Atividade: Circuito Motor Bambolê

Fonte: ideia criativa

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Atividade: Circuito Motor Bambolê

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Bambolê, canos de PVC, barbantes e cordas. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Dispor os bambolês no chão conforme o circuito escolhido. Solicitar que a criança caminhe entre eles, sobre eles ou dentro do bambolê.

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Aprenda a fazer sua Massinha de Modelar

Fonte: Alto astral

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Aprenda a fazer sua Massinha de Modelar

Disponível em: https://www.omo.com/br/se-sujar-faz-bem/arte-artesanato/massa-de-modelar-aprenda-a-fazer-a-sua-massinha-em-casa.html

Materiais:

  • 1 xícara de sal
  • 4 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara e meia de água
  • 3 colheres de sopa de óleo
  • Corante alimentício

Como preparar a massinha para modelar:

A receita de massa de modelar é muito fácil e legal de fazer. Em uma vasilha grande misture a farinha e o sal em seguida adicione a água e o óleo. Misture até que todo o conteúdo forme uma massa homogênea. Se ficar muito mole você pode adicionar mais farinha, e se ainda estiver seca e quebradiça adicione mais água. O último ingrediente é o corante, você pode usar um corante natural como o colorau. A quantidade de colorau que você colocar é que vai dar o tom mais avermelhado ou mais alaranjado da massinha. Você pode fazer uma massinha branca sem adicionar nenhum corante.

Você também pode fazer massinhas roxas e vermelhas utilizando sucos em pó de uva e frutas vermelhas.

O bom é que todas essas receitas são comestíveis, então você não precisa se preocupar se a criança colocar a massinha na boca ou até mesmo engolir uns pedacinhos. Se você usar suco em pó ou corantes alimentícios de outras cores certifique-se de que o seu filho não tem alergia a alguns destes corantes. Depois de feita, a massa de modelar pode ser conservada na geladeira em um pote fechado durante muito tempo. Outra vantagem da massa de modelar caseira é que ela não adere à mão e tem um cheiro agradável. Caso seu filho já seja maiorzinho e já tenha passado da fase de colocar todos os objetos na boca, vocês podem explorar juntos a composição da massa de modelar adicionando novos ingredientes a receita que farão uma massinha toda especial.

Você pode colocar glitter na mistura, essências para dar um novo cheirinho, e até mesmo cremes corporais que são cheirosos e darão uma nova textura para a mistura.

 

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Atividade: Passeio Sonoro

Fonte: Prefeitura Rio das Ostras

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Atividade: Passeio Sonoro

Esta atividade é baseada nas atividades desenvolvidas pela professora Mariana Damasceno, EMEI Profa Sylvia Varoni de Castro.

Objetivo

  • Explorar os diferentes tipos de sons e suas intensidades;
  • Favorecer a criatividade e atenção.

Habilidades a serem estimuladas

  • Percepção e compreensão auditiva (exploração das características dos sonos);
  • Atenção.

Descrição da Atividade

Passear pelos ambientes da escola em silêncio para perceber quais são sons que fazem parte daquele ambiente, depois em sala listar o que os alunos ouviram. Classificar com eles quais sons são agradáveis e quais sons são desagradáveis.

Possíveis Ambientes a Serem Visitados

  • Refeitório;
  • Sala de aula;
  • Quadra;
  • Jardim;
  • Corredores;
  • Parques.

Registre

Orientar seus registros desde o início do ano para realizar uma avaliação de qualidade! Na hora do registro reflita:

    • Compare momentos: atividades, citações, fotos e vídeos.
    • Quais são os registros que realmente mostram a evolução das crianças?
    • Crie uma linha do tempo para visualizar o desenvolvimento e facilitar na criação dos seus portfólios.

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Atividade: Lidando com a Raiva

Fonte: Tribuna FT

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Lidando com a Raiva

Sentir raiva não é errado.

