Rotina pedagógica
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QUE TIPO DE EDUCAÇÃO VOCÊ QUER DAR PARA AS CRIANÇAS, PROFESSOR?

Esta pergunta é intrigante e pode suscitar a priori duas interpretações:

Pensar nos métodos e estratégias que vou oferecer aos meus alunos para
educa-los de forma que aprendam os conteúdos formais, ou, ir além disso e
pensar também em que tipo de pessoas quero formar. Quando imaginamos uma sala de aula, muitos cenários vêm à tona, principalmente a diversidade que a compõe. Para muitos, a palavra diversidade parece estar ligada a algo que é visível no outro, ora por aquilo que falta ora pelo que sobra em alguém, mas, neste texto, vamos falar de um assunto que nem sempre é tão explícito pelo que falta ou pelo que sobra, mas pelo que as vezes passa desapercebido pelos olhos do professor.

Vamos falar da inclusão socioeconômica e do contraste social encontrado nas escolas.

Por mais que saibamos que esta realidade existe, quando as diferenças
não estão estampadas de forma evidente no rosto das pessoas, parece que
elas são ignoradas. Está é uma falsa ilusão e a falsa ideia da homogeneidade que muitos professores ainda insistem em defender.
Somos todos diferentes e únicos, isto por si só derrota a ideia de
homogeneidade humana. Aprendemos de formas diferentes, pensamos e
gostamos de coisas diferentes e temos também condições socioeconômicas
muito distintas.
Estas condições econômicas, em alguns casos, definem e implicam
diretamente nos objetivos e propósitos pelos quais a criança frequenta uma escola.
Sabemos que muitas crianças precisam comer, por isso vão a escola;
outras ainda quando muito pequeninas, frequentam a escola, pois os pais
necessitam trabalhar; e há também aquelas que vão a determinadas escolas para sustentar certos “status” dos grupos sociais do qual os pais fazem parte.
Mas há também pais que escolheram as escolas devido aos métodos
pedagógicos e pela filosofia do trabalho educacional que oferecem.

imagem do google

Independente do que seja, se desconhecermos os motivos pelo qual cada aluno frequenta a escola, teremos problemas na relação direta com eles e
principalmente com suas famílias. Alguns comportamentos dos pais, por mais que sejam estranhos, passam a ser “melhor compreendidos”, uma vez que se conhece os interesses das famílias. Com isso, não quero dizer que a escola deve assumir o papel dos pais, muito pelo contrário, deve partilhar com a família a responsabilidade de educar, mas perceber os limites que envolvem estas relações entre família-escola.
Por conta das desigualdades sociais existentes, há um consenso entre
as pessoas ao achar que nas escolas públicas estão os alunos menos
favorecidos e nas escolas particulares estão os mais favorecidos
financeiramente.
No caso do Brasil, isso tem uma certa verdade pela forma cultural e
econômica em que o ensino está organizado, mas na europa por exemplo, não é bem assim que funciona; as escolas públicas europeias têm grande prestígio e muitas famílias privilegiadas economicamente optam por matricularem os seus filhos nestas instituições.
É bastante curioso e interessante observar esta diversidade
socioeconômica dentro de um único espaço. A mãe empregada de mesa e um pai empresário debatendo, nas reuniões de pais, melhorias para a escola dos seus filhos. Existem problemas causados pelas condições econômicas? Sim, como em todo lugar, mas como o objetivo é zelar pela educação de qualidade para os filhos, essas diferenças não são um problema.
O preconceito é algo ensinado pelo adulto. As crianças são ensinadas a
selecionar seus amigos pela ótica do adulto.
As escolas particulares no Brasil, nem sempre ilustram este cenário
separatista que está na mentalidade das pessoas. Muitos pais fazem grandes
sacrifícios para dar o melhor para os filhos; e para eles, o melhor, é uma
educação de qualidade que supostamente acham que vão encontrar nas
escolas particulares.
Digo supostamente, pois classificar se uma escola é boa ou ruim devido
ela ser pública ou privada é mais um erro. Há boas escolas públicas e há boas escolas particulares, assim como também há más escolas independente de serem públicas ou particulares.

Isto parece ser óbvio e até redundante, mas você já parou para se
perguntar o que é uma boa escola? ou o que faz de uma escola ser boa ou
não?
Podemos construir um ótimo livro só com as respostas para estas
perguntas, mas a reflexão que se quer aqui vai mais além do que a escola
deve ter ou fazer para ser boa, mas sim da sua essência. Por isso, o título
deste texto começou por questionar: que tipo de educação você quer dar para as crianças, professor?

