As 10 doenças mais comuns na primeiríssima infância

Fonte: Saude Dica

Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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As 10 doenças mais comuns na primeiríssima infância

Na infância é muito comum a criança ficar doente. Na faixa etária do 0 aos 3 anos, ela normalmente vai ao pediatra uma vez por mês no primeiro ano de vida, e a cada 3 meses a partir daí; neste período, recebe as vacinas e as vitaminas necessárias para ajudar na sua imunização. Apesar de todos os cuidados que recebe, ela não ca livre das “doenças comuns”.

É importante dar toda a assistência à criança, afim de evitar a sua contaminação. Quando acometida por alguma doença, a criança deve ser logo tratada, pois, para que ela tenha um desenvolvimento sico e mental adequados, é fundamental que tenha uma boa saúde.

Mas lembre-se, o excesso de cuidado pode impedir a criança de “experimentar o mundo”. Sabemos que um ambiente limpo e a lavagem de mãos evitam muitas contaminações, sendo neste ambiente que ela deve ser criada. Quanto mais nova é a criança, mais cuidados com a higiene devemos ter com ela. À medida que ela cresce e inicia a exploração do ambiente, esta tarefa torna-se menos severa. Assim, ela experimentará o mundo e as doenças serão apenas etapas para o desenvolvimento da sua imunidade.

A seguir apresentamos alguns tipos de doenças, e os seus sintomas que mais acometem as crianças na primeira infância.

Fonte: Boas práticas farmacéuticas

Doenças mais comuns e seus sintomas

 

#1 Laringite

Dificuldade para engolir, febre, dor na garganta, rouquidão, tosse rouca.

#2 Otite

Febre, choro constante, secreção nasal, dificuldade de alimentação.

#3 Sinusite

Febre, tosse, secreção e congestão nasal, coriza.

#4 Bronquiolite

Secreção e congestão nasal, tosse e dificuldade para respirar.

#5 Diarréia e vômito

Evacuações líquidas e constantes, às vezes acompanhada de náuseas, vômitos e febre.

#6 Sarampo

Manchas avermelhadas pelo corpo, irritabilidade, fotofobia (dificuldade para olhar a luz).

#7 Catapora

Pontinhos vermelho pelo corpo, que depois de 2 a 3 dias se transformam em pequenas bolhas, febre.

#8 Rubéola

Febre, irritabilidade e coriza.

#9 Conjuntivite 

Olhos vermelhos e lacrimejantes, secreção, pálpebras grudadas, coceira.

#10 Infecção Urinária

Febre, necessidade de urinar constantemente, dor ao urinar.

O que não falta no dia a dia do professor são oportunidades para registrar os indícios e até sintomas dessas doenças. É importante fazer reflexões e anotações que podem auxiliar os pais para um diagnóstico rápido.

Seja no papel – ou na tela do computador. Ao fazer o registro, por exemplo, o professor está cumprir seu papel no processo ensino, aprendizagem e promovendo o desenvolvimento infantil.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

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O sono dos 3 aos 6 anos

Fonte: alto astral

Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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O sono dos 3 aos 6 anos

Já reparou que passamos aproximadamente um terço de suas vidas dormindo? Quando criança o sono é ainda mais importante pois ele é essencial para o desenvolvimento infantil.

Para dormir bem devemos oferecer um ambiente acolhedor para que a criança aprenda a dormir o mais precocemente possível, porque dormir é um aprendizado. Um ambiente livre de ruídos e luzes costuma propiciar bons momentos de sono.

O recém-nascido exposto à televisão, normalmente é mais irritadiço e tem o sono muito mais leve. Desde cedo devemos oferecer à criança a noção de ritmo e de rotina. Isto a ajudará na tarefa de aprender a dormir.

À medida que a criança cresce, ela vai ficando mais resistente e começa a travar uma luta contra o sono. A soneca da tarde já não é mais vista pela criança como necessária, mas como uma perda de tempo, pois pode significar a interrupção de uma brincadeira.

No entanto, entre os 3 e os 5 anos, a criança ainda necessita de uma soneca, que acontece, normalmente, no período da tarde. Aos 6 anos, muitos não sentem mais a necessidade da soneca e, normalmente, nesta etapa do desenvolvimento, o ciclo de sono noturno já corresponde a um período de 10 a 11 horas ininterruptas.

