3 erros que você deve evitar no seu semanário by Professora Coruja
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3 erros que você deve evitar no seu semanário by Professora Coruja

Afim de ajudar vários professores que sofrem da síndrome do semanário em branco fomos perguntas aos coordenadores pedagógicos de diversas Escolas:

O que você gostaria que todos os educadores fizessem nos semanários da sua escola?

Compilamos as respostas e criamos um post falando quais são as queixas mais comuns e como você, professor, deve evitar os 3 erros mais frequentes na hora de fazer seus semanários.

A professora Coruja leu o nosso post, gostou e fez um vídeo falando um pouco mais sobre esses três erros e como ela, enquanto professora, lida com eles.

Quem é a  Professora Coruja?

A Professora Coruja é uma professora que está em sala de aula e que sentiu a necessidade de criar um canal de comunicação voltado para professoras e pais.
A intenção é informar sobre vários temas relacionados a Escola. Lá no site ela experimentar diferentes materiais pedagógicos, dá dicas de brincadeiras e de conteúdos para usar em aula ou com os pais em casa.

Nesse vídeo ela fala sobre como a Eduqa.me tem ajudado na árdua tarefa dos semanários e como você pode se esquivar do erro na hora de fazer o seu semanário.

Olha só que legal:

https://www.youtube.com/watch?v=00ifSt7HhRg

Os semanários servem para que a escola esteja ciente do desenvolvimento das crianças e possa orientar melhor o trabalho do professor, para que ele atinja seus objetivos em sala de aula. Correções, discussões e intervenções por parte do coordenador devem ser feitas para beneficiar tanto o ensino quanto o relacionamento com a classe – portanto, eles não devem se tornar apenas mais um documento jogado na gaveta!

Veja abaixo o exemplo de como seu semanário pode ganhar ficar bonitão e organizado!

Experimente a Eduqa.me.
Eduqa.me Semanário

 

 

Materiais escolares: dificuldade e estratégias

Engrossador multi uso

Desenvolvimento Infantil/Semanários/Movimento
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Materiais escolares: dificuldade e estratégias

Manipular os materiais básicos do cotidiano da escola é primordial para o aluno. Isso possibilita que ele consiga buscar conhecimento e aprender.

Será que o material escolar está adequado à necessidade do meu aluno?

Essa pergunta parece simples…

Mas você já parou para pensar sobre isso?

Que mal à aprendizagem um simples lápis ou uma simples tesoura pode causar ao meu aluno?

Aparentemente, os materiais escolares são inofensivos e servem apenas como instrumento para os alunos realizarem as atividades, certo? Mas, quando eles não estão ajustados às necessidades dos pequenos isso pode ser uma grande barreira entre o aprendizado e a criança.

Ora, se a autonomia é tão importante para o desempenho da criança nas tarefas, o fato de um aluno não conseguir segurar um lápis ou uma tesoura, compromete todo este processo.

As possíveis dificuldades com os materiais não são uma demanda exclusiva de crianças com necessidades educativas especiais (NEE). Essa é uma possível necessidade de qualquer aluno, visto que, na educação infantil as crianças estão em constante aprimoramento de suas habilidades finas, o que é natural.

Vejamos agora algumas ideias que podem ajudar muito a criança e o seu trabalho em sala de aula, para a adequação de materiais básicos como o lápis, a tesoura, giz de cera entre outros:

Lápis de escrever, giz de cera, lápis de cor, canetinhas, pincel:

Algumas crianças por ainda estarem em fase de aprimoramento e desenvolvimento da sua coordenação motora fina, não conseguem ter a “pega”[1] correta destes materiais, por isso, alguns truques simples podem auxiliar.  

Para o lápis de escrever, lápis de cor e giz de cera existem versões já comercializadas com o formato triangular e o formato Jumbo, que facilitam a pega para pintar, desenhar ou escrever. Temos também os engrossadores que se encaixam facilmente em várias marcas de lápis, canetinhas e encontram-se em diversas cores.

Adaptador jumbo comercializado

Lembram-se daquelas pulseirinhas de elástico que foram uma “febre” entre as crianças e adolescente? Então, elas podem ser usadas como engrossadores.

Se tudo isso não for suficiente e tivermos que engrossar ainda mais o lápis ou o pincel, por exemplo, teremos que analisar o tipo de dificuldade da criança e a maneira em que ela faz a preensão dos objetos para selecionarmos os materiais adequados para realizar a adaptação. Podemos utilizar espuma, EVA, fita adesiva, objetos recicláveis como potes de iogurte, de remédio, ou ainda bolas de plástico ou isopor.

