7 Dicas para Manter a Saúde Física e Mental do Professor

Fonte: Lehramts

Rotina pedagógica/Socioemocional
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7 Dicas para Manter a Saúde Física e Mental do Professor

O programa cuca legal tem sido desenvolvido por uma equipe de profissionais ligada a Universidade Federal de São Paulo. A proposta do programa é “sensibilizar para a relevância da Educação Emocional na vida do profissional da saúde e educação, trazer informações com base nas neurociências, nos mecanismos de integração entre cérebro, comportamento e emoções. São utilizadas, dentre outras coisas, as práticas e teorias da Roda de conversa e da Atenção plena.”. Vale a pena conferir!

Acesso o site: http://cucalegal.org.br/ para maiores informações.

#Dica 1

#Dica 2

#Dica 3

#Dica 4

#Dica 5

#Dica 6

#Dica 7

 

 

 

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Atividade: A arte do Toque
Atividades/Registros
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Atividade: A arte do Toque

As crianças possuem uma natureza singular e genuína que as caracteriza como seres que sentem, pensam e experimentam o mundo de um jeito próprio. Vamos refletir um pouquinho sobre esse jeito de ver o mundo?

Hoje preparamos uma atividade que explora o tato.

Descrição da Atividade

Peça para as crianças se juntarem em duplas e fecharem os olhos ( como alternativa, pode-se vendar os olhos das crianças desde que isso não ocasione medos ou outros problemas de comportamento).

Dê a cada uma delas um objeto para tatear, como uma bola, uma pena, um brinquedo ou uma caixa surpresa. Peça-lhes para que através do tato, descrevam o objeto, sem contar o que ele é para o seu parceiro, até que ele adivinhe.

Em seguida, mude as duplas e os objetos de cada um.

Registre!

  • Como as crianças reagiram ao toque?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Você sabe o que PRAXIA?

Fonte: Noticias Bol

Relatórios/Rotina pedagógica/Movimento
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Você sabe o que PRAXIA?

O desenvolvimento da criança é acompanhado pelo aumento e aprimoramento das formas de comunicação, que não são apenas verbais, mas também gestuais e pelo uso de objetos, os quais requerem habilidades motoras e a organização dos movimentos, orientados para uma finalidade. Durante muito tempo, os termos motricidade fina, grossa e global foram usados para se referir a habilidades que são muito mais amplas que isso. Hoje a neurociência específica que a execução dos atos motores intencionados portanto, dos atos voluntários coordenados e orientados conforme uma intenção específica é denominada PRAXIA.

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

No período pré-escolar a criança tem uma grande evolução nas suas habilidades práxicas. Torna-se hábil na coordenação dos movimentos como lançar e agarrar uma bola, e também na execução dos gestos relacionados às sus atividades de vida diária, como se vestir ou comer sozinha. Está relacionado ao desenvolvimento do esquema corporal. A criança, quando tem alguma alteração do desenvolvimento, que em geral é de ordem neurológica, pode apresentar diversas alterações que podem prejudicar a aquisição de habilidades, inclusive de escrita. 

Entenda os 3 tipos de praxia:

#1 Praxia Ideomotora

“Refere-se à atividade gestual em um contexto de comunicação. Envolve, assim, gestos simbólicos como dar tchau, mandar um beijo, imitar gestos ou fazer mímicas. Por isso, incentivar a criança pequena a realizar estes gestos ou mímicas auxilia no desenvolvimento desta habilidade, que é relevante para a aquisição de outras habilidades motoras.”

 

 

# 2 Praxia Ideatória

Com o desenvolvimento da praxia ideomotora, a criança passa, então, a fazer uso de objetos como, por exemplo, encher o copo com água, abotoar a roupa e se pentear. A praxia ideatória exige, assim, não apenas a coordenação, mas sobretudo, a capacidade de realizar um movimento que tem uma sequência, uma finalidade, o qual obedece a ordem necessária, com harmonia, precisão e eficiência. Por isso, é importante incentivar a criança a realizar atividades como tomar banho (nas crianças pequenas sob supervisão), se vestir, usar talheres, etc.