É importante destacar que, cada vez mais os estudos na área do sono vêm mostrando que a privação do sono pode gerar grandes consequências importantes para o indivíduo, como por exemplo, o atraso no crescimento, a obesidade e a irritabilidade.

Olhar atento para o sono da criança

Esta atenção deve se estender, inclusive às instituições de educação (creches e escolas de educação infantil), afinal, muitas crianças iniciam sua vida escolar com 3 anos de idade (ou menos), e deve ficar estabelecido, em cada instituição, uma rotina que inclua a hora do descanso. O importante é que todas tirem uma soneca.

Algumas instituições têm salas próprias para a hora do descanso, com, por exemplo, um colchonete para cada criança. Isto é o ideal e um grande facilitador do sono, pois o ambiente estimula a criança a dormir. A criança que se familiariza com a rotina do momento do descanso, tem seu sono mais tranquilo.

Outro fator que pode facilitar esta rotina na escola é o conhecimento acerca dos hábitos de sono da criança em casa. Estas informações podem ser colhidas, por professores e gestores educacionais, quando da chegada da criança à escola, com a ajuda dos pais ou dos responsáveis pela criança.

5 Dicas para facilitar o sono na Escola

Para facilitar esse momento de descanso na escola, o educador pode criar algumas rotinas que levem a criança a ser menos resistente ao sono, como, por exemplo:

  • Contar histórias.
  • Deixar que a criança manuseie livros.
  • Colocar uma música suave.
  • Convidar todas as crianças para a soneca.
  • Proporcionar brincadeiras mais calmas

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7 Dicas para ajudar a criança a se alimentar corretamente

Fonte: Jornal nossa gente

Registros/Relatórios
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7 Dicas para ajudar a criança a se alimentar corretamente

Estudos revelam as fortes influências da má nutrição sobre o desenvolvimento da criança.
Há uma correlação entre os níveis baixos de inteligência e a subnutrição no útero materno, e a continuidade disto durante a primeira infância. Por outro lado, os efeitos de uma boa nutrição e o desenvolvimento inicial do cérebro acabam levando os pais a pressionarem a criança na hora das refeições.

Este comportamento pode desencadear uma fadiga emocional importante na criança, pois para comer é necessário ter fome e prazer. Devido à pressão a que a criança é submetida, ela pode acabar perdendo o prazer de comer, começando a sua resistência para se alimentar.

Diante dessas informações podemos verificar como uma alimentação correta é importante, não é verdade?

Para te ajudar nessa tarefa separamos 7 dicas valiosas para ajudar a criança a se alimentar corretamente:

#Dica 1

Procure fazer as refeições no mesmo horário todos os dias.

#Dica 2 

Não dê comida fora do horário habitual, isto vai interferir no apetite dela.

 #Dica 3 

Não force a criança a comer. Se ela ficar com fome, na próxima refeição vai se alimentar corretamente.

#Dica 4

Deixe a criança comer com as próprias mãos, ela vai se diver r e treinar a habilidade motora. Deixe que ela manipule os alimentos.

#Dica 5

Nada de recompensas. Prometer sobremesas em troca da refeição acentua o desprezo pela comida.

 #Dica 6

Aviãozinho sim, mimo não! A hora da refeição não é momento para mimar a criança. Ela precisa saber que tem que se alimentar porque está com fome.

#Dica 7

É necessário dar o exemplo para a criança. Não adianta querer dar espinafre para a criança enquanto se está comendo um hambúrguer na frente dela.

Leia mais em Tudo sobre alimentação de 0 a 3 anos

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Fique ligado! Continuaremos a falar mais sobre esse tema no próximo post.

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O que é o desenvolvimento motor?
Relatórios/Movimento
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O que é o desenvolvimento motor?

Quando pensamos em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas
crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.
Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos interrelacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele irá realizar.
A interação destes aspectos influência na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.
Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão.
Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.
Porém, mesmo sendo, de certa forma, previsível, existem fatores que podem colocar em risco o curso normal do desenvolvimento motor, os quais podem ser de ordem biológica ou ambiental.

O que pode atrapalhar o desenvolvimento motor?