Adaptador feito com bola de espuma. Uma outra ideia bem similar é usar a bomba de tirar leite materno.

Existe também o receptor de lápis, que é um tipo de tecnologia assistiva disponível em 3 tamanhos e feito para auxiliar a preensão da criança. Outros equipamentos podem ser sugeridos através da ajuda de um Terapeuta Ocupacional.

Receptor de lápis, pincel ou caneta, bilateral, projetada em tubo de silicone e carbono especial flexível, pré-moldado e ajustável para apoiar pequenas áreas, minimizar o contato com a pele e preservar áreas sensitivas. Promove a facilitação da escrita, favorecendo preensão digital ou interdigital. Tamanhos: P / M / G – Existe no mercado por menos de R$ 40,00.

Tesoura:

A adequação da tesoura torna-se necessária para alunos com problemas de coordenação motora fina, dificuldades de preensão ou no controle da força e lateralidade.

Existem modelos já adaptados e comercializados como as tesouras com molas, que ensinam a criança a fazer o movimento de fechar e abrir os dedos.

Tesoura com molas

Existem modelos elaborados e os mais comuns – uma que permite um movimento mais refinado e outra com um movimento mais amplo. A “tesoura para crianças”, encontrada com este nome, possui um único encaixe para o dedo e é boa para a inicialização do recorte, pois exigem uma coordenação mais robusta para o treino do controle da força e lateralidade.

E ainda temos opções criativas que podem ser feitas por pais e professores, exemplo:

Adicione na parte de encaixar os dedos na tesoura, duas argolas de chaveiro ou dois rolos de fita adesiva para fazer os movimentos do recorte junto da criança.

Borracha:

Para a borracha podemos usar os modelos convencionais como o lápis borracha e a caneta borracha e adaptá-los com as dicas já sugeridas acima.

O borrachão também é interessante por ser grande e pesado. As borrachas que podem ser utilizadas como ponteiras são boas opções, pois além do formato arredondado, tem também formatos com a ponta mais fina.

Borracha Ponteira para lápis

Cola:

Para a cola sugiro o uso do engrossador como a espuma ou que seja colocada num recipiente para a criança aplica-la com o uso do pincel adaptado se for o caso.

Espero que aproveitem as dicas! Bom trabalho!

[1] Curiosidade: “pega” é um termo comumente utilizado para se referir a forma com que a criança segura o lápis. Antes da preensão madura (tripé dinâmica, com o uso de 3 dedos e com o cotovelo apoiado na mesa), ocorrem a preensão primitiva (preensão palmar: criança segura o lápis com a palma da mão e com a movimentação de todo o braço para realizar o traçado) e a preensão de transição (com 4 dedos e traçado realizado por movimentação de punho e dedos).  

Leia mais em nossa página #NaEscola http://naescola.eduqa.me/atividades/como-preparar-a-crianca-para-escrever/

Você pode e deve registrar como esses materiais adaptados melhoraram o desempenho do seu aluno em sala. A eduqa.me vai te ajudar a criar portfólios incríveis, além disso, vai possibilitar o compartilhamento dessas informações com os pais, terapeutas educacionais e  até entre os próprios profissionais da escola.

E sem falar na fluidez da comunicação e o tempo disponível para investir na aprendizagem do aluno e um melhor acompanhamento da criança por parte de todos os envolvidos.

Legal, né?

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpage Luciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

 

O que posso melhorar para o ano que se inicia?

Mulheres apresentaram maior escolaridade e são maioria na gestão da educação

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O que posso melhorar para o ano que se inicia?

Responder a esta pergunta não é tão fácil quanto parece. E sabe por que?

Porque isto implica uma reflexão importante acerca do que nós podemos fazer para sermos pessoas melhores, profissionais melhores e de fato renovarmos os votos com a nossa profissão, ou seja, com aquilo que escolhemos ser em nossas vidas!

Frente a realidades tão distintas e muitas vezes difíceis por uma série de fatores já bem conhecidos dentro das escolas, desanimamos, perdemos a motivação e aquilo que tanto gostamos passa a ser apenas uma responsabilidade a se cumprir, deixando de trazer prazer, alegria e vontade de melhorar o nosso profissionalismo.

Esta época do ano é ótima para pensarmos sobre a nossa vida e fazer aquele balanço dos sonhos e objetivos que realizamos e dos que ainda gostaríamos de realizar; de analisar o que foi preciso mudar ao longo do caminho e o quanto isso trouxe benefícios ou não para o nosso dia a dia.