# 3 Praxia Construtiva

Reflete a capacidade de percepção visual adequada para uma ação apropriada, implicando na habilidade de reproduzir ou construir figuras, desenhando ou montando-as. O desenvolvimento da praxia construtiva tem grande importância na habilidade que requer o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comum para a criança. Esta habilidade envolve a síntese visual (discriminação dos detalhes ou das partes que constituem o todo0, a elaboração de uma representação mental (integração do objeto em algo unificado que pode ter um significado) e a reprodução (execução que demanda um planejamento e o controle dos atos motores). Assim, tem grande importância nas habilidades que requerem o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comuns para a criança.

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

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Atividade: Pulsação do coração
Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Pulsação do coração

Esta atividade, em específico, além de estimular a capacidade de atenção também estimula a flexibilidade (capacidade de mudar o foco).

Descrição da Atividade

Ao som de uma música animada, peça para as crianças pularem, correrem e dançarem livremente, durante um minuto. Ao final, peça para se sentarem e colocarem suas mãos em seus corações. Diga-lhes para fecharem os olhos e sentirem seus batimentos cardíacos, sua respiração e o que mais elas notarem em seus corpos. Deixe-as sentindo por um minuto ou mais e depois peça que falem sobre isso em círculo.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral?
  • As crianças conseguiram sentir as batidas e  entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

7 Estratégias para Desenvolver a Atenção

Fonte: Criança em questão

Desenvolvimento Infantil/Práticas inovadoras
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7 Estratégias para Desenvolver a Atenção

Toda atividade humana organizada possui algum grau de direção e seletividade. O caráter direcional e a seletividade dos processos mentais, base sobre a qual se organizam, é denominada atenção. A atenção é o mecanismo pelo qual nos preparamos para processar estímulos, enfocar o que vamos processar, determinar quanto será processado e decidir se demandam uma ação. Os mecanismos da atenção têm sido apontados como relevantes na execução de diversas tarefas (perceptivas, motoras, cognitivas), sendo determinantes na seletividade do processamento da informação.

Objetivos:

  • Apresentar estratégias para facilitar a capacidade de atenção da criança.
  • As ilustrações abaixo são dicas de como evitar situações que podem impactar na capacidade de atenção da criança.

#Dica 1 Mude de ambiente

Não exigir um tempo prolongado de permanência na mesma posição. Alternar as atividades com posição sentada, no chão e em pé ou fazer mudança de  ambiente (pátio, parque, sala, etc.)

Fonte: apostila PPI

# Dica 2: Cadeiras posicionadas corretamente

Cadeiras voltadas em direção à fonte de informação e atividades em círculos.

# Dica 3: Evite sala com muitos estímulos

#Dica 4: Tenha um objetivo claro

Atividades como filmes e história devem ser escolhidas com um objetivo claro para despertar o interesse das crianças.

# Dica 5: Abuse da Ludicidade

Atividades lúdicas (jogos, desenhos, brincadeiras, etc) desenvolvem a capacidade de atenção, além de outras funções.

#Dica 6: Instruções curtas

Evitar instruções muito longas e utilizar atividades mais breves, de no máximo 30 minutos, são mais adequadas para crianças de Educação Infantil.

#Dica 7: Planeje

O planejamento das atividades deve considerar o tempo que a criança poderá manter a sua atenção nela.

 

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Tudo Que Você Precisa Saber Para Escrever Um Ótimo Parecer Descritivo
Rotina pedagógica
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Tudo Que Você Precisa Saber Para Escrever Um Ótimo Parecer Descritivo

Dos zero aos seis anos de idade, as crianças não são avaliadas por notas, mas sim por uma análise mais completa do seu desenvolvimento cognitivo, socioemocional e físico – algo que poderia, na minha opinião, estender-se por todos os níveis de educação. Na avaliação formativa, essa realizada na Educação Infantil, o objetivo é comparar a criança à ela mesma, perceber os obstáculos e dificuldades que ela enfrenta, assim como reconhecer conquistas e potenciais de crescimento. É a partir dessa análise que o professor pode definir suas próximas aulas sabendo que está fazendo o que é melhor para a evolução de cada criança de sua turma.

A maioria das escolas que conheço ainda utiliza uma lista de objetivos de aprendizagem relacionados a seis grandes áreas de conhecimento: Artes, Música, Linguagem Oral e Escrita, Movimento, Matemática e Natureza e Sociedade. Essas áreas foram estipuladas na década de 90, no Referencial Curricular de Educação Infantil. Se você trabalha com esses tópicos, provavelmente deve responder cada um deles com um “sim”, “não” ou “em andamento”. Esse também é o sistema que usamos na plataforma Eduqa.me.

