5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

A autoestima é um sentimento de importância com relação a si mesmo. Ela é afetada tanto por conquistas e fracassos pessoais quanto pelos relacionamentos que envolvem a pessoa desde a infância. É também a sensação de capacidade, a noção de que se é capaz de superar desafios – e de que seu valor não diminui diante de um resultado negativo, por exemplo.

Quem possui uma boa autoestima é mais confiante, consegue tomar decisões e resolver problemas mais facilmente e acredita que seus objetivos serão alcançados mesmo quando encontra obstáculos.

Por outro lado, a baixa autoestima pode gerar angústia, desânimo, dor ou vergonha – ela leva a criança ou adulto a se sentir desvalorizado. Um sinal comum é a comparação constante com os demais: as outras pessoas sempre são vistas como melhores, bem sucedidas, mais bonitas, mais inteligentes. Eventualmente, quem sofre com baixa autoestima pode não ter objetivos e se encontrar incapaz de atingir qualquer meta que se proponha.

Crianças com uma autoestima saudável são mais dispostas a enfrentar desafios – afinal, não se sentem diminuídas por um fracasso e se sentem compelidas a continuar tentando. Foto: Lands O Moms

Como cultivar a autoestima na Educação Infantil

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Há uma série de atitudes diárias que promovem a autoestima saudável entre as crianças. Elas devem ser praticadas tanto por pais quanto por professores.

#1 Estabelecer comunicação

Deixar a criança ter voz, opinar e ajudar na tomada de decisões gera confiança e mostra que ela é levada em conta;

#2 Não menosprezar preocupações

O que parece bobagem a um adulto pode ser um medo real da criança. Ouça suas preocupações e ajude a resolvê-las, não apenas descarte o assunto;

#3 Elogie e critique ações pontuais

Não se engane: crianças reconhecem elogios vazios. Quando for elogiar, seja específico, fale de seu esforço e dedicação, boa educação ou gentileza, por exemplo. O mesmo vale para críticas. Evite dirigir o comentário negativo à criança, e sim ao comportamento errado (a diferença entre “você precisa arrumar os brinquedos porque outros colegas vão usá-los também” e “você é muito bagunceiro, nunca me escuta” é a mesma entre “não gostei dessa atitude” e “não gosto de você”);

#4 Mostre as consequências de suas escolhas

É fundamental que as crianças entendam desde cedo que suas ações terão consequências boas ou ruins. Quando ela errar, deixe claro que terá chance de acertar na próxima oportunidade;

#5 Reserve um tempo para ela

Isso faz com que ela se sinta especial. Seja em casa ou na escola, tenha momentos em que ela é o foco, em que você não vai atender o celular ou desviar sua atenção;

Ajude a encontrar soluções – dessa forma, a criança se sente cada vez mais capaz de lidar com imprevistos. Não resolva por ela, oferecendo respostas prontas. Ao invés disso, proponha questões: o que você gostaria de fazer? Por que quer fazer isso? Como acha que pode fazer isso?

Deixe que elas ofereçam ajuda – assim, elas sentem que têm algo de positivo para oferecer ao mundo.

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