Atividade: Como eu me sinto quando…

Fonte: ArtLínguas

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Como eu me sinto quando…

Já mencionamos várias vezes aqui no #NaEscola a importância de os professores conhecerem intimamente seus alunos – não só em que etapa de aprendizado se encontram, mas suas vivências fora da escola, organizações familiares, situações sociais e emocionais.

Todos estes, afinal, são fatores que vão influenciar o desenvolvimento cognitivo das crianças.

Fonte: Google- Jornal Cotidiano

Como eu me senti quando…

  • Como eu me senti quando briguei com meu amigo;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como eu me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como eu me senti quando me senti quando fui elogiado.

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando as máscaras das emoções ( prontas, ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças sejam estimuladas a encenar “situações problemas” vivenciadas na escola, como as citadas no exemplo acima.

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações, pode fazer perguntas, por exemplo: “Como você está se sentindo?”, a fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de mediação de conflitos.

Leia mais em: Atividade: Máscara dos sentimentos

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções: sentiram-se confortáveis em falar sobre elas? Mostraram interesse e contaram histórias pessoais sobre o tema?
  • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Exponha as máscaras na escola ou na sala de aula, para que outras turmas, professores, e pais possam vê-las. Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância.

 

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– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil com apoio da UNIFESP

Atividade: Dramatização das Emoções

Fonte: Google

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Dramatização das Emoções

 

O psicodrama é uma técnica psicoterapêutica que visa propiciar uma ação dramática no indivíduo ou num grupo. Trabalha com as relações interpessoais e também com ideologias particulares. Jacob Levy Moreno (1889-1974) foi o psiquiatra romeno, responsável pelo desenvolvimento e criação desta técnica.

Utilizamos o Psicodrama Pedagógico para fixar e exemplificar o conhecimento (como é o caso da atividade dramatizando as emoções); para ajudar alunos ou grupos com problemas disciplinares; para desenvolver novos papéis; para aprofundar e voltar a um tema estudado; para sensibilizar grupos; prevenir situações de ansiedade; elaborar mudanças; avaliar o trabalho em equipe e outras.

O Psicodrama de uma forma geral, traz os conceitos de empatia, espontaneidade e criatividade e a capacidade de se colocar no lugar do outro. Esse conceito é algo que deve estar muito presente nas salas de aula e por isso a atividade dramatizando as emoções passa a ser extremamente significativo e benéfico para a aprendizagem.

Vamos lá?

Fonte: Creche Carmem

Objetivo

  • Criar personagens e/ou histórias, como meio de expressão das emoções.
  • Auxiliar as crianças a reconhecerem que as emoções pode variar de acordo com diferentes situações, bem como aprenderem a lidar com elas.
  • Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons;
  • Diferenciar fontes sonoras diversas.

Materiail

  • Imagens que expressem as emoções: alegria, tristeza, medo e raiva (podem usar também as peças criadas para o cartaz das emoções).
  • Massinhas/ pratos descartáveis/ cartolina/ EVAs/ palitos de sorvete/ bexigas/ papelão para elaborar máscaras de emoções.

Descrição

As crianças (individualmente ou em duplas) podem trabalhar com os materiais disponíveis para criar um personagem com expressões faciais que ela eleger.

Dica

Caso necessário, a professora pode expor as principais emoções na lousa, para que as crianças escolham quais querem usar em seus personagens.

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Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade.

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Atividade: cartaz das emoções

Fonte: Reab.me

Relatórios/Rotina pedagógica/Socioemocional
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Atividade: cartaz das emoções

O desenvolvimento emocional, principalmente nos primeiros anos de vida, contribui para a formação de uma pessoa com maior repertório sócio-emocional, mais apta a solucionar problemas e enfrentar os obstáculos da vida.

O cartaz das emoções promove um melhor desenvolvimento emocional da criança  e a relação com sua turma.

Fonte: Agência Alagoas

Objetivo

Ajudar as crianças a identificar a emoção no coletivo.