O baixo peso ao nascer; a presença de distúrbios cardiovasculares, respiratórios e neurológicos; as infecções neonatais; a desnutrição; as baixas condições socioeconômicas e a baixa escolaridade dos pais são apontados pela literatura científica como elementos que podem atrapalhar o curso normal do desenvolvimento, de modo geral e, em particular, do desenvolvimento motor.
Em função disso, crianças que apresentam tais fatores de risco devem ser acompanhadas mais de perto, com o objetivo de identificação precoce das dificuldades que venha a ocorrer para, assim, poder também ser realizada uma intervenção adequada tão logo seja possível.
Por volta das 40 semanas de gestação, muitas transformações já aconteceram, para preparar o bebê para chegar a um mundo diferente daquele onde ele vive. Estas transformações vão desde as físicas até as emocionais e muito do que ocorre durante a gestação e o parto podem influenciar o desenvolvimento motor futuro.

A função motora

Fonte: apostila PPI

 

No início da vida, muito das ações motoras dos bebês são reflexas, logo, involuntárias. Em função disso, antes de descrever mais detalhadamente as aquisições motoras relacionadas a cada faixa etária, faremos alguns comentários sobre os principais reflexos presentes no início da vida, bem como descreveremos, brevemente, cada um deles.

Fonte: PPI

No início da vida, a presença, intensidade e simetria de alguns reflexos são comumente usadas para investigar a integridade do sistema nervoso central e identificar problemas de desenvolvimento neurológico e motor.
Por outro lado, a persistência da maioria desses reflexos no segundo semestre de vida pode também indicar algum problema no desenvolvimento neurológico e deve ser visto com cautela.
 Alguns dos reflexos que mencionaremos no próximo post, como o de sucção, preensão palmar, plantar e o da marcha serão, com o tempo, substituídos por atividades voluntárias, outros, como o de Moro simplesmente desaparecerão.

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Promovendo o desenvolvimento ideal da criança de 0 a 3 anos

Fonte: Mãe me quer

Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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Promovendo o desenvolvimento ideal da criança de 0 a 3 anos

No post anterior falamos sobre o desenvolvimento do 0 aos 3 anos, sobre a arquitetura do cérebro e qual o impacto das experiências vividas nessa idade. Hoje vamos apresentar o que pode ser feito para promover o desenvolvimento ideal dessa criança.

Para que o cérebro da criança se desenvolva com qualidade, ela precisa de três tipos de experiências ou vivências básicas e integradas: as sensoriais, as emocionais e as motoras. São esses tipos de experiências que darão os “insumos” que o cérebro precisa para se adaptar ao ambiente. Além disto, para a promoção desse desenvolvimento, uma boa qualidade de sono e uma alimentação adequada também são essenciais (falaremos sobre isto mais adiante).

O cérebro precisa dos estiímulos sensoriais, porque tudo chega a ele através dos sentidos. Portanto, para desenvolver o cérebro é fundamental estimular os sentidos (tato, olfato, audição, paladar e visão) através do componente emocional. Isso porque o vínculo afetivo é essencial tanto para motivar a criança em sua adaptação ao novo ambiente, quanto para promover a sua estruturação e a organização neurológica.

Sabemos, por exemplo, que a criança que não forma um vínculo emocional, ou uma relação de apego segura com a sua mãe, ou com o seu cuidador principal, na primeira infância, posteriormente pode encontrar muitas dificuldades para se adaptar aos ambientes e condições desafiadoras que lhe forem apresentadas. O afeto do seu cuidador é a primeira condição para que a criança se desenvolva bem. A falta de afeto nos primeiros anos deixa marcas definitivas no desenvolvimento humano.

Leia mais em: Como trabalhar afeto na Educação Infantil.

Além desses componentes sensório-emocionais (e a eles integrado), a criança precisa do movimento, não só para aprender a utilizar o corpo, mas também para ativar e desenvolver regiões neurológicas especializadas.

Quais são os fatores que podem vir a prejudicar este desenvolvimento?

Fonte: PPI

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FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Fonte: Standard Forsuccess

Relatórios/Rotina pedagógica
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FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Em posts anteriores, trabalhamos assuntos e tópicos importantes para a prática do professor.

Falamos sobre a importância da observação, do registro, da reflexão e em alguns momentos abordamos a avaliação, mas não com a atenção que se deve.

Em todos os segmentos que compõem a escola, a avaliação se faz presente. É a partir dela que as transformações dentro da Instituição acontece de maneira a garantir uma aprendizagem cada vez mais significativa.

Leia mais em: 5 Passos para uma avaliação formativa de qualidade.