Podemos brincar com esta pergunta e criar tantas outras… que tipo de
cidadão você quer formar? que tipo de pessoa você quer ajudar a constituir? Não se tem aqui a pretensão de dar respostas, mas pensar em alguns caminhos a partir da diversidade socioeconômica encontrada nas escolas.
Esta diversidade aumenta o desafio do professor em sala de aula, pois
os conteúdos não podem ser mais a preocupação exclusiva; valores como
respeito ao outro e às diferenças passam a ser tão importantes quanto o
aprender formal, aliás, estes são aspectos que propiciam uma melhor
interação, comunicação e por fim um melhor aprendizado.
Infelizmente, ouve-se nos corredores das escolas crianças discutindo:
“meu pai tem dois helicópteros e o seu não tem nenhum”; “você é pobre, por que estuda nesta escola?”. Estas atitudes incentivam e aumentam a prática do builyng e de outros maus comportamentos que não colaboram com a construção de uma boa escola e também da aprendizagem das crianças.
As desigualdades sociais encontram-se em níveis variados dentro das
escolas, por exemplo: a criança rica e a muito rica, a criança pobre e a
extremamente pobre, e outros espaços onde se tem um pouco de tudo. Não é somente pensar nos extremos, mas nestas variações dentro de cada classe social. Estes problemas trazidos pelas dificuldades em lidar com a diversidade socioeconômica dá a oportunidade ao professor de falar e ajudar as crianças na construção da sua identidade e autonomia.
Trazer para dentro da classe as diferenças existentes entre os alunos e potencializa-las para o conhecimento é uma boa estratégia. Uma criança que vende doces no farol, tem com certeza, muita experiência com a matemática e isso pode ser levado para a sala de aula, para a criança ressignificar e protagonizar a sua aprendizagem.

Desta mesma forma, a criança dos helicópteros tem uma vivência a ser
partilhada que vai além do ter mais ou menos um bem material, e isso, com
criatividade, pode virar uma rica experiência para todos.
Cada vez mais, as crianças mostram dificuldades em superar o seu
egocentrismo inicial, pois são ensinadas a serem egoístas, quando desprezam e julgam uma condição social diferente da sua.
A escola é o espaço mais rico para que estas realidades se cruzem e
coloquem a criança numa posição de conflito frente aos seus valores,
conhecimentos e personalidade, que a priori é constituída pela família. Isso é saudável para o seu desenvolvimento psíquico, mas se não for bem assistida pode ser um risco para as relações sociais e para o desenvolvimento pessoal das próprias crianças.
A escola precisa se importar com as diferenças sociais e e entender que
este problema também é seu. A escola representa a população e se julgamos
que a sociedade está ruim é porque de alguma forma a escola contribui com
isso, quando finge, por exemplo, que não é um problema seu, as crianças se
desrespeitarem.
O que quero dizer com isso é que o aluno que está em nossas classes
hoje, poderá ser o médico que cuidará de nós amanhã, ou o professor que dará aulas para o nosso filho no futuro, enfim, está em nossas mãos transformar os problemas da desigualdade em oportunidades de construir uma sociedade melhor.

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pelo canal no YouTube LUDUKE

Prêmio reconhece práticas inovadoras de professores brasileiros
Rotina pedagógica/Práticas inovadoras
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Prêmio reconhece práticas inovadoras de professores brasileiros

Iniciativa da rede Base2Edu, em parceria com a Bett Educar, irá valorizar boas práticas em escolas públicas e privadas de todo o país.

As propostas submetidas receberão parecer pedagógico de especialistas de educação, curadores e embaixadores.

Professor Josias Silva anunciando o prêmio na Bett Educar

O prêmio surge com a proposta de reconhecer, valorizar e divulgar boas práticas desenvolvidas por professores que estão transformando as salas de aula em ambientes criativos. Um dos diferenciais da premiação é que todos os projetos submetidos receberão parecer pedagógico da equipe de pedagogos da rede Base2Edu.

“Esperamos que o compartilhamento de ricas práticas educacionais e o aprendizado em rede ajude a catalisar uma transformação grande e sustentável na educação brasileira”, destaca a Claudia Valério, diretora de conteúdo da Bett Educar.

Podem concorrer ao prêmio, professores transformadores de todo o país, atuantes em escolas públicas e privadas nas seguintes categorias: educação infantil, ensino fundamental 1, ensino fundamental 2 e ensino médio.

Segundo Prof. Alexandre Merofa, co-fundador da rede Base2Edu, que reúne educadores transformadores, o Prêmio Professor Transformador reconhece, inspira e conecta profissionais de todo país, contribuindo para a inovação da educação e o desenvolvimento de uma sociedade mais participativa e criativa.

“É importante que, desde cedo, todos tenham oportunidades de criar, de se expressar e de testar suas ideias. Acreditamos que a escola é um espaço ideal para estes exercícios, e o professor o mais completo facilitador destes experimentos”, afirma.

Para Merofa, o papel do professor hoje em dia mudou bastante, deixando de ser apenas disseminador para facilitador do conhecimento. “Não podemos aceitar que alunos passem o dia imersos em conceitos puramente abstratos, ou seja, a escuta passiva do professor em sala de aula. O mundo já não funciona assim! Fora das escolas, o universo pulsa e reclama de nós educadores, alunos críticos, criativos e prontos para um mundo imperfeito e complexo”, acrescentou.

