PRÊMIO DESAFIO 2030 – ESCOLAS TRANSFORMANDO O NOSSO  MUNDO
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PRÊMIO DESAFIO 2030 – ESCOLAS TRANSFORMANDO O NOSSO MUNDO

Por acaso existe algum projeto super legal que você queira divulgar para outras escolas e outros professores?
Se a sua Escola está com esse projeto e tem a intenção de transformar o nosso mundo, não perde tempo.
Vem aqui que vou te contar como se inscrever e ganhar um super prêmio.
A história é a seguinte, algumas pessoas e institutos se juntaram para idealizar e organizar o Prêmio Desafio 2030 – Escolas Transformando o nosso mundo.

O Prêmio Desafio 2030

O objetivo é reconhecer, dar visibilidade e premiar trabalhos desenvolvidos nas instituições de Ensino Básico, por meio de projetos transformadores ligados diretamente aos 17  Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, além de divulgar os ODS junto a rede escolar pública e particular da cidade de São Paulo.

Quais são os 17 objetivos?

 Como faço para participar?

O envio dos projetos ocorrerá por meio de preenchimento do formulário online que estará disponível até 30 de junho no site: viradasustentavel.org.br/desafio-2030  

Dúvidas

Já se empolgou? Então corre e clica AQUI para ler o regulamento.  
Se depois de ter lido o regulamento e ainda restar alguma dúvida, basta entrar em contato com a equipe organizadora do prêmio pelo email premiodesafio2030@gmail.com 

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Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Prêmio Desafio 2030- Escolas Transformando o nosso mundo.


 
 
 
 
A importância da Literatura Infantil no desenvolvimento das crianças

Fonte: vaiserrimando

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A importância da Literatura Infantil no desenvolvimento das crianças

Ler histórias, imaginar cenas, recriar personagens, vivenciar cada palavra trazida pelo autor. Fazer da Literatura Infantil uma experiência rica e inesquecível. Embora essa seja uma grande aspiração de muitos educadores, quando o assunto é leitura e escrita, sabe-se que tornar esse objetivo em realidade nem sempre é tarefa fácil.

Ao trazer obras literárias para a sala de aula, o professor sabe que carrega mais do que simples histórias em suas mãos. Traz expectativas, experiências sensórias, memórias e emoções que só podem ser vivenciadas a partir deste universo imaginário. Por isso, o principal fator considerado, quando a leitura está em foco, é a riqueza do processo de encantamento pelas palavras e de tornar-se leitor a partir delas.

A Literatura

Trabalhar com Literatura não se restringe a decodificar, resumir ou assimilar textos prontos e acabados, mas sim criar possibilidades para a construção de conhecimentos que tenham significado para os alunos.

É, sobretudo, inspirar-se e comover-se com a obra lida, com os pensamentos e sentimentos presentes unicamente naquele livro. Através das histórias lidas, pessoas se conectam e partilham experiências, relacionam-se e interagem, formando uma teia que é desenhada dinamicamente.

Considerando  a leitura como um sistema particular de símbolos e signos que, uma vez dominados pelo indivíduo, tem repercussão em todo o desenvolvimento cultural da criança, também podemos perceber o peso desta atividade cotidiana para o desenvolvimento cognitivo dos alunos.

Ao ler e / ou ouvir leituras, a criança apropria-se do mundo da linguagem e torna-se capaz de dizer de si e do outro, inventar situações e expressar pensamentos com fluidez, produzindo seus próprios textos.

Vale ressaltar, ainda, a Literatura como uma manifestação artística essencial para a expressão e desenvolvimento do sujeito, com finalidade em si própria. Neste sentido, o trabalho com Literatura deve ser elaborado de maneira a estimular as inventividades, a pesquisa, a exploração da intuição e da criatividade de forma autêntica.

#Na Escola

No âmbito pedagógico, é papel do professor possibilitar situações nas quais as crianças possam interagir com as obras apresentadas, ampliando seus conhecimentos neste universo. Através desta experiência, a criança pode perceber o texto literário como elemento constitutivo do seu patrimônio histórico e cultural, como conquista pessoal e social, fonte de criatividade e observação.

Usar a literatura criativa na hora de criar uma planejamento de roda de conversa vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais ou anotadas no seu semanário.

Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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Luciana Haddad Ferreira é Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2014), possui especialização em Educação e concepções do conhecimento (2009) com dupla complementação internacional no Instituto Jean Piaget (Portugal), especialização em Arteterapia (2006) e graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Campinas (2004). Membro do grupo de estudos e pesquisa em Educação Continuada GEPEC (FE/UNICAMP), tem pesquisas relacionadas à área de formação docente, especialmente nas aproximações entre Arte, Estética e Experiência na formação de professores. Atualmente, é Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental do Colégio Integral (Campinas). Tem 18 anos de experiência em docência na Educação Básica e 9 anos de experiência como formadora de professores, tendo já realizado trabalhos de assessoria e consultoria educacional junto a redes municipais e escolas particulares no estado de São Paulo. É autora do livro “Arte de olhar: percursos em Educação” e possui diversas produções intelectuais na mesma área, em capítulos de livros, artigos científicos e outras publicações digitais.