Material

Cartolinas, EVAs, papel cartão, quadro branco, quadro com velcro. Imagens das emoções conforme post anterior jogo das emoções.

Descrição

Montar um cartaz para que as crianças possam identificar qual a emoção está predominante no dia. A atividade pode ser realizada em diferentes momentos do dia. Por exemplo, pode ser um quadro (quadro branco ou quadro com velcro) que permite que cada uma das crianças coloque qual a emoção que melhor representa como estão se sentindo no início da aula. Ao final da aula pode-se realizar outra roda de conversa, para verificar se a emoção escolhida se manteve e predominou até o final.

Caso não seja possível realizar a atividade em dois momentos, vale escolher situações pontuais na rotina da sala, nas quais os alunos possam refletir como se sentem.

Registre!

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Atividade: Jogo das emoções
Atividades/Registros/Socioemocional
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Atividade: Jogo das emoções

Reconhecendo e lidando com as emoções

O desenvolvimento emocional, principalmente nos primeiros anos de vida, contribui para a formação de uma pessoa com maior repertório sócio-emocional, mais apta a solucionar problemas e enfrentar os obstáculos da vida. O jogo das emoções promove um melhor desenvolvimento emocional da criança e pode ser usado em diversas situações durante o período dentro e fora da escola.

O jogo das emoções

Fonte: EnsinoIP

Objetivo

Trabalhar com a identificação e reconhecimento de emoções em expressões faciais por meio do jogo da memória

Material

Imagens retiradas da internet, revistas ou fotos das próprias crianças que expressem as emoções de alegria, tristeza, medo e raiva.

Descrição da atividade

Comece apresentando todas as cartas e nomeando as emoções junto com os alunos, para garantir que compreenderam qual emoção está sendo representada na carta.

Após a apresentação, pedir ( em coro ou alternadamente) que identifiquem quais emoções estão sendo mostradas pela professora.

Usar a forma tradicional do jogo da memória em que a criança deve encontrar os pares.

Dica

Essas peças podem ser usadas para exemplificar como a criança está se sentindo no dia ou numa situação específica. Solicite que a criança escolha a carta que mais represente sua emoção e explique o por quê.

Exemplo de ilustrações das emoções

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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

Fonte: Parenting IK

Relatórios/Socioemocional
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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

No post anterior falamos sobre 5 dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil. Hoje vamos falar sobre o que NÃO fazer para detonar a autoestima das crianças.

Certos comportamentos minam a construção da autoestima infantil – e, portanto, devem ser evitados pelos pais e professores.

As atitudes moldam mais do que palavras então vamos ficar ligados em 4 atitudes comuns que minam a construção da autoestima da criança.

#1 Comparar a criança com irmãos ou colegas

Mesmo que a intenção seja boa, a comparação deve ser sempre com ela própria, com sua evolução. Criar paralelos do tipo “sua irmã já sabia fazer isso com a sua idade” gera pressão e disputas entre as crianças. Não crie expectativas além da capacidade de cada criança e entenda que seus ritmos são diferentes;

#2 Relembrar erros constantemente

Não use as falhas de seu aluno contra ele. Aponte os erros no momento em que ocorreram, mas, depois, permita que ele tente de novo sem pré-julgamentos. Assim, ele não se sente inseguro ou como se nunca pudesse acertar;

#3 Elogiar exageradamente ou fingir que a criança nunca erra

Ou a criança viverá em uma ilusão, acreditando que é mais especial que seus colegas e deve ser sempre agradada, ou ela perceberá a mentira (e, com isso, pode perder a confiança no adulto em questão);

#4 Ignorar pequenas conquistas

Comemore vitórias ao longo do caminho, ainda que não pareçam grande coisa. Não é preciso que a criança chegue sempre em primeiro lugar ou vença todos os jogos. Elogie quando ela aprender a amarrar os cadarços, cantar no palco com a turma, lembrar-se sozinha de fazer as tarefas de casa. Essas atitudes vão apoiar a criança a buscar sucessos maiores.