Embaixadores e curadores de peso

O Prêmio Professor Transformador conta com um Conselho de Curadores de Conteúdo formado por especialistas em educação atuantes em empresas, universidades e órgãos públicos. Entre eles, Valesca Toledo, Subsecretária de Educação do Estado de São Paulo, e Dr. Marcos Garcia Neira, diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Além dos curadores, o prêmio conta com o crivo inspirador de ‘Embaixadores’ como o prof. Jayse Ferreira, de Pernambuco, reconhecido como um dos melhores professores do mundo segundo o Top 50, da Teacher Prize 2019, e a profa. Lília Melo, do Pará, escolhida como a melhor professora do Brasil na categoria Ensino Médio, pelo Ministério da Educação (MEC), em 2018.

Prêmio Professor Transformador

Rede Base2Edu e a Bett Educar 2019
Inscrições gratuitas pelo site www.base2edu.com/premiobett
Central de suporte ao candidato: (11) 4210-1031

Informações à imprensa:

Flávia Domingues
EFEMAIS Comunicação para Negócios Transformadores
(21) 98449-4041 // 96596-2029 // flavia@efemais.com

5 pesquisas científicas que apoiam suas práticas em sala de aula
Atividades/Carreira/Rotina pedagógica
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5 pesquisas científicas que apoiam suas práticas em sala de aula

Ao longo de sua carreira, o professor constantemente se depara com o seguinte desafio: “como apoiar minhas práticas de sala de aula com referenciais teóricos de qualidade?”. Existem alguns caminhos para tanto. O mais indicado é a pesquisa em plataformas de artigos acadêmicos: o Google Acadêmico reúne bases de todo o mundo e Brasil, mas você também pode buscar em instituições reconhecidas, como a USP, PUC ou Unicamp.

Rotina pedagógica
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Mas, afinal, o que é a infância?

Esta e outras perguntas relacionadas à infância normalmente promovem uma grande e profunda refl exão em nós, profi ssionais que lidamos com crianças, nos levando às mais variadas respostas. A infância é uma área de estudo multi disciplinar e extremamente abrangente. Diversas perspecti vas podem ser adotadas para compreender este vasto universo. Portanto, é necessário recorrermos a fontes cuidadosas, baseada em estudos cientí fi cos, que nos auxiliarão a percorrer este fascinante mundo da primeira infância. Durante muitas décadas, o conhecimento sobre o desenvolvimento infanti l foi limitado, gerando uma visão restrita e/ou, enviesada da criança. Por exemplo, na anti guidade, os gregos uti lizavam palavras ambíguas para classifi car qualquer pessoa que esti vesse em um estágio entre a infância e a velhice, não havendo, portanto, uma diferenciação nas etapas do desenvolvimento infanti l. Ainda, na idade mé- dia, as crianças eram consideradas “adultos em miniatura”. Muitos teóricos acreditavam que crianças eram como uma “tábula rasa”, comparando-as a uma folha de papel em branco, que nasce sem “nada escrito” e que é “preenchida” (ou determinada) somente pelas suas experiências pós-nascimento. Essa concepção de desenvolvimento é chamada de “ambientalista”. Há também a chamada concepção “inati sta” que, ao contrário, vai defender que tudo As diferentes concepções do que é ser criança ao longo do tempo Apostila01.indd 4 24/06/16 12:57 Criança, um ser em desenvolvimento | 2016 | 5 } As diferentes concepções do que é ser criança ao longo do tempo Apostila01.indd 5 24/06/16 12:58 { 6 | Criança, um ser em desenvolvimento | 2016 o que o sujeito será é determinado por fatores genéticos e que, ao nascer, todas as potencialidades da criança já estão pré-determinadas. Há ainda uma terceira concepção de desenvolvimento, que hoje tende a ser mais aceita, que é a concepção interacionista ou sócio-interacionista, que considera as influencias (ambientais, sociais e biológicas) na constituição do sujeito e em seu desenvolvimento. Assim, consideramos importantes as tendências genéticas e as características biológicas do bebê ao nascer, mas as experiências que ele viverá e as relações sociais e afetivas que estabelecerá terá um papel fundamental no curso do seu desenvolvimento, em todas as suas dimensões (cognitiva, afetiva, social e física). De acordo com os estudos da Psicologia do Desenvolvimento, a infância é um período de mudanças bio-psico-sociais que vai desde o nascimento até o ingresso na puberdade, por volta dos doze anos de idade. É um período de profundas transformações que serão fortemente influenciadas pelas experiências que as crianças irão viver ao longo desse período. Esta mesma definição é adotada por autoridades no assunto, como a Convenção sobre os Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1989, e também pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As características da infância mudam com o tempo em função das diferenças sócio-culturais, econômicas e geográficas de um dado contexto histórico. Portanto, a criança de hoje não é exatamente igual à do passado, nem será igual à que virá nos próximos séculos, uma vez que os contextos sócio-histórico e culturais também serão modificados. “O desenvolvimento humano é o conjunto de processos através dos quais as particularidades da pessoa e do ambiente interagem para produzir constância e mudança nas características da pessoa no curso de sua vida”. Urie Bronfenbrenner

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Água Potável e Saneamento – Saúde e Bem Estar

Olá,

Hoje vamos fazer um projeto INTERCONECTADO para começar a estimular este pensamento tão necessário às nossas crianças que serão responsáveis por transformar o nosso futuro.

