Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Fonte: UOL

Rotina pedagógica/Semanários/Práticas inovadoras
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Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Professores perdem equivalente dois meses de aula com tarefas administrativas!

Ficou chocada com os números?

Eu também fiquei quando li essa matéria em 2011. Esse número alarmante foi o resultado de uma pesquisa feita pelo banco mundial.  O levantamento feito em 3 estados brasileiros (Rio, Minas e Pernambuco) e mostrou o tempo que os professores gastam com atividades não pedagógicas.

Uau! 2 meses de aula é bastante coisa, né?

O que são atividades não pedagógicas?

Apagar o quadro, organizar a sala, entregar folhas, deslocar de um lado para o outro, fazer semanário, corrigir atividade, entregar material, procurar atividade, criar excel, fazer a chamada e por aí vai…

Você já parou para se perguntar quanto você gasta fazendo isso?

Como nós, professores, não temos o hábito de mensurar as horas, as atividades e os registros… boa parte do trabalho e do tempo vai se escorrendo e a gente nem percebe.

Quer ver? Se eu te perguntar:

  • Quantas atividades você fez ano passado na sua sala de aula?
  • Quantas horas de brincadeira você teve no pátio?
  • Quantos livros você leu na roda de leitura?
  • Qual foi a área de aprendizagem que você mais estimulou nos primeiros 3 meses de 2017?

Não se sinta mal se você não consegui responder todas essas perguntas, aposto que boa parte dos seus colegas também não.

Semanário na era Digital

O semanário é a bússola norteadora do professor. Esse documento deve ser feito por semana e preenchido cada dia da semana, por isso o nome semanário, e é parte das responsabilidades profissionais do professor.

Imagina você chegar em sala de aula e não ter a mínima ideia de quais são os objetivos de aprendizagem naquele dia. Meio maluco, né?

Agora imagina você perder menos de  2 meses com essas tarefas administrativas e ainda poder guardar e catalogar suas atividades para compartilhar com outros professores para que eles percam menos tempo com essas tarefinhas chatas e consigam focar no que eles realmente gostam de fazer: lecionar!

Elaborei duas dicas simples para te ajudar a gastar menos tempo com tarefas administrativas e potencializar sua sala de aula com uma pedagogia mais coerente e com dados para provar isso.

Vamos lá?

#Dica 1 : Escrever para o outro

A primeira coisa que você tem que ter em mente quando for planejar a sua aula e sua semana é que a informação precisa estar transparente o suficiente para que qualquer pessoa que não te conheça entenda as suas propostas pedagógicas.

Por isso é importantíssimo que você faça o exercício de escrever para o outro de maneira simples, objetiva e compreensiva.

Até aqui tudo isso que estou falando se adapta a um planejamento comum, sem muitas novidades, certo? Sua professora fazia assim e provavelmente a professora da sua professora também.

Agora o exercício que eu proponho a você é simples e muito prático.

#Dica 2: Tecnologia é parça!

Muitos professores  elaboram suas aulas de maneira bem digital e acredito que você que está lendo isso agora também deve fazer isso. Porém é preciso usar uma ferramenta para compartilhar o conteúdo, um site para busca a atividade, um programa para editar o semanário bem bonitinho e por aí vai…

Agora imagina se tivesse tudo que você precisa para elaborar sua aula em um único lugar? Consegue imaginar quanto tempo você economizaria com isso?

É exatamente isso que a Eduqa.me propõe aos professores.

Criar um semanário de forma simples, direta, com pesquisa de atividades já prontas no baú de atividades e com espaço customizado para seu modelo pedagógico e para seus alunos.

Na Eduqa.me você pode fazer um plano de aula em minutos e, quando for para a sala de aula, poderá tomar decisões pedagógicas a respeito do que ensinou de forma simples e direta. Fazendo isso, naturalmente, os portfólios e relatórios são gerados e tanto para o professor quanto para a coordenação é possível verificar tempo gasto, com o que e o impacto nas crianças.

Que tal economizar 2 meses perdidos com tarefas que realmente importam?

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Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Não há mais como fugir: professores unidos e conectados

Fonte: Incrível club

Semanários
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Não há mais como fugir: professores unidos e conectados

Os tempos mudaram. Os alunos mudaram! A sala de aula mudou! Mas, e a educação?

Ninguém discorda que temos alunos conectados e o que podemos pensar é: por que isso impacta tanto a nossa sala de aula?

Ora, com o mundo globalizado e os alunos tendo acesso a todo e qualquer conteúdo é muito natural  que haja uma relação diferente com os conteúdos, com o tempo e com os outros.

Pensar isso, de uma certa forma tira um fardo enorme de nossas costas, não é verdade?

Mas ao mesmo tempo não nos deixa tranquilos e paralizados, pois sabemos que temos muito para aprender, sabemos portanto, que estamos sempre conectados e aprendendo.

Educação: aquilo que nos une

Procuramos aprender com os outros nas redes sociais, nos grupos de whatsapp, nos grupos fechados do facebook, nas apostilas antigas, nas bibliotecas, na sala dos professores, na Eduqa.me, nas prosas com os colegas de trabalho, como com os próprios alunos, com pais, com a direção, no google, no pinterest, no portal do professor… e por aí vai! Essa lista é infinita…

Vivemos consumindo conteúdo e buscando aperfeiçoamento na nossa ação reflexiva sobre ensinar. E que ótimo, pois ela está sempre ali acontecendo. É no gerúndio e continua. Nunca para!