Trata-se de ter esperança! Esperança de que pela educação e através dela conseguiremos alcançar uma sociedade melhor.

Paulo Freire (1992) de forma brilhante, já dizia sobre a necessidade e o compromisso de se fazer com que a esperança tenha seu espaço na educação. A desesperança, não pode imperar sobre a vida, por isso necessita-se disciplinar os sentimentos de pessimismo, lamentações e tudo que não faz bem ao homem.

A esperança, para fazer sentido precisa ancorar-se na prática (FREIRE, 1992).

É necessário praticar esperança, e para conseguir isso, um bom começo é mudar o discurso.

Ao invés de se lamentar, achar que nada vai dar certo; que tal tentar algo que você ainda não fez?

Resgate dentro de você o motivo das coisas! E é assim que se começa a mudança e as melhorias para o novo ano que se inicia.

Reencontre a força, a esperança e exercite o seu autoconhecimento, autocontrole. Nutra-se de boas palavras e aproxime-se de quem quer fazer a diferença.

Inicie uma mudança! Não espere de ninguém!

E para encerrar o ano, agradecemos a todos que acompanharam o nosso trabalho e que nos inspiraram com suas histórias. Assim, termino com uma frase que sempre me inspira:

Comece fazendo o necessário, depois o que é possível e quando menos esperar estará fazendo o impossível (SÃO FRANCISCO DE ASSIS).

Confie no seu potencial, professor! São as pequenas coisas que se mostram grandiosas!

É possível mudar! A mudança começa dentro de você refletindo sobre suas práticas e ações!

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Experimente! Feliz 2017!

Você pode começar sua mudança experimentando um novo jeito de registrar suas aulas.  A eduqa.me vai te ajudar a criar portfólios incríveis, além disso, possibilita a compartilhar informações com os pais e  entre os próprios profissionais da escola, o que melhora a comunicação, o tempo disponível para investir na aprendizagem do aluno e um melhor acompanhamento da criança por parte de todos os envolvidos.

Quer acompanhar dados da sua Escola?

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

DUQUE, L. F. E agora? O que eu faço? Conversas sobre inclusão escolar. São Paulo: Lura Editorial, 2015.

FREIRE, P. Pedagogia da Esperança. Um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

 

Dia do Diretor de Escola

diretora

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Dia do Diretor de Escola

 

Líder, chefe, maestro ou “coração” da escola como eu prefiro dizer, são alguns dos nomes dados ao diretor de escola.

Encarregado de cuidar da administração escolar, dos alunos, pais, professores e da comunidade, o diretor torna-se cada vez mais, um profissional essencial na construção de um ambiente educacional saudável e funcional.  O alargamento das funções deste gestor pedagógico traz bastante visibilidade ao cargo, e o diretor passa então, a ser uma figura central de representação da escola tanto de forma interna como externa.

A complexidade desta função e as competências exigidas são muitas e vão para além do conhecimento, sendo a experiência, dedicação e sensibilidade, fatores primordiais para o cargo.

Não é fácil ser diretor, entre uma escola organizada e a aprendizagem dos alunos existe um vasto caminho a percorrer, cheio de desafios, muito trabalho e sempre em equipe.

Um diretor de escola precisa ser um líder e o líder jamais anda solitário.  Todos os profissionais da escola devem estar envolvidos para garantir o bom andamento do trabalho pedagógico, desde o porteiro, a cozinheiro, o professor, até os pais e se for possível ir além, a comunidade do entorno escolar.

 O envolvimento só acontece quando cada parte de um todo percebe a sua importância no processo.

Assim, farei uma analogia com o corpo humano, sendo o diretor o nosso coração.

O coração é um dos órgãos mais importantes, pois bombeia o sangue para todas as partes do corpo. O Sangue funciona como um combustível que transporta tudo que o nosso corpo necessita para se manter saudável.

Se pensarmos no diretor como o coração da escola é mais ou menos isso, ou seja, o diretor é um dos profissionais mais importantes, ele trabalha em equipe, por isso, através dos seus colaboradores partilha o seu conhecimento, e depois supervisiona, administra, delega funções, acompanha, apoia, acolhe, corrige, chama a atenção quando preciso e se preocupa com o bom funcionamento da escola.