Neurociências e a educação

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

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Neurociências e a educação

As neurociências são o estudo da relação cérebro-comportamento, ou seja, estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia, como por exemplo, ações motoras, pensamentos, emoções, etc..

Por muitas décadas, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos (cognição) como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.

No caso da infância, principalmente pelas teorias de, entre outros, Jean Piaget, Lev Vygotsky e Alexander Luria. No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma dessas funções?

Fonte: Apostila PPI

Nas últimas décadas, houve um grande avanço nos estudos que investigam a relação entre o cérebro e as nossas funções mentais. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível aprimorar ainda mais conhecimentos introduzidos por importantes teóricos do desenvolvimento,, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e maturação dos comportamentos humanos, como a cognição, a emoção e processos de aprendizagem, dentre outros.

Leia mais: Inteligência emocional

Um bom exemplo é que hoje já se atribui, de forma significativa, os estágios do desenvolvimento, descritos por Jean Piaget, às fases do desenvolvimento do cérebro. Assim, com o avanço das neurociências, passamos a considerar o conhecimento do desenvolvimento cerebral, como uma variável que não pode ser dissociada da compreensão do crescimento e do desenvolvimento da criança.

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Nosso cérebro é extremamente dinâmico e seu funcionamento depende da conexão e ativação de milhares de vias, formadas por feixes de fibras (chamados neurônios), que rapidamente levam informações de uma região à outra. Nossos comportamentos dependem da ativação e comunicação de diferentes regiões, contudo, algumas habilidades e funções estão mais fortemente associadas a regiões específicas, destacadas na imagem.

Tais funções serão minuciosamente abordadas e discutidas nos nossos próximos posts.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais.

Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

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Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOLIDARIEDADE ÀS CRIANÇAS

Fonte: blog oxfamintermon

Atividades/Rotina pedagógica/Socioemocional
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A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOLIDARIEDADE ÀS CRIANÇAS

Fonte: Google

Como você pode ver, no quadro acima, a palavra solidariedade tem vários significados. E em todos esses significados o grande conceito é o ato de ajuda ao próximo sem esperar algo em troca. Portanto, ser solidário é possuir empatia pelo sofrimento do outro.

Diante disso, a pergunta que fica é:

Qual a importância de ensinar solidariedade para seus filhos e alunos?

A visão tradicional da educação, em termos gerais, restringe-se a ensinar conteúdos objetivos direcionados a preparar crianças e jovens para exercerem alguma profissão, certo?

Certo. Mas, além disso, o entendimento de educação tem sido alterado com a mudança de hábitos da população, onde uma parcela considerável de pais tem terceirizado a educação somente para as escolas e é aqui que começamos a ter um gargalo na demandas que recebemos dos pais e das Escolas.

Todo educador sabe que a educação vai muito além de matérias e conteúdos objetivos definidos pelo MEC; como matemática, português ou história. Quando abordamos o tema “Educação”, precisamos entender que educar é transmitir valores e conhecimentos, objetivos e subjetivos, não é mesmo?

Valores subjetivos

No contexto em que vivemos, onde as inovações transformam a maneira como nos relacionamos, como trabalhamos e como lidamos com as constantes e abruptas mudanças de paradigmas, o ato de educar ganha proporções ainda maiores e esse valores subjetivos também.
Educar é, acima de tudo, ajudar um ser humano a ser capaz de tornar o mundo um lugar melhor, que possa compreender a inteligência emocional e consiga relacionar com o ecossistema em que ele está inserido, respeitando todas as formas de vida existentes.

Que compreendendo as suas emoções e necessidades possa, também, compreender a inteligência estratégica e executora, para ser capaz de reaprender conceitos, agir para alcançar objetivos e contribuir para transformar o estado do mundo.

E isso nada mais é que o conceito que vimos ali em cima. Isso é solidariedade pura, gente! E é por isso que é tão importante praticar e ensinar a solidariedade para seus alunos e filhos, a criança aprende a relacionar-se com o mundo reforçando valores como respeito, amor, responsabilidade, compaixão, valores esses indispensáveis para a construção do caráter e para um cidadão consciente.

Solidariedade na Prática

Uma prática interessante para ensinar solidariedade é conectar as crianças, o mais cedo possível, com o trabalho de ONGS de causas diversas.

Educar crianças estimulando-as a interagirem com animais abandonados, com outras crianças com alguma deficiência ou limitação, por exemplo, amplia o universo a ser conhecido e absorvido pelas crianças, bem como sua capacidade de assimilar diferenças e potencializar sua afetividade.

Fonte: R7

A evolução das gerações tem soprado que as futuras gerações serão de uma sensibilidade completamente superior que a geração X, por exemplo. Esse jovens, chamados de Millenials já são uma geração mais abertas às novidades, sem um sentimento grande de posse e que se permitem errar mais e, consequentemente,errando mais aprendem muito mais.