Toda avaliação deve considerar o processo de ensino e aprendizagem ocorrido, as estratégias e as situações utilizadas em sala de aula para contemplar tal processo.

A Prática Avaliativa

A organização de uma reunião de pais, relatórios e portfólios, são importantes ferramentas avaliativas, que vão além da preocupação com pauta e produção de texto.

Educadores, crianças e familiares são fundamentais para que a escola seja transformada numa comunidade de aprendizagem onde todos pensam, planejam, avaliam suas ações e seus trabalhos.

Portfólios, dossiês, relatórios de avaliação, todas essas nomenclaturas se referem à organização de registros sobre aprendizagem do aluno que ajuda o educador, as próprias crianças e as famílias para poder ter uma visão evolutiva do processo e da evolução da criança.

O mais importante no processo de avaliação é o registro, pois é por meio dele que o educador coleta informações dia após dia. Essa constância do registro possibilita ao professor e ao aluno uma panorâmica dos passos percorridos na construção da aprendizagem.

A forma de registrar diariamente o caminhar da criança tem como objetivo mostrar a importância da aula planejada e das atividades escolhidas.

Não importa a ferramenta que você escolhe para fazer o registro, o que importa mesmo é que esse procedimento seja feito pautado no desenvolvimento holístico da criança.

Quando o registro é feito com esse olhar ficar fácil identificar qual aluno está com desempenho defasado, qual aluno precisa ser mais estimulado e qual precisa de atenção especial para desenvolver suas dificuldades.

Como vocês podem ver, é a partir de uma documentação pedagógica bem feita e uma prática refletida na criança e não em processos administrativos que as soluções ou sugestões sobre o processo de aprendizagem farão sentido.

Como fazer bom uso dessa prática?

O educador que tiver cadencia e coerência nos registros pedagógicos terá claro que a avaliação será para melhorar e propiciar avanços no trabalho e no desenvolvimento infantil e não apenas para cumprir protocolos burocráticos.

Para explorar ainda mais esse assunto selecionamos alguns materiais para que você baixe e faça bom uso dessas práticas.

Como preparar roteiros e pautas?

Leia mais em: 7 Dicas para organizar seus roteiros sem perder tempo

O que avaliar e de que maneira? 

Baixe nosso ebook em: Tudo que você precisa saber para avaliar registros pedagógicos na Educação Infantil

Na Eduqa.me é possível fazer seu planejamento semanal e também planejar projetos. Legal, não é?

Agora que você já leu todo esse material sobre avaliação, que tal se inspirar e compartilhar as ferramentas que vocês mais usam para avaliação?

Escreva um email para deborahcalacia@eduqa.me.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

Gestão Escolar x Gestão pedagógica

Gestão Pedagógica

Registros/Relatórios/Rotina pedagógica/Semanários
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Gestão Escolar x Gestão pedagógica

“A tecnologia que já muda a maneira de ensinar e aprender está ganhando espaço na gestão à medida que fica cada vez mais complexo lidar com a enorme quantidade de informações no dia a dia de uma escola. O mercado de plataformas digitais está em evolução e uma amostra desse fenômeno pode ser percebida pela ampla presença de empresas voltadas a atender esse setor das instituições de ensino na Bett Educar.”

Esse é um trecho retirado do Porvir– O site sobre inovação em educação visitou alguns stands na feira Bett, a maior feira internacional de educação da America Latina, e viu alguns produtos que propõe como solução usar dados para apoiar tomadas de decisão sobre gestão administrativa da Escola.

Como nós ficamos de fora da matéria decidimos explicar para nossos leitores sobre um conceito que muita gente confunde.

Qual a diferença da GESTÃO ESCOLAR para a GESTÃO PEDAGÓGICA?

Muita gente confunde a Gestão Escolar, que é uma gestão administrativa, com a gestão pedagógica. Nesse post vamos explicar e explorar o contexto de cada uma delas.

Vamos lá?

GESTÃO ESCOLAR

A gestão escolar são práticas administrativas que se encontram na lógica da organização da Instituição. Isto é, ela e bem parecida com o funcionamento de uma padaria, de uma multinacional ou de qualquer empresa que precisa olhar para seu funcionamento com um olhar bem crítico e rigoroso com carácter puramente prático e pragmático.

Sabemos que apesar da Educação não ser um produto a Escola precisa e deve funcionar como uma empresa e para isso é preciso de dados e racionalidade sobre a administração pura e crua.