Vamos lá?

Hoje, ao invés de ter como base um vídeo da Unesco. INTERCONECTAREMOS os temas de dois vídeos:

# ODS: Água Potável e Saneamento

# ODS: Saúde e Bem Estar

                                  

Estes temas são bem legais porque dão vazão a um trabalho de pesquisa.

Vamos iniciar focando nas perguntas finais do vídeo sobre o ODS: Água Potável e Saneamento.

# Quais são as formas de contaminação e de purificação das águas?

# Como sua comunidade pode ajudar a melhorar o uso da água?

Foto: artapartofculture.net/2014/02/15/nuovi-mondi/

Com relação à primeira pergunta, é possível sugerir um trabalho de pesquisa sobre as formas de contaminação e as possíveis formas de purificação da água.

As crianças, hoje, são super conectadas ao computador. Assim, uma busca ao Google sobre este tema, certamente, vai despertar o interesse das mesmas, desde que o trabalho não esteja focado somente em pesquisar, copiar e colar.

Mas como é possível fazer isto?

Sim, eu sei, é bem difícil! Mas uma forma de despertar o interesse das mesmas pode ser sugerindo que elas montem uma página no Facebook sobre o tema e que sejam responsáveis por alimentá-la. Assim, todas são responsáveis pelo mesmo trabalho de pesquisa e não fica “pesado” para nenhuma delas, pelo contrário, o engajamento é bem maior.

                                                                            

Quando elas pesquisarem sobre uma possível solução de purificação das águas, elas já postam lá na página do Face. Assim como, sobre uma forma de contaminação da água, elas também, já postam lá. E isso pode incluir uma infinidade de formatos de artigos. Não precisa ser, necessariamente, um artigo que fale sobre uma forma de contaminação ou sobre uma forma de purificação, mas, de repente, uma notícia que envolva estes assuntos.

Ou ainda melhor, sobre algum outro assunto mas que, indiretamente, acabe ocasionando a poluição das águas.

E, deste modo, vamos trabalhando a interconexão dos temas e a partir desta percepção de interconexão do todo, vamos “plantando” nas crianças o entendimento da necessidade de se ter responsabilidade sobre este todo.

Como podemos fazer isso?

DE FORMA SEMELHANTE AO QUE VOU FAZER, AQUI, AO “LINKAR” OS TEMAS DOS DOIS VÍDEOS.

Então, como seria?

# A partir desta atividade, puxamos o “gancho” para falar sobre SANEAMENTO BÁSICO e sua relação com nossa SAÚDE E BEM ESTAR. O que seria fantástico, porque assim, elas vão acompanhando e “linkando” os assuntos e a interconexão entre eles, como já dito. E, para isso, vocês, também, podem se utilizar de elementos já citados no artigo que escrevi sobre EDUCAÇÃO DE QUALIDADE (mais um “link”!), especialmente, no item ESPAÇOS, quando eu falo sobre as epidemias que podem ser causadas pelo mau uso dos mesmos.

É deste modo, que vamos criando nas crianças uma forma de visão ampliada para enxergar e analisar os assuntos. E auxiliamos “de quebra”, na construção de um pensamento ponderado que consegue analisar, também, sobre diferentes ângulos. Algo, totalmente, necessário para enfrentar (e respeitar!) diferentes opiniões. Não é maravilhoso?

Além de tudo isso, a atividade de construção da página do Facebook já responde às demais perguntas destacadas ao final dos dois vídeos: “Como sua comunidade pode ajudar a melhorar o uso da água?”, “O que é Saneamento Básico? Como ele é feito na sua cidade e quais efeitos pode ter na saúde das pessoas? E o que podemos fazer para acabar com as epidemias na nossa região?”.

Já que esta página do Face, servirá como um veículo de disseminação de informações e de troca de conhecimentos. Uma ação conjunta e que pode ser aberta à participação de todos da comunidade.

O que acharam da ideia?

Espero que tenham gostado das dicas! Compartilhem conosco os depoimentos e as atividades realizadas e não deixem de registrá-las.

E, claro, me acompanhem, também, no site da Sustentável é Ser Humano. www.sustentaveleserhumano.com.br. Lá, vocês também podem conferir artigos sobre as formas de contaminação e de purificação da água. Mas, o ideal é que as crianças deem um Google e busquem todas as informações possíveis em diferentes fontes.

Um grande abraço!

Gostou dos comentários?

Com estes materiais aliados à sua parte criativa, você verá que há infinitas possibilidades de atividades a serem realizadas.

Não deixe de registrá-las.