E agora, mais do que nunca, conseguimos compreender o nosso papel enquanto professor.

A propósito, vocês sabem o que a palavra professor significa?

Professor” tem origem no Latim, vem de PROFESSUS que significa “pessoa que declara em público” ou “aquele que afirmou publicamente”. Esta palavra, por sua vez, é derivada do verbo PROFITARE. Este significa “afirmar/declarar publicamente” e é comporto de PRO, “à frente” e FATERI, “reconhecer”.

http://origemdapalavra.com.br/

E como manda a definição, precisamos estar sempre à frente desse mundo beta. Nos, professores, estamos entendendo que esse processo é cada vez mais orgânico. E cada vez mais empresas, startups e pessoas tentam oferecer soluções para auxiliar o professor nessa árdua tarefa de ficar ligadaço no mundo moderno.

Nós, da Eduqa.me, nascemos de uma necessidade de dentro da sala de aula e continuamos levantando para fora da sala de aula a bandeira  da inovação e de um ensino cada vez mais lógico e menos burocrático e, claro, divulgando e disseminando as ideias que valem a pena divulgar.

Dessa forma, especificamente nós, que fazemos a Eduqa.me, sabemos bem que para promover a aprendizagem significativa dos alunos, é fundamental desenvolver-se continuamente.

Fonte: canal tech

Usar e experimentar ferramentas, encarar novos desafios, se inscrever em cursos e navegar em cursos e conteúdos nunca antes vistos nos faz assumir o grande desafio de sermos melhores a cada dia, a cada aula.

E isso é olhar para a nossa própria historia, nossa própria trajetória profissional e encarar que falhamos e que acertamos e que, durante esse processo, aprendemos! E mais importante de tudo isso: nos ensinamos!

Por isso fica o meu convite para que você experimente a nossa ferramenta.

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Clica AQUI, faça o trial e me envie suas percepções.

Tenho certeza que eu, a Eduqa.me e você vamos trocar percepções valiosas. Afinal de contas estamos todos conectados na grande tarefa de Educar.

Gostou?

Então não deixa de acompanhar nossa página no facebook e compartilhar as matérias que você mais gostou.

Tenho certeza que temos muito a trocar.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

Os marcos do desenvolvimento 0 a 3 anos

Fonte: Ludovica

Desenvolvimento Infantil/Semanários
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Os marcos do desenvolvimento 0 a 3 anos

O processo de desenvolvimento humano é contínuo e a capacidade maturacional (de amadurecer) é individual. Mas, a despeito das particularidades de cada indivíduo, podemos estabelecer alguns marcos gerais (e comuns a todas as pessoas) importantes neste processo, principalmente na primeira fase do desenvolvimento, que vai de 0 aos 3 anos de vida (36 meses).

O desenvolvimento do bebê tem duas importantes leis de progressão a partir do eixo central do corpo:

Fonte: apostila PPI

Entendendo que o desenvolvimento segue esta progressão, devemos ter cuidado ao exigir da criança ações que a sua maturação cerebral ainda não permite, como, por exemplo, oferecer-lhe brinquedos para manipular antes dela ter sustentado o pescoço ou colocá-la em pé antes dela ter controle dos quadris.

Com a expectativa de gerar um desenvolvimento mais rápido nas crianças, muitas vezes seus cuidadores desenvolvem ações que pulam etapas e não respeitam o desenvolvimento natural e essas leis de progressão; exigindo da musculatura infantil uma adequação imprópria para a fase da vida em que a criança se encontra.

Para que isso não ocorra, é importante observar e perceber que o bebê já nasce com alguns reflexos – que são reações involuntárias em resposta a um es mulo externo e consistem nas primeiras formas do movimento humano. Os reflexos servem como fonte primária de informações que se armazenam no córtex (porção do cérebro) em desenvolvimento.

Fonte: PPI

Esses reflexos, por si só, vão nos apresentando os caminhos do desenvolvimento. Vejamos quais são e como ocorrem alguns desses reflexos no desenvolvimento do bebê:

Reflexos primitivos:

São aqueles relacionados à sobrevivência, com funções de busca de ali- mentação e de proteção.

Reflexos primitivos posturais:

São os precursores (iniciadores) dos movimentos voluntários. Alguns destes reflexos, como o da sucção, da preensão palmar, plantar e o da marcha, serão substituídos por atividades voluntárias. Outros, como o de Moro, simplesmente desaparecerão. Os reflexos serão apresentados quando formos estudar sobre “desenvolvimento motor”.

“Nos primeiros meses de vida, a presença, a intensidade e a simetria desses reflexos podem ser usadas para avaliar a integridade do cérebro. A presença deles indica que o cérebro está se desenvolvendo e trabalhando corretamente, e também ajuda a detectar anormalidades como as alterações músculo-esqueléticas congênitas ou as lesões no cérebro. Por outro lado, a persistência da maioria desses reflexos, no segundo semestre de vida, também indica anormalidades no desenvolvimento.”