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5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

social momys

Registros/Socioemocional
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5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

A autoestima é um sentimento de importância com relação a si mesmo. Ela é afetada tanto por conquistas e fracassos pessoais quanto pelos relacionamentos que envolvem a pessoa desde a infância. É também a sensação de capacidade, a noção de que se é capaz de superar desafios – e de que seu valor não diminui diante de um resultado negativo, por exemplo.

Quem possui uma boa autoestima é mais confiante, consegue tomar decisões e resolver problemas mais facilmente e acredita que seus objetivos serão alcançados mesmo quando encontra obstáculos.

Por outro lado, a baixa autoestima pode gerar angústia, desânimo, dor ou vergonha – ela leva a criança ou adulto a se sentir desvalorizado. Um sinal comum é a comparação constante com os demais: as outras pessoas sempre são vistas como melhores, bem sucedidas, mais bonitas, mais inteligentes. Eventualmente, quem sofre com baixa autoestima pode não ter objetivos e se encontrar incapaz de atingir qualquer meta que se proponha.

Crianças com uma autoestima saudável são mais dispostas a enfrentar desafios – afinal, não se sentem diminuídas por um fracasso e se sentem compelidas a continuar tentando. Foto: Lands O Moms

Como cultivar a autoestima na Educação Infantil

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Há uma série de atitudes diárias que promovem a autoestima saudável entre as crianças. Elas devem ser praticadas tanto por pais quanto por professores.

#1 Estabelecer comunicação

Deixar a criança ter voz, opinar e ajudar na tomada de decisões gera confiança e mostra que ela é levada em conta;

#2 Não menosprezar preocupações

O que parece bobagem a um adulto pode ser um medo real da criança. Ouça suas preocupações e ajude a resolvê-las, não apenas descarte o assunto;

#3 Elogie e critique ações pontuais

Não se engane: crianças reconhecem elogios vazios. Quando for elogiar, seja específico, fale de seu esforço e dedicação, boa educação ou gentileza, por exemplo. O mesmo vale para críticas. Evite dirigir o comentário negativo à criança, e sim ao comportamento errado (a diferença entre “você precisa arrumar os brinquedos porque outros colegas vão usá-los também” e “você é muito bagunceiro, nunca me escuta” é a mesma entre “não gostei dessa atitude” e “não gosto de você”);

#4 Mostre as consequências de suas escolhas

É fundamental que as crianças entendam desde cedo que suas ações terão consequências boas ou ruins. Quando ela errar, deixe claro que terá chance de acertar na próxima oportunidade;

#5 Reserve um tempo para ela

Isso faz com que ela se sinta especial. Seja em casa ou na escola, tenha momentos em que ela é o foco, em que você não vai atender o celular ou desviar sua atenção;

Ajude a encontrar soluções – dessa forma, a criança se sente cada vez mais capaz de lidar com imprevistos. Não resolva por ela, oferecendo respostas prontas. Ao invés disso, proponha questões: o que você gostaria de fazer? Por que quer fazer isso? Como acha que pode fazer isso?

Deixe que elas ofereçam ajuda – assim, elas sentem que têm algo de positivo para oferecer ao mundo.

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A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOLIDARIEDADE ÀS CRIANÇAS

Fonte: blog oxfamintermon

Atividades/Rotina pedagógica/Socioemocional
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A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOLIDARIEDADE ÀS CRIANÇAS

Fonte: Google

Como você pode ver, no quadro acima, a palavra solidariedade tem vários significados. E em todos esses significados o grande conceito é o ato de ajuda ao próximo sem esperar algo em troca. Portanto, ser solidário é possuir empatia pelo sofrimento do outro.

Diante disso, a pergunta que fica é:

Qual a importância de ensinar solidariedade para seus filhos e alunos?

A visão tradicional da educação, em termos gerais, restringe-se a ensinar conteúdos objetivos direcionados a preparar crianças e jovens para exercerem alguma profissão, certo?

Certo. Mas, além disso, o entendimento de educação tem sido alterado com a mudança de hábitos da população, onde uma parcela considerável de pais tem terceirizado a educação somente para as escolas e é aqui que começamos a ter um gargalo na demandas que recebemos dos pais e das Escolas.