Com as mudanças que vêm sendo discutidas na área da Educação – como, por exemplo, o ensino integral ou a interdisciplinaridade – é de se esperar que a forma de avaliar também se transforme. Afinal, o desenvolvimento infantil não pode ser medido apenas com duas ou três palavras em uma tabela, certo? É preciso espaço para fazer reflexões mais profundas sobre cada criança, sobre sua vida emocional e social (que é tão importante para o sucesso e a saúde futuras quanto o aprendizado cognitivo) e tudo o que interfere na sua vida escolar.

Calma, não é hora de jogar tudo fora e começar um novo processo avaliativo do zero. Provavelmente, sua escola já caminha nessa direção: é para isso que serve o parecer descritivo, que acompanha a maioria das avaliações na Educação Infantil. Esse espaço também está disponível na Eduqa.me, como mostra a tela abaixo:

Para que serve o parecer descritivo?

Ele é uma interpretação da sua avaliação (aqueles objetivos que você respondeu com “sim”, “não” ou “em andamento”), ou, ainda, um diagnóstico em que o professor reconhece as necessidades das crianças e sugere uma estratégia para que elas se desenvolvam plenamente. Lembre-se de que o objetivo é informar os adultos e buscar soluções, nunca rotular a criança como boa ou ruim.

Esse documento acompanha a avaliação, portanto, não é preciso copiá-las palavra por palavra – além de isso tomar tempo dobrado do professor, não será útil nem à coordenação, nem aos pais, nem aos próximos professores que seu aluno tiver.

Também não é necessário enfeitar o texto: mantenha um estilo simples e conciso, fácil de compreender. Quanto mais clara for a mensagem, melhor e mais eficaz o acompanhamento que essa criança vai receber de todas as frentes. Normalmente, o parecer não deve passar de uma ou duas páginas.

O que devo escrever?

O parecer deve contemplar a criança como um todo: não apenas o aprendizado cognitivo, tradicional, mas também seus aspectos sociais e emocionais (foto: Apple Tree Institute)
O parecer deve contemplar a criança como um todo: não apenas o aprendizado cognitivo, tradicional, mas também seus aspectos sociais e emocionais (foto: Apple Tree Institute)

Você quer olhar para o desenvolvimento integral de cada criança – o que pode ser um pouco abstrato demais. É comum que os professores se sintam inseguros com o parecer descritivo, temendo estar deixando algo importante de fora.

Ao invés de começar a escrever sem um objetivo, agrupe seus registros e avaliações dentro destes aspectos:

  • Aspectos cognitivos: ou o aprendizado tradicional. Está relacionado à memória, pensamento crítico, compreensão de informações e aplicação dos conhecimentos em contexto real. Basicamente, o professor vai descrever como os alunos estão se saindo no ambiente de sala de aula, executando as atividades propostas e aprendendo os conteúdos selecionados pelo currículo;
  • Aspectos sociais: descreva como a criança se relaciona com os colegas, com o grupo e com outros adultos. Características como participação, cumprimento das regras, trabalho em equipe, organização e responsabilidade entram nessa categoria;
  • Aspectos emocionais: também é essencial abordar os comportamentos e expressões de emoção. Como ela lida com sucessos e fracassos? Como se sente no ambiente escolar? Como reage a novos desafios? De que forma lida com seus sentimentos (costuma chorar, tem alguma atitude agressiva, isola-se do resto da classe, etc.)?
  • Aspectos físicos: sua turma está em uma fase crítica de crescimento, e isso deve ser acompanhado de perto. Use esse espaço para falar do desenvolvimento da expressão corporal, ritmo e equilíbrio, motricidade ampla e fina, uso e aplicação de força. Aproveite para descrever rapidamente questões de saúde e higiene que pareçam relevantes (uma sugestão sobre alimentação saudável, por exemplo, estaria nessa categoria).

Como me expressar?

Ao invés de usar termos muito amplos, conte experiências específicas para mostrar o que está acontecendo na escola (foto: Top Care)
Ao invés de usar termos muito amplos, conte experiências específicas para mostrar o que está acontecendo na escola (foto: Top Care)

Mantenha um tom firme – você deve ter certeza do que está escrevendo com base em suas observações durante as aulas, seus registros por escrito, fotos ou vídeos, as produções realizadas pelas crianças durante aquele período e, se necessário, discussões com outros professores e coordenadores que já conviveram com aquelas crianças. Esse material deve ser reunido para que o professor tenha uma visão completa e apurada.