Fisioterapeu co.blogspot.com.br/2010/05/ reflexos-primi vos.html

Gostou?

Fique ligado! Continuaremos a falar mais sobre esse tema no próximo post.

Quer saber mais sobre esse tema? Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Desenvolvimento e as novas tecnologias na sala de aula

Fonte: Vix

Desenvolvimento Infantil/Semanários
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Desenvolvimento e as novas tecnologias na sala de aula

Nascer no século XXI é estar completamente inserido na “cultura digital”, da qual hoje não é mais possível ficarmos de fora.

Seja adulto ou criança, todos os dias estamos inseridos em ambientes com portas automáticas, escadas rolantes, bilhetes eletrônicos, cartões magnéticos, eletrodomésticos “inteligentes”, smartphones e tablets e aplicativos multivariados que possibilitam uma infinidade de ações.

Nativos digitais

Fonte: sosiei wordpress

A criança de hoje é um “nativo digital” porque nasceu nesse contexto tecnológico completamente disponível para ser utilizado por eles e com eles. Desde muito pequenos são convidados a usar a tecnologia para criar, explorar, construir, entreter-se, expressar-se e se comunicar com os outros.

Será que todas essas inovações não alteram a nossa forma de olhar e viver neste mundo? Alteram sim!

Interferem na nossa percepção do meio, na nossa maneira de dialogar, interagir, se relacionar e estudar… Ou seja, influenciam e alteram a nossa maneira de fazer nossas atividades diárias.

Na infância, desde muito cedo também é marcante a presença do mundo digital. São inúmeros os benefícios de viver nessa era.

A tecnologia é uma ferramenta poderosíssima que pode estar a serviço tanto de favorecer, como de prejudicar o desenvolvimento de nossas crianças. O seu uso adequado pode ampliar a nossa capacidade de interação, de ação e de realização. Por meio dos jogos digitais, por exemplo, as crianças podem ampliar a sua capacidade intelectual, de resolução de problemas, de comunicação e mesmo a capacidade de interação social.

Imigrantes Digitais

Fonte: Fabiana Menezes

E para você, professor, como a tecnologia pode te ajudar?

Sabe aquela curtida no perfil da professora infantil no instagram ou aquele grupo do facebook de ideias criativas que você acompanha ou até mesmo aquela busca no pinterest ou no google para reciclar suas ideias para a o projeto da semana que vem?

Então, o que percebemos é que devido ao avanço das tecnologias, os professores estão o tempo todo consumindo e buscando novas formas de ensinar. E essa é uma tendência que a sala de aula proporciona pois quando usamos a tecnologia e o que consumimos dela percebemos como as crianças prestam mais atenção e interagem melhor com as propostas, não é mesmo?

 Além disso, a internet tem uma grande quantidade de conteúdos que podem servir como fonte de inspiração para as aulas, introduzindo maneiras inovadoras de ensinar e é por isso que você precisa começar a organizar toda essa informação na Eduqa.me.

Comece hoje mesmo a fazer seus semanários na plataforma Eduqa.me e tenha mais facilidade na hora do planejamento.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

EXEMPLO DE SEMANÁRIO COMPLETO E RÁPIDO
Semanários
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EXEMPLO DE SEMANÁRIO COMPLETO E RÁPIDO

O planejamento, como já discutimos anteriormente, exige constantemente reflexão, observação, estratégias e avaliação.

Essa proposta permite entender a realidade envolvida no processo de aprendizagem de maneira global e por esta razão precisa partir do trabalho coletivo, de todos os envolvidos.

Quando o educador pensa e elabora este planejamento, muitas vezes esquece de contemplar em seus pensamentos aspectos importantes: o projeto pedagógico produzido por todos os membros da equipe, a faixa etária e necessidades das crianças (suas histórias, famílias…), o tempo e o espaço para as atividades serem realizadas, bem como os materiais a serem utilizados e os modos de organização de cada uma delas.

Leia mais em Como elaborar projetos na Educação Infantil.

Co-criação

O processo coletivo e o planejamento deve ser compreendido como ferramenta de diálogo entre a escola, os educadores, as crianças e a família. Isso mesmo! Ao propor uma nova abordagem em que buscamos novos valores, novas habilidades e atitudes, construção de conhecimentos atrelados às novas práticas; precisamos considerar um professor ativo e participativo, assim como os alunos e suas famílias.

Leia mais em 7 estratégias para promover a aproximação da família com a Escola.

Personalizar é preciso!

Nessa concepção, leva-se em consideração o fato das pessoas aprenderem de forma diferente, porque têm tempos diferentes de aprendizagem, implica em variar o encaminhamento metodológico e criar oportunidades diferentes para cada criança. Busca-se dessa maneira, elaborar estratégias que exijam visão global de todo o processo de aprendizagem, articulação dos conteúdos com objetivos, currículo, faixa etária dos alunos; tempo, espaço e materiais.

Leia mais em Personalização do Ensino na Educação Infantil

Projetos, sequências didáticas, atividades permanentes e de sistematização são mecanismos que utilizamos nessa elaboração, essenciais para elaboração posterior do semanário e da documentação pedagógica.