Outro ponto bem interessante é que há muito mais descolamento (desassociação) das gerações anteriores e, justamente por isso, vivemos um momento de maior transformação em várias áreas da sociedade, como a política e até mesmo a relação e concepção do emprego.

Cito como exemplo o empreendedorismo. Ele é muito mais discutido e incentivado do que em gerações anteriores – o empreendedorismo social – aparece como um expoente, transformando a forma como negócios se relacionam com a sociedade, dando surgimento a empresas comprometidas em cuidar do mundo.

Desafio

Quanto maior a transformação, maior a responsabilidade. Com tanta tecnologia, tanta informação e tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo o que falta mesmo é aprofundar as relações.Um dos grandes desafios das próximas gerações será manter interações reais e significativas que vão nutrindo, no cotidiano das pessoas, os valores que foram ensinados em sua infância. Isso porque caminhamos para um mundo cada vez mais digital e menos físico, onde as relações podem tornar-se cada vez mais superficiais.

E é por essas e outras que ensinar a solidariedade às crianças acaba sendo uma “matéria”obrigatória.

Afinal de contas, ensinar solidariedade para as crianças é garantir que iremos nutri-las com experiências benéficas e profundas para que elas possam levar consigo valores importantes por todo seu crescimento e evolução.

Gostou? Não tem como não gostar, não é mesmo? Aproveita para entrar na Eduqa.me e criar materiais que podem ser compartilhados com outros professores de todo o Brasil.

Comece a fazer seus semanários na plataforma Eduqa.me e tenha mais facilidade na hora do planejamento. Além de fazer isso em poucos minutos você vai se encantar com os registros individuais.  

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Texto co-criado com Lucas Borges, fundador da Risü, plataforma que disponibiliza cupom de desconto de mais de  300 lojas online e transforma compras em doação para ongs. É consultor de inovação e empreendedorismo social. Eleito como Jovem Empreendedor Social do Ano, em 2016 pelo Prêmio Laureate e pela International Youth Foundation. É membro Global Shapers, uma  iniciativa do World Economic Forum.

 
 
Refletir para Educar
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Refletir para Educar

O que Paulo Freire diria sobre a Educação nos dias de hoje?

Quando paro para pensar sobre as mudanças do mundo e sobre pessoas que admiro e que algum dia na vida gostaria de entrevistar, penso como seria um bate papo com o Paulo Freire.

O que eu diria a ele?

“Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante” Paulo Freire

 

Foi a partir desse exercício mental que eu refleti e escrevi sobre a educação:

O Educador e a Escola no século XXI

Uma geração conectada, interativa e que pede agilidade exige do professor além de profundo conhecimento dos conteúdos programáticos um novo jeito de apresentá-los.

Não quero que em nenhum momento nos afastemos da nossa missão como educador, que, acima de qualquer coisa, é saber lidar com o humano, mas hoje é o professor que tem de se questionar sobre os seus valores enquanto profissional e sobre como a educação pode criar oportunidades para suprir essas lacunas na vida do Educador.

Precisamos nos enxergar como catalizador de mudanças.

Em qualquer momento da vida, a educação sempre estará relacionada aos nossos quereres mais viscerais que, por vezes, encontram-se distantes do que realmente acreditamos: nossos valores – o que nos faz pensar sobre o porquê de esse tema ser tão apaixonante e desafiador.

A escola, enquanto construção social, deve enxergar que uma nova era e que uma nova maneira de ensinar está em evidência.

É natural, que a cada aula,  os alunos trazerem à tona temas recentes, curiosidades e a improvisação, o que por ora já é o bastante para desbancar as práticas atuais, tornando muita coisa obsoleta.

Não há como resistir às mudanças e ao impacto das transformações do mundo moderno. Devemos cada vez mais  trabalhar procurando trazer para dentro da sala de aula as novidades e assimilar tudo isso em uma participação mais ativa entre todos os membros da escola.

O envolvimento e atualização constante é o que vai transformar a Escola em um espaço atraente, divertido e que a imaginação e o conhecimento não tem fim.

Hoje, Paulo Freire,  busco meu aprendizado em coisas pequenas, lembrancas, situações marcantes.
Mas o que encontro por aí em boa parte das escolas são aulas agitadas e materias enfadonhos. Será que conseguimos atrair a atenção de crianças com fichas e com giz?

Será que nossa saliva é suficiente? A ritalina e as demais drogas irão trazer o aluno para a construção de uma escola diferente e atual?
Eu penso que a resposta está em cada clique, em cada curtida e em cada compartilhamento.

E vocês, o que diriam ao Paulo Freire?

Que tal aproveitar para pensar em uma nova maneira de fazer seu planejamento e registros ? Isso vai te ajudar  a pensar mais e melhor no processo ensino-aprendizagem do seus alunos.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Gestão Escolar x Gestão pedagógica

Gestão Pedagógica

Registros/Relatórios/Rotina pedagógica/Semanários
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Gestão Escolar x Gestão pedagógica

“A tecnologia que já muda a maneira de ensinar e aprender está ganhando espaço na gestão à medida que fica cada vez mais complexo lidar com a enorme quantidade de informações no dia a dia de uma escola. O mercado de plataformas digitais está em evolução e uma amostra desse fenômeno pode ser percebida pela ampla presença de empresas voltadas a atender esse setor das instituições de ensino na Bett Educar.”

Esse é um trecho retirado do Porvir– O site sobre inovação em educação visitou alguns stands na feira Bett, a maior feira internacional de educação da America Latina, e viu alguns produtos que propõe como solução usar dados para apoiar tomadas de decisão sobre gestão administrativa da Escola.

Como nós ficamos de fora da matéria decidimos explicar para nossos leitores sobre um conceito que muita gente confunde.

Qual a diferença da GESTÃO ESCOLAR para a GESTÃO PEDAGÓGICA?

Muita gente confunde a Gestão Escolar, que é uma gestão administrativa, com a gestão pedagógica. Nesse post vamos explicar e explorar o contexto de cada uma delas.

Vamos lá?

GESTÃO ESCOLAR

A gestão escolar são práticas administrativas que se encontram na lógica da organização da Instituição. Isto é, ela e bem parecida com o funcionamento de uma padaria, de uma multinacional ou de qualquer empresa que precisa olhar para seu funcionamento com um olhar bem crítico e rigoroso com carácter puramente prático e pragmático.

Sabemos que apesar da Educação não ser um produto a Escola precisa e deve funcionar como uma empresa e para isso é preciso de dados e racionalidade sobre a administração pura e crua.

Nesse sentido, percebemos que vivemos em um País capitalista e como qualquer organização busca conseguir mais números com os mesmos esforços. Assim como essas organizações as Escolas são empresas e precisam ter lucro, produtividade e eficiência. E esse combo pode e devem coexistir, simultaneamente, dentro e fora da sala de aula.

GESTÃO PEDAGÓGICA

Agora que sabemos que gerir uma Escola depende de dados sobre os salários dos professores, o aluguel do espaço, a compra dos materiais, a quantidade de papel, programas e outros tantos gastos a pergunta que fica é: E o pedagógico? Como mensurar o valor da abordagem do meu professor? Como apresentar que esse método é melhor que aquele por esse ou aquela motivo?

E aí, Coordenadores e Diretores, o que eu respondo é simples.

O pedagógico vem como o grande objetivo de existência da escola é a única a razão dessa Empresa Escola existir e muito provavelmente um dos maiores motivos que fez com que as famílias se encantassem pela sua Escola e não pela Escola vizinha. O Pedagógico é a atividade fim do setor educacional, gerir essa área está relacionada com a organização e planejamento do sistema educacional e a elaboração e execução de projetos pedagógicos. Também deve estabelecer metas com foco em melhorar as práticas educacionais nas instituições de ensino e descobrir outras maneiras de ensinar mais e melhor. Para garantir que toda essa didática funcione, é essencial a atuação dos coordenadores, diretores e orientadores educacionais.

O pedagógico nos indica que as ações de articulação que acontecem dentro da Escola são orientadas por um propósito maior que as cifras, tão necessárias, ao final do mês. O Pedagógico vai te permitir pensar e agir de maneira cirúrgica e ambiciosa fazendo as mudanças necessárias para sua Escola.

Coordenadores Pedagógicos e Diretores são responsáveis por ações de extrema importância para o desenvolvimento da instituição, como:

  • Articular estratégias, métodos e conteúdos no ambiente educacional;
  • Definir metas para otimização dos processos pedagógicos;
  • Avaliar o trabalho pedagógico exercido por professores e praticados na instituição;
  • Estabelecer formas de envolver mais os docentes na criação dos métodos pedagógicos;
  • É importante também que o diretor escolar esteja em contato aberto com os educadores para estabelecer o foco da aprendizagem e promover a educação como um todo, dando atenção ao currículo escolar e metodologia de ensino em vigor e sugerindo eventuais mudanças.

Uma boa avaliação da gestão pedagógica na educação básica é realizada com o olhar sobre as atividades, os espaços e os tempos dedicados a elas, os materiais, as instruções, as modalidades organizativas, áreas de conhecimento ou estímulos e a formação de professores

Por isso é fundamental usar os dados pedagógicos ao seu favor e não só deixar que o cotidiano burocrático te engula mês a mês.

Na Eduqa.me  você tem acesso a todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. Com a plataforma é possível acompanhar o planejamento/ semanário de todos os professores da Instituição e abrir uma janela para fazer a devolutiva na hora. Além disso, você coordenador ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos sobre espaços utilizados, áreas de conhecimento, registros ricos em tempo real e muito mais.

Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

6 DICAS PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS MAIS PRODUTIVOS
Carreira/Formação/Práticas inovadoras/Registros/Rotina pedagógica
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6 DICAS PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS MAIS PRODUTIVOS

Trabalhar com pessoas é uma das tarefas mais difíceis para um gestor. Imagina quando se fala em trabalhar com gestão dentro da Escola? Aí é que a coisa fica ainda mais complicada- há muitas variáveis de pessoas, segmentos, faixas etárias e abordagens pedagógicas.

Além disso, estamos aprendendo a lidar com dados na Educação e mensurar o aprendizado para obter informações quantitativas ou qualitativas não parece ser uma tarefa como apagar o quadro, não é verdade?

O coordenador pedagógico fica com o papel de oferecer condições apropriadas para que os professores que estão em sala consigam aprofundar o conhecimento nas suas áreas e aplicar abordagens, métodos e técnicas pertinentes a proposta da instituição e ao currículo. Além de apoiar nas possíveis dúvidas e conflitos que possam surgir.

Leia mais em:

Gestão baseada em dados na Escola

Para vencer os desafios de uma boa gestão pedagógica, separamos 6 dicas para que você se torne um coordenador mais produtivo.

Confira!

1. Aprenda a dar devolutivas

A devolutiva e uma ferramenta fundamental para a gestão pedagógica, portanto é importantíssimo que você nunca se esqueça de faze-la. Converse com os professores a respeito dos seus planejamentos e registros e diga a eles o que pensa e como e onde poderiam melhorar. Se por ventura esteja insatisfeito, seja sincero, aponte para o que não está bom e ajude a enxergar o que deseja como entregável e auxilie a melhorar o desempenho.  Afinal de contas ninguém nasce pronto e nada como um bom papo para alinhar expectativas e a realidade.

2. Diga sim à inovação

A Escola vive um grande momento de transformação e enxergar que é preciso inovar é o primeiro passo para fomentar essa nova escola. Por isso, estimule seu time de professores a buscar novas fontes de aula, de conteúdo, de metodologias.

Há muitos experimentos sendo feito nas salas de aula e viver em um mundo beta nos implica lidar com constantes mudanças. Acompanhe de perto os professores que ousam inovar e ouça suas ideias. Recompense aqueles que tiveram ideias criativas e compartilhe com o time trazendo reconhecimento e incentivando outros a fazerem o mesmo.

3. Influencie positivamente

Ninguém merece participar de reuniões apenas com puxão de orelhas. Gestor que so reclama e e fala mal cria um clima super pesado e desagradável. Imagina que tipo de estímulo um corpo pedagógico tem ao trabalhar todos os dias com críticas?

Assumir uma postura positiva sobre a situação vai te colocar como alguém que acredita na competência do time. Seja honesto e saiba elogiar e promover bons momentos para os professores.

4. Seja um gestor presente

Converse diariamente com seus professores e apareça nas salas de aula para acompanhar de perto quais são as competências e habilidades que seus professores estão desenvolvendo com as crianças.

Também perceba como a turminha se refere ao professor e procure saber quais são as metas e interesses dos professores. Isso te ajudará a compreender de forma como auxiliar o trabalho colaborativo e o desenvolvimento pessoal.

5.Pratique a CNV

Saber se comunicar é crucial para um bom líder, portanto, tenha uma comunicação clara e objetiva.

A CNV – A Comunicação não violenta pode e ajudar a resolver conflitos, conectar-se aos outros, e viver de um jeito consciente, presente e antenado ás necessidades vitais e genuínas de si mesmo e do mundo.

O mais importante da sua comunicação é que ela cumpra o papel de informar e também lhe permita praticar a empática e encontrar um jeito para que todos os professores falem o importante sem culpar o outro, humilhá-lo, envergonhá-lo, coagi-lo ou ameaçá-lo. Pratique a comunicação não violenta e evite de ser mal interpretado. Erros de comunicação podem ocasionar prejuízos no seu corpo pedagógico e influenciar negativamente seu trabalho.

6.Use a Eduqa.me

Na Eduqa.me  você tem acesso a todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. No painel do coordenador é possível olhar o planejamento/ semanário de todos os professores da Instituição e abrir uma janela para fazer a devolutiva. Além disso, você coordenador ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos.

Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Gestão baseada em dados na Escola
Registros/Rotina pedagógica
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Gestão baseada em dados na Escola

Há gestores para todos os gostos.

Gestores de Escolas públicas, privadas, mulheres, homens, jovens, seniores, do Sul, do Norte, os perfeccionistas, os sonhadores, os mediadores; tem gestor que se preocupa bastante com o orçamento e tarefas administrativas, outros focam no cumprimento da agenda e outros optam por cuidar do pedagógico.

Há ainda aqueles que focam na infraestrutura da Escola, na merenda e na inovação e por aí vai..

Não importar quais são suas prioridades, o que importa mesmo é que independente delas você tem uma das tarefas mais difíceis que um gestor de Escola poderia ter: lidar com dados na Educação.

Com toda certeza você já sentiu na pele essa dificuldade, não é mesmo?

Além de cuidar das pessoas da sua Escola, ainda é necessário que você gerencie os dados pedagógicos garantindo aos pais que ali, naquela Escola, mora o melhor lugar para a criançada aprender. A Escola é uma dimensão que construímos de acordo com o desenho do nosso cenário de aprendizagem. Por isso é extremamente importante que o ambiente seja agradável e que além do ambiente acolhedor, a Escola consiga proporcionar uma experiência inesquecível e um espaço de disponibilidade da quantidade de informações e das medidas necessárias para que haja troca de aprendizagem coletiva e tempo disponível para análise dos dados baseado na prática das crianças.

Entretanto não é isso que acontece, certo?

O que posso fazer em minha Escola?

Você já se perguntou QUANTAS atividades seus professores fazem anualmente?  E, por exemplo, no SEMANÁRIO da semana passada as atividades aplicadas foram sobre matemática, português, coordenação motora ou artes? E desses SEMANÁRIOS, quantos foram entregues na DATA prevista? Quantos foram revisados e aprovados pelos coordenadores? E, as áreas do conhecimento…Nesse bimestre, quais ÁREAS DO CONHECIMENTO sua Escola está estimulando mais? Você saberia me dizer, AGORA, o que o seu aluno do maternal fez no dia 10 de Março? E se OS PAIS DE UM ALUNO perguntar como está o comportamento daquela criança?

Você, gestor de escola,  é capaz de tomar decisões satisfatórias e baseadas em dados todos os dias?

Responder todas essas perguntas demanda tempo e é bem complicado, não é mesmo?

A compreensão dessa realidade parece muito simples para uma empresa como por exemplo a Coca-Cola, mas para uma Escola muitas vezes é considerada ilusória, pois não temos um produto final e sim pessoas.  Uma Escola é um lugar de gente que lida com gente e essa combinação é algo mágico, porém no dia a dia o sonho de trabalhar com dados parece impossível.

Para responder a todos esses questionamentos, muito provavelmente, você teria que convocar uma reunião e deslocar alguns professores da sala de aula, além de criar planilhas e mais planilhas explorando os cenários e as classes e explorar a papelada dos coordenadores e professores.

Entretanto, a combinação destes fatores é algo bastante difícil e moroso. Muitas vezes, quando se obtém a informação, não se tem tempo para analisá-la, pois ela precisa ser tomada no ato.

 

Fonte: TBO

Gestão baseada em dados

Há situações em que o gestor não tem a informação adequada, em qualidade e quantidade. Neste caso conta muito o achometro, ou seja, a experiência que o gestor acumulou nas Escolas anteriores, baseada em fatos passados.

O gestor deve ser o mais objetivo e sensato possível.  Nesse contexto, as decisões dos gestores, por melhores que sejam suas intenções, são consideradas apenas satisfatórias, pois não são pautadas em dados.

Absorver todas as informações que os professores geram diariamente e ter  esses dados disponíveis para levar em conta em um processo decisório é um grande sonho, não é mesmo?

E se eu te dissesse que é possível responder a todas aquelas perguntas sem perder tempo e de um jeito diferente.

Sim, isso mesmo! Estou querendo te dizer que é possível poupar pelo menos 80% do seu tempo e ter todas essas informações na palma da sua mão ou na tela do seu computador.

Legal, não é mesmo?

É exatamente isso que a Eduqa.me faz!

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Concatenamos todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. Na Eduqa.me é possível responder isso em poucos minutos e suas decisões podem ser pautadas mediante a realidade da sua Escola e não em suposições. Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

Na Eduqa.me você consegue ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos. 

Aprovar ou não… e também dar devolutivas para seus professores possibilitando a qualificação de um processo decisório, reduzindo-se as incertezas e os riscos.

Uma vez tendo-se definição e compreensão real dos fatos, haverá maior probabilidade de sucesso nas matrículas da sua Instituição e também nas reuniões com os pais.

Afinal,  dados são reais e ele podem ser comparados medidos, analisados, discutidos; enfim, é algo possível para pautar ou definir o que fazer na sua Escola.

Leia mais O coordenador pedagógico virou o faz- tudo da Escola?

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

 

 

5 formas para lidar com a indisciplina em sala de aula
Registros/Rotina pedagógica/Formação
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5 formas para lidar com a indisciplina em sala de aula

Atualmente os professores reclamam muito do comportamento das crianças na escola. Parei para refletir sobre isso e me lembrei de quantas vezes ouvi Escolas e professores trazendo essa problemática à tona.

A insatisfação é clara: nunca vimos alunos tão indisciplinados como nos dias de hoje!

Mas antes de seguirmos com o papo, que tal fazermos uma pausa para olhar mais de pertinho o problema?

Fonte: Vivo mais saudável

 

O que é indisciplina?

A indisciplina significa ausência de disciplina; descumprimento de toda e qualquer regra; desobediência; confusão; insubordinação ou negação da ordem.  Olhando com cuidado seu antônimo, temos a palavra disciplina. E o que é essa palavra se não o sonho de consumo de todo professor?

Aluno disciplinado é aquele que segue as normas, que respeita as relações que foram definidas e que tem uma excelente conduta em sala de aula, não é mesmo?

Mas peraí, professores, os alunos que são disciplinados, geralmente, são criativos? Esses alunos desenvolvem com tanta propriedade a argumentação e o protagonismo? Será que essas crianças agem dessa maneira porque sofrem de perturbações afetivas? A família dessa criança é bem estruturada? Os pais dessa criança tem dificuldade para lidar com limites? Essa criança passa mais tempo com seus cuidadores do que com os pais? Por que será que a indisciplina está cada vez mais frequente?

Devemos fazer todas essas perguntas antes mesmo de definir a  indisciplina apenas como a incongruência entre as expectativas criadas pelos professores e a atitude das crianças. É  preciso pensar a indisciplina no contexto do desenvolvimento cognitivo e emocional de cada criança, pois assim abrimos um leque de possibilidades e passamos a compreender mais e melhor o porque essa criança grita, briga se mostra agressiva.  A partir daí, dessa reflexão, exercemos além da escuta ativa a importância de personalizar o ensino e determinar limites à criança e, claro, a valorização do nosso trabalho de professor na Educação Infantil.

 

A indisciplina escolar não é um fenômeno estático que tem mantido as mesmas características ao longo das últimas décadas. Ao contrário, está “evoluindo” nas escolas. Sob diversos aspectos, a indisciplina escolar, hoje, se diferencia daquela observada em décadas anteriores. As expressões e o caráter da indisciplina, por exemplo, apresentam mudanças (AQUINO, 1996b)

Para lidar com a indisciplina em sala de aula também é preciso mudanças. Estudar estratégias e maneiras de mapear, identificar e criar um plano de ação para prevenir essa questão tão latente na Escola torna o professor como agente de mudança.

Por isso é tão importante estabelecer uma relação de respeito entre professor e a criança. Uma vez que esse laço é estreitado é possível criar vínculo de confiança e afeto minimizando a indisciplina e mantendo a ordem e a harmonia com sua turma.

Dito isso, vamos para alguns encaminhamentos preventivos para que você experimente em sala de aula.

Confira!

5 formas para lidar com a indisciplina em sala de aula

#1Estabeleça regras claras

Faça disso um jogo. Todo jogo tem suas regras e é fundamental que você explique as regras que regem sua sala de aula. Explique de maneira bem clara e objetiva e justifique o motivo de elas existirem e por que devem ser respeitadas.

2#Deixe claro que o que é errado é o comportamento, não o aluno

É importante conversar olho no olho da criança. Assim fica mais fácil identificar as questões emocionais que as afligem. É muito importante está atento para que a criança não se sinta rejeitada.

Leia mais sobre Comunicação não violenta.

3#Reconheça os sentimentos de seus alunos e respeite-os

Não se trata de bloquear os sentimentos ou valorizá-los, mas sim identificá-los. A partir do momento que conseguimos identificar nossas emoções e aprendemos a lidar com elas de um jeito criativo passamos a nos respeitar e exercer o respeito para com o outro.

Leia mais sobre Inteligencia Emocional

4#Não lhes diga o que fazer; permita que cheguem às suas próprias conclusões

Mais importante que respostas corretas e prontas é uma a forma como a criança conseguiu assimiliar a mensagem, o caminho da aprendizagem que ela percorreu é só dela e se apropriar de uma causa e se sentir parte dela é fundamental para a disciplina.

5#Trabalhe crenças negativas transformando-as em positivas

Seja um professor otimista é de atitudes seguras. Transforme problemas em soluções. Sabe aquele aluno que está causando a maior bagunça em sala de aula? Que tal convocá-lo para o ajudante do dia?  Acredite que aos problemas humanos e sociais sempre são passíveis de soluções criativas.

As escolas precisam estar atentas para lidar de forma preventiva com a indisciplina. Algumas escolas apostam nos programas de formação continuada de professores e em serviços específicos voltada para a indisciplina.

O que percebemos é que a Escola deve ser verdadeiramente humana, isto é, a Escola precisa construir um espaço muito saudável para o afeto e a prática do diálogo. Pois será esse clima caloroso e afetuoso que, na prática, acontecerá a mudança.

Essas estratégias tem como única finalidade instrumentalizar os professores para tratar dessas questão de um jeito interessante e acolhedor.

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Não se trata apenas de focalizar no comportamento dos alunos, mas de considerar todos os aspectos do seu desenvolvimento psicossocial, principalmente a família, que é o exemplo central das crianças.

Veja 7 Estratégias para promover a aproximação da Família com a Escola.

 

Referências:

 

 

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

FUNÇÕES EXECUTIVAS: O QUE SÃO? PARA QUE SERVEM?
Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Registros/Rotina pedagógica/Formação
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FUNÇÕES EXECUTIVAS: O QUE SÃO? PARA QUE SERVEM?

 

 

“Do jeito que a vida está
Eu não quero crescer
Tanta volta que a vida dá
Eu não quero crescer
(…)
Eu não quero estudar
Eu não quero me formar
Eu não quero trabalhar
Eu não quero ter que pagar
Eu não quero me decepcionar
Eu não quero entristecer
Eu não quero crescer”(Música “Eu não quero crescer”, de Pitty)

O trecho desta música da cantora Pitty, nos remete a uma realidade que faz parte da nossa formação humana: quanto mais crescemos ou nos tornamos independentes, mais a vida nos apresenta desafios, deveres e obrigações que demandam que tenhamos múltiplas habilidades e competências. Precisamos tomar decisões difíceis, saber controlar as emoções e impulsos, ter disciplina, flexibilidade, planejamento, ser criativos, administrar a rotina, dentre milhares de outras coisas.

 

 

 

Mas será que já paramos para pensar em quais são as funções cerebrais necessárias para que possamos dar conta de todas essas necessidades? Indo além, será que é possível preparar o nosso cérebro para atender bem a esses tipos de demandas?

Muitos não sabem, mas existem sim funções cerebrais específicas para nos auxiliar no gerenciamento das nossas atividades e comportamentos com autonomia. Estas funções são chamadas de Executivas (F.E).

 O que são funções executivas e qual a importância da primeira infância no seu desenvolvimento?

As Funções Executivas são um conjunto de processos cerebrais responsáveis pelo controle, monitoramento e regulação das nossas ações, pensamentos e emoções. Com estas funções nós conseguimos disciplinar o nosso comportamento para atingir metas; flexibilizar formas de pensar; autorregular­nos, controlando os nossos impulsos e adequando as nossas ações às regras sociais; tomar decisões baseadas nos objetivos pretendidos; realizar planos e solucionar problemas, tudo isso, ao mesmo tempo em que nos automonitoramos para verificar a eficácia do que estamos fazendo.

Muita coisa, não? Isso acontece porque as Funções Executivas abrangem um agrupamento de regiões cerebrais que envolvem diferentes domínios cognitivos.

Mas, afinal, qual o papel da primeira infância no desenvolvimento das funções executivas?

A primeira infância (período que vai da gestação até os 5/6 anos de idade) constitui a fase do desenvolvimento onde é formada a base cerebral que dará sustentação a todas as nossas funções cognitivas e isso inclui as FE. Para que desenvolvamos bem estas funções, cujas habilidades foram descritas no inicio do texto, é preciso que em sua base ela receba estimulação adequada.

A maioria dos teóricos explicam que são diversos os domínios que fazem parte das Funções Executivas e que elas se desenvolvem ao longo da nossa vida, até o início da fase adulta.

3 importantes aspectos que já estão presentes, mesmo que de maneira mais rudimentar, na primeira infância.  

Fonte: Bloga8

 

  1. Inibição do comportamento: Basicamente é a capacidade de pensar antes de agir, ou seja, resistir à urgência de dizer ou fazer alguma coisa avaliando a situação e o impacto que o nosso comportamento causará. Como por exemplo, sentir vontade de bater em alguèm, mas conseguir frear essa reação por ser inapropriada; resisitr a tentação de roubar o doce do colega, dentre outros. 
  2. Memória operacional: é a habilidade de manter uma informação em mente pelo tempo suficiente de utilizá-la na solução de algum problema, ou para fazer relações de idéias. Isso envolve, por exemplo, reter as informações-chave necessárias para a solução de um problema reter fonemas e palavras da fala até que eles possam ser recuperados na ordem correta ou ser integrados em ideias significativas; conseguir integrar informações novas a um conhecimento anterior, dentre outros. A memória operacional é necessária tanto para nossa compreensão de problemas e criação de resoluções como para a compreensão e produção da linguagem. Na infância, principalmente, diversos estudos têm correlacionado a capacidade de memória operacional com desempenho acadêmico. 
  3. Flexibilidade cognitiva: habilidade de mudar o foco atencional, o ponto de vista, as prioridades ou as regras para adaptar-se às demandas do contexto. Por exemplo: se adaptar bem à mudanças de rotina ou de planos; inventar ou aceitar bem formas alternativas de resolver um problema (sem aquele pensamento de que “só vale se for do meu jeito”); não ter dificuldade em substituir uma informação ultrapassada por uma atual, etc.

Crianças pequenas podem ainda não ter muitas das habilidades citadas desenvolvidas,  mas isso não significa que elas não possam ser estimuladas desde já, prevenindo possíveis dificuldades em sua aquisição. Inúmeros estudos mostram que crianças que receberam estimulação adequada para o desenvolvimento dessas habilidades tornaram-se jovens e adultos com melhor saúde mental, comportamento, sociabilidade e desempenho acadêmico e profissional.

Existem diversas atividades que ajudam a estimular as Funções Executivas da criança e elas podem ser usadas tanto em contexto escolar quanto no dia a dia dentro de casa. Continue acompanhando os nossos posts para se informar mais sobre isso!

Você pode ler também sobre O DESENVOLVIMENTO MOTOR NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O QUE É PRECISO SABER.

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Como mostra o exemplo abaixo:

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Tatiana Góes Freitas, Psicóloga, Neuropsicóloga, colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância e no Centro de Atenção Psicossocial da UNIFESP.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.