Por outro lado, tenha em mente que os pais ou familiares não acompanharam a sala de aula com você em todos os momentos, nem terão todos os seus registros para embasar a avaliação. Você deve descrever os comportamentos e aprendizados com palavras e verbos específicos. Isso não significa encher seu texto de detalhes e escrever várias páginas, mas sim evitar expressões muito amplas que não expliquem exatamente o que você quer dizer: você pode, por exemplo, dizer que uma das crianças “fala demais”. Isso, entretanto, não ajuda muito a compreender a situação. Tente substituir por descrições de momentos em que isso acontece – ela interrompe os colegas? O professor? Conversa sobre o tema da aula ou sobre ideias próprias? Fala de forma agressiva ou bem humorada?

Tome cuidado para não soar fria ou distante. Afinal, você passa horas com aquelas crianças todos os dias, e os pais querem sentir que seus filhos estão em um local seguro, com alguém que se importa com eles. Portanto, evite termos pejorativos, expressões negativas ou julgamentos precipitados.

Enfatize sempre os pontos positivos das crianças. Encontre aquilo em que ela se destaca – seja a comunicação, sejam trabalhos artísticos, seja o relacionamento afetuoso com os colegas, a aptidão para matemática – e dê destaque a essas características.

Sugira soluções e trabalhe em equipe

Após descrever o desenvolvimento atual das crianças, seus pontos fortes e dificuldades, sugira formas de superar os problemas em parceria com a família (foto: DRPF Consults)
Após descrever o desenvolvimento atual das crianças, seus pontos fortes e dificuldades, sugira formas de superar os problemas em parceria com a família (foto: DRPF Consults)

A estrutura do seu parecer deve conter:

  • Experiências em que a criança se destaca;
  • Experiências em que a criança está se desenvolvendo dentro do esperado;
  • Experiências em que a criança está apresentando dificuldades;
  • Possíveis ações para ajudá-la a superar essas dificuldades.

Ou seja, caso você identifique problemas que precisem ser corrigidos, siga seu diagnóstico com possíveis ações. Explique brevemente o que está acontecendo e porque isso é problemático. Diga qual evolução você gostaria de ver e, então, aponte caminhos para atingi-la.

Mostre tanto o que pode ser feito pela escola e pelo professor quanto o que a família pode fazer em casa para auxiliar na mudança. Além disso, coloque-se à disposição dos pais para ajudá-los a superar a situação ou ouvir suas dúvidas e opiniões.

Outros cuidados

O parecer descritivo é um documento da escola. Por isso, tome cuidado com erros de grafia, gramática, pontuação ou formatação. Não entregue textos rasurados.

Na Eduqa.me essa tarefa é muito simples, com um clique você preserva uma foto, vídeo e também faz anotações individuais das crianças:

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ODS: Educação de qualidade
Registros/Práticas inovadoras
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ODS: Educação de qualidade

Olá!

Hoje, vamos falar sobre o ODS: Educação de Qualidade. Também, tendo como base o vídeo da Unesco sobre o assunto, voltado às crianças. E algumas dicas de como podemos trabalhar este tema com as mesmas em sala de aula.

Destaque para alguns pontos do vídeo:

# Cultura de paz: “Educação para a paz”, “Evitar violência”, “É todo mundo respeitar o meio ambiente”.

#Igualdade de Gênero

#Cidadania Global (Respeito aos espaços, respeito ao próximo).

Podemos iniciar o diálogo com as crianças, perguntando às mesmas sobre o que elas entendem de cada assunto, como podemos fazer tudo isso e depois, ir aprofundando dentro de cada tema de acordo com as respostas. Por exemplo:

# CIDADANIA GLOBAL

O que é Cidadania Global para você?

Você sabia que uma atitude cidadã é saber respeitar ao próximo, os espaços e o meio ambiente?

RESPEITO:

– Respeito ao meio ambiente: Não jogando lixo na rua, evitando o desperdício, economizando luz, água.

– Respeito ao próximo: Se eu não quero meu espaço sujo, acumulando lixo, por que eu vou fazer isso com o espaço dos outros? Se aqui, questões como: “Mas, a rua não é espaço de ninguém…”  surgirem, então, seria interessante, aproveitar a oportunidade para dialogar sobre espaços.

– Espaços: O que é o meu espaço? O que é o espaço do outro? O espaço do outro é só do outro ou é meu também? Se eu estou longe do foco de lixo, isso não me afeta? (Falar sobre dengue, parasitas e outras doenças causadas por más condições de saneamento). Desrespeitar o espaço do outro causa alguma implicação a mim? Se causa: o que poderia causar? Se não causa, ainda assim, eu tenho o direito de desrespeitá-lo? Se um outro está triste, eu posso estar bem? Se eu faço mal a um outro, isso pode voltar para mim?. O que é empatia? Por que eu preciso tê-la? Como ter uma vida na qual haja mais empatia, mais amor?  

 

# IGUALDADE DE GÊNERO

Fonte: businessinsider.com

Com relação às questões de igualdade de gênero poderíamos questionar:

– Existe cor de menina e de menino?

– Existem brincadeiras de menina e de menino?

– Meninas podem brincar de carrinho? Meninos podem brincar de boneca?

 

 

 

# EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Fonte: www.thenextweb.com

 O que é educação de qualidade para você? Acho que as perguntas finais também são interessantes de perguntar às mesmas, porque a partir do que for falado, certamente, vão surgir insights do que você poderá trabalhar em sala de aula ao longo do ano para que o aprendizado das mesmas seja ainda mais significativo.

Eu, particularmente, acredito em um aprendizado com significado para a vida. O que eu aprendo fará diferença, significativa, na minha vida e na do outro, para melhor? Faz sentido, algum aprendizado, que não nos traga algo que venha a melhorar a nossa condição humana?  

Acho importante trazer à tona este comportamento reflexivo na criança, pois, isso, amplia o entendimento de interconexão de tudo o que há.

Isto traz embutido o conceito de respeito, de ética, de empatia em relação ao todo.

Eu posso trabalhar em qualquer área mas sofro influência de todas as demais profissões, por isso é preciso ter a visão do todo e agir em prol deste todo.

É legal levantar esta questão para as crianças para que elas entendam que ainda que queiram trabalhar, futuramente, em uma determinada área, ela precisa ter a visão do todo já que é parte deste todo e, portanto, recebe e exerce influência dentro do mesmo.

Quanto mais cedo houver este entendimento, melhor será, futuramente.

Espero que tenham gostado das minhas dicas e tenham pensado em várias atividades relacionadas.

Reflita e Registre!

  •  As crianças praticam o respeito?
  • Quanto ao vídeo, achou que ajudou? Qual parte mais gostou?
  • A igualdade de gênero na sua sala de aula é algo que acontece?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

 

 

Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Fonte: Pra gente miúda

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

Leia mais em: Você sabe o que PRAXIA?

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

Objetivo

Estimular a praxia construtiva.

Materias

  • EVA
  • Linhas de barbantes
  • Agulhas

Descrição da Atividade

Faça diversos desenhos nos EVAs e coloque diversas linhas coloridas nas agulhas com pontas grossas. Em seguida deixe para que as crianças escolham seus materiais.

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Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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ODS2: Fome Zero e Agricultura Sustentável

Fonte: UNESCO

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ODS2: Fome Zero e Agricultura Sustentável

Hoje vamos falar sobre o segundo vídeo da Unesco com o tema ODS 2: fome zero e agricultura sustentável.

Minha sugestão é que você dê o play no vídeo e depois passe para a crítica que elaborei. 

Vamos lá?

Destaquei 3 pontos para mostrar como eles podem ser trabalhados com as crianças em sala de aula.

3 DESTAQUES DO VÍDEO:

#1  “Na cozinha nunca se fala Eca”

#2  “A ordem aqui é que nada sobre”

#3 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar

Fonte:Dicas sobre saúde

#1 Na cozinha nunca se fala “Eca”

Gostei muito desta frase utilizada porque ouvimos muito isso das crianças. Basta elas não gostarem “da cara” de algum alimento que já falam “Eca” sem nunca sequer terem provado o mesmo.