Mas como organizá-los, como encaixá-los ao longo do ano?

Minha sugestão é que você organize todos os seus semanários na Eduqa.me! Isso mesmo, acesse http://www.eduqa.me/ e clique em testar agora.

Assim que estiver cadastrado você verá a seguinte barra lateral:

Será a partir desses ícones que você poderá começar a construir um semanário digital coerente com as suas necessidades e com as necessidades dos seus alunos.

Vou explicar cada um desses ícones e a partir disso você verá como é simples e fácil fazer seu planejamento e registro pedagógico.

Vamos lá?

Planejamento: 

Aqui é o lugar ideal para você começar a planejar sua semana.

Veja na imagem abaixo como é simples. Você poderá escolher os horários e as atividades que acontecerão e também poderá baixar esse documento bem colorido e organizado clicando no canto superior direito “baixar PDF”.

Se estiver inspirado já pode planejar o mês inteiro e depois, se precisar, pode editar tudo a qualquer momento, a qualquer lugar.

Semanário da Professora Deborah

Registros: 

Enquanto a aula acontece você está ali com seu caderno e celular registrando, certo? Depois tem que chegar em casa e separar todo esse material para então ligar o computador e gastar um tempo considerável separando as fotos dos seus alunos das suas fotos pessoais. Bom, isso não é nada legal! Sem falar na quantidade de papel que se perde e as informações que vão junto deles.

A minha sugestão é que você inove e comece a fazer os registros de um jeito super diferente. Imagina que legal você poder fazer seus registros sem usar a memória do seu celular.

Incrível, não é? Basta clicar em registro e pronto! Faça os registros por fotos, vídeos ou textos.

Minhas turmas: 

Ora, tudo que você faz é destinado para alguma turminha, certo? Pois é, aqui você vai adicionar seus alunos e quantas turmas você tiver. Depois disso basta para fazer registros  individuais/específicos e trabalhar a personalização do ensino.

Áreas do conhecimento: 

Na Eduqa.me você define as cores das áreas de conhecimento da sua escola, com cores indicativas fica fácil identificar quais áreas do conhecimento estão sendo mais estimulando que outras.

Caso sua Escola use outra organização que não seja a do PCN- Parâmetro Curricular Nacional, não tem problema basta adicionar a área do conhecimento. Isso também vale para as Escolas que trabalham com projetos e outras nomenclaturas que não a do MEC.

Baú de Atividades:

Esse é o lugar ideal para você encontrar atividades prontas! Isso mesmo, aqui você pode se inspirar e inspirar outros professores de todo o território nacional.

Clique em buscar em “meu baú” ou no “Baú de Atividades” e divirta-se!

Convidar Família:

Seu aluno teve um desenvolvimento incrível na atividade e você fez aquele registro que todo pai gostaria de ver. Que tal compartilhar com a família ?

É possível também centralizar aqui seus portfólios e se livrar de gastar tanto tempo produzindo esse material.

Ah, sabe aquele aluno especial que será encaminhado para um terapeuta ocupacional, psicólogo ou fonoaudiólogo. Que tal compartilhar material pedagógico e registros para que eles consigam ter material de estudo e possam progredir junto à escola?

Faz seu cadastro. Corre lá e já comece sua semana organizando tudo sem perder tempo.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Semanários: 2 formas para facilitar essa tarefa

Fonte:newschools

Semanários/Práticas inovadoras
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Semanários: 2 formas para facilitar essa tarefa

Observar; refletir;  constatar; descobrir; avaliar; reparar; aprofundar: esses são os elementos fundamentais para instrumentalização do professor na ação educativa.

Ao refletir, registra seu pensamento, deixa sua marca, levando-o a ação transformadora da sua prática e assumindo a condução do processo de ensino aprendizagem.

E o planejamento, faz parte dessa reflexão?

O planejamento supõe essencialmente e inicialmente a reflexão sobre o que se pretende, sobre como se faz e como se avalia; uma reflexão que permite fundamentar as decisões que serão tomadas, além dos objetivos a serem alcançados.

O planejamento, então:

O planejamento certamente discorre sobre muita reflexão sobre sua prática, não é?  Mas vamos agora para uma parte mais prática.

Como fazer meu semanário mais rápido e melhor?

1 – Livre-se do papel pois ele não te pertence!

Na maioria das escolas existe um modelo de semanário que pode ser impresso e que é distribuído para as professoras.

Isso funciona mais ou menos como uma lei nas escolas, mas é algo que exige bastante logística e tempo e isso, de um modo geral,  acaba prejudicando o pedagógico da escola.

Faça as contas:

Uma escola com 10 turmas, logicamente, produz 10 semanários por semana, somando isso em um mês temos 40 folhinhas de semanários. Agora para para pensar isso em uma escala maior: em 6 meses são mais de 240 folhas com planos de aula! E no ano seguinte?

Bom, no ano seguinte tudo será jogado fora e o professor terá que fazer tudo novamente.

Sem falar nas devolutivas que a coordenação pedagógica faz. São orientações e notas em todos esses documentos- notas com ideias, dicas e pontuações relevantes sobre a prática pedagógica. Além das informações sobre quais áreas de conhecimento estão sendo estimuladas durante esse período.