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Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em:www.sustentaveleserhumano.com.br

Atividade: Música e Rima

Black boy listening to music on headphones

Registros/Rotina pedagógica/Música e artes
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Atividade: Música e Rima

(Capovilla & Capovilla, 2004).

Material

  • Músicas e histórias com rimas.

Descrição da Atividade

Começar contando uma história curta e com rimas. Então, fazer um jogo em que se pede às crianças para falarem itens que terminam com o mesmo som.

a) Hoje nós vamos brincar com palavras que terminam com o mesmo som. Existem várias músicas com palavras assim. [Colocar uma música com rimas e citar exemplos, por exemplo a música do jogo da Rima, da Xuxa]

b) Eu vou agora contar uma história para vocês que tem várias palavras que terminam com o mesmo som. Contar histórias com rimas e citar exemplos.

História 1:

“A menina tinha uma fadinha que se chamava Clarinha. Um dia a Clarinha estava tristinha, e a Clarinha respondeu que era porque a sua rainha tinha desaparecido. A menina então foi procurar a rainha. A menina foi à cidade e encontrou a rainha numa ruazinha. Então elas voltaram para sua casinha e a fada Clarinha ficou muito feliz”.

Vocês perceberam que as palavras “Clarinha, rainha tinha e casinha”da história terminam com o mesmo som, com “inha”?

História 2:

” Em junho não devemos soltar balões, porque eles são perigosos. Os balões queimam os sertões. As palavras “balões”e sertões”da história terminam com o mesmo som, com “ões”.

c) Então agora nós vamos fazer um jogo de falar palavras que rimam. Vamos começar falando palavras que terminam com /ão/. Ouçam, existem as palavras /mamão, porão, grandão/. Agora cada um de vocês vai falar uma palavra que termina com /ã0/.

d) Agora vamos falar palavras que terminam com /to/. Eu sei/ curto/. E vocês?

e) Ótimo. Agora eu vou perguntar uma coisa diferente para cada um de vocês. Esse jogo é difícil, vocês vão precisar prestar bastante atenção e pensar bastante.

Mas não tem problema se não souberem, nós ajudaremos. [Para as crianças menores, dar dicas com gestos ou referências verbais].

  1. Diga o nome de um animal que termona com /to/ [gato, pato, rato].
  2. Diga o nome de uma palavra que termina com /ana/ [banana].
  3. Diga o nome de uma coisa que a gente veste (roupa) que termina com o som /za/ [camisa].

Discussão

Vocês viram que há palavras que terminam com o mesmo som. Elas aparecem nas músicas e nas histórias. Nós encontramos várias palavras que terminam com o mesmo som.

 

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO COTIDIANO DA ESCOLA
Registros/Rotina pedagógica
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A FORMAÇÃO DO PROFESSOR NO COTIDIANO DA ESCOLA

Artigo patrocinado

Como olhar para as produções atuais sobre formação de professores e não nos interrogarmos sobre como fazemos uso de nossa capacidade reflexiva? Diante de um questionamento dessa amplitude percebemos o quão importante é perceber, em nossa trajetória como professoras, os instantes que compõem a nossa prática docente no cotidiano escolar, em busca de respostas.

Este movimento se faz necessário por compreendermos que as relações estabelecidas no cotidiano podem ser geradoras de reflexão e aprimoramento pessoal e profissional ao trazer as micro-resistências, micro-liberdades, micro-escolhas que fazem do professor um sujeito que reflete sobre a própria prática. No cotidiano percebemos de forma mais genuína a articulação entre o prescrito e o realizado, entre o pensar e o fazer. É consequentemente, o palco dos conflitos e o espaço da tomada de consciência das teorias direcionadoras da prática. A experiência vivida no cotidiano da escola é potencialmente formadora, na medida em que dá oportunidade para que se reflita sobre as ações e relações. (CERTEAU, 1994; SCHWARTZ, 2000)

Ao dar um ZOOM nas escolhas que fazemos constantemente no cotidiano escolar percebemos que a reflexão e a formação ocorrem nos momentos mais diversos e através dos meios mais variados. Diferente do que se possa pensar a princípio, o potencial formador do cotidiano não reside apenas nas pesquisas e saberes sistemáticos que são realizados pelos docentes e socializados entre os alunos, mas, principalmente, na relação que os sujeitos estabelecem entre si e com o meio. Desta forma, vimos que é necessário vir na contramão da trajetória formal e ter um olhar atento aos movimentos que fazemos a todo instante, considerando que todo o emaranhado de informações e recortes de conteúdos, relações e sentimentos fazem parte do nosso processo de formação. Enfim, se faz necessário ir além do que está posto nas práticas culturais e naquilo que ainda é emergente. Mas como enxergar a formação que ocorre além do que vemos concretamente?

Ao longo do nosso caminhar como professoras, percebemos que as táticas e estratégias (CERTEAU, 1994) de trabalho se modificam em função da realidade dada, dos aspectos do grupo, de nossa própria história, das práticas instauradas, das políticas públicas. Independente disso, as diferentes maneiras de registro e expressão (imagens, poemas, narrativas) estão sempre presentes. Estes recursos, quando utilizados sistematicamente, são incorporados à prática docente onde desempenham papel importante de instrumento que organiza o pensamento permitindo a reflexão sobre o cotidiano.