Por pior que possa ser, em casa é bastante difícil de os pais lidarem com situações como esta, tentando convencer as crianças a, ao menos, experimentarem. Mas eu sempre sugiro que esta aproximação com o alimento se dê em duas situações que costumam ter bastante sucesso e de forma rápida:

– EM CASA, NA PRESENÇA DE AMIGOS: A criança se espelha muito nos amigos que gosta e quer compartilhar momentos com eles. O momento da alimentação, é um deles. Colocar uma mesa de café ou fazer um almoço para os amigos dos seus filhos, é um bom momento para introduzir algum alimento que eles não gostem, para que provem. Deixe a conversa entre eles rolar solta e não mostre muita observação (“fiscalização”) na “prosa”. Deixe eles um pouco à vontade, que de forma natural, sem muito alarde, é mais fácil de a criança experimentar. Ela não vai provar porque o pai ou a mãe “mandou”, ela vai provar porque ela quis provar. Percebe a diferença?

– NA ESCOLA: nas atividades (dia da fruta, hora do lanche, etc…) e também, por estarem em meio aos amigos, é mais fácil que as crianças sintam-se estimuladas a provar estes alimentos.

IMPORTANTE: É importante, também, que os adultos tomem o cuidado para não repassar às crianças um preconceito com algum alimento que o adulto é quem tem, porque não são só as crianças que falam “Eca” na cozinha, os adultos também falam. E como as crianças baseiam-se em exemplos, se você falar para comer, mas não comer, elas também não vão. E se você falar “Eca”, elas vão falar igualmente.

Fonte: alerta planeta azul

# 2 “A ordem aqui é que nada sobre!”:  Redução do desperdício no consumo e no preparo.

É importante reforçar o entendimento que o vídeo quis passar, para evitar equívocos. Já que, ao final, a criança que está à frente da panela, diz: “Quem quer mais comida?”.Isso pode gerar um entendimento de que se tem que comer tudo. Mas o que é este tudo? É um tudo excessivo? Houve exagero no preparo ou na quantidade colocada no prato?

“A ordem é que nada sobre!” , refere-se a um preparo e consumo consciente, ou seja:

-Com relação ao preparo, pressupõe que você fará uma quantidade de refeição suficiente para as pessoas presentes, sem que haja, uma sobra excessiva da preparação realizada.

-E com relação ao consumo, sem que se coloque muito mais comida no prato do que se pode consumir, evitando jogá-la fora. É importante ressaltar este detalhe, porque, havendo uma compreensão equivocada do que foi dito no vídeo, pode contribuir para que “forcem” as crianças a comerem tudo o que está no prato. Isso é uma atitude bastante comum e que acaba causando danos futuros à criança, já que ela aprende a comer muito mais do que necessita passando a ter este comportamento como um hábito que gera a obesidade.

As crianças sabem o quanto querem comer, não é preciso forçar. Mas isso, também, não significa que elas não precisam aprender que hora da refeição é hora da refeição, porque precisam! Senão vira um “pé” para que elas não comam nada, ou quase nada, neste momento, para depois comerem bolacha, salgadinhos, doces…É preciso criar o hábito dos horários das refeições, sem que sejam ofertados nos demais horários outros alimentos “bobagens”, para suprir a fome pelo fato delas terem se negado a fazer as refeições, nos horários das mesmas.

Fonte: Meio Ambiente Cultura Mix

#3 “70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar”

Aqui é um ponto bastante interessante e bastante confuso para as pessoas entenderem.

70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar, que consiste em uma produção gerenciada por famílias e com mão de obra predominantemente familiar. Entretanto, não significa que essa produção esteja livre do uso de agrotóxicos, sendo portanto, orgânicos. Pelo contrário, o acesso aos alimentos orgânicos, ainda está muito aquém do ideal.

Fiz, aqui, um resumo, “mais do que resumido”, sobre o assunto para tentar facilitar a compreensão de uma maneira rápida. Mas, aconselho aos interessados que acessem as referências bibliográficas citadas para um melhor entendimento desse assunto tão importante para nós.

E é claro, me acompanhem, também, no Sustentável é Ser Humano.

Gostou dos comentários?

Com estes materiais aliados à sua parte criativa, você verá que há infinitas possibilidades de atividades a serem realizadas.

Não deixe de registrá-las.

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Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

Referências:

Canal da UNESCO no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=IvS2cQYzSto&list=PLuaYSS3ezmQAuqmz2En-BlEqb5bX2fUvM  

ONUBR – Nações Unidas no Brasil: www.nacoesunidas.org