Nesse sentido, percebemos que vivemos em um País capitalista e como qualquer organização busca conseguir mais números com os mesmos esforços. Assim como essas organizações as Escolas são empresas e precisam ter lucro, produtividade e eficiência. E esse combo pode e devem coexistir, simultaneamente, dentro e fora da sala de aula.

GESTÃO PEDAGÓGICA

Agora que sabemos que gerir uma Escola depende de dados sobre os salários dos professores, o aluguel do espaço, a compra dos materiais, a quantidade de papel, programas e outros tantos gastos a pergunta que fica é: E o pedagógico? Como mensurar o valor da abordagem do meu professor? Como apresentar que esse método é melhor que aquele por esse ou aquela motivo?

E aí, Coordenadores e Diretores, o que eu respondo é simples.

O pedagógico vem como o grande objetivo de existência da escola é a única a razão dessa Empresa Escola existir e muito provavelmente um dos maiores motivos que fez com que as famílias se encantassem pela sua Escola e não pela Escola vizinha. O Pedagógico é a atividade fim do setor educacional, gerir essa área está relacionada com a organização e planejamento do sistema educacional e a elaboração e execução de projetos pedagógicos. Também deve estabelecer metas com foco em melhorar as práticas educacionais nas instituições de ensino e descobrir outras maneiras de ensinar mais e melhor. Para garantir que toda essa didática funcione, é essencial a atuação dos coordenadores, diretores e orientadores educacionais.

O pedagógico nos indica que as ações de articulação que acontecem dentro da Escola são orientadas por um propósito maior que as cifras, tão necessárias, ao final do mês. O Pedagógico vai te permitir pensar e agir de maneira cirúrgica e ambiciosa fazendo as mudanças necessárias para sua Escola.

Coordenadores Pedagógicos e Diretores são responsáveis por ações de extrema importância para o desenvolvimento da instituição, como:

  • Articular estratégias, métodos e conteúdos no ambiente educacional;
  • Definir metas para otimização dos processos pedagógicos;
  • Avaliar o trabalho pedagógico exercido por professores e praticados na instituição;
  • Estabelecer formas de envolver mais os docentes na criação dos métodos pedagógicos;
  • É importante também que o diretor escolar esteja em contato aberto com os educadores para estabelecer o foco da aprendizagem e promover a educação como um todo, dando atenção ao currículo escolar e metodologia de ensino em vigor e sugerindo eventuais mudanças.

Uma boa avaliação da gestão pedagógica na educação básica é realizada com o olhar sobre as atividades, os espaços e os tempos dedicados a elas, os materiais, as instruções, as modalidades organizativas, áreas de conhecimento ou estímulos e a formação de professores

Por isso é fundamental usar os dados pedagógicos ao seu favor e não só deixar que o cotidiano burocrático te engula mês a mês.

Na Eduqa.me  você tem acesso a todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. Com a plataforma é possível acompanhar o planejamento/ semanário de todos os professores da Instituição e abrir uma janela para fazer a devolutiva na hora. Além disso, você coordenador ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos sobre espaços utilizados, áreas de conhecimento, registros ricos em tempo real e muito mais.

Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

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Leia mais O coordenador pedagógico virou o faz- tudo da Escola?

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Como a Neurociência pode ajudar a entender como as crianças de 0 a 6 anos aprendem?
Registros/Relatórios/Rotina pedagógica/Formação
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Como a Neurociência pode ajudar a entender como as crianças de 0 a 6 anos aprendem?

Nos últimos anos muito se tem lido e ouvido a respeito da importância das Neurociências a favor da Educação. Mas, afinal, você sabe o que significa este famoso termo?

Neurociências

Fonte: Google

As Neurociências estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia. Por muitos anos, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos, como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.  No caso da infância, principalmente pelas teorias de Piaget, Vygotsky e Luria, entre outros.  No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma destas funções?

Nos últimos 10 anos, as pesquisas sobre o cérebro oferecem contribuições de grande relevância para o refinamento dos modelos de desenvolvimento e das teorias de aprendizagem. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível conhecermos mais sobre o cérebro humano e, a partir daí, aprimorar ainda mais os conhecimentos trazidos durante décadas por importantes teóricos do desenvolvimento, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e aprimoramento dos comportamentos humanos, especialmente a aprendizagem.