Ao considerar as dimensões do cotidiano como indispensáveis para a constituição do educador, afirmamos a crença no profissional que está no “chão da escola” e aberto às novas possibilidades de compreensão de seu próprio trabalho e de sua ação. Acreditamos que os professores têm voz ativa e são agentes que constroem seus próprios saberes na relação – com os pares, com a realidade, com os pressupostos teóricos…

Pensamos, então, em professores como profissionais que aprendem com a própria prática. Dentro da perspectiva apresentada por Schön (2000), isto significa considerar, intencionalmente, as experiências vividas no cotidiano como geradoras do pensamento reflexivo do indivíduo. Assim, não se descarta a necessidade da formação técnica e do conhecimento das teorias que norteiam as ações, mas, afirma-se, a indissociabilidade destas com o exercício do pensamento reflexivo para a formação integral do indivíduo. Ainda neste sentido, podemos afirmar que o exercício reflexivo precisa ser ensinado, dentro de sua própria lógica e de seus próprios parâmetros. O aprendizado do pensamento reflexivo acontece na ação, ao mesmo tempo em que o exercício da docência se realiza. O educador faz pensando e pensa fazendo.

O ambiente da escola é formador

É possível destacarmos diversas características do ambiente escolar que potencializam e dão condições para que a formação reflexiva ocorra: espaço que privilegia a diversidade da convivência em grupo e, ao mesmo tempo, desperta as características singulares do sujeito já que é um local de vivência comum, palco de conflitos e relações, favorecendo, assim, a convivência democrática entre sujeitos de diferentes realidades, onde os indivíduos necessitam agir de forma a ajustar-se criativamente e criticamente às situações que são colocadas.

Dentre os aspectos citados e os muitos outros que certamente se evidenciariam, há um ponto que converge e que se mostra de maior importância para compreendermos o caráter formador da prática cotidiana escolar na constituição do educador: escola é lugar de convivência, de estabelecimento de relações, de sistematização e (com)partilhamento de conhecimento. É espaço de se conhecer através do outro e de levar o outro a se conhecer através da multiplicidade de olhares. De acordo com o conceito de “excedente de visão”, de Bakhtin (2000), somos capazes de perceber o outro em perspectivas que nunca nos enxergaremos. Por isso, a visão que o outro tem de nós é fundamental para o entendimento de quem somos… pois soma às nossas experiências uma forma de compreensão que nunca teremos sozinhos.

Schön (2000) aponta, estabelecendo um paralelo com a imagem de uma sala de espelhos, que através da reflexão somos capazes de nos enxergar em outras perspectivas, possibilitando “sair de nós mesmos”, de nossa condição natural, para nos vermos de outra maneira. Não será nunca a visão do outro, mas é uma visão alterada (ou ressignificada?) de nós mesmos.

Assim, no contexto de formação de professores, é possível perceber a escola como local de potencialidade de formação docente já que é nela que ocorrem as práticas. Práticas que ao serem analisadas trazem os conhecimentos (acadêmicos ou não) que cada professor possui, ampliando seu grau de visão e constituindo como foco primordial para a reflexividade. Voltando para o nosso percurso de professoras percebemos o quanto esses conhecimentos são necessários à nossa interação com o grupo ao qual estamos inseridos, seja ele de professores, de alunos ou da comunidade escolar, pois é através deles que construímos novos conhecimentos.

A partir do momento em que trazemos as potencialidades individuais (expressivas, tecnológicas…) percebemos que o diálogo entre os campos do conhecimento se evidencia com maior amplitude no cotidiano escolar. Assim, a experiência e a produção da sala de aula se tornam significativas para o sujeito que está envolvido no processo de ensino aprendizagem e extrapola este lugar, pois, em diferentes momentos do processo, pode-se compartilhar o que vem sendo produzido. Por exemplo: durante a investigação sobre o “descobrimento do Brasil”, as crianças podem compartilhar o que estão aprendendo e apreendendo através de um blog da classe. Ou ainda, apresentar registros com fotos, ilustrações, textos no corredor da sala de aula.

Elementos formativos do cotidiano escolar

A aprendizagem só se mostra significativa quando estamos inteiros no processo. O sentido das coisas só é percebido na sua concretude, quando as conhecemos com a nossa totalidade, conscientemente. É quando escolhemos e desejamos agregar ao conhecimento lógico a percepção sensória, quando nos permitimos entender a realidade através da subjetividade. É a busca pela harmonia e pelo equilíbrio entre a razão e a emoção.

Assim, podemos afirmar que a lógica só existe em relação ao sentimento, e vice versa. Isso quer dizer que qualquer modelo educativo que se pense, por mais audacioso ou imperativo que tente ser, jamais conseguirá dizer racionalmente como sentir ou criar, nem tampouco poderá tirar do ser humano estas suas capacidades. Sentimento e criatividade são inerentes à vida, são “estesia” (palavra que deriva de ayesthesis, do grego, que significa sentir o mundo. Enquanto estamos vivos, sentimos).