Desde crianças somos ensinadas que a raiva é uma emoção negativa, feia e típica de pessoas mal-educadas.  E muitas vezes a criança sente raiva e não sabe lidar com esse sentimento, pois ela acredita que se demonstrar irritação e raiva, ninguém vai gostar dela.

O problema não é sentir raiva, mas sim não saber lidar com ela.

Por isso preparamos uma atividade bem legal para você ensinar seus alunos a lidar com esse sentimento tão explosivo e impulsivo.

Objetivo

  • Promover a regulação do comportamento em situações conflitantes.

Descrição da Atividade

Quando estiverem chateadas ou nervosas as crianças podem ser estimuladas a utilizarem a atividade “amigos da respiração”.

Uma outra opção, é a criança se imaginar como sendo um bichinho, por exemplo uma tartaruga, que entra e sai do seu casco. Desta forma, diante de uma “situação-problema” sugerimos que eles parem, cruzem os braços sobre o peito, respirem fundo e deem um nome às suas emoções. É uma maneira de auxiliar as crianças e não agirem por impulso quando estão nervosas e também aprenderem a identificar e nomear as emoções.

Registre!

Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com a raiva.

  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças brincando e imitando – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Semáforo dos combinados

Fonte: Google

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Atividade: Semáforo dos combinados

Baseado em o guia prático para professores de Educação Infantil.

Material

cartolina, canetas hidrocor, tinta ou giz de cera nas cores vermelha e verde.

Faixa Etária

4 a 5 anos

Descrição

Com os alunos sentados em roda, cada um é orientado a falar o que acha que deve ser permitido ou não na escola, enquanto a professora faz o papel de mediadora da discussão.

Após a conversa, a professora desenha um semáforo na cartolina, acrescentando:

No sinal verde: o que é permitido.

No sinal vermelho: o que é proibido.

Depois disso, o cartaz deve ser preso na parede da sala para que todos vejam no dia- a-dia.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o semnáforo?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Consciência de Sílaba: O chapéu de Três Pontas

Fonte: Pinterest

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Consciência de Sílaba: O chapéu de Três Pontas

Essa atividade “O Chapéu de 3 pontas” é baseado em Almeida& Duarte, 2003.

Essa é uma atividade que vai contribuir para o desenvolvimento da consciência silábica da criança, naturalmente, irá repercutir no aprendizado da leitura e da escrita.

Existem muitas maneiras de estimular a consciência fonológica, porém, quanto mais lúdico o processo, mais satisfatório é o resultado.

Material

  • Música folclórica: O chapéu de 3 pontas.

Descrição da Atividade

  1. Cantar a música:

    O meu chapéu tem três pontas

    Tem três pontas o meu chapéu

    Se não tivesse três pontas

    Não seria o meu chapéu.

    Falar a música em um tom único tom sem entonação, separando as partes da palavra.

    CHA-PÉU-DE-TRÊS-PON-TAS

  2. Bater palmas a cada parte das palavras da música. Utilize a música na forma falada.
  3. Dizer de quantas partes são formadas as palavras.

PON-TAS=2 /TI-VES-SE=3/CHA-PEU=2/MEU= 1 

Variações

O uso de apoio visual pode auxiliar muito as crianças que estão começando a compreender o conceito de sílaba, ou seja, desenhar um círculo que represente cada pedaço a palavra facilita seu aprendizado. O círculo pode ser substituído por lápis ou mesmo pelos dedos da mão, tornando mais concreto um conceito abstrato, especialmente quando elas devem contar quantas sílabas há na palavra.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As crianças conseguiram entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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5 Dicas Para Lidar com a Birra

Fonte: Google

Relatórios/Socioemocional
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5 Dicas Para Lidar com a Birra

Objetivos

  • Compreender o comportamento de birra.
  • Orientar o professor de como lidar com o comportamento de birra em sala de aula.

Birra

O comportamento de birra, essa reação de choro, grito, que a criança faz quando não tem o que quer, tem um início muito cedo em sua vida e faz parte do seu desenvolvimento emocional, tendo um papel na formação de sua identidade e vontade própria.