Com o objetivo de transformar e formar espaços educativos organizados, com qualidade no ensino-aprendizagem e nas relações com a comunidade, o diretor pode oferecer um ótimo combustível que é a motivação que todos tanto precisam para tornar a escola um cenário favorável para a aprendizagem e desenvolvimento de todos.

Hoje, nós da Eduqa.me, desejamos um Feliz dia a todos os Diretores de Escola.

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Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.
Tudo em um único lugar!

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

Uma viagem no tempo: as lembranças do aluno que fui!
Carreira/Formação/Semanários
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Uma viagem no tempo: as lembranças do aluno que fui!

Olá Professor!

Bem-vindo a mais uma reflexão que envolve a arte de ensinar.

turma antiga

Hoje, convido-o a fazer uma viagem no tempo e resgatar as lembranças do aluno que já foi um dia.

Estamos sempre preocupados em como ensinar, em estudar o desenvolvimento humano e perceber como se dá o processo de ensino-aprendizagem, entretanto, quantas vezes nesta caminhada pela educação, pensamos no aluno que fomos?

Assim, sugere-se que antes de escutar ou ler teorias que falam a respeito de como é um aluno, uma criança ou um adolescente, possamos nos lembrar de como éramos, já que passamos por todas estas fases. Tente resgatar estes momentos!

Quais eram os seus medos, seus anseios? que professores marcaram a sua vida e por que marcaram? O que gostava de ouvir dos seus professores? e o que não gostava? Como você era quando adolescente?

Quantas vezes fazemos isso? Quantas vezes parecemos explorar o universo dos alunos como se nunca estivéssemos lá?

Um dos caminhos para ser um bom professor é fazer reflexões que nos coloquem numa situação de empatia com aquilo que se quer conhecer ou entender melhor.

Muitos colegas que conseguem fazer esta viagem no tempo, ficam surpresos com as próprias atitudes, e é isto mesmo que se quer aqui… surpreender-se, reconhecer e refletir sobre a sua própria postura como professor.

Para compreender a relação professor-aluno temos que pensar sempre nestes papeis e ao máximo possível revisitar estes lugares que já foram vividos por nós.

O significado desta relação que é construída ao longo da vida do aluno e no dia-a-dia do professor é extremamente precioso. O professor desempenha um papel de valor imensurável para um aluno e para a educação como um todo; por isso, é válido entender que, mesmo sem saber, um professor pode ter influenciado um aluno, seja na escolha da profissão, como foi o meu caso, seja para a vida, como pessoa.

alunos em sala

Tenha certeza professor, que ao lecionar você planta muitas sementes de sabedoria, respeito, admiração, entre outras. Mesmo não vendo seu jardim florescer, saiba que conseguiu algumas boas flores, bonitas e exóticas, o suficiente para lhe manter firme, aceso, em sua missão de ensinar.

Obrigada a todos os meus grandes mestres pelos ensinamentos, pelos momentos de diversão e de trabalho que me proporcionaram. Espero que este texto valha como reflexão, inspiração e coragem para que você professor, possa fazer sempre o melhor possível como educador.

Referência Bibliográfica:

DUQUE, L. F. A aula da xícara: uma experiência sobre a relação professor-aluno. São Paulo: Lura Editorial, 2015.

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Quer fazer uma semanário prático e eficaz?

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Ser ou não ser, eis a questão
Carreira/Semanários/Identidade e autonomia
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Ser ou não ser, eis a questão

Ser ou não ser?

Ser ou não ser, eis a questão: até onde vai a autonomia do professor?

Quem nunca ouviu esta frase brilhante de W. Shakespeare, que ainda nos dias de hoje se faz tão presente?

Ser ou não ser é uma pergunta que podemos responder durante a vida toda. Em cada fase da nossa vida, seja pessoal ou profissional, encontramos dilemas que nos obrigam a pensar e filosofar muitas coisas.

Por que as pessoas são felizes?

Por que as pessoas sofrem?

Será que o ambiente em que vivemos pode influenciar o nosso ser?

Estas e mais outras perguntas constituem sempre uma dúvida ou uma indecisão, e baseado nisso, que tal refletirmos sobre o ser ou não ser na escola?

criança indecisa

São muitas coisas para pensar, não é professor? O planejamento, o método da escola, a aprendizagem dos alunos, os registros, enfim, com tantas tarefas a cumprir e a se preocupar, como exercer a autonomia em sala de aula?

Parece difícil!

Será que é possível ter autonomia na escola ou ser autônomo é apenas uma falsa ilusão do professor? Você já parou para pensar nisso?

O ser exige autoconhecimento, ideologia e equilíbrio.  

Quando um professor ensina algo para os seus alunos pode ultrapassar o conteúdo dos livros ou do currículo; e mergulhar nisso é ser autônomo! É Ser!

A possibilidade de fazer das aulas uma mistura do que o professor gosta e o que é necessário para o aluno se sair bem socialmente e pedagogicamente, conforme os currículos é o exercício da autonomia em sala de aula.

Não permita que o livro didático determine como deve ser a sua aula, pois você professor, é o principal e melhor autor do livro didático da sua área.

Outro aspecto ligado à autonomia do professor é o método. Muitas escolas pré-determinam, de acordo com a missão e valores de cada instituição, qual ou quais serão os métodos utilizados. Isso deve, obviamente, ser respeitado, entretanto professor, não deposite toda a sua expectativa em qualquer método de ensino. Não existe um único método que seja eficaz para a turma toda e, muito menos, que atenda totalmente às suas necessidades práticas em sala de aula. O professor será o articulador de todos os recursos e métodos, por isso, ele é tão importante, assim como a autonomia que exerce.

Ter autonomia traz felicidade e quando estamos felizes realizamos as nossas tarefas com mais satisfação e criatividade.

E então? Você consegue lembrar de outros pontos que o permitem ser autônomo em sala de aula? Compartilhe com a gente!!

Ser ou não ser, eis a questão!!!!

ninguém é sujeito da autonomia de ninguém

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Como falar para o aluno aprender?

Schoolgirl stay near school blackboard. Close up.

Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Socioemocional/Rotina pedagógica/Semanários
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Como falar para o aluno aprender?

Por que alguns alunos aprendem e outros não?

Você com certeza já parou para se perguntar isso…

E bem difícil dar uma resposta concreta sobre esse questionamento, mas nada impede a nossa tentativa de  investigar o problema e buscar respostas que contribuem para que o aluno não aprenda.

Muitas vezes, essas justificativas encontram-se ancoradas no outro, e pouco em nós mesmos. Isso não acontece por mal ou por falta de experiência, mas por dificuldade em nos colocarmos como “parte do problema”.

Pensamos: será que é dislexia ou deficit de atenção? Ao invés de: será que é o método que aplico ou minha intervenção prática?

Com essa pequena polêmica, não se quer encontrar culpados, mas sim, lançar a reflexão sobre o quanto fazemos parte, em algumas situações, da produção de obstáculos na aprendizagem dos alunos pela forma na qual falamos.

Como falar para o aluno aprender?

Esse também é título de um livro muito interessante, rico em estratégias e que eu recomendo para você professor, mergulhar neste mundo da comunicação. As autoras Adele Faber, Elaine Mazlish com Lisa Nyberg e Rosalyn Templeton trazem contribuições acerca de uma comunicação eficiente, de uma fala construtiva, clara, direta e mais do que tudo, respeitosa nas relações de ensino-aprendizagem.

Não se pretende, que após esta leitura, o professor se torne “bonzinho”, mas que ele possa exercer a sua autoridade com assertividade, além de reforçar o direito de se proteger de agressões num clima de harmonia, respeito e confiança para o aprendizado acontecer.

Para refletir…

como fazer para o aluno aprender?

– Acolher ao invés de julgar;

– Valorizar o positivo e não o negativo;

– Preferir o equilíbrio do que o desequilíbrio nas relações de aprendizagem;

– Não subestimar o poder das nossas palavras;

– Aproximar e não afastar;

– Unir e não separar;

– Construir e não destruir…

Veja estes exemplos:

Estes são apenas alguns princípios que podem ser colocados em prática. Vamos todos repensar o nosso papel nestas relações de ensinar-aprender.

O Instituto ABCD tem um curso chamado TODOS APRENDEM.

No vídeo abaixo há uma explicação e as várias razões pelas quais uma criança não aprende, apontando os sinais que diferenciam as dificuldades escolares dos transtornos de aprendizagem.

Referência:

Como falar para o aluno aprender? Adele Faber, Elaine Mazlish com Lisa Nyberg e Rosalyn Templeton. São Paulo: Summus Editorial, 2005.

Instituto ABCD

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Dois jogos que não podem faltar na Educação Infantil
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Dois jogos que não podem faltar na Educação Infantil

puzzle

Você já ouviu a frase: “aprender brincando é muito mais significativo para a criança?!”

Pois é!

Brincar é tão importante para criança como dormir, comer e ter direito a saúde e educação. Mas ainda assim, não é só isso.

Tem muito mais por trás de uma brincadeira, de um jogo, de uma atividade. Estimular o brincar é essencial para que a criança possa se desenvolver melhor.

Brincar é lei, conforme nos diz o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI, 1998).

Para o RCNEI (1998), o brincar apresenta-se por meio de várias categorias de experiências que são diferenciadas pelo tipo de material ou dos recursos utilizados. O brincar pode ser dividido em três modalidades básicas: brincar de faz-de-conta ou com papéis; brincar com materiais de construção e brincar com regras, os jogos.

O quebra-cabeça (puzzle) e o jogo da memória constituem o acervo dos jogos educativos mais populares das escolas e também os mais procurados na hora de presentear uma criança. E sabe por que?

Porque são excelentes recursos para ampliar o conhecimento e desenvolver habilidades necessárias para a aprendizagem da criança.

Em 1760, um cartógrafo inglês chamado John Spilsbury recortou um mapa sobre uma superfície de madeira e ao montar e desmontar cada “país”, deu origem ao quebra-cabeça. Só em 1932 o jogo passou a ser produzido em papel cartão, o que o popularizou devido a diminuição do seu custo final.

A princípio, o quebra-cabeça era utilizado como material de apoio ao ensino da geografia, depois, tornou-se um recurso para todas as áreas e é produzido em diferentes materiais como por exemplo o 3D.

Já o jogo da memória tem sua origem incerta. Há quem diga que foram os chineses os seus inventores, há quem diga que foram os antigos povos egípcios; contudo, o que se sabe é que este é um excelente jogo para se trabalhar a memorização e o raciocínio.

Nos consultórios psicopedagógicos, estes dois jogos não podem faltar, pois são recursos auxiliares no processo de diagnóstico e intervenção.

Ao trabalhar com estes jogos em sala de aula, fique atento as informações abaixo:

– Nível de dificuldade.

– Faixa etária.

– Tamanho e quantidade de peças.

– Tema explorado pelo jogo.

Se estes pontos não forem ajustados às necessidades e possibilidades das crianças, corre-se o risco de não aproveitar a riqueza dos materiais.

Por que brincar com o quebra-cabeça?

– Para ampliar conhecimentos (faz pensar sobre um assunto);

– Aprimorar a coordenação visomotora (preparação para a leitura e escrita);

– Desenvolver coordenação motora fina (escrita), criatividade, imaginação e paciência;

– Propiciar a socialização e trabalhar com a atenção, concentração, noção espacial, raciocínio lógico;

– Ajudar na organização**.

**Curiosidade: não é uma regra, mas crianças com problemas emocionais podem ter mais dificuldade em montar um quebra-cabeça, pois isso é capaz de representar simbolicamente a organização da própria vida (montar/desmontar –  organizar/desorganizar/reorganizar).

criança montando quebra cabeça

Por que brincar com o jogo da memória?

– Para desenvolver a escolha, confiança, autonomia, criatividade, atenção e concentração;

– Aprimorar a observação e a memorização;

– Treinar o pareamento e a relação de imagens;

– Perceber o posicionamento das peças no ato da organização do jogo (lateralidade);

memory game

– Trabalhar com regras**.

**Curiosidade: há um certo receio por parte de alguns professores da educação infantil em trabalhar com jogos de regra. Para eles isso não faz sentido, já que na educação infantil há como premissa a essência do brincar, a livre expressão da criança para criar e transformar qualquer coisa no que quiserem e imaginarem.

E você o que acha disso?

Contudo, os jogos de regras auxiliam na socialização, a lidar com a frustração, em ter mais naturalidade nas relações com o perder e o ganhar, além do que, possibilita a cooperação e a superação do egocentrismo, requisitos fundamentais para viver em sociedade.

E então, experimente em sala os dois e faça suas anotações sobre qual fez mais sentido.

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Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

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Jogo dramático: “Independência ou morte!” – a melhor forma de aprender é encenar
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Jogo dramático: “Independência ou morte!” – a melhor forma de aprender é encenar

 Independência ou morte!

Como vamos falar com as crianças sobre este tema histórico sem nos referirmos a esta frase? Impossível não é? Mas um pouco complexo, você não acha?

Para sairmos daquele padrão de atividades para pintar, vamos dar vida aquele  tradicional chapéu de dobradura que costumamos fazer através da voz da criatividade, espontaneidade e sensibilidade. O que você acha de usar os jogos dramáticos? Topa este desafio?

dia da independência

Digo desafio pois trabalhar com os jogos dramáticos em sala de aula é uma experiência muito desafiadora pois proporciona e favorece as relações interpessoais e isto por si só já é bastante complexo. Pensando nisso, você  já ouviu falar em Psicodrama?

O psicodrama é uma técnica psicoterapêutica que visa propiciar uma ação dramática no indivíduo ou num grupo. Trabalha com as relações interpessoais e também com ideologias particulares. Jacob Levy Moreno (1889-1974) foi o psiquiatra romeno, responsável pelo desenvolvimento e criação desta técnica.

Moreno, em seus estudos e técnicas traz a questão da espontaneidade como algo muito importante dentro do Psicodrama; e para explicar a origem de sua ideia, podemos tomar nota de um fato que acontece com Moreno quando ele tinha mais ou menos uns 5 anos de idade; ele estava brincando com outras crianças de ser “deus e anjos”; num momento quando Moreno era o “deus”, um dos anjos pediu que ele voasse e então ele voou, acabando por quebrar o seu braço direito. Neste momento Moreno refere-se bem humorado, dizendo que foi o “embrião de sua ideia de espontaneidade”.

7 de setembro

Quando incorporamos uma ideia e a vivenciamos, fazemos o registro desta experiência no corpo e isto por sua vez passa a ser extremamente significativo e benéfico para a aprendizagem.

Maria Alicia Romaña, por volta de 1963, foi a pessoa que começou a discutir o Psicodrama Pedagógico e a utilizar esta técnica. Os seus pilares básicos também estão centrados na tríade grupo-jogo-teatro, assim como o Psicodrama Terapêutico; mas a intenção de se estabelecer esta técnica foi em desenvolver uma alternativa metodológica para o educador, com características sociais podendo ser trabalhado da pré-escola  ao nível superior; mas não podemos confundi-lo como uma metodologia para os alunos e sim uma metodologia com os alunos; que se faz com eles.

#NaEducação

Como método educacional, o Psicodrama utiliza de atividades grupais, jogos e dramatizações; favorecendo as relações interpessoais, como já foi dito.

Utilizamos o Psicodrama Pedagógico para fixar e exemplificar o conhecimento (como é o caso da temática independência do Brasil); para ajudar alunos ou grupos com problemas disciplinares; para desenvolver novos papéis; para aprofundar e voltar a um tema estudado; para sensibilizar grupos; prevenir situações ansiógenas; elaborar mudanças; avaliar o trabalho em equipe e outras.

O Psicodrama de uma forma geral, traz os conceitos de empatia, espontaneidade e criatividade; que analisando nossa prática como professores, coordenadores, diretores e Psicopedagogos, percebemos a grande importância dos mesmos. A capacidade de se colocar no lugar do outro é algo que deve estar muito presente nas salas de aula.

Para sentirmos o prazer de estarmos vivos é preciso que nos reconheçamos enquanto agentes de nosso próprio destino e para isso devemos conhecer a nossa espontaneidade e nossa criatividade. Assim, nas palavras de Moreno:

“Espontaneidade é a capacidade de agir de modo ´adequado`diante de situações novas, criando uma resposta inédita ou renovadora ou, ainda transformadora de situações preestabelecidas”.

“A possibilidade de modificar uma dada situação ou de estabelecer uma nova situação implica em criar: produzir, a partir de algo que já é dado, alguma coisa nova. A criatividade é indissociável da espontaneidade. A espontaneidade é um fator que permite ao potencial criativo atualizar-se e manifestar-se”.

#NaEscola 

Aproveite a atividade abaixo e depois nos conte como foi a sua experiência!

Dinâmica: vivendo a história

Desenvolvimento: após o professor contar a história sobre o que foi a independência do Brasil de uma forma bem lúdica, divide-se a sala em pequenos grupos e cada aluno é convidado a pensar em qual personagem da história gostaria de ser.  Ao contar a história utilize objetos, música, imagens; inclusive pode-se fazer um chapéu e uma espada do D. Pedro com jornal no decorrer da história. Depois que todos escolherem os seus papéis, distribua desafios diferentes para cada grupo. Um grupo reconta a história da maneira que entendeu; o outro grupo, dependendo da idade das crianças, podem inventar uma forma diferente de recontar a história; para o outro peça para representarem apenas a situação do conflito e avalie como as crianças se inter-relacionam; enfim, use sua criatividade, permita o criar, co-criar, seja espontâneo e sensível, afinal, ninguém conhece melhor a sua turma do que você mesmo!

