OBSERVAR, REGISTRAR E A REFLETIR: DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Fonte: Disney Babel

Rotina pedagógica
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OBSERVAR, REGISTRAR E A REFLETIR: DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA

A principal prática do professor em sala é registrar. Mas para que ele faça essa prática há um trabalho imenso por trás.

Previa da sala de aula

Anteriormente é preciso que ele faça o planejamento. Crie ou se inspire em atividades com objetivos e estratégias para desenvolver as ações educativas dentro da Escola.

A documentação pedagógica, neste contexto, configura-se a estratégia de investigação que dá voz à infância. Possibilita a visualização dos processos de construção da aprendizagem, das experiências individuais e de grupo, por meio da observação e registros constantes da prática em sala de aula.

A atividade de documentar as ações educativas dá suporte e organiza a prática, de modo a suprir as necessidades do professor de tornar possível o diálogo entre a teoria e a prática, humanizar a aprendizagem, compreender melhor a cultura da infância, tornando o conhecimento significativo para os alunos.

A documentação pedagógica é elaborada das informações registradas com intuito de instigar e provocar o educador. Fotos, filmes, gravações, desenhos… Conteúdos que tornam evidente a aprendizagem.

Mas, como pensar esse documento?

 

Como comunicar? Para quem comunicar? Como estabelecer o diálogo entre a teoria e a prática? Como pode favorecer a aprendizagem da criança e a organização do ensino?

Essas e outras perguntas você deve se fazer antes de anotar por anotar.

Tudo que for escrito, registrado, catalogado, deve ter um porque.

Para te ajudar nessa tarefa a Eduqa.me criou ou área de planejamento que te pergunta passo a passo as informações da sua aula.

Veja na imagem abaixo:

Ao preencher essas informações você já está planejando e organizando seu pensamento.

Depois de criar a aula é hora de ir para a sala de aula e observar.

Veja como fica sua atividade na linha do tempo e como e como, com apenas um clique, você adiciona o registro:

Gostou?

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Fonte: Standard Forsuccess

Relatórios/Rotina pedagógica
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FERRAMENTAS DE AVALIAÇÃO

Em posts anteriores, trabalhamos assuntos e tópicos importantes para a prática do professor.

Falamos sobre a importância da observação, do registro, da reflexão e em alguns momentos abordamos a avaliação, mas não com a atenção que se deve.

Em todos os segmentos que compõem a escola, a avaliação se faz presente. É a partir dela que as transformações dentro da Instituição acontece de maneira a garantir uma aprendizagem cada vez mais significativa.

Leia mais em: 5 Passos para uma avaliação formativa de qualidade.

Toda avaliação deve considerar o processo de ensino e aprendizagem ocorrido, as estratégias e as situações utilizadas em sala de aula para contemplar tal processo.

A Prática Avaliativa

A organização de uma reunião de pais, relatórios e portfólios, são importantes ferramentas avaliativas, que vão além da preocupação com pauta e produção de texto.

Educadores, crianças e familiares são fundamentais para que a escola seja transformada numa comunidade de aprendizagem onde todos pensam, planejam, avaliam suas ações e seus trabalhos.

Portfólios, dossiês, relatórios de avaliação, todas essas nomenclaturas se referem à organização de registros sobre aprendizagem do aluno que ajuda o educador, as próprias crianças e as famílias para poder ter uma visão evolutiva do processo e da evolução da criança.

O mais importante no processo de avaliação é o registro, pois é por meio dele que o educador coleta informações dia após dia. Essa constância do registro possibilita ao professor e ao aluno uma panorâmica dos passos percorridos na construção da aprendizagem.

A forma de registrar diariamente o caminhar da criança tem como objetivo mostrar a importância da aula planejada e das atividades escolhidas.

Não importa a ferramenta que você escolhe para fazer o registro, o que importa mesmo é que esse procedimento seja feito pautado no desenvolvimento holístico da criança.

Quando o registro é feito com esse olhar ficar fácil identificar qual aluno está com desempenho defasado, qual aluno precisa ser mais estimulado e qual precisa de atenção especial para desenvolver suas dificuldades.

Como vocês podem ver, é a partir de uma documentação pedagógica bem feita e uma prática refletida na criança e não em processos administrativos que as soluções ou sugestões sobre o processo de aprendizagem farão sentido.

Como fazer bom uso dessa prática?

O educador que tiver cadencia e coerência nos registros pedagógicos terá claro que a avaliação será para melhorar e propiciar avanços no trabalho e no desenvolvimento infantil e não apenas para cumprir protocolos burocráticos.

Para explorar ainda mais esse assunto selecionamos alguns materiais para que você baixe e faça bom uso dessas práticas.

Como preparar roteiros e pautas?

Leia mais em: 7 Dicas para organizar seus roteiros sem perder tempo

O que avaliar e de que maneira? 

Baixe nosso ebook em: Tudo que você precisa saber para avaliar registros pedagógicos na Educação Infantil

Na Eduqa.me é possível fazer seu planejamento semanal e também planejar projetos. Legal, não é?

Agora que você já leu todo esse material sobre avaliação, que tal se inspirar e compartilhar as ferramentas que vocês mais usam para avaliação?

Escreva um email para deborahcalacia@eduqa.me.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

Como o colégio Jardim Encantado faz semanários e registros muito mais rápido

A papelada aumenta e os processos burocráticos atrasam o trabalho da coordenação? Talvez seja hora de rever os sistemas da escola (foto: Utterly Organized)

Registros/Rotina pedagógica/Práticas inovadoras
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Como o colégio Jardim Encantado faz semanários e registros muito mais rápido

O que você vai aprender com esse caso?

Se você é professora, coordenadora ou diretor em alguma escola de educação infantil e fundamental, recomendo muito que preste atenção neste artigo. Vamos mostrar como um de nossos clientes, o Centro Educacional Jardim Encantado, trabalhou junto com a Eduqa.me para resolver os problemas na árdua tarefa de organizar e gerenciar os semanários, registros e relatórios escolares, bem como construir um acervo de atividades acessíveis promovendo troca e colaboração entre os professores. Também vamos mostrar como a escola se tornou ágil na comunicação entre coordenadores pedagógicos e professores.

A Escola

O Jardim encantado é uma Escola de Educação Infantil e Berçário que fica no Paraná em uma cidade chamada Meridianeira. A Escola adotou a Eduqa.me no começo do ano e no primeiro mês, teste,  foi um processo de adaptação e reconhecimento dos professores. Como os professores usaram e acharam fácil, o Diretor assinou a Eduqa.me e começou o trabalho. Primeiramente a implementação foi feita com professores e em seguida foi expandindo para a família. Hoje os professores fazem todos os seus semanários na Eduqa.me e também os registros de atividades de cada classe e das crianças, assim a família também faz acompanhamento das atividades que seus filhos fazem na escola. Desde fotos, questionários e anotações pertinentes a cada criança. Como o Jardim Encantado é uma escola aberta às devolutivas, a plataforma também tem contribuído muito nesse aspecto, pois a família chega hoje na Escola desejando obter informações dos seus filhos e o Diretor acessa o sistema e já tem uma resposta pronta, sem ter que chamar o professor na sua sala de aula.

#Na Prática

Os professores acessam a Eduqa.me e criam uma rotina de atividade para desenvolver as crianças semanalmente, isto é, o semanário. Assim a coordenação e a direção ficam cientes do semanário imediatamente. Além desse compartilhamento, tanto o professor, quanto o coordenador, podem fazer comentários nas atividades do semanário, com isso agilizam a troca de informação e esclarecimento de dúvidas. Uma vez que existe essa transparência a responsabilidade passa a ser de todos os atores da Escola. Desta maneira a direção passa a ser responsável e a ter mais propriedade para dialogar direto com a família sem ter que chamar o professor na sua sala de aula. 

“Não tem a necessidade de fazer a pergunta: – vou perguntar para o professor para saber o que está acontecendo, eu simplesmente acesso e pronto. A resposta está ali, pronta. É legal porque ajudando os professores nesse processo as coisas ficam mais fáceis para todos e a Escola tem mais fluidez.”

Alexandre – Diretor do Centro Educacional Jardim Encantado

Hoje a Escola conta com 47 crianças cadastradas na plataforma, 4 professores docentes, 1 coordenador pedagógico e 1 Diretor. A escola usa a Eduqa.me há 4 meses e já tem catalogado em seu baú de atividades mais de 900 atividades mapeadas em 14 áreas do conhecimento.

Números do colégio Jardim Encantado

Números do colégio Jardim Encantado

 

Toda essa informação gerada pela escola antes era perdida pois não havia a possibilidade de resgatá-las para discutir e reorientar as práticas pedagógicas. Além disso, muitas anotações importantes sobre as crianças não eram feitas pois caiam no esquecimento. Agora coordenador e diretor podem fazer diversas buscas sobre uma série de informações pedagógicas na plataforma. Como por exemplo buscar as atividades de linguagem feitas nos últimos 3 meses, visualizar de maneira clara as atividades com os registros em fotos e vídeos, resgatar essas atividades para possíveis relatórios, replicar, co-criar, repensar e decidir o que muda ou não para os próximos meses. Agora o colégio também conta com um acervo de todas as suas atividades feitas. Todas com fácil acesso e salvas em  um local seguro prontas para serem reaproveitadas com apenas um clique.

O Desafio

O principal desafio do Jardim Encantado era:

Organizar e gerenciar a documentação pedagógica.

Como resolver esses dois problemas sem tomar mais tempo da coordenação e dos professores, em um dia a dia tão corrido como o escolar? Com a documentação em ordem seria possível balizar qual área do conhecimento estava defasada e a partir dessa constatação gerar um plano de ação para as atividades certas para o  desenvolvimento infantil de cada classe. 

Apesar da Escola já fazer a documentação usual com planilhas, cadernos e documentos impressos, os semanários eram sempre o grande ponto de atenção, pois na maioria das vezes a rotina da Educação Infantil era puxada e a rotina consumia a maior parte do tempo dos professores.

A Solução

Obviamente que a  qualidade do ensino depende de muitos fatores, em graus diferentes, mas a solução que a Eduqa.me propõe é fazer toda a documentação pedagógica com uma única ferramenta que é acessível do celular, tablet ou computador.

Semanário:

Para o semanário o professor planeja e a coordenação acompanha em tempo real o planejamento de todas as turmas. Sem envio de e-mails e vários outros documentos. Hoje as devolutivas são feitas no própria plataforma, facilitando o diálogo, a busca e a organização.

Registros:

A escola optou por registrar por texto, foto e vídeo. Desta maneira os registros ficam mais completos e ricos e é possível saber o universo das atividades lecionadas, qual área do conhecimento está sendo mais estimulada e quais são os pontos de atenção das demais áreas e, principalmente, das crianças.

Escrever sobre a prática faz pensar e refletir cada decisão tomada, permitindo aprimorar o trabalho diário da sala de aula e adequá-lo com frequência às necessidades dos alunos e trocar os aprendizados com outros professores passa a ser consequência. A Eduqa.me permite que essa tarefa seja feita de forma simples.

Anotações individuais:

Um dos recursos mais importantes da Eduqa.me, aqui na mesma hora que o professor faz um registro para toda a classe ele consegue fazer anotações individuais de cada criança, ou seja, o professor pode anotar uma fala, um comportamento e essa anotação vai direto para o perfil da criança ajudando a compor seu portfólio online.

O Baú de Atividades:

Outro recurso de muito destaque é o Baú de atividades, nele ficam armazenadas todas as atividades que o professor planeja. O Baú também permite que o professor compartilhe suas atividades planejadas com professores de todo o Brasil ou busque novidades de outros professores para a aula da semana. O professor pode criar, pesquisar, co-criar e compartilhar suas atividades. Agora o Jardim Encantado conta com um báu de fácil acesso com mais de 550 atividades até o momento, essas atividades podem ser usadas na própria escola e, até mesmo, se compartilhadas no baú público, podem ser copiadas por qualquer professor do Brasil.

Afinal de contas educação sem troca, não é educação.

Gaste seu tempo com o que realmente importa - horizontal

5 atividades para praticar inclusão na festa junina

Fonte: APAE BH

Rotina pedagógica/Movimento
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5 atividades para praticar inclusão na festa junina

No post anterior falamos um pouco sobre a inclusão nas Festas juninas. Agora vamos esticar um pouco mais esse tema e explorar brincadeiras tradicionais para garantir o brincar para todos nessa festa que toda escola ama fazer!

5 Atividades para praticar a inclusão na Festa junina

#1 – Pescaria

pescaria-eduqa-me

Fonte: Pinterest

Esta brincadeira requer o controle da força e muita coordenação motora, por isso, segue abaixo alguns truques para tornar esta pesca mais inclusiva.

A) engrosse o cabo das varas com papel, espuma, EVA e encape com uma fita adesiva. Isso pode facilitar o manuseio das varas.

B) coloque na ponta da vara, onde fica o anzol, um peso (pode ser uma pedra, um pedacinho de tijolo ou madeira), isto evitará que as linhas fiquem a voar e se enrosquem umas nas outras, além da criança poder controlar melhor a sua força e ter uma boa coordenação visomotora. Abaixo do peso cole um velcro largo.

C) modifique também os peixes. Faça-os num tamanho maior e cole na parte de cima do peixe o outro pedaço do velcro para que a criança consiga pesca-lo ao grudar a ponta da linha da vara no peixe.

Se ainda assim a brincadeira não for acessível a todos, temos mais ideias. No caso das crianças com paralisia cerebral, por terem características muito particulares, convém conhecer cada caso. Entretanto, na pescaria pode ser feito o processo inverso, ou seja, ao invés de utilizar uma vara convencional e a criança selecionar um peixe para pescar, pode-se amarrar uma linha/barbante na mão da criança e depois conectá-la diretamente ao peixe.

O desafio aqui será a criança puxar ou fazer algum movimento para que o peixe, já grudado na linha, saia de dentro da “água” ou do recipiente no qual estiver.

#2 – Latas

Fonte: Pinterest

Fonte: Pinterest

Em todos os jogos o principal objetivo não é facilitar ou flexibilizar as regras para que as crianças com dificuldades vençam, mas sim, facilitar no sentido de que tenham acesso e oportunidade de brincar e interagir de fato com o propósito da brincadeira.

No jogo das latas tradicional, deve-se arrumar as latas em formato de pirâmide. A base deve ter quatro latas, em cima dela mais três e assim por diante numa ordem decrescente.

Faça um risco no chão com cerca de um metro de distância das latas e lance a bola, que pode ser de plástico ou de meia. Vence quem conseguir derrubar o maior número de latas. Para adaptar este jogo você pode optar por manter o mesmo tamanho das latas e modificar a distância entre o risco do chão e o alvo, permitindo uma maior aproximação da criança até as latas.

Se quiser, pode aumentar o tamanho das latas e também o tamanho das bolas. Neste caso a criança poderá lançar a bola com a mão ou mesmo chutar. Para as crianças com paralisia cerebral temos uma ideia semelhante à sugestão feita na brincadeira da pesca. Como atirar a bola exige alguns movimentos complexos, o professor poderá amarrar em volta das latas um barbante e pedir para a criança puxar ou fazer algum movimento para derrubar as latas.

A quantidade de latas que cair representará a pontuação da criança. Dependendo da dificuldade apresentada pelo participante, para não facilitar o jogo, diga que ele terá apenas uma chance.

#3 – Boca do Palhaço

Fonte: Pinterest

Fonte: Pinterest

Para a boca do palhaço temos duas sugestões bem simples, ou aumenta-se o diâmetro da boca do palhaço ou muda-se o nome do jogo para a “Barriga do Palhaço” e faz -se então um círculo bem grande para que as crianças com maiores dificuldades na coordenação, equilíbrio e força possam ter a chance de acertar.

O tamanho da bola e o peso da bola também devem ser revisados. Se o buraco para acertarem as bolas serão maiores, as bolas também devem ser. Como desafio pode iniciar a brincadeira com uma bola mais leve e a medida que o participante vai acertando a bola fica mais pesada. Faça esta brincadeira num espaço bem grande para que ninguém seja atingido pelas bolas. Se as crianças com paralisia cerebral não conseguirem jogar, vamos trazer o palhaço até elas. Pegue uma bacia com o diâmetro que achar mais adequado para o seu aluno e enfeite a lateral de forma que o buraco (abertura da bacia) seja a boca do palhaço.

Coloque dentro da bacia bolas de plástico coloridas, bolas de meia, enfim, bolas na espessura e com materiais que forem acessíveis e possíveis de serem manuseados pela criança. Deixe o palhaço posicionado sobre as pernas da criança e peça para ela retirar uma ou duas bolas de dentro, vai depender da regra que for estabelecida.

Como desafio poderá solicitar que ela retire uma bola com uma determinada cor. Pense em outras formas de jogar.

#4 – Argola

Fonte: Pinterest

Fonte: Pinterest

Para este jogo você vai precisar no lugar das argolas, bambolês, e, no lugar das garrafas, aqueles cones de trânsito. A regra continua a mesma, entretanto, o tamanho da argola muda, assim como o do objeto a ser atingido.

Aqui você pode sugerir uma mudança na regra. Exemplo: se a criança conseguir atingir um cone com o bambolê o prêmio é o que está descrito no cone; se conseguir atingir dois cones com o bambolê, poderá escolher o prêmio.

Você ainda pode organizar a brincadeira para que a criança ganhe prêmios a partir de pontos que podem ser somados ou ainda por cores (cada cor representando um tipo de prêmio).

#5 – Tiro ao alvo

tiro-ao-alvo-eduqa-me

Aqui, as crianças precisam além de boa coordenação, força, equilíbrio e uma ótima pontaria. No caso de crianças cegas e com baixa visão, o tiro ao alvo torna-se inviável já que o alvo não é visualizado.

Assim, sugere-se que este alvo possa ser feito de balões/bexigas e o seu tamanho mais ampliado do que o normal.

O primeiro lançamento deverá ser orientado pelo professor que estiver nesta barraca, depois, com o som do estouro dos balões, a referência sonora passa a ser o estímulo para o direcionamento dos lances da criança cega. Se ainda assim for difícil, o professor pode continuar a dar as pistas e orientações sobre o direcionamento dos balões/alvos.

Crianças com dificuldades intelectuais e desenvolvimentais também poderão se beneficiar deste jogo.

Use a sua criatividade e invente novas formas de brincar e jogar e não se esqueça de acessar a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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Boa festa!

 

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.

Tudo sobre a FESTA JUNINA!

Festa Junina Significado e Símbolismo

Semanários
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Tudo sobre a FESTA JUNINA!

Você já parou para se perguntar como surgiu a Festa Junina e quais são seus significados e simbolismos?

Nesse post você irá conhecer tudo a respeito dessa festa especial do mês de Junho. Com essas informações poderemos embasar e trabalhar a cultura, dança, comidas e as brincadeiras de um jeito mais pedagógico na escola.

Vamos compreender o que, de fato, as crianças podem aprender com essa festa e como podemos explorar cada vez mais esse tema e potencializar o aprendizado dos pequenos.

Vamos lá?

Como  surgiu a Festa Junina?

A festa junina é uma comemoração que acontece no Brasil desde o Brasil Colônia. A história nos conta que essa festa chegou por aqui pelos europeus e a ideia inicial  era reproduzir uma comemoração que já existia em diversos países da Europa.

Qual a origem do nome?

Na Europa a festa se chama Midsummer¹.  No Brasil há duas hipóteses para o nome Junino:
A primeira é que o  nome é oriundo do mês, Junho, que é o mês que a festa é comemorada. A segunda hipótese diz que junino veio de joanino que fazia referencia ao Santo homenageado – São João.

1- celebração do meio do verão

Brasil – Terra de todos os Santos

Embora predominantemente influenciada por portugueses outros povos europeus, como franceses e espanhóis, também contribuíram para essa festa. E claro que os povos africanos e indígenas não ficaram de fora da roda! Cada um colaborou com seus costumes e comidas. Esse mix cultural acabou transformando e resignificando a festa junina brasileira nesse evento tão singular que é hoje.

O espaço da festa

Arraial ou arraiá é o local onde a festa Junina acontece.  Geralmente é um espaço amplo, ao ar livre e com barracas delimitando um espaço circular.

A Decoração

As famosas  banderinhas de papel colorido que hoje são espalhadas por todo o arraial, antigamente eram apenas três grandes bandeiras que estampavam os rostos dos santos. 

Hoje além da abundância das  bandeirolas enfileiradas e espalhadas como varais, os balões de papel e os fitilhos também marcam presença e dão o tom colorido e divertido da festa. As barraquinhas armadas, justamente para esse evento, são feitas, na maioria dos casos, por madeirites ou bambus.  

Já a cobertura fica por conta das palhas secas dos coqueiros, lonas ou de um tecido chamado chita.

A Fogueira

Sabia que cada santo junino tem um tipo de fogueira diferente?

Pois é.. a mais comum é a quadrada que é a de Santo Antonio. Há também a redonda que representa São João e a triangular de São Pedro. A fogueira é um símbolo purificador nas culturas agrárias e é acesa para afastar os maus espíritos e  manifestar a gratidão pela fertilização da terra e das fartas colheitas. Também serve para aquecer e unir as pessoas ao seu redor para brincadeiras, conversas e até para compartilhar alimentos assados na brasa.

Fonte: Google

Fonte: Google

A Música

A música e os instrumentos usados, como a sanfona, triângulo, reco-reco, estão na base da música popular folclórica portuguesa e foram trazidos ao Brasil lá no início. O Brasileiro, com sua criatividade, foi incrementando e somando novos instrumentos e ritmos.

Separamos uma lista de músicas para você aqui, mas você só consegue acessar se estiver conectada com a internet e usando e ou usando o spotify.

As Comidas Típicas

As comidas da Festa junina estão relacionadas, principalmente, à cultura campestre. Boa parte das comidas são feitas de grãos e raízes.

Já contou quantas delícias fazemos com esses ingredientes? Podemos fazer muitos pratos juninos como milho, arroz, amendoim, batata-doce e mandioca e etc… 

Fonte: Google

Fonte: Google

A Quadrilha

Essa atividade lúdica, teatral e festiva é um dos momentos mais aguardados da festa junina. A preparação é feita semanas antes e é o momento em que todos participam. Essa dança, que originou de uma dança de salão francesa, também é uma forma de agradecimento pela boa colheita.

Fonte: Google

Fonte: Google

Figuras da Sociedade rural

O padre, o noivo, a noiva, pais do noivo, pais da noiva, madrinhas, padrinhos, delegado, sacristão, entre outros são essenciais para movimentar essa festa.

As Brincadeiras

Sabemos que é nas brincadeiras que os pequenos aprendem e crescem. Por isso, para garantir o aprendizado e o sucesso do arraial as brincadeiras merecem ser diversas e divertidas. Os leilões, bingos, casamento, correio elegante, pau de sebo, simpatias, corrida do saco, pescaria e outras são algumas das mais tradicionais, mas não deixe de explorar algumas brincadeiras regionais e deixar espaço para as crianças criarem suas próprias brincadeiras.  O mais importante dessa festa é mesmo se divertir e difundir esta cultura brasileira que é tão rica.

No próximo post falaremos desse assunto na prática: Como aproveitar os jogos da festa Junina para o desenvolvimento e aprendizagem?

Aproveita para divulgar as fotos da festinha junina da sua Escola e marcar a gente com a Hashtag #FestaJuninaNaEscola

Agora que você sabe tudo sobre a festa junina, que tal entrar na Eduqa.me para fazer seu planejamento digital?

Legal, né?

Então que tal clicar AQUI e começar a fazer seus semanários na plataforma Eduqa.me? Tenha mais facilidade e dê visibilidade ao trabalho que faz em sala para que a coordenação pedagógica tome decisões pautadas em dados e fatos.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

5 ideias para falar de cultura na Educação Infantil

A música e a dança são formas excelentes de se contar a história de um povo, mesmo que os pequenos ainda não compreendam a letra (foto: Pauta Extra)

Atividades/Identidade e autonomia/Linguagem/Música e artes
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5 ideias para falar de cultura na Educação Infantil

Conhecer outras culturas e costumes não é exclusividade do Dia do Índio e outras datas assinaladas no calendário acadêmico. Crianças são naturalmente curiosas – e, como um bônus, possuem uma capacidade de memorização impressionante, resultado de um desenvolvimento cerebral acelerado nessa faixa etária. Projetos que lhes introduzam novas lendas, músicas ou mesmo comidas prometem ser não só educativos, como também fascinantes.

Mas por que desperdiçar tempo e energia ensinando o que parece ser geografia a turmas de Educação Infantil? Elas não são muito novas para esse conteúdo? Não, se as aulas forem adaptadas com o intuito de formar, ao invés de avaliar.

A ênfase está em apresentar o diferente e levantar discussões. No Brasil, uma lei federal garante que as culturas indígenas e afro-brasileiras sejam ensinadas – porém, curiosidades vindas do outro lado do globo também são bem vindas.

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Contato com tradições tem lá suas vantagens: primeiro, o desenvolvimento de identidade e pertencimento. Uma criança que conhece sua cultura cria um senso mais aguçado de sua própria história – o que outras pessoas fizeram antes dela influencia o que ela faz hoje.

Há uma série de hábitos que herdamos de diferentes ancestrais: índios, portugueses e africanos ara dizer o mínimo, mas a lista se expande dependendo da região do país.

Quais partes da rotina dela se atribuem a cada um desses grupos?

Além disso, elas tendem a se tornar pessoas mais tolerantes e livres de preconceito – aqui, eu faço desse jeito, mas lá é diferente. Isso vale para tudo, desde vestimentas até comportamento ou religião. A lição é valiosa inclusive no combate à homofobia ou racismo, uma vez que a turma aprende desde cedo que não deve rejeitar imediatamente o que não lhe é familiar.

E finalmente, o próprio aprendizado será útil nos anos escolares seguintes. Não que se deva nutrir expectativas de ver alunos de 5 anos recitando países e suas respectivas capitais. Entretanto, eles são perfeitamente capazes de identificar alguns locais no mapa ou de lembrar das cores de suas bandeiras preferidas. Acima de tudo, o caminho é aberto para que eles possam seguir seus interesses – e, com certeza, eles terão dezenas de perguntas ao fim de um desses projetos.

Sugestão de leitura: Na Terra do Nunca-Jamais traz 60 contos de várias partes do mundo (foto: Martins Editora)

Sugestão de leitura: Na Terra do Nunca-Jamais traz 60 contos de várias partes do mundo (foto: Martins Editora)

Lendas

Livros de histórias fantásticas são garantia de envolvimento. Escolha contos de diversas partes do mundo, se possível com a mesma temática, para exibir como cada indivíduo pode ver a mesma situação através de uma perspectiva única. Como cada cultura explica a chuva ou as trovoadas?

Os mitos também revelam bastante sobre a realidade de quem os inventou. As crianças podem observar quais animais aparecem na narrativa (por que temos bichos estranhos em uma história japonesa, e não iguais aos que vemos no Brasil?), quais problemas os personagens enfrentam, como a família e os amigos se relacionam – são todas pistas sobre a sociedade da qual fazem parte.

Essa é a deixa para que a classe dê opiniões e sugestões para resolver os desafios apresentados, divida explicações e debata sobre o que ouviram. Crianças menores não relutam ao se deparar com soluções surreais, embora, a partir dos 5 anos, seja comum que elas reclamem ao se sentirem “enganadas” com desfechos impossíveis. Use isso como oportunidade para conversar sobre como as crenças eram usadas para explicar o que as pessoas ainda não entendiam, mas que permanecem como parte da história de um povo (mesmo que, agora, já saibamos que o trovão não vem da martelada de um deus furioso).

Para trazer o tema para a sala de aula, o livro Na Terra do Nunca-Jamais é uma boa pedida. O livro traz 60 contos folclóricos de várias partes do globo, com ilustrações belíssimas para acompanhar.

Festivais

Não se prenda a hábitos antigos: festivais famosos, que ocorrem até hoje, são ótimos para despertar o interesse das crianças. Vídeos (que você pode procurar e baixar inclusive no YouTube) trazem essas celebrações para ainda mais perto delas.

Será que sua turma de Educação Infantil já imaginou uma festa de ano novo no meio do ano, como acontece na China e grande parte da Ásia? E comemorações em que amigos se encontram para jogar tinta colorida uns nos outros, como o Holi, comum na Índia? Que tal ver todos na rua em uma enorme guerra de tomates, de acordo com a Tomatina, festival espanhol? São inúmeras possibilidades que abrirão espaço para que as crianças contem sobre as festas das quais participam, o que celebram e porque.

Dependendo do tamanho da bagunça do festival escolhido, a classe pode até mesmo se preparar para encenar alguma das comemorações na escola – com direito a roupas típicas e todos os aparatos que puderem improvisar.

A música e a dança são formas excelentes de se contar a história de um povo, mesmo que os pequenos ainda não compreendam a letra (foto: Pauta Extra)

A música e a dança são formas excelentes de se contar a história de um povo, mesmo que os pequenos ainda não compreendam a letra (foto: Pauta Extra)

Música e dança

Quando dei aula fora do Brasil, o que os alunos (e os professores) mais me pediam era que os ensinasse a sambar. Eles podiam não ter certeza de qual a capital do país ou qual idioma nós falávamos por aqui, porém todos lembravam-se do samba quase imediatamente.

A música é um traço forte da cultura de qualquer país, e capaz de comunicar sentimentos até para quem não compreende uma palavra da letra. As crianças entenderão se tratar de uma história feliz ou triste, de celebração ou perda, apenas pela melodia, o ritmo ou a coreografia. Permita que elas copiem os passos e tentem cantar junto – e, de preferência, encontre traduções caso opte por canções em outras línguas, para contar a elas do que diz respeito.

Selecione receitas simples e que possam ser feitas majoritariamente pelas crianças (foto: Criança na Cozinha)

Selecione receitas simples e que possam ser feitas majoritariamente pelas crianças (foto: Criança na Cozinha)

Culinária

Não se conhece o brigadeiro nem a paçoca fora do Brasil. De onde vieram esses alimentos? Quais comidas frequentes em nosso prato são, na verdade, de outros países? E quais petiscos curiosos são servidos em outros lugares, mas as crianças brasileiras desconhecem?

Apenas uma das questões acima já é suficiente para desencadear um projeto culinário inesquecível. Há diversos pratos estrangeiros fáceis de serem preparados sem necessidade de muitos eletrodomésticos: o pão sírio, a pizza, o bolinho de arroz japonês, fritada ou salada de frutas. Opções de regiões brasileiras (do chimarrão à tapioca, passando pelo pão de queijo e o pinhão) também são válidas!

Descobrir brincadeiras e, então, manufaturar os brinquedos, dá às crianças a chance de entrar em contato com sua cultura (foto: Instituto Eurofarma)

Descobrir brincadeiras e, então, manufaturar os brinquedos, dá às crianças a chance de entrar em contato com sua cultura (foto: Instituto Eurofarma)

Brincadeiras

Crianças do mundo inteiro brincam. Que tal resgatar algumas dessas brincadeiras e trazê-las para a sala de aula? A revista Nova Escola lançou este ano uma série chamada Brincadeiras Regionais, em que você pode se inspirar para começar um projeto lúdico entre as crianças. Retomar brincadeiras antigas, conhecidas por seus pais e avós, é outra maneira de fortalecer a cultura e identidade, além de propor um diálogo valioso dentro de casa.

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Portfólio na Educação Infantil: Como organizá-lo e o que usar na avaliação
Materiais para Download/Rotina pedagógica
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Portfólio na Educação Infantil: Como organizá-lo e o que usar na avaliação

 

PORTFÓLIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Chegou a hora de fazer o portfólio das crianças! Mas como organizar todas as informações? Fazer o portfólio não se trata apenas de reunir todas as atividades e produções do aluno, é um trabalho cuidadoso que deve mostrar a trajetória detalhada da evolução das crianças em sala. Dependendo da escola, ele é analisado bimestral, trimestral ou semestralmente, para a avaliação formativa da criança.

Descubra o segredo para montar um portfólio incrível.

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Atividade: Germes de Purpurina

Quando a criança entende a importância da higiene, ela mesma se torna uma agente, lembrando e ajudando seus amigos a cuidar da saúde (foto: Google)

Atividades/Identidade e autonomia/Natureza e Sociedade/Registros
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Atividade: Germes de Purpurina

A partir dos 3 anos de idade, as crianças começam a demandar mais responsabilidade sobre seus próprios corpos: seja ao tentar se vestir por conta própria ou segurando a própria escova de dentes. A autonomia deve ser estimulada (sem que os adultos em torno se esqueçam, porém, de que elas ainda não são hábeis o suficiente para realizar essas tarefas sem supervisão alguma).

Cuidar de si mesmas e de sua higiene é um processo de desenvolvimento de autoestima e autoconhecimento. Contudo, nessa faixa etária ainda não está claro para elas a necessidade da limpeza – por que, afinal, elas devem lavar as mãos antes de comer ou se limpar após usar o banheiro? É preciso que pais e educadores criem situações para ensinar e promover essa rotina saudável.

Para ver outras sugestões de atividades sobre higiene, clique aqui.

Quando a criança entende a importância da higiene, ela mesma se torna uma agente, lembrando e ajudando seus amigos a cuidar da saúde (foto: Google)

Quando a criança entende a importância da higiene, ela mesma se torna uma agente, lembrando e ajudando seus amigos a cuidar da saúde (foