Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Fonte: Pra gente miúda

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

Leia mais em: Você sabe o que PRAXIA?

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

Objetivo

Estimular a praxia construtiva.

Materias

  • EVA
  • Linhas de barbantes
  • Agulhas

Descrição da Atividade

Faça diversos desenhos nos EVAs e coloque diversas linhas coloridas nas agulhas com pontas grossas. Em seguida deixe para que as crianças escolham seus materiais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Atividade: Cartaz dos Combinados

Fonte: Pinterest

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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Atividade: Cartaz dos Combinados

Construa um cartaz com as ilustrações da rotina do dia, e acrescente as regras que você considera importante. As crianças podem participar da construção das regras junto com o professor. Use frases afirmativas ( por exemplo: “Sem brigas com os colegas” ao invés de “Não brigue com os colegas”).

Veja os exemplos abaixo:

# Regra 1: Colocar as mochilas no lugar.

# Regra 2: Cumprimentar os colegas na chegada e na saída.

# Regra 3: Entrar em sala de aula em ordem.

# Regra 4: Manter a sala organizada.

# Regra 5: Escutar os colegas.

# Regra 6: Organizar os brinquedos.

# Regra 7: Lavar as mãos antes do lanche.

# Regra 8: Jogar os papéis no lixo.

# Regra 9: Deixar a sala bem arrumada.

# Regra 10: Sem brigas com os colegas.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o combinado?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

Fonte: Samantha Moe

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

“Quanto maior for a formação de vínculo emocional positivo dos adultos com as crianças, mas fácil elas aceitarão as regras e os limites deles.”

Richard E. Tremblay

Objetivo

  • Para que a criança possa seguir as regras e entender os limites, ela precisa desenvolver o autocontrole.
  • Atividades e estratégia simples que podem fazer a diferença na vida da criança.

#Dica 1: Seja Claro

Explique o que a criança deve fazer, quando, como e por quê. Nunca deixe de elucidar as consequências do não cumprimento da regra, mas seja breve com as crianças mais novas. Até os 3 anos de idade, a criança ainda não é capaz de entender instruções muito longas.

Além disso, ameaças do tipo: “Se você não fizer isso, eu vou chamar o homem do saco!” ou “Me dá isso agora, se não torço seu pescoço!” só irão desencadear emoções negativas na criança e não lhe informarão sobre as reais consequências de não obedecer àquela regra. Outra situação que devemos evitar é dar comandos ou orientações com falta de clareza (sem exemplificar o que esperamos), por exemplo, “arrume a mesa!” Este comando sozinho não é suficiente para a criança entender o passo-a-passo do que queremos, ou seja, que ela deve empurrar as cadeira espera debaixo da mesa, juntar os papéis em uma pilha, arrumar os lápis e as canetas dentro do estojo, etc. É necessário especificar cada ação e dizer claramente o que você espera dela.

Exemplo: 

“Depois de brincar, vocês devem juntar os brinquedos, colocá-los dentro da caixa e guardá-los naquele armário, ok? Com cada um fazendo sua parte conseguimos terminar tudo muito mais rápido e podemos aproveitar melhor o dia!” A ilustração abaixo pode ser fixada na aula nesse momento.

 

Fonte: Gazeta online

#Dica 2: Seja Coerente

Para colocar regras não use explicações exageradas ou falsas. Seu conteúdo deve estar de acordo com a realidade, com o nível de entendimento da criança e deve fazer sentido para ela.

Levar a criança para fazer um trabalho de puntura com tinta e dizer que ela não deve sujar a roupa não é um comando possível. Da mesma forma, pedir que ela cale a boca e coma o almoço todo em dois minutos, não está de acordo com a realidade.

“Limites sem sentidos, fazem com que as crianças não os levem a sério”.

Werber, L., 2014.

#Dica 3: Seja Consistente

Mantenha os combinados até o fim, exceto em situações de imprevistos em que haja necessidade de uma negociação ou de mudanças de regra. Crianças e professores devem seguir os combinados. A regra não pode depender do humor ou da vontade do adulto, nem pode deixar de ser exigida por “pena”.

“…[as regras] não devem depender do seu estado de espírito, isto é, se você está bem humorado, você deixa passar, e se você está de mal humor (…), você aplica as regras e as consequências ainda com mais dureza. Um “não”  não pode virar um “sim”depois de muita insistência (…). Se você disse não, mantenha o não até o final, mesmo que os olhinhos marejados de lágrimas amoleçam seu coração”.

Werber, L., 2014.

#Dica 4: Monitore

Supervisione o cumprimento das regras até que elas já tenham sido automatizadas pela criança.

Observações importantes:

  • Na hora de explicar o que a criança deve ou não fazer, ao invés de só fazer previsões do tipo: “você vai cair” ou “você pode se machucar e machucar alguém” diga a regra: “a escada está molhada, desça devagar, segure no corrimão, para não escorregar”, não ande com a tesoura aberta na mão desse jeito, para não se machucar”.
  • Na regra deve especificar bem o que a criança deve fazer. Melhor dizer: “cumprimente seu coleguinha”do que “seja bonzinho”.
  • Provavelmente as regras precisarão ser repetidas algumas vezes até todas as crianças aprenderem. Uma alternativa à repetição é questionar a criança o porquê de ela não poder fazer aquilo, como por exemplo: “o que pode acontecer se você correr no chão molhado?”.
  • As regras devem respeitar as limitações relativas à idade da criança.
  • Até os 4 anos de idade, as crianças pensam o mundo de maneira concreta, portanto usar frases com duplo sentido, ironia, sarcasmos ou de significado muito vago não ajuda.
  • Até os 5 anos de idade, elas ainda não são capazes de permanecer em uma mesma atividade por muito tempo, por isso, em aulas expositivas, procurar criar tarefas curtas ou dinâmicas, que mudem o foco da criança de tempos em tempos (por exemplo, a cada 10-20 minutos). Isto as auxiliam a se manterem atentas por mais tempo.
  • Muito cuidado com o que promete, pois consequências não cumpridas fazem você perder o crédito.
  • Não imponha uma regra sem ter certeza de que você será consistente ao aplicá-la. Geralmente crianças tentam a testar a consistência de situações que não querem cumprir. Seja paciente e persistente.
  • Crie regras com o grupo e selecione as mais relevantes para fazer cartazes pintados pelas próprias crianças e fixar na sala de forma ilustrativa.

Registre!

  • Como está a disciplina das crianças? As crianças conseguiram entender os comandos?
  • Quanto a ser claro com os comandos, o que deu errado?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Registre como a criança está se comportando e anote exemplos e como anvançou. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

 

Atividade: Teatro de Máscaras

Fonte: Café del Maro

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Teatro de Máscaras

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando máscara das emoções (prontas ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças estejam estimuladas a encenar:

Situações problemas” vivenciadas na escola

  • Como me senti quando briguei com meu amiguinho;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como me senti quando meu brinquedo quebrou;
  • Como me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como me senti quando fui elogiado;

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras, para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações. Além de encenar situações , pode fazer perguntas, por exemplo:

  • Como você está se sentindo?

A fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de meditação de conflitos.

  • Registre!

    • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções: sentiram-se confortáveis em falar sobre elas? Mostraram interesse e contaram histórias pessoais sobre o tema?
    • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
    • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
    • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
    • Exponha as máscaras na escola ou na sala de aula, para que outras turmas, professores, e pais possam vê-las. Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Fonte: Galinha Pintadinha

Atividades/Movimento/Música e artes/Relatórios
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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Pesquisas e estudos científicos nos mostram que crianças que crescem em ambientes ricos em estímulos de qualidade desenvolvem o cérebro mais rapidamente. Hoje, sabemos que atividades estimulantes podem produzir mudanças na estrutura cerebral, principalmente nos primeiros 6 anos de vida.

A música interessa à criança desde bem pequena, por isso, deve ser utilizada para estimulá-la.

Essa atividade é uma maneira divertida de lidar com a música e o movimento.

http://revistaguiainfantil.uol.com.br

Material

Músicas infantis rimadas.

Descrição da Atividade

O jogo sensorial é, em geral, um meio valioso de atrair a atenção de crianças pequenas. A tradicional música infantil oferece uma base excelente para experimentar movimentos físicos no ritmo da rima.

1) As crianças senta-se em círculos com as duas mãos frechadas à frente.

2) Enquanto todas cantam a música, a pessoa que é “escolhida” movimenta-se em torno do círculo e, suavemente, marca com batidas as palavras, primeiro na mão direita, depois na esquerda de cada criança.

3) Uma criança cuja a mão seja batida na última palavra, ou na palavra que rime, de cada verso (ou seja, em uma das palavras “mágicas “) deve colocar essa mão nas costas. Assim que esconder ambas as mãos, a criança estará fora.

4) A última que permanece com uma das mãos ainda à frente, torna-se a “escolhida”. Por exemplo: em O Sapo não lava o pé, as palavras mágica estão em negrito.

O Sapo
Galinha Pintadinha

O sapo não lava o
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer

O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé!
A sapa na lava a pá
Na lava parca na cá
Ala mara lá na lagaa
Na lava a pá parca na cá
Mas cá chalá!

E sepe ne leve e pe
Ne leve perque ne que
Ele mere le ne leguee
Ne leve e pe perque ne que
Mes que chele!
I sipi ni livi i pi
Ni livi pirqui ni qui
Ili miri li ni liguii
Ni livi i pi pirqui ni qui
Mis qui chili!

O sopo no lovo o po
No lovo porco no co
Olo moro lo no logoo
No lovo o po porco no co
Mos co cholo!
U supu nu luvu u pu
Nu luvu purcu nu cu
Ulu muru lu nu luguu
Nu luvu u pu purcu nu cu
Mus cu chulu!

Variação

Amplie  o jogo com outras rimas presentes em parlendas e músicas como Uni, duni, tê, Um, dois, feijão com arroz, Cai, cai balão, Marcha Soldados, entre outras.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Como eu me sinto quando…

Fonte: ArtLínguas

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Como eu me sinto quando…

Já mencionamos várias vezes aqui no #NaEscola a importância de os professores conhecerem intimamente seus alunos – não só em que etapa de aprendizado se encontram, mas suas vivências fora da escola, organizações familiares, situações sociais e emocionais.

Todos estes, afinal, são fatores que vão influenciar o desenvolvimento cognitivo das crianças.

Fonte: Google- Jornal Cotidiano

Como eu me senti quando…

  • Como eu me senti quando briguei com meu amigo;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como eu me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como eu me senti quando me senti quando fui elogiado.

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando as máscaras das emoções ( prontas, ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças sejam estimuladas a encenar “situações problemas” vivenciadas na escola, como as citadas no exemplo acima.

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações, pode fazer perguntas, por exemplo: “Como você está se sentindo?”, a fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de mediação de conflitos.

Leia mais em: Atividade: Máscara dos sentimentos

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Atividade: Dramatização das Emoções

Fonte: Google

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Dramatização das Emoções

 

O psicodrama é uma técnica psicoterapêutica que visa propiciar uma ação dramática no indivíduo ou num grupo. Trabalha com as relações interpessoais e também com ideologias particulares. Jacob Levy Moreno (1889-1974) foi o psiquiatra romeno, responsável pelo desenvolvimento e criação desta técnica.

Utilizamos o Psicodrama Pedagógico para fixar e exemplificar o conhecimento (como é o caso da atividade dramatizando as emoções); para ajudar alunos ou grupos com problemas disciplinares; para desenvolver novos papéis; para aprofundar e voltar a um tema estudado; para sensibilizar grupos; prevenir situações de ansiedade; elaborar mudanças; avaliar o trabalho em equipe e outras.

O Psicodrama de uma forma geral, traz os conceitos de empatia, espontaneidade e criatividade e a capacidade de se colocar no lugar do outro. Esse conceito é algo que deve estar muito presente nas salas de aula e por isso a atividade dramatizando as emoções passa a ser extremamente significativo e benéfico para a aprendizagem.

Vamos lá?

Fonte: Creche Carmem

Objetivo

  • Criar personagens e/ou histórias, como meio de expressão das emoções.
  • Auxiliar as crianças a reconhecerem que as emoções pode variar de acordo com diferentes situações, bem como aprenderem a lidar com elas.
  • Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons;
  • Diferenciar fontes sonoras diversas.

Materiail

  • Imagens que expressem as emoções: alegria, tristeza, medo e raiva (podem usar também as peças criadas para o cartaz das emoções).
  • Massinhas/ pratos descartáveis/ cartolina/ EVAs/ palitos de sorvete/ bexigas/ papelão para elaborar máscaras de emoções.

Descrição

As crianças (individualmente ou em duplas) podem trabalhar com os materiais disponíveis para criar um personagem com expressões faciais que ela eleger.

Dica

Caso necessário, a professora pode expor as principais emoções na lousa, para que as crianças escolham quais querem usar em seus personagens.

Registre!

Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade.

Gostou? Então fique ligado!

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Atividade: cartaz das emoções

Fonte: Reab.me

Relatórios/Rotina pedagógica/Socioemocional
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Atividade: cartaz das emoções

O desenvolvimento emocional, principalmente nos primeiros anos de vida, contribui para a formação de uma pessoa com maior repertório sócio-emocional, mais apta a solucionar problemas e enfrentar os obstáculos da vida.

O cartaz das emoções promove um melhor desenvolvimento emocional da criança  e a relação com sua turma.

Fonte: Agência Alagoas

Objetivo

Ajudar as crianças a identificar a emoção no coletivo.

Material

Cartolinas, EVAs, papel cartão, quadro branco, quadro com velcro. Imagens das emoções conforme post anterior jogo das emoções.

Descrição

Montar um cartaz para que as crianças possam identificar qual a emoção está predominante no dia. A atividade pode ser realizada em diferentes momentos do dia. Por exemplo, pode ser um quadro (quadro branco ou quadro com velcro) que permite que cada uma das crianças coloque qual a emoção que melhor representa como estão se sentindo no início da aula. Ao final da aula pode-se realizar outra roda de conversa, para verificar se a emoção escolhida se manteve e predominou até o final.

Caso não seja possível realizar a atividade em dois momentos, vale escolher situações pontuais na rotina da sala, nas quais os alunos possam refletir como se sentem.

Registre!

Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade.

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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

Fonte: Parenting IK

Relatórios/Socioemocional
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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

No post anterior falamos sobre 5 dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil. Hoje vamos falar sobre o que NÃO fazer para detonar a autoestima das crianças.

Certos comportamentos minam a construção da autoestima infantil – e, portanto, devem ser evitados pelos pais e professores.

As atitudes moldam mais do que palavras então vamos ficar ligados em 4 atitudes comuns que minam a construção da autoestima da criança.

#1 Comparar a criança com irmãos ou colegas

Mesmo que a intenção seja boa, a comparação deve ser sempre com ela própria, com sua evolução. Criar paralelos do tipo “sua irmã já sabia fazer isso com a sua idade” gera pressão e disputas entre as crianças. Não crie expectativas além da capacidade de cada criança e entenda que seus ritmos são diferentes;

#2 Relembrar erros constantemente

Não use as falhas de seu aluno contra ele. Aponte os erros no momento em que ocorreram, mas, depois, permita que ele tente de novo sem pré-julgamentos. Assim, ele não se sente inseguro ou como se nunca pudesse acertar;

#3 Elogiar exageradamente ou fingir que a criança nunca erra

Ou a criança viverá em uma ilusão, acreditando que é mais especial que seus colegas e deve ser sempre agradada, ou ela perceberá a mentira (e, com isso, pode perder a confiança no adulto em questão);

#4 Ignorar pequenas conquistas

Comemore vitórias ao longo do caminho, ainda que não pareçam grande coisa. Não é preciso que a criança chegue sempre em primeiro lugar ou vença todos os jogos. Elogie quando ela aprender a amarrar os cadarços, cantar no palco com a turma, lembrar-se sozinha de fazer as tarefas de casa. Essas atitudes vão apoiar a criança a buscar sucessos maiores.

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Perfis de turma e individual na Eduqa.me - horizontal