Na era digital continuar usando papel não faz tanto sentido, certo? 

Então para te ajudar a migrar do offline para o online fizemos um modelo de semanário no Google Planilhas (Grátis). Nessa planilha você pode criar abas com cada turma e tornar o documento compartilhável e editável!

Com isso fica bem mais fácil acompanhar os planos de aula de cada turma e, se necessário, imprimir. 

É uma ajuda com os primeiros passos para que você inicie a jornada para largar os papéis, clique aqui e acesse agora.

Ah, e lembre-se de fazer uma cópia para você!

Modelo de Semanário no Google Planilhas

2 – Use ferramentas ESPECÍFICAS para fazer semanários!

Se você já usa as planilhas do google já sabe o valor e o tempo que elas te economizam, não é verdade? Sim, eu sei que é muito bom!

Você economiza retrabalho e está pronta para acessar a qualquer lugar editar ou para criar semanários.  Todavia, o Google planilhas não foi feito direcionado aos professores e coordenadores. É uma ferramenta para outras diversas funções e que também pode ser utilizada para fazer semanários.

Nos percebemos a dificuldade que o professor enfrente tentando adaptar esse material para sua realidade. Foi então que conversamos e acompanhamos muitos professores de linhas pedagógicas diferentes e criamos um jeito simples e prático para que o professor faça essa migração sem gastar tempo ou se frustrar.

A Eduqa.me foi feita para o PROFESSOR de EDUCAÇÃO INFANTIL com o propósito de facilitar a DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA!

Gestão Escolar x Gestão pedagógica

Gestão Pedagógica

Registros/Relatórios/Rotina pedagógica/Semanários
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Gestão Escolar x Gestão pedagógica

“A tecnologia que já muda a maneira de ensinar e aprender está ganhando espaço na gestão à medida que fica cada vez mais complexo lidar com a enorme quantidade de informações no dia a dia de uma escola. O mercado de plataformas digitais está em evolução e uma amostra desse fenômeno pode ser percebida pela ampla presença de empresas voltadas a atender esse setor das instituições de ensino na Bett Educar.”

Esse é um trecho retirado do Porvir– O site sobre inovação em educação visitou alguns stands na feira Bett, a maior feira internacional de educação da America Latina, e viu alguns produtos que propõe como solução usar dados para apoiar tomadas de decisão sobre gestão administrativa da Escola.

Como nós ficamos de fora da matéria decidimos explicar para nossos leitores sobre um conceito que muita gente confunde.

Qual a diferença da GESTÃO ESCOLAR para a GESTÃO PEDAGÓGICA?

Muita gente confunde a Gestão Escolar, que é uma gestão administrativa, com a gestão pedagógica. Nesse post vamos explicar e explorar o contexto de cada uma delas.

Vamos lá?

GESTÃO ESCOLAR

A gestão escolar são práticas administrativas que se encontram na lógica da organização da Instituição. Isto é, ela e bem parecida com o funcionamento de uma padaria, de uma multinacional ou de qualquer empresa que precisa olhar para seu funcionamento com um olhar bem crítico e rigoroso com carácter puramente prático e pragmático.

Sabemos que apesar da Educação não ser um produto a Escola precisa e deve funcionar como uma empresa e para isso é preciso de dados e racionalidade sobre a administração pura e crua.

Nesse sentido, percebemos que vivemos em um País capitalista e como qualquer organização busca conseguir mais números com os mesmos esforços. Assim como essas organizações as Escolas são empresas e precisam ter lucro, produtividade e eficiência. E esse combo pode e devem coexistir, simultaneamente, dentro e fora da sala de aula.

GESTÃO PEDAGÓGICA

Agora que sabemos que gerir uma Escola depende de dados sobre os salários dos professores, o aluguel do espaço, a compra dos materiais, a quantidade de papel, programas e outros tantos gastos a pergunta que fica é: E o pedagógico? Como mensurar o valor da abordagem do meu professor? Como apresentar que esse método é melhor que aquele por esse ou aquela motivo?

E aí, Coordenadores e Diretores, o que eu respondo é simples.

O pedagógico vem como o grande objetivo de existência da escola é a única a razão dessa Empresa Escola existir e muito provavelmente um dos maiores motivos que fez com que as famílias se encantassem pela sua Escola e não pela Escola vizinha. O Pedagógico é a atividade fim do setor educacional, gerir essa área está relacionada com a organização e planejamento do sistema educacional e a elaboração e execução de projetos pedagógicos. Também deve estabelecer metas com foco em melhorar as práticas educacionais nas instituições de ensino e descobrir outras maneiras de ensinar mais e melhor. Para garantir que toda essa didática funcione, é essencial a atuação dos coordenadores, diretores e orientadores educacionais.

O pedagógico nos indica que as ações de articulação que acontecem dentro da Escola são orientadas por um propósito maior que as cifras, tão necessárias, ao final do mês. O Pedagógico vai te permitir pensar e agir de maneira cirúrgica e ambiciosa fazendo as mudanças necessárias para sua Escola.