Com isto, as práticas pedagógicas, puderam avançar ainda mais, a partir das pesquisas científicas baseadas nas Neurociências.

Uma das principais funções da Educação Infantil consiste em favorecer um desenvolvimento saudável da criança durante a primeira infância.  

Diante disso, entendemos que conhecer os processos de desenvolvimento (inclusive cerebral) poderá contribuir para uma maior compreensão acerca do processo de aprendizagem das crianças, e consequentemente uma melhor atuação do profissional que lida com esse grupo de crianças.

Reconhecer suas áreas de maior habilidade, bem como compensar e reduzir o impacto de áreas de maior dificuldade é de extrema importância. Desde os seus primeiros anos, podemos observar como o bebê interage, se apresenta interesse pelo outro, se manifesta intenção de comunicação, etc. Estas observações nos ajudam a compreender melhor sobre o amadurecimento de suas habilidades sociais, sua linguagem e permitem observarmos diferentes aspectos do seu desenvolvimento. Por exemplo, quando estamos diante de uma criança com algum problema de desenvolvimento, como no caso de uma criança com a Síndrome de Down, as Neurociências nos ajudam a melhor entender o perfil do aluno com aquela condição. Por mais que a síndrome tenha características próprias, sabemos que cada indivíduo se desenvolve de uma maneira.

Portanto, conhecer os pontos de fragilidade do perfil de aprendizagem, bem como os aspectos do desenvolvimento que se constituem como pontos fortes daquela criança, poderá contribuir tanto para conhecer qual o impacto dos déficits naquela criança, bem como ao propormos estratégias que podem ser mais efetivas para a sua aprendizagem. E o mais fascinante é que com este raciocínio, favorecemos não só a quem tem demandas específicas, mas sim a todos.  Com isto, agimos precocemente para minimizar ou compensar aspectos que merecem maior atenção e prevenimos o aumento de tais dificuldades.

Por essas e outras razões é que as Neurociências na Educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente às outras áreas do saber, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino-aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais  fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro de maneira simples.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Daniele Souza, Psicóloga, Psicopedagoga, Orientadora Educacional e Tutora Instituto ABCD. colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância. Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

 

Desenvolvimento da identidade, autonomia e autoconfiança na infância
Desenvolvimento Infantil/Socioemocional/Registros/Relatórios/Identidade e autonomia
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Desenvolvimento da identidade, autonomia e autoconfiança na infância

As conquistas na primeira infância

A infância é um importante período no qual a criança conhece e explora o mundo. Logo nos primeiros anos de vida, ainda na primeira infância, ela obtém importantes conquistas, que refletem os primeiros marcos de sua independência: aprende a andar sozinha, adquire linguagem, desenvolve habilidades motoras e se torna um ser sociável.  

Tudo é novidade para os pequenos e muitas vezes, isso é encarado como um grande desafio a ser enfrentado. Nesta fase, é essencial a presença e o suporte de um adulto em quem a criança confia, para permitir que ela desenvolva a sua autoconfiança e, assim, conquiste cada vez mais a sua autonomia. A maneira como o adulto reage aos comportamentos da criança tem relação direta com a construção da sua autoconfiança.

Desenvolvendo a autoconfiança

A autoconfiança é um aprendizado que se desenvolve ao longo da nossa vida, à medida que percebemos que podemos conseguir aquilo que queremos, a partir dos nossos próprios atos e esforços e, também, à medida que vamos sendo valorizados ou encorajados, por outras pessoas (e por nós mesmos), em nossas realizações. 

No processo do desenvolvimento infantil, as relações têm um papel essencial e, assim, o afeto é um ingrediente indispensável! Desta forma, é importante que a criança se sinta amada e protegida, da mesma forma que aprenda a lidar com limites e frustrações. Como já dissemos, a criança se depara com muitas novidades, e o adulto irá auxiliá-la, demonstrando o que é esperado dela, fornecendo orientações do que deve fazer e como fazer, além daquilo que não é esperado ou permitido.

Fonte: Ce Projetar

 

A criança pode ou não pode fazer sozinha?

É importante conhecer o desenvolvimento infantil e permitir que a criança faça algumas coisas sozinha, levando em conta o nível de desempenho de cada faixa etária. Além disso, o adulto precisa perceber que nem sempre poderá evitar todos os perigos e frustrações. A criança não só pode, como deve aprender através das experiências e nós como importantes mediadores, temos um papel central neste processo.

