essa questão: Para que educamos nossas crianças?

Como podemos nos comportar mediante um futuro tão incerto sem deixar nos influenciar pelo mundo dos prazos curtos e produções infinitas?

Ainda não temos todas essas respostas de maneira exata, mas o fato de nos questionarmos e nos incomodarmos como as coisas estão, indica que podemos sim fazer uma revolução.

“Alike” é um curta-metragem de animação dirigido por Daniel Martinez Lara & Rafa Cano Mendez

Sinopse: Em uma vida agitada, Copi é um pai tentando ensinar seu filho, Colar, um caminho certo para ter sucesso na vida. Mas … O que é certo?

Sugestão:

Esse curta pode ser usado na reunião pedagógica afim de fomentar discussões sobre qual educação queremos e pensar em algumas estratégias para desenvolver currículos e avaliações que buscam essa compreensão das necessidades e desafios que todos nós temos no mundo de hoje e ajudam a pensar sobre possíveis soluções inovadoras.

Registre!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar! Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto: Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

Dia internacional da pessoa com deficiência
Relatórios/Formação/Práticas inovadoras
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Dia internacional da pessoa com deficiência

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Todas as datas comemorativas existem para nos lembrar de algo importante, e o dia internacional da pessoa com deficiência, não poderia ser diferente.

O dia 03/12 foi a data escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1998, com o intuito de proporcionar a população maior conhecimento, compreensão e conscientização sobre o que é a deficiência, sua dignidade, direitos, deveres e bem-estar.

É só nos aproximarmos um pouco e saberemos que a vida das pessoas com deficiência, muitas vezes, torna-se difícil pela falta de informação da população em geral.

Com quantas pessoas com deficiência você estudou na sua escola? E no trabalho, com quantas se relacionou? No clube? Na vida?

A geração mais nova tem conseguido se relacionar com as pessoas com deficiência, entretanto, muitos sujeitos entre 35 e 40 anos não tiveram esta chance, já que na altura, a maior parte destas pessoas não saiam de casa.

Quantas coisas deixamos de aprender e de vivenciar por conta disso?

Infelizmente, muito do que não foi vivido, transformou-se e transforma-se em preconceito e outras barreiras atitudinais.

Esta data não pode passar despercebida, principalmente nas escolas, que são espaços da prática da cidadania e de compromisso com a informação, conhecimento e solidariedade.

dia da deficiencia fisica

Muitos pais ainda têm medo da convivência de seus filhos sem deficiência com crianças com deficiência, assim como muitos outros mitos. Por que não aproveitar esta grande oportunidade para falar de inclusão e dos benefícios da diversidade na sua escola?

Promova um debate sobre estes assuntos, faça uma dinâmica ou mesmo vá às ruas e diga às pessoas que a diferença é o que nos move.

Boaventura de Sousa Santos, sociólogo e prof. º na Universidade de Coimbra – Portugal diz que “temos o direito de ser iguais quando a diferença nos inferioriza; e temos o direito de ser diferentes quando a igualdade nos descaracteriza.”

Reflita, pense e mude!

Para quem se interessar pela proposta e quiser fazer uma dinâmica com os pais ou com os professores, deixarei uma dica muito interessante. Encontre mais dicas no livro “E agora? O que eu faço? Conversas sobre inclusão escolar. Luciana Fernandes Duque. São Paulo: LURA Editorial, 2015

Dinâmica dos rótulos

Assunto: preconceito, grupo, atitudes de julgamento sem conhecer o outro.

Materiais: fita adesiva e pedaços de papel escritos com rótulos e papéis sociais. Exemplo: Professor, Médico, Advogado, Deficiente, Autista, Pai, Mãe, Gordo, Negro, Inteligente, entre outros.

Participantes: indicado para turmas numerosas, podendo ser aplicada em grupos de no mínimo 10 pessoas.

Etapas:

a) O facilitador deve pedir para que o grupo faça um círculo.

b) Sem que as próprias pessoas vejam, os rótulos e papéis sociais devem ser colados nas costas de cada participante.

c) Feito isso, solicita-se que caminhem e formem grupos “escolhendo” quem fará parte do seu grupo e quem ficará de fora!

d) Incentive a escolha perguntando: “Quem está dentro? Quem faz parte?  Quem está fora?”

e) Após os grupos serem formados, revele o papel de cada um e perceba a reação das pessoas. Possivelmente nesta hora as pessoas que foram excluídas ou mesmo as muito disputadas, se surpreenderão com seus papéis.

f) Faça uma grande discussão e pergunte como aqueles que foram excluídos se sentiram? Solicite o depoimento das pessoas.

Gostou das ideias? Não esqueça de observar a atuação dos pequenos em sala.

Registre! Só assim é possível compreender quem precisa de mais estímulo e atenção e quem já está pronto para novos desafios.

Quer acompanhar dados da sua Escola?

eduqame

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.
Tudo em um único lugar!

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

Pra que serve a musicoterapia?
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Pra que serve a musicoterapia?

Que tal fazer uma viagem pelo fascinante mundo da música?

Musicoterapia

A musicoterapia é um trabalho desenvolvido por um profissional qualificado chamado musicoterapeuta, que utiliza a música e seus elementos para tratar problemas afetivos, sociais ou cognitivos, como por exemplo questões ligadas a comunicação, relacionamentos e a aprendizagem.

Leia mais Pratique Inteligência Socioemocional na Escola

Através da música é possível melhorar os sintomas de várias doenças e atualmente, pacientes com dor crônica e estresse pós-traumático tem sido muito beneficiados pelo tratamento com a musicoterapia.

Indicações

É indicado também para pessoas com problemas psiquiátricos e com algumas deficiências como a paralisia cerebral e o autismo.

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A metodologia de trabalho dos musicoterapeutas vai depender muito das condições dos “pacientes”, mas a atuação vai desde colocar a música ou tocar para que as pessoas ouçam até a participação ativa do paciente ao manusear os instrumentos e tocar do jeito que souber considerando posteriormente o ritmo, melodia e a harmonia.

Não é preciso saber tocar qualquer instrumento para participar da musicoterapia, já que o objetivo não é musical, mas sim, sentir a música, interpretá-la, dançar e cantar.

A musicoterapia ajuda a pessoa a promover a sua saúde através de experiências musicais e da relação que se constrói com o terapeuta para buscar a mudança de um comportamento, sintoma ou problema.

Na Escola

Na área da educação especial o musicoterapeuta tem muito campo de trabalho, e há uma variedade de benefícios comprovados como:

– A redução da ansiedade e do stress;

– Melhoria da atenção;

– Controle da impulsividade;

– Melhoria de competências cognitivas;

– Ampliação e aprimoramento da comunicação;

– Diminuição de comportamentos inadequados entre outros.

Visto tantos benefícios, por que não trazer a musicoterapia para a escola comum?

O educador é um profissional que pode trabalhar em parceria com o musicoterapeuta e provavelmente isso traria muitas melhorias para o desenvolvimento pessoal de cada criança, assim como para o próprio trabalho pedagógico do professor, ou seja, a música contagia positivamente, colabora nas questões com os problemas de aprendizado e relacionamentos, e trata de dificuldades que são tão comuns dentro da escola e fora dela.

musicoterapia

A sua escola desenvolve algum trabalho com a música? Você, professor, tem alguma experiência positiva nesta área para partilhar?

Vamos ampliar este diálogo!

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.