A aprendizagem significativa ocorre, então, quando consideramos intencionalmente o sensível e o inteligível em todo o processo educativo. A criatividade e a imaginação estão sempre presentes, são indissociáveis da atividade humana, mas se não escolhemos evidenciar, tornar consciente esta dimensão do conhecimento, ela deixa de ser “saboreada” pelo sujeito. Nesse sentido, faz-se necessário um resgate das práticas expressivas em educação, das vivências que tornam possível ao indivíduo perceber-se e colocar-se através de diferentes recursos frente à realidade, pois estas foram, em muitos casos, esquecidas ou substituídas por modos de fazer.

As maneiras de fazer (Certeau, 1994) da prática docente entrelaçam a criatividade e a imaginação e incorporam diversas maneiras de entender e apreender o mundo. O uso de novos instrumentos educativos e formas alternativas de linguagem tem garantido aos sujeitos outro olhar para o conhecimento. Torna-se  inevitável lançarmos mãos das novas técnicas da produção sócio-cultural presente na sociedade, já que nos reapropriamos do que está posto a todo instante.

O uso das novas mídias, por exemplo, é um dos aspectos constituintes das formalidades da prática cotidiana, pois o uso da tecnologia como registro possibilita oferecer ao professor e aos seus alunos um possível lugar a ser revisitado no presente e no futuro. Ao fazer uso das tecnologias disponíveis o professor está exercitando uma autonomia que só pode ser percebida quando se debruça sobre o seu trabalho e faz a análise de recortes do seu cotidiano: seja no planejamento diário, flexível e móvel diante de tantos acontecimentos que povoam a sala de aula, ou até mesmo na sistematização de um trabalho desenvolvido por um período de tempo que deve ser socializado com a comunidade na qual está inserido através de um blog ou de uma apresentação.

Neste mesmo sentido, as práticas expressivas que valorizam os processos criativos dos alunos e professores, como vivências artísticas e momentos de fruição poética também tem ganhado espaço nas discussões mais recentes e nas salas de aula. Este movimento, fundamental para a formação reflexiva dos educadores e educandos, possibilita conciliar os saberes eruditos com a cultura popular, as inovações com a tradição, o pessoal com o coletivo, o particular com o comum. Enfim, todas as aprendizagens significativas que permeiam o cotidiano do sujeito nos trazem indícios da importância do professor conectar-se a tudo que está posto e ao que está por vir, pois nas brechas nas quais atua, possibilita uma formação pessoal e profissional entrelaçada de maneira a formar-se sujeito reflexivo.

Não deixe de buscar também fora da escola

Não existe saída, a capacitação docente é fundamental e imprescindível! Por isso a busca por formação deve ser contínua e como falamos no decorrer do artigo existem diversas formas de aprender dentro da escola mas quero deixar claro também que a busca por formação fora da escola precisa ser uma opção válida. O assunto fica ainda mais sério quando se trata da formação de professores para educação inclusiva! Como receber crianças com a Síndrome de Down, Dislexia, Autismo e TDAH… como incluir alunos que se comunicam com Libras? É necessária formação pois sabemos que toda escola precisa atender todas as crianças. Aqui deixamos o convite para formação dos professores, entre em contato agora! Solicite informações e diga que você foi indicada pelo nosso blog que terá ainda mais benefícios! É melhor ainda quando você pode contar com  certificados reconhecidos! Não perca tempo e aproveite essa grande oportunidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências

BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

BANYAI, I. Zoom. São Paulo: BRINQUE BOOK, 2004.

CERTEAU, M. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. Petrópolis: Editora Vozes, 1994.

SCHÖN, D. Educando o profissional reflexivo. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

SCHWARTZ, Y. Trabalho e uso de si. In Revista Proposições. UNICAMP, v.1 n.5 (32), jan. 2000.

Rotina pedagógica
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Estudando a Arte Brasileira

A arte é uma das expressões mais antigas. É representada e vivenciada pelo homem das cavernas que praticava a arte rupestre.

Mais tarde, a representação da arte pode ser vista por várias civilizações como a arte egípcia, arte mesopotâmica e arte ibérica. Seus artistas e artesãos produziam obras que abordavam temas como culto religioso e político.

Como podemos observar a arte sempre foi a forma de representação, de expressão de uma civilização e sua cultura.

A arte possui sua importância como forma de interpretação dos sentimentos, das ideias, das ações e das manifestações do homem no mundo.

Vamos comentar sobre alguns pintores famosos, que com suas obras homenagearam pessoas, criaram técnicas e invenções.

 

programa de visitas guiadas para o 2º semestre e seria um enorme prazer recebe-lo!

 

Para maiores informações, assista a matéria que foi feita pela Rede Globo para o jornal SP TV no link abaixo.

 

https://www.youtube.com/watch?v=-VSXAk9IpiA&t=24s

 

Entre em contato conosco com amarilis@gustavorosa.org.br  e agende sua visita!

IDEIAS PARA CRIAR E EXPLORAR A CRIATIVIDADE NA AULA DE ARTES

Fonte: shoppingpenha

Rotina pedagógica
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IDEIAS PARA CRIAR E EXPLORAR A CRIATIVIDADE NA AULA DE ARTES

Por questão de tempo ou criatividade as aulas de artes na Educação Infantil tendem a se acomodar sempre em torno dos mesmos materiais: lápis de cor, tinta guache, giz de cera.

Mas peraí, estamos falando da aula de artes. Ela por si só já deveria ser criativa e explorar vários outros materiais e ideias. Sei que algumas Escolas até exploram e criam e também usam seus espaços, mas sempre tem aquela pulga que fica pulando dizendo que poderia ter sido mais criativo.

A criatividade é um assunto que fascina a todos e é desde sempre um objeto de muitos estudos. Esse potencial criativo é inato em todo ser humano, porém ele se ensina e se aprende.

Leia Como anda a criatividade dos seus alunos?

Criatividade serve para que?

O que acontece é que a criatividade é uma competência pessoal super valorizada, mas ao mesmo tempo desprestigiada, pois percebemos que é difícil mensurar qual professor é mais criativo que outro.

Se houver apoio da escola, entretanto, esse é um ponto que pode ser um super diferencial na Educação Infantil. Para os pequenos esta é a idade ideal para introduzir novas formas de se fazer arte, outras texturas e técnicas para pintar.

Algumas opções são: pintar com esponjas ao invés de pincéis, usar aquarela, carvão ou cola nos projetos, trazer argila e massa de modelar para a sala de aula, usar algodão, areia, papéis variados, sementes, etc., para dar textura.

Fizemos um parceria com a Papel Toys só para aumentar o seu potencial criativo na Escola.

Veja algumas ideias e dicas de matérias:

Argila

Fonte: shoppingpenha

Atividade 1- Desenhando com argila

Você vai precisar de: placas de madeira, argila, água, cadeiras e mesas.

Peça para que as crianças manuseiem a argila espalhando na placa de madeira para criar um quadro de desenho.

Instigue:

O que é argila? Para que serve?

Qual sua utilidade?

Como é experimentar a textura da argila com os dedos?

É mais fácil desenhar na folha de papel, na parede, no pano ou na argila?  

Existe alguma sensação que está acontecendo no seu corpinho?

Você pode encontrar vários tipos de argila na Papel Toys:

Fonte: Papel Toys

Veja a atividade completa no Baú de Atividade Eduqa.me e aproveite para copiar em seu planejamento já experimentando um novo jeito de criar.

Como mexer com argila é uma delícia, você também pode fazer outra aula criando esculturas e pintando os quadros depois que a argila secar, é só pintar os objetos montados com tinta guache.

Mais importante que a aula em si é o diálogo no desenrolar desta proposta. E as perguntas que o professor faz auxiliando o desenvolvimento da criança e registrando as atribuições de sentido às produções das crianças.

Livro Reciclável

Fonte: ominho

É possível que um livro pode ser escrito e rescrito diversas vezes?

Em caso de os alunos responderem de forma afirmativa, pergunte como isso é possível?

Instigue:

O que você desenharia em um livro? 

Qual seria a história da sua vida?

Um livro tem começo meio e fim?

Qual livro você mais gosta?

Peça que os alunos em grupos desenvolvam um livro-objeto ou um Livro de artista. A nossa sugestão é para que você forme duplas e as crianças precisam escolher o tema e depois pintar o livro contando uma história com início, meio e fim.

Fonte: Papel Toys

Você pode encontrar esses e outros materia bem legais na Papel Toys e não se esqueça de registrar com fotos e vídeos que inclua as considerações das crianças.

Avalie o desenvolvimento do projeto do início ao fim e escreva por aluno qual foi a dedicação e envolvimento do grupo no trabalho e a relação com a arte e os colegas paara a exposição coletiva.

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil, organize seus registros e projetos da maneira mais simples que existe.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

7 Dicas para Manter a Saúde Física e Mental do Professor

Fonte: Lehramts

Rotina pedagógica/Socioemocional
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7 Dicas para Manter a Saúde Física e Mental do Professor

O programa cuca legal tem sido desenvolvido por uma equipe de profissionais ligada a Universidade Federal de São Paulo. A proposta do programa é “sensibilizar para a relevância da Educação Emocional na vida do profissional da saúde e educação, trazer informações com base nas neurociências, nos mecanismos de integração entre cérebro, comportamento e emoções. São utilizadas, dentre outras coisas, as práticas e teorias da Roda de conversa e da Atenção plena.”. Vale a pena conferir!

Acesso o site: http://cucalegal.org.br/ para maiores informações.

#Dica 1

#Dica 2

#Dica 3

#Dica 4

#Dica 5

#Dica 6

#Dica 7

 

 

 

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil