Fonte: Google

Como você pode ver, no quadro acima, a palavra solidariedade tem vários significados. E em todos esses significados o grande conceito é o ato de ajuda ao próximo sem esperar algo em troca. Portanto, ser solidário é possuir empatia pelo sofrimento do outro.

Diante disso, a pergunta que fica é:

Qual a importância de ensinar solidariedade para seus filhos e alunos?

A visão tradicional da educação, em termos gerais, restringe-se a ensinar conteúdos objetivos direcionados a preparar crianças e jovens para exercerem alguma profissão, certo?

Certo. Mas, além disso, o entendimento de educação tem sido alterado com a mudança de hábitos da população, onde uma parcela considerável de pais tem terceirizado a educação somente para as escolas e é aqui que começamos a ter um gargalo na demandas que recebemos dos pais e das Escolas.

Todo educador sabe que a educação vai muito além de matérias e conteúdos objetivos definidos pelo MEC; como matemática, português ou história. Quando abordamos o tema “Educação”, precisamos entender que educar é transmitir valores e conhecimentos, objetivos e subjetivos, não é mesmo?

Valores subjetivos

No contexto em que vivemos, onde as inovações transformam a maneira como nos relacionamos, como trabalhamos e como lidamos com as constantes e abruptas mudanças de paradigmas, o ato de educar ganha proporções ainda maiores e esse valores subjetivos também.
Educar é, acima de tudo, ajudar um ser humano a ser capaz de tornar o mundo um lugar melhor, que possa compreender a inteligência emocional e consiga relacionar com o ecossistema em que ele está inserido, respeitando todas as formas de vida existentes.

Que compreendendo as suas emoções e necessidades possa, também, compreender a inteligência estratégica e executora, para ser capaz de reaprender conceitos, agir para alcançar objetivos e contribuir para transformar o estado do mundo.

E isso nada mais é que o conceito que vimos ali em cima. Isso é solidariedade pura, gente! E é por isso que é tão importante praticar e ensinar a solidariedade para seus alunos e filhos, a criança aprende a relacionar-se com o mundo reforçando valores como respeito, amor, responsabilidade, compaixão, valores esses indispensáveis para a construção do caráter e para um cidadão consciente.

Solidariedade na Prática

Uma prática interessante para ensinar solidariedade é conectar as crianças, o mais cedo possível, com o trabalho de ONGS de causas diversas.

Educar crianças estimulando-as a interagirem com animais abandonados, com outras crianças com alguma deficiência ou limitação, por exemplo, amplia o universo a ser conhecido e absorvido pelas crianças, bem como sua capacidade de assimilar diferenças e potencializar sua afetividade.

Fonte: R7

A evolução das gerações tem soprado que as futuras gerações serão de uma sensibilidade completamente superior que a geração X, por exemplo. Esse jovens, chamados de Millenials já são uma geração mais abertas às novidades, sem um sentimento grande de posse e que se permitem errar mais e, consequentemente,errando mais aprendem muito mais.

Outro ponto bem interessante é que há muito mais descolamento (desassociação) das gerações anteriores e, justamente por isso, vivemos um momento de maior transformação em várias áreas da sociedade, como a política e até mesmo a relação e concepção do emprego.

Cito como exemplo o empreendedorismo. Ele é muito mais discutido e incentivado do que em gerações anteriores – o empreendedorismo social – aparece como um expoente, transformando a forma como negócios se relacionam com a sociedade, dando surgimento a empresas comprometidas em cuidar do mundo.

Desafio

Quanto maior a transformação, maior a responsabilidade. Com tanta tecnologia, tanta informação e tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo o que falta mesmo é aprofundar as relações.Um dos grandes desafios das próximas gerações será manter interações reais e significativas que vão nutrindo, no cotidiano das pessoas, os valores que foram ensinados em sua infância. Isso porque caminhamos para um mundo cada vez mais digital e menos físico, onde as relações podem tornar-se cada vez mais superficiais.

E é por essas e outras que ensinar a solidariedade às crianças acaba sendo uma “matéria”obrigatória.

Afinal de contas, ensinar solidariedade para as crianças é garantir que iremos nutri-las com experiências benéficas e profundas para que elas possam levar consigo valores importantes por todo seu crescimento e evolução.

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Texto co-criado com Lucas Borges, fundador da Risü, plataforma que disponibiliza cupom de desconto de mais de  300 lojas online e transforma compras em doação para ongs. É consultor de inovação e empreendedorismo social. Eleito como Jovem Empreendedor Social do Ano, em 2016 pelo Prêmio Laureate e pela International Youth Foundation. É membro Global Shapers, uma  iniciativa do World Economic Forum.

 
 

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