O mês de junho é um mês muito festivo pelo mundo todo. Comemora-se em diferentes datas e em diversos países as festas dos santos populares (Santo Antônio, São João e São Pedro), entre outras comemorações típicas de cada região.

A festa junina, como é conhecida no Brasil, é um momento de confraternização, tradição, alegria e muita brincadeira. As pessoas gostam tanto, que o mês de junho tem ficado insuficiente para tantas festas, por isso, já há escolas e comunidades que aderiram, com o mesmo propósito, as festas “julinas”.

Mas você já parou para pensar que, para algumas famílias, estas festas podem ser uma oportunidade para se excluírem deste convívio social?

“Para que vou levar meu filho a uma festa na qual ele não gosta de dançar e não consegue brincar em nenhuma das barracas?”

A inclusão

Este discurso pode não ser tão familiar, já que muitas vezes nem chegam aos nossos ouvidos, entretanto, este é o drama de muitas famílias de crianças com alguma deficiência. Procurando zelar pelo “brincar para todos” e para tornar o seu “Arraial” muito mais divertido e inclusivo, separamos algumas dicas simples que vão transformar esta festa na sua escola.

Grande parte das brincadeiras tradicionais como a roleta, pescaria, latas, corrida do saco, boca do palhaço, argola, tiro ao alvo, arco e flecha, entre outras, exigem que a criança tenha uma boa coordenação motora fina e grossa, controle de força (tónus muscular), equilíbrio e boa capacidade de visão.

Fonte: Diário online

 Nem sempre para as crianças com deficiências estas habilidades estão aprimoradas, por isso, para não tornar este momento lúdico e de lazer, em algo aborrecedor ou simplesmente num depósito de prêmios de consolação, selecionei 5 brincadeiras tradicionais para adequarmos às possíveis necessidades destas crianças e permitirmos que elas possam “brincar e competir” como deve ser.

Clique aqui para ver as 5 essas brincadeiras tradicionais!

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.


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