Muitas Escolas criam  Projetos de Identidade e Autonomia e essa é uma maneira bem interessante de trazer esse tema para que as crianças exercitem a identidade e a autonomia.

Fonte: Colégio Beka

Na faixa de 0 a 3 anos, explorar o eixo identidade e autonomia envolve ajudar os pequenos a desenvolver o reconhecimento da própria imagem, essas oportunidades de exploração vão ajudá-los a manter o contato com a própria imagem e a identificar a figura do outro. Além disso, você pode trabalhar características diversas como por exemplo:

  • partes do corpo;
  • desenvolver a coordenação motora;
  • identificar limites;
  • identificar potencialidades;
  • fortalecer identidade;
  • respeitar o outro;
  • estimular linguagem oral;
  • estimular cuidado com o corpo.

Aqui na Eduqa.me já falamos sobre a atividade Mesa dos Sentidos  que trabalha o conhecimento de si e de seus próprios corpos e também na atividade Varal das regrasIndependente da atividade, fica a cargo do professor encaixá-la como um exercício de fonte de inspiração para Identidade e Autonomia. Você pode ver essas atividade no Baú de Atividade Eduqa.me.

Analisando a identidade, automonia e autoconfiança

É muito importante desenvolver a atividade com as crianças e perceber como cada pequeno interagiu com a proposta, aproveite a duração da atividade não apenas para acompanhar e facilitar o aprendizado da turma, como também para registrar esse desenvolvimento se possível faça registros individuais, pois como analisar o desenvolvimento das crianças e provar que você fez um bom trabalho se não tem evidências do que aconteceu na sala de aula?

As análises do desenvolvimento são feitas com base na observação e reflexão das suas práticas, mas se não documentar não terá o que analisar! Por isso atente-se e registre o comportamento e desenvolvimento das crianças.

Os registros podem ser feitos com textos, fotos e vídeos que são ferramentas simples que podem ser usadas durante a aula para gravar detalhes na evolução de cada aluno, facilitando o relatório pedagógico que será feito mais adiante mas principalmente sua reorientação da prática pedagógica através da análise!

Para analisar identidade e autonomia é muito importante que você separe e organize suas atividades por área de conhecimento, você precisa saber quais áreas ou eixos está estimulando em meio aos seus registros. Faça isso com fichas ou folhas de fichário e organize em pastas. A ficha é uma boa ideia pois é pequena e fácil de carregar, você pode colar post it, ou adesivos coloridos para marcar qual área de conhecimento cada ficha pertence. Uma outra boa alternativa é ter um caderno de matérias e organizar onde cada matéria é dedicada a uma área de conhecimento, com isso seus registros em textos passam a ficar mais organizados.

As observações individuais

Se estamos falando de identidade, autonomia e autoconfiança cada comportamento individual revela muita coisa e os avanços e dificuldades ficam claros e podem te ajudar ainda mais na intervenção com aquela criança. Por isso em seus registros e anotações lembre-se de escrever uma fala, um comentário ou um comportamento individual dizendo quem foi a criança que o fez. Com a plataforma Eduqa.me essa tarefa é muito simples, as atividades já estão organizadas por área de conhecimento automaticamente, logo você consegue e buscar com poucos cliques quais atividades fez essa semana ou no mês passado que estimulam identidade e autonomia.

Para os registros em texto a facilidade é ainda maior, você pode escrever o que aconteceu com toda a turma e além de ter a opção de fazer anotações individuais na mesma  hora! Essas anotações individuais vão para uma área específica só daquele aluno, então você já consegue imaginar o quão fácil será fazer os relatórios individuais não é? lembre-se muitas vezes a autonomia se confunde com a atitude de deixar a criança sozinha, mas na realidade ela se constrói na capacidade da criança de aprender a modular a necessidade da presença do adulto. Quando se trata de identidade e autonomia os dizeres das crianças mostram muito sobre suas experiências então, passe a  salvá-los em um local seguro de maneira simples, acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.  

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Quer saber mais sobre esse tema? Siga nossos posts, e em breve daremos algumas dicas de como auxiliar na aquisição da autonomia e autoconfiança das crianças.

Juliana Camila do Nascimento Ferreira-Psicóloga, Neuropsicologa,colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância. Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.