Porém, para que a birra exerça a sua função no desenvolvimento dos pequenos de forma positiva, é necessário que ela receba o tratamento adequado. Como a criança de até 5 anos ainda não desenvolveu a capacidade de saber esperar e nem noção de tempo, ela enfrenta uma angústia muito grande quando não tem o que quer na hora que quer e isso acontece todas as vezes quando ela se depara com frustrações que podem ser decorrentes de sua limitação ou dos “nãos” dos  adultos.

Para lidar com a birra de forma a transformá-la num aprendizado, evitando que ela se torne uma reação costumeira e um futuro problema de comportamento difícil de se resolver, aqui vão algumas dicas essenciais.

# Dica 1: Mantenha a tranquilidade e o equilíbrio

Respire fundo e espere que a criança se acalme. Se for necessário, leve-a a um outro local explicando que vai fazer isso para que ela possa se acalmar. Caso a criança se debata ou tenha atitudes agressivas ou autolesivas, ajude-a a conter-se, pode pegá-la no colo e peça ,com calma, para ela se tranquilizar. Quando isso acontecer, elogie-a por ter conseguido e converse amigavelmente com ela, dizendo algo como:

“Que bom que você conseguiu se acalmar, agora podemos pensar melhor em como resolver essa situação”.

É importante que ela entenda que é amada, mas que esse comportamento não é aceitável. Se estiver difícil ela conseguir se acalmar, chame-a para auxiliá-lo em alguma outra atividade, assim você poderá fazer com que ela desvie a atenção da birra.

# Dica 2 : Dialogue

Depois que birra passar, você pode conversar com a criança, fazendo-lhe perguntas simples do tipo: “o que aconteceu?”, “por que você agiu assim?”. Escutando as respostas você irá entender se aquele comportamento e normal ou exagerado.

#Dica 3: Faça combinados

Faça combinados com a criança. Esta é uma boa estratégia para evitar que ela tenha este mesmo comportamento novamente. Por exemplo, se a criança fez birra porque não quer ajuda a guardar os brinquedos, você pode tentar negociar com ela da seguinte forma: “Tudo bem não guardar agora, mas que tal você guardar na hora de ir para o parquinho?”

É importante elucidar as consequências dos não cumprimento das regras e fornecer alguma recompensa se ela for cumprida (abraço, elogio, cartão com um desenho carinhoso feito por você, etc), caso contrário, o esforço não terá sentido para a criança.

# Dica 4: Explique

Quando a criança fizer algum tipo de birra inegociável, chame-a para uma conversa em que você explique que isso não é admitido e porquê, depois realize com ela a atividade do teatro das emoções.

# Dica 5: Elogie

Nunca esqueça de elogiar  a criança sempre que ela cumprir algum combinado ou seguir as regras!

Registre!

  • Você soube lidar com as crianças birrentas?
  • Quais foram os principais motivos das birras?
  • Quanto a entender a birra, funcionou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

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Atividade: para Promover Competências Sociais e Emocionais

Fonte: 9monete

Relatórios/Socioemocional
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Atividade: para Promover Competências Sociais e Emocionais

Objetivo

Desenvolver as habilidades sociais por meio de leitura, livros, jogos e tarefas. Medicação de comportamentos difíceis.

Habilidade a ser Estimulada

  • Habilidades sociais;
  • Competências emocionais;
  • Resolução de problemas e tomadas de decisões.

Material

Livros diversos que podem ser anotados:

Reizinho mandão, de Ruth Rocha.

Palavrinhas mágicas, da cantora Eliana.

Faixa Etária

a partir de 4 anos.

Descrição

A atividade começa com a leitura de história para as crianças. Após a leitura, forma-se uma roda de conversa, onde são trazidas algumas “situações problemas” do livro para serem discutidas em grupo. Depois se distribui uma placa de palavrinha mágica para cada aluno e, um por vez, deve falar, em que situação deve utilizar a palavrinha mágica que ele pegou. Para finalizar pode ser cantada a música palavrinha mágica.

Exemplos de placa:

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o conceito da palavrinha mágica?
  • Quanto a seguir as placas, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

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Você sabe o que PRAXIA?

Fonte: Noticias Bol

Relatórios/Rotina pedagógica/Movimento
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Você sabe o que PRAXIA?

O desenvolvimento da criança é acompanhado pelo aumento e aprimoramento das formas de comunicação, que não são apenas verbais, mas também gestuais e pelo uso de objetos, os quais requerem habilidades motoras e a organização dos movimentos, orientados para uma finalidade. Durante muito tempo, os termos motricidade fina, grossa e global foram usados para se referir a habilidades que são muito mais amplas que isso. Hoje a neurociência específica que a execução dos atos motores intencionados portanto, dos atos voluntários coordenados e orientados conforme uma intenção específica é denominada PRAXIA.

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

No período pré-escolar a criança tem uma grande evolução nas suas habilidades práxicas. Torna-se hábil na coordenação dos movimentos como lançar e agarrar uma bola, e também na execução dos gestos relacionados às sus atividades de vida diária, como se vestir ou comer sozinha. Está relacionado ao desenvolvimento do esquema corporal. A criança, quando tem alguma alteração do desenvolvimento, que em geral é de ordem neurológica, pode apresentar diversas alterações que podem prejudicar a aquisição de habilidades, inclusive de escrita. 

Entenda os 3 tipos de praxia:

#1 Praxia Ideomotora

“Refere-se à atividade gestual em um contexto de comunicação. Envolve, assim, gestos simbólicos como dar tchau, mandar um beijo, imitar gestos ou fazer mímicas. Por isso, incentivar a criança pequena a realizar estes gestos ou mímicas auxilia no desenvolvimento desta habilidade, que é relevante para a aquisição de outras habilidades motoras.”

 

 

# 2 Praxia Ideatória

Com o desenvolvimento da praxia ideomotora, a criança passa, então, a fazer uso de objetos como, por exemplo, encher o copo com água, abotoar a roupa e se pentear. A praxia ideatória exige, assim, não apenas a coordenação, mas sobretudo, a capacidade de realizar um movimento que tem uma sequência, uma finalidade, o qual obedece a ordem necessária, com harmonia, precisão e eficiência. Por isso, é importante incentivar a criança a realizar atividades como tomar banho (nas crianças pequenas sob supervisão), se vestir, usar talheres, etc.

# 3 Praxia Construtiva

Reflete a capacidade de percepção visual adequada para uma ação apropriada, implicando na habilidade de reproduzir ou construir figuras, desenhando ou montando-as. O desenvolvimento da praxia construtiva tem grande importância na habilidade que requer o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comum para a criança. Esta habilidade envolve a síntese visual (discriminação dos detalhes ou das partes que constituem o todo0, a elaboração de uma representação mental (integração do objeto em algo unificado que pode ter um significado) e a reprodução (execução que demanda um planejamento e o controle dos atos motores). Assim, tem grande importância nas habilidades que requerem o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comuns para a criança.

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

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Atividade: Pulsação do coração
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Atividade: Pulsação do coração

Esta atividade, em específico, além de estimular a capacidade de atenção também estimula a flexibilidade (capacidade de mudar o foco).

Descrição da Atividade

Ao som de uma música animada, peça para as crianças pularem, correrem e dançarem livremente, durante um minuto. Ao final, peça para se sentarem e colocarem suas mãos em seus corações. Diga-lhes para fecharem os olhos e sentirem seus batimentos cardíacos, sua respiração e o que mais elas notarem em seus corpos. Deixe-as sentindo por um minuto ou mais e depois peça que falem sobre isso em círculo.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral?
  • As crianças conseguiram sentir as batidas e  entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

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