Todo educador sabe que a educação vai muito além de matérias e conteúdos objetivos definidos pelo MEC; como matemática, português ou história. Quando abordamos o tema “Educação”, precisamos entender que educar é transmitir valores e conhecimentos, objetivos e subjetivos, não é mesmo?

Valores subjetivos

No contexto em que vivemos, onde as inovações transformam a maneira como nos relacionamos, como trabalhamos e como lidamos com as constantes e abruptas mudanças de paradigmas, o ato de educar ganha proporções ainda maiores e esse valores subjetivos também.
Educar é, acima de tudo, ajudar um ser humano a ser capaz de tornar o mundo um lugar melhor, que possa compreender a inteligência emocional e consiga relacionar com o ecossistema em que ele está inserido, respeitando todas as formas de vida existentes.

Que compreendendo as suas emoções e necessidades possa, também, compreender a inteligência estratégica e executora, para ser capaz de reaprender conceitos, agir para alcançar objetivos e contribuir para transformar o estado do mundo.

E isso nada mais é que o conceito que vimos ali em cima. Isso é solidariedade pura, gente! E é por isso que é tão importante praticar e ensinar a solidariedade para seus alunos e filhos, a criança aprende a relacionar-se com o mundo reforçando valores como respeito, amor, responsabilidade, compaixão, valores esses indispensáveis para a construção do caráter e para um cidadão consciente.

Solidariedade na Prática

Uma prática interessante para ensinar solidariedade é conectar as crianças, o mais cedo possível, com o trabalho de ONGS de causas diversas.

Educar crianças estimulando-as a interagirem com animais abandonados, com outras crianças com alguma deficiência ou limitação, por exemplo, amplia o universo a ser conhecido e absorvido pelas crianças, bem como sua capacidade de assimilar diferenças e potencializar sua afetividade.

Fonte: R7

A evolução das gerações tem soprado que as futuras gerações serão de uma sensibilidade completamente superior que a geração X, por exemplo. Esse jovens, chamados de Millenials já são uma geração mais abertas às novidades, sem um sentimento grande de posse e que se permitem errar mais e, consequentemente,errando mais aprendem muito mais.

Outro ponto bem interessante é que há muito mais descolamento (desassociação) das gerações anteriores e, justamente por isso, vivemos um momento de maior transformação em várias áreas da sociedade, como a política e até mesmo a relação e concepção do emprego.

Cito como exemplo o empreendedorismo. Ele é muito mais discutido e incentivado do que em gerações anteriores – o empreendedorismo social – aparece como um expoente, transformando a forma como negócios se relacionam com a sociedade, dando surgimento a empresas comprometidas em cuidar do mundo.

Desafio

Quanto maior a transformação, maior a responsabilidade. Com tanta tecnologia, tanta informação e tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo o que falta mesmo é aprofundar as relações.Um dos grandes desafios das próximas gerações será manter interações reais e significativas que vão nutrindo, no cotidiano das pessoas, os valores que foram ensinados em sua infância. Isso porque caminhamos para um mundo cada vez mais digital e menos físico, onde as relações podem tornar-se cada vez mais superficiais.

E é por essas e outras que ensinar a solidariedade às crianças acaba sendo uma “matéria”obrigatória.

Afinal de contas, ensinar solidariedade para as crianças é garantir que iremos nutri-las com experiências benéficas e profundas para que elas possam levar consigo valores importantes por todo seu crescimento e evolução.

Gostou? Não tem como não gostar, não é mesmo? Aproveita para entrar na Eduqa.me e criar materiais que podem ser compartilhados com outros professores de todo o Brasil.

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Texto co-criado com Lucas Borges, fundador da Risü, plataforma que disponibiliza cupom de desconto de mais de  300 lojas online e transforma compras em doação para ongs. É consultor de inovação e empreendedorismo social. Eleito como Jovem Empreendedor Social do Ano, em 2016 pelo Prêmio Laureate e pela International Youth Foundation. É membro Global Shapers, uma  iniciativa do World Economic Forum.

 
 
E o que é ser criança hoje?
Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Socioemocional/Registros/Identidade e autonomia
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E o que é ser criança hoje?

É senso comum ouvirmos dizer que as crianças de hoje são muito diferentes do crianças do passado.
Por que será que ouvimos e falamos tanto essa frase? O que será que mudou tanto o nosso conceito sobre a infância e a escola? Bom, não sei apontar exatamente o que mudou mais com toda certeza está tudo bem diferente.

Você concorda?

Nos dias de hoje, faz parte do “sentimento de infância”, ou seja, das peculiaridades dessa etapa do desenvolvimento, a busca pelo novo, pela exploração, pelo lúdico, pela alegria, pelo afeto e pela investigação.
Entendemos que todas essas são características do universo da infância nos dias de hoje. Mas, vale ressaltar ainda a importância de considerar que diferentes contextos sócio-culturais terão forte impacto na maneira como tais peculiaridades se apresentarão.
Por exemplo, o modo de ser de uma criança moradora de uma grande cidade como São Paulo ou Recife será diferente de uma criança que nasceu e cresceu em um vilarejo no interior de Pernambuco.

A concepção sócio-histórica de desenvolvimento

Isso acontece porque as relações que ela estabelecerá, os aparatos culturais que farão parte da sua vida, os valores de sua comunidade, dentre outras coisas, serão diferentes e é na relação com tais aspectos que se dará o desenvolvimento da criança, de seus hábitos, crenças, valores e visão de mundo. É o que chamamos de concepção sócio-histórica de desenvolvimento.
Ou seja, a criança, ao mesmo tempo apresenta características comuns a outras crianças (o sentimento de infância falado acima), mas também se constitui como um ser único.
Quando vemos a criança como um ser único, somos convidados a olhar também para as muitas infâncias que temos hoje e, assim, saímos da busca da uniformidade e homogeneização e passamos a considerar e valorizar as singularidades, diversidades e heterogeneidade.
Outra característica importante da criança de hoje é o seu caráter de protagonismo. Já não são vistas como seres passivos. Pelo contrário, são concebidas como atores sociais, protagonistas de seus processos de desenvolvimento e socialização.
Portanto, conhecer a criança implica em escutá-la, enxergá-la em suas particularidades, desenvolver um olhar atento e sensível tanto para o que ela pode estar dizendo com sua voz e suas ações,como também para o seu contexto sociocultural, alem de concebê-la como produto da sua cultura mas também como produtora dessa mesma cultura.
Ainda considerando algumas características importantes da criança de hoje, destacamos ser esta um “sujeito de direitos”. E o que significa isso?

Sujeitos de Direitos

Conceber as crianças e adolescentes como sujeitos de direitos significa entendê-las como seres especiais por estarem em desenvolvimento e, para garantir um desenvolvimento saudável, precisam ter alguns direitos garantidos pelo Estado, pela sociedade e pela família. Nessa direção, destacamos o
art. 227, da Constituição Federal que diz:
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.”
Nesse sentido, cabe ao Estado construir e promover políticas públicas que possam contribuir para garantir um desenvolvimento infantil pleno e saudável. Cabe ao Estado, à sociedade e à família promover os direitos garantidos constitucionalmente e, em decorrência, a proteção integral concebida como prioridade. Assim, nas últimas décadas, essa passou também a ser uma importante característica da criança de hoje, são sujeitos de direitos.

Considerando agora o universo escolar, de modo compatível com essa concepção, de acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (Brasília, 1998), “as crianças possuem uma natureza singular, que as caracterizam como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio”.

Sendo assim, um dos grandes desafios dos profissionais que atuam na Educação Infantil consiste em lidar com as crianças considerando suas particularidades e realidades sócio-culturais, considerando o jeito particular da criança de ser e de estar no mundo.

A expectativa

Ao questionarmos a maioria das pessoas (sejam profissionais ou não) sobre a primeira infância, ainda é possível notar que são priorizados aspectos que giram em torno do que esta criança vai “vir a ser” no futuro. Por mais que se pretenda pensar na criança como um sujeito ativo e produtor de culturas, grande prioridade é dada ao preparo do que se almeja dela para o futuro.
Tal anseio é natural, mas não deve prejudicar o reconhecimento das demandas e necessidades da criança no presente. Inclusive, com base nas pesquisas das Neurociências, hoje sabemos que muito desse “futuro” será determinado por um bom desenvolvimento dessa criança no presente.
No entanto, ainda é muito comum a preocupação dos pais para que a criança aprenda logo a ler, que fale logo mais de um idioma, que tenha bom desempenho em esportes, etc pois isso “garantirá” um bom futuro.
Isso não é verdade. Tantos estímulos podem, inclusive, ser um estressor e atrapalhar o desenvolvimento infantil, ao mesmo tempo que também pode fazer com que a criança pule etapas do desenvolvimento necessárias para uma aquisição posterior.
Disto é que surgem as problematizações sobre a concepção da infância na atualidade: a criança já é no presente ou será somente no futuro?
Deve ser considerada no presente ou deve ser vista somente como virá a ser no futuro?
Já sabemos essa resposta, não é? É apenas se desenvolvendo bem no presente que a criança poderá vir a ter um bom futuro.
Ou seja, ao valorizar de forma enviesada o que ela virá a ser no futuro, corremos o risco de deixar de investir na criança do presente, atribuindo a ela funções pouco adequadas a sua fase do desenvolvimento, Isto ocorre quando são priorizadas múltiplas formações acadêmicas que são supervalorizadas como maneiras de prepará-la para o futuro na sociedade. Priorizar atividades inadequadas pode, em muitos casos, gerar uma supercarga de atribuições à criança e ser pouco eficaz para sua fase do desenvolvimento.
Além disto, tais medidas acabam substituindo atividades essenciais para este período e em algumas circunstâncias, reduzem drasticamente o prazer da infância e o tempo para o brincar.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais. Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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DANÇOTERAPIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Fonte: A crítica

Atividades/Movimento/Semanários/Desenvolvimento cognitivo/Socioemocional
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DANÇOTERAPIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Se tem uma coisa que aprendi a observar nos últimos anos é a maneira como as pessoas se movem. E isso aconteceu a partir da minha evolução nos estudos de psicologia, educação, pedagogia, literatura e todas as demais leituras sobre autoconhecimento.

O que acontece é simples: o nosso corpo reage às nossas emoções e pensamentos!

Isso mesmo. A nossa mente produz todos os dias cerca de milhares de pensamentos diferentes e esses pensamentos estão carregados de emoções e sensações.

Agora vamos pensar sobre isso na Educação Infantil. Bom, é na Educação Infantil que as crianças estão aprendendo a se movimentar e a sentir, certo? Então imagina como entender essa combinação pode ser potente na hora de ajudar a criança a entender e expressar suas emoções.

Mas peraí, agora fiquei na dúvida…emoções ou sentimentos?

Qual a diferença entre emoção e sentimento?

Fonte: Google

Para tudo!

Escrevendo esse texto realmente fiquei na dúvida sobre qual palavra escolher. Então abri uma aba rapidinho e googlei as palavras. A diferença tá aqui ó:

Emoção é uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação. A palavra deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa ‘fora’ e movere significa ‘movimento’.

Sentimento e a ação de sentir, de perceber através dos sentidos, de ser sensível. Capacidade de se deixar impressionar, de se comover; emoção. Expressão de afeição, de amizade, de amor, de carinho, de admiração.

Trocando em miúdos a emoção, geralmente, é desencadeada por algum pensamento, já o sentimento é o resultado do entendimento que fazemos dessa emoção.

Durante os últimos anos a Educação tem passado por um processo de transformação e um dos temas que todas as Escolas, pais e professores tem colocado bastante ênfase é a Educação emocional. Ora, educando as emoções e os sentimentos das crianças é muito provável que essas crianças terão êxito nas suas vidas pessoais e consequentemente oportunidades e sucesso em suas vidas profissionais.

Você ja ouviu falar de dançoterapia?

Agora vem aquela perguntinha clássica: como ajudar meu aluno a lidar com as suas emoções e sentimentos?

Fiquei intrigada com o assunto e fui entender sobre o que as Escolas tem feito para explorar corpo e mente. E foi então que descobri a Dançoterapia.

Dançaterapia é uma disciplina pedagógico-terapêutica relacionada ao movimento corporal da dança. É uma técnica que une dois campos: a dança e a psicologia.

Dançarino, coreógrafo, considerado como o maior teórico da dança do século XX e como o “pai da dança-teatro”

Nessa área destaca-se Rudolf Laban, um coreográfo que nasceu em 79 em Bratislava Hungria, e morreu em 1958.

Laban desenvolveu uma forma de Dança expressiva, tendo por principal objectivo a expressão das emoções. Ele foi um grande impulsionador do chamado movimento criativo em que o ser pode expressar na dança o que quiser sem nenhuma regra pré- estabelecida.

Sistema de análise, categorização  e notação de movimento

O sistema permite o acesso a uma linguagem  que é descrita pelos movimentos das pessoas. Esse sistema de análise e notação de movimentos baseado em quatro fatores: espaço, peso, tempo e fluxo  e também observa quais são as partes do corpo do indivíduo que move e se pergunta:

Quando se move?

Onde se move?

Como se move?

A metodologia e o seu estudos sobre o corpo tem nos ajudado a nos perceber e perceber o outro através do movimento nos mais variados setores das nossas vidas: artes, educação, psicologia, etc.

Para Laban, existe uma relação muito próxima entre corpo e mente e a forma como nos movimentamos reflete a nossa personalidade.

4 Elementos fundamentais

Fonte: Google

Para que possamos ter uma imagem visual do movimento:

Corpo: como este se organiza, suas conexões e isolamentos ou fragmentações, seus esquemas motores, seus gestos e posturas.
Esforço: enfatiza as qualidades do movimento, o ritmo dinâmico, a motivação interna/externa que aparece na escolha do movimento. Nesta categoria experimenta-se e reflete-se sobre “como” o indivíduo se move em relação a 4 fatores básicos: fluxo, peso, tempo e espaço, isoladamente e em suas múltiplas combinações.
Forma: refere-se ao corpo em suas dimensões plásticas: suas mudanças de volume, o contínuo processo de aparecimento e desaparecimento de novas formas e como este se adapta às suas necessidades internas e externas.
Espaço: situa a pessoa no mundo relacional. Esta categoria inclui explorações da esfera pessoal de movimento, explorações das tensões dimensionais, planares, diagonais ou transversas e das formas cristalinas representativas dessas articulações espaciais.

Estamos ensinando dança ou ensinando pessoas?


Esse vídeo é uma parte do Documentário sobre Rudolf Laban. O Documentário foi realizado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação — FDE.

Para Laban,  o papel da educação é ensinar pessoas , é ajudar o ser humano, por meio da dança, a achar uma relação corporal com a totalidade da existência.

O professor deve encontrar sua própria maneira de estimular os movimentos e, posteriormente, a dança (Laban 1990)

O corpo descreve como e que aspectos do corpo (como por exemplo que partes do corpo são usadas e trabalham em conjunto ou separadamente) são usadas para executar as acções, as posturas, os gestos, ou a sequência de movimentos. Podemos observar e concluir que a gente se movimenta para satisfazer alguma necessidade, retirar prazer e satisfação de algum desejo ou algo que tenha representatividade para gente. O corpo quando dança fala sem usar palavras.

A Dança na escola contempla uma nova proposta de ensino que explora o O papel do corpo e do movimento na Educação Infantil. Diferentemente das técnicas tradicionais e passos marcados e firmes e moldados esteticamente a dança proporcionar ao aluno um contato mais íntimo e efetivo com seus sentimentos, mais ainda… a possibilidade de se expressar criativamente através do movimento.

Essa proposta se resume na busca de uma prática pedagógica mais coerente com a realidade escolar e da personalização do ensino.

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Referências:

LABAN, R. Dança Educativa Moderna São Paulo: Ícone, 1990.

LABAN, Rudolf. “Domínio do Movimento.” São Paulo: Summus Editorial, 1978.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

 

 

 

Inteligência Emocional na Escola

Fonte: Escola da inteligencia

Semanários/Práticas inovadoras/Socioemocional
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Inteligência Emocional na Escola

Não sei você, mas sempre que vejo uma situação caótica em sala de aula me pergunto o que ocasionou esse momento de ebulição.

Por que alguns alunos são mais compreensivos que outros? Por que alguns professores tem maior domínio da classe que outros? Por que o diálogo com o Diretor as vezes é tão difícil? Por que é tão divertido fazer planejamento com a professora do Maternal II?

Inteligência Emocional

Fonte: Google

A inteligência emocional é um conceito da psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. O modo como nós, professores e adultos, gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos pequenos é o que vai predeterminar como nos comunicamos e como definimos o sucesso e qualidade de vida dentro e fora da sala de aula.

“Todo aprendizado tem uma base emocional”. Platão.

Platão com suas sábias palavras nos faz refletir que o modo como interagimos com as nossas emoções e os nosso pensamentos vai influenciar diretamente no processo ensino-aprendizagem e como trabalhamos o como trabalhar o afeto na educação infantil.
Isso mesmo! Platão, Paulo Freire e vários outros tantos pensadores pregam o incansável culto a inteligência emocional e não é nada a toa. Afinal de contas são as emoções movem o mundo.
Já parou pra pensar que não existe um só momento em nosso dia que deixamos de sentir?
Claro que as vezes, muitas vezes,  fica difícil identificar qual é o sentimento que tá ali pulsando naquele momento, mas sabemos que ele existe e está ali e, e o mais importante de tudo: nos faz SENTIR!

Identificando as emoções

Fonte: Google

Quando pergunto para algum professor como ele se sente as respostas geralmente são vagas ou apenas indicam que estão bem ou estão mal.
E aí eu fico pensando com meus botões, meus botões de carne e osso… “Há tantos sentimentos por aí, não é verdade? Por que não exploramos outros?”
Parece algo muito simples, mas precisa ser praticado para fazer sentido.
Veja os 4 passos:
#1 Identifique o sentimento.
Pergunte: Como estou me sentindo?Alegre? Frustrado? Confuso? Ansioso?
#2 Reconheça o sentimento e se permita sentir.
#3 Identifique o que provocou esse sentimento. “De onde essa necessidade surgiu?#4 Aprenda a lidar com suas as emoções.

O Atlas das Emoções

O Atlas das Emoções é um projeto encomendado pelo líder budista, Dalai lama ao psicólogo americano Ekman.  Baseado em várias pesquisas, Ekman concluiu que existe cinco amplas categorias de emoções – raiva, medo, nojo, tristeza e alegria e que cada um dessas categorias tem subdivisões e são disparadas por alguns gatilhos.

Mapa das Emoções - Divulgação

Mapa das Emoções (Divulgação).

Clique na Imagem para ver o mapa. Caso queira traduzir do inglês para o português você pode clicar no botão Traduzir no canto superior da página no seu navegador Google ou Digitar Atlas das emoções no Google e quando aparecer na busca clique em Traduzir antes de direcionar para a página.

Refletir para Educar

No mundo cada vez mais tecnológico, as habilidades socioemocionais tornam-se cada vez mais imprescindíveis nas nossas vidas e nas Escolas.
No vídeo abaixo há o resumo do livro Inteligência Emocional do autor Daniel Goleman.

Desenvolver as habilidades socioemocionais em nossas salas de aula permite que as crianças reconheçam suas próprias emoções e a maneira mais adequada de lidar com elas.
Consequentemente a criança se concentra mais no aprendizado, se interessa mais pelas brincadeiras e interage melhor com seus colegas em classe e com as pessoas que circundam sua vida.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.