Coordenadores Pedagógicos e Diretores são responsáveis por ações de extrema importância para o desenvolvimento da instituição, como:

  • Articular estratégias, métodos e conteúdos no ambiente educacional;
  • Definir metas para otimização dos processos pedagógicos;
  • Avaliar o trabalho pedagógico exercido por professores e praticados na instituição;
  • Estabelecer formas de envolver mais os docentes na criação dos métodos pedagógicos;
  • É importante também que o diretor escolar esteja em contato aberto com os educadores para estabelecer o foco da aprendizagem e promover a educação como um todo, dando atenção ao currículo escolar e metodologia de ensino em vigor e sugerindo eventuais mudanças.

Uma boa avaliação da gestão pedagógica na educação básica é realizada com o olhar sobre as atividades, os espaços e os tempos dedicados a elas, os materiais, as instruções, as modalidades organizativas, áreas de conhecimento ou estímulos e a formação de professores

Por isso é fundamental usar os dados pedagógicos ao seu favor e não só deixar que o cotidiano burocrático te engula mês a mês.

Na Eduqa.me  você tem acesso a todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. Com a plataforma é possível acompanhar o planejamento/ semanário de todos os professores da Instituição e abrir uma janela para fazer a devolutiva na hora. Além disso, você coordenador ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos sobre espaços utilizados, áreas de conhecimento, registros ricos em tempo real e muito mais.

Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

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Leia mais O coordenador pedagógico virou o faz- tudo da Escola?

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

DANÇOTERAPIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Fonte: A crítica

Atividades/Movimento/Semanários/Desenvolvimento cognitivo/Socioemocional
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DANÇOTERAPIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Se tem uma coisa que aprendi a observar nos últimos anos é a maneira como as pessoas se movem. E isso aconteceu a partir da minha evolução nos estudos de psicologia, educação, pedagogia, literatura e todas as demais leituras sobre autoconhecimento.

O que acontece é simples: o nosso corpo reage às nossas emoções e pensamentos!

Isso mesmo. A nossa mente produz todos os dias cerca de milhares de pensamentos diferentes e esses pensamentos estão carregados de emoções e sensações.

Agora vamos pensar sobre isso na Educação Infantil. Bom, é na Educação Infantil que as crianças estão aprendendo a se movimentar e a sentir, certo? Então imagina como entender essa combinação pode ser potente na hora de ajudar a criança a entender e expressar suas emoções.

Mas peraí, agora fiquei na dúvida…emoções ou sentimentos?

Qual a diferença entre emoção e sentimento?

Fonte: Google

Para tudo!

Escrevendo esse texto realmente fiquei na dúvida sobre qual palavra escolher. Então abri uma aba rapidinho e googlei as palavras. A diferença tá aqui ó:

Emoção é uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação. A palavra deriva do latim emovere, onde o e- (variante de ex-) significa ‘fora’ e movere significa ‘movimento’.

Sentimento e a ação de sentir, de perceber através dos sentidos, de ser sensível. Capacidade de se deixar impressionar, de se comover; emoção. Expressão de afeição, de amizade, de amor, de carinho, de admiração.

Trocando em miúdos a emoção, geralmente, é desencadeada por algum pensamento, já o sentimento é o resultado do entendimento que fazemos dessa emoção.

Durante os últimos anos a Educação tem passado por um processo de transformação e um dos temas que todas as Escolas, pais e professores tem colocado bastante ênfase é a Educação emocional. Ora, educando as emoções e os sentimentos das crianças é muito provável que essas crianças terão êxito nas suas vidas pessoais e consequentemente oportunidades e sucesso em suas vidas profissionais.

Você ja ouviu falar de dançoterapia?

Agora vem aquela perguntinha clássica: como ajudar meu aluno a lidar com as suas emoções e sentimentos?

Fiquei intrigada com o assunto e fui entender sobre o que as Escolas tem feito para explorar corpo e mente. E foi então que descobri a Dançoterapia.

Dançaterapia é uma disciplina pedagógico-terapêutica relacionada ao movimento corporal da dança. É uma técnica que une dois campos: a dança e a psicologia.

Dançarino, coreógrafo, considerado como o maior teórico da dança do século XX e como o “pai da dança-teatro”

Nessa área destaca-se Rudolf Laban, um coreográfo que nasceu em 79 em Bratislava Hungria, e morreu em 1958.

Laban desenvolveu uma forma de Dança expressiva, tendo por principal objectivo a expressão das emoções. Ele foi um grande impulsionador do chamado movimento criativo em que o ser pode expressar na dança o que quiser sem nenhuma regra pré- estabelecida.

Sistema de análise, categorização  e notação de movimento

O sistema permite o acesso a uma linguagem  que é descrita pelos movimentos das pessoas. Esse sistema de análise e notação de movimentos baseado em quatro fatores: espaço, peso, tempo e fluxo  e também observa quais são as partes do corpo do indivíduo que move e se pergunta:

Quando se move?

Onde se move?

Como se move?

A metodologia e o seu estudos sobre o corpo tem nos ajudado a nos perceber e perceber o outro através do movimento nos mais variados setores das nossas vidas: artes, educação, psicologia, etc.

Para Laban, existe uma relação muito próxima entre corpo e mente e a forma como nos movimentamos reflete a nossa personalidade.

4 Elementos fundamentais

Fonte: Google

Para que possamos ter uma imagem visual do movimento:

Corpo: como este se organiza, suas conexões e isolamentos ou fragmentações, seus esquemas motores, seus gestos e posturas.
Esforço: enfatiza as qualidades do movimento, o ritmo dinâmico, a motivação interna/externa que aparece na escolha do movimento. Nesta categoria experimenta-se e reflete-se sobre “como” o indivíduo se move em relação a 4 fatores básicos: fluxo, peso, tempo e espaço, isoladamente e em suas múltiplas combinações.
Forma: refere-se ao corpo em suas dimensões plásticas: suas mudanças de volume, o contínuo processo de aparecimento e desaparecimento de novas formas e como este se adapta às suas necessidades internas e externas.
Espaço: situa a pessoa no mundo relacional. Esta categoria inclui explorações da esfera pessoal de movimento, explorações das tensões dimensionais, planares, diagonais ou transversas e das formas cristalinas representativas dessas articulações espaciais.

Estamos ensinando dança ou ensinando pessoas?


Esse vídeo é uma parte do Documentário sobre Rudolf Laban. O Documentário foi realizado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação — FDE.

Para Laban,  o papel da educação é ensinar pessoas , é ajudar o ser humano, por meio da dança, a achar uma relação corporal com a totalidade da existência.

O professor deve encontrar sua própria maneira de estimular os movimentos e, posteriormente, a dança (Laban 1990)

O corpo descreve como e que aspectos do corpo (como por exemplo que partes do corpo são usadas e trabalham em conjunto ou separadamente) são usadas para executar as acções, as posturas, os gestos, ou a sequência de movimentos. Podemos observar e concluir que a gente se movimenta para satisfazer alguma necessidade, retirar prazer e satisfação de algum desejo ou algo que tenha representatividade para gente. O corpo quando dança fala sem usar palavras.

A Dança na escola contempla uma nova proposta de ensino que explora o O papel do corpo e do movimento na Educação Infantil. Diferentemente das técnicas tradicionais e passos marcados e firmes e moldados esteticamente a dança proporcionar ao aluno um contato mais íntimo e efetivo com seus sentimentos, mais ainda… a possibilidade de se expressar criativamente através do movimento.

Essa proposta se resume na busca de uma prática pedagógica mais coerente com a realidade escolar e da personalização do ensino.

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Referências:

LABAN, R. Dança Educativa Moderna São Paulo: Ícone, 1990.

LABAN, Rudolf. “Domínio do Movimento.” São Paulo: Summus Editorial, 1978.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

 

 

 

Inteligência Emocional na Escola

Fonte: Escola da inteligencia

Semanários/Práticas inovadoras/Socioemocional
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Inteligência Emocional na Escola

Não sei você, mas sempre que vejo uma situação caótica em sala de aula me pergunto o que ocasionou esse momento de ebulição.

Por que alguns alunos são mais compreensivos que outros? Por que alguns professores tem maior domínio da classe que outros? Por que o diálogo com o Diretor as vezes é tão difícil? Por que é tão divertido fazer planejamento com a professora do Maternal II?

Inteligência Emocional

Fonte: Google

A inteligência emocional é um conceito da psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. O modo como nós, professores e adultos, gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos pequenos é o que vai predeterminar como nos comunicamos e como definimos o sucesso e qualidade de vida dentro e fora da sala de aula.

“Todo aprendizado tem uma base emocional”. Platão.

Platão com suas sábias palavras nos faz refletir que o modo como interagimos com as nossas emoções e os nosso pensamentos vai influenciar diretamente no processo ensino-aprendizagem e como trabalhamos o como trabalhar o afeto na educação infantil.
Isso mesmo! Platão, Paulo Freire e vários outros tantos pensadores pregam o incansável culto a inteligência emocional e não é nada a toa. Afinal de contas são as emoções movem o mundo.
Já parou pra pensar que não existe um só momento em nosso dia que deixamos de sentir?
Claro que as vezes, muitas vezes,  fica difícil identificar qual é o sentimento que tá ali pulsando naquele momento, mas sabemos que ele existe e está ali e, e o mais importante de tudo: nos faz SENTIR!

Identificando as emoções

Fonte: Google

Quando pergunto para algum professor como ele se sente as respostas geralmente são vagas ou apenas indicam que estão bem ou estão mal.
E aí eu fico pensando com meus botões, meus botões de carne e osso… “Há tantos sentimentos por aí, não é verdade? Por que não exploramos outros?”
Parece algo muito simples, mas precisa ser praticado para fazer sentido.
Veja os 4 passos:
#1 Identifique o sentimento.
Pergunte: Como estou me sentindo?Alegre? Frustrado? Confuso? Ansioso?
#2 Reconheça o sentimento e se permita sentir.
#3 Identifique o que provocou esse sentimento. “De onde essa necessidade surgiu?#4 Aprenda a lidar com suas as emoções.

O Atlas das Emoções

O Atlas das Emoções é um projeto encomendado pelo líder budista, Dalai lama ao psicólogo americano Ekman.  Baseado em várias pesquisas, Ekman concluiu que existe cinco amplas categorias de emoções – raiva, medo, nojo, tristeza e alegria e que cada um dessas categorias tem subdivisões e são disparadas por alguns gatilhos.

Mapa das Emoções - Divulgação

Mapa das Emoções (Divulgação).

Clique na Imagem para ver o mapa. Caso queira traduzir do inglês para o português você pode clicar no botão Traduzir no canto superior da página no seu navegador Google ou Digitar Atlas das emoções no Google e quando aparecer na busca clique em Traduzir antes de direcionar para a página.

Refletir para Educar

No mundo cada vez mais tecnológico, as habilidades socioemocionais tornam-se cada vez mais imprescindíveis nas nossas vidas e nas Escolas.
No vídeo abaixo há o resumo do livro Inteligência Emocional do autor Daniel Goleman.

Desenvolver as habilidades socioemocionais em nossas salas de aula permite que as crianças reconheçam suas próprias emoções e a maneira mais adequada de lidar com elas.
Consequentemente a criança se concentra mais no aprendizado, se interessa mais pelas brincadeiras e interage melhor com seus colegas em classe e com as pessoas que circundam sua vida.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

MEU ALUNO NÃO PRESTA ATENÇÃO!!!!
Desenvolvimento Infantil/Socioemocional/Semanários
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MEU ALUNO NÃO PRESTA ATENÇÃO!!!!

Hey!

Como está sua atenção? Será que para ler o texto abaixo é necessário ter só a habilidade de leitura bem desenvolvida ou a atenção também é importante?

Vamos ver como você está usando sua atenção ao ler o texto que introduz algumas explicações sobre a Habilidade de Atenção.

Afinal o que podemos entender sobre a habilidade de prestar atenção? Podemos dizer que sem essa habilidade desenvolvida, o mundo a nossa volta seria um aglomerado de imagens, sons, odores. Tudo muito confuso.

Fonte: Guia Infantil

A habilidade da atenção é complexa e exige que a percepção seja direcionada a uma fonte particular de informação. Consequentemente devemos selecionar essa informação que será processada por um tempo determinado. Parece fácil, mas prestar atenção exige esforço cognitivo. Por quê?

A atenção interfere na forma como a criança, e todos nós, respondemos ao meio. Está diretamente relacionada a capacidade de selecionar as informações relevantes do meio ambiente que nosso cérebro irá processar, o que exige boa capacidade de ignorar outros estímulos.

Quando em um ambiente com muitos estímulos, por exemplo a sala de aula, o professor usa de forma comum “Pedrinho, presta atenção” – o aluno tem que ignorar seus colegas, vários outros estímulos (todos, possivelmente mais interessantes) e prestar atenção ao estímulo principal, que neste caso é o professor.

Ah, mas então a criança não está motivada e por isso não presta atenção? Sim e não, pois a motivação é importante para manter a nossa atenção, mas em muitos contextos, fazemos coisas que não são tão legais e precisamos prestar atenção, certo?

O que é a atenção?

A Atenção é uma habilidade cognitiva e precisa ser desenvolvida. A atenção não se refere a uma capacidade única, é uma habilidade que envolve diferentes aspectos, por isso, diante das queixas em sala de aula de que o aluno não presta atenção, devemos considerar todos os aspectos envolvidos para esta habilidade.

De forma simples, além de selecionar a fonte de informação RELEVANTE, é necessário MANTER esse foco por longos períodos de tempo. Tempo de sustentação da atenção da criança varia de acordo com o seu desenvolvimento, e a qualidade da atenção é suscetível a diversas interferências – internas ou externas. O declínio da atenção tem impacto importante no que estamos fazendo.

Os processos atencionais desempenham papeis importantes no dia a dia das pessoas, pois estão relacionados aos processos de aprendizagem, memória e outros aspectos da cognição. A experiência de atenção é única a cada indivíduo.

E você, o que me diz?

Bom, como foi focar a atenção no texto e ignorar todos os outros estímulos ao seu redor?

Esperamos que esta introdução a atenção tenha sido uma leitura gostosa. Você quer conhecer mais sobre esse assunto e refletir sobre como pode estimular as habilidades de atenção na primeira infância? Acompanhe nossos posts.

Gastando menos tempo pedindo atenção e tentando chamar os alunos para a atividade lhe sobrará mais tempo para um curso de aperfeiçoamento ou uma nova graduação.

No exemplo abaixo há uma foto de uma atividade de exploração no Jardim da escola. Além de ter essa agilidade de capturar um momento e já salvar e organizar na hora, é possível fazer anotações individuais e essas anotações vão direto para um relatório da criança que foi selecionada, facilitando o trabalho do professor e coordenador e não deixando de registrar detalhes importantes do desenvolvimento das crianças; incrível não é?

Aqui é possível anotar quando a criança em questão se sente mais focada ou menos e a partir daí você pode perceber quais são as estratégias e como explorar mais e melhor a habilidade de atenção dessa criança.

Gostou? Então clique aqui agora e teste a plataforma que te ajuda a fazer todas as etapas da documentação pedagógica.

Nelma Assis