Recursos: Música, livros com a história da independência, figuras, objetos representativos como a bandeira do Brasil e jornal.

Objetivos: * Fazer um aquecimento grupal através da história interativa de maneira lúdica. * Representar através da dinâmica, um pouco do que as crianças entenderam sobre o conteúdo e a maneira que se relacionam umas com as outras .

Fonte: MORENO, Jacob Levy. Psicodrama. 4.ed.São Paulo: Cultrix, 1987.

Romaña, Maria Alicia. Psicodrama Pedagógico:  método educacional psicodramático. 2 ed. São Paulo: Papirus, 1987.

Aproveite  a data comemorativa para resgatar valores cívicos e incentivar o respeito aos símbolos do Brasil. Recorrer ao mundo da fantasia é sempre uma ideia bem-vinda.

No post anterior falei sobre ” Bandeira do Brasil: como trabalhar?”

E claro, registre as evidências e falas relevantes em sala. Essas anotações serão muito valiosas para o refletir sobre os avanços dos pequenos.

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpage Luciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

5 atividades divertidas de Bandeira do Brasil
Atividades/Identidade e autonomia/Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Semanários
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5 atividades divertidas de Bandeira do Brasil

A independência do Brasil é comemorada no dia 7 de setembro. Neste dia, no ano de 1822, Pedro I declarou a separação política do país, que até então era uma colônia, de Portugal, gritando às margens do rio Ipiranga “independência ou morte!”.

Essa história já é um marco muito importante para o nosso país e em tempos políticos como vivemos agora torna-se ainda mais importante comemorar e resignificar a independência do nosso País com os atores da Escola e, principalmente, com as crianças.

As escolas, nas épocas de datas comemorativas, vivem o desafio de estabelecer o compromisso com o conhecimento e com a criatividade ao desenvolver tais temáticas. Por isso, este texto quer ajudar você professor, a pensar de maneira diferente, como abordar estes assuntos.

O tema bandeira do Brasil pode ser bastante aproveitado, embora a data do dia da bandeira seja em novembro, muitas escolas trabalham o assunto paralelo ao dia da independência.

As crianças tem muitas informações prévias sobre a bandeira do nosso país, ainda mais que acabamos de sediar os jogos olímpicos, a imagem visual da bandeira esteve muito presente; por isso, preocupe-se em trazer informação nova e formas distintas de explorar o assunto.

As dicas abaixo pretendem te ajudar justamente a pensar de forma criativa. Vamos lá?

# 1 Selecione o tema

Quais são os conteúdos que podem ser trabalhados paralelamente a bandeira do Brasil?

CONTEÚDOS: formas geométricas, cores, coordenação motora, atenção e concentração, diferentes tipos de associação e pareamento.

ALGUNS OBJETIVO(S) DE APRENDIZAGEM:  nomear formas geométricas e construir a bandeira do Brasil; relacionar cores; construir e montar um quebra-cabeça; associar a cor a forma; contar a história da bandeira e mostrar as diferentes bandeiras que existiram até chegarmos no modelo que temos hoje; explicar o porque das estrelas.

#2 Recorte as figuras geométricas e monte a bandeira do Brasil

Observação: esta atividade funciona muito bem para crianças com deficiência intelectual e desenvolvimental.

bandeira do brasil

  band

quadrado

círculo

amarela

#3 Ligue a imagem a cor 

Observação: para crianças com deficiências ou dificuldades de aprendizagem você pode inserir o desenho da bandeira ao lado da atividade para que a criança possa consultar as cores de cada parte da bandeira.

atividades cores

#4 Quadrinhos

A coleção “saiba mais com a Turma da Mônica” é bem interessante para abordar o tema da Independência do Brasil e da bandeira.

turma da mônica

#5 Jogos no celular ou tablet

Utilize também o computador ou tablet como recurso e baixe este jogo feito exclusivamente pra você!

BANDEIRA DO BRASIL

Boa aula!

Aproveite  a data comemorativa para resgatar valores cívicos e incentivar o respeito aos símbolos do Brasil. Recorrer ao mundo da fantasia é sempre uma ideia bem-vinda.

No próximo post falarei sobre o Jogo dramático: “independência ou morte!” – a melhor forma de aprender é encenar.

E claro, registre as evidências e falas relevantes em sala. Essas anotações serão muito valiosas para o refletir sobre os avanços dos pequenos.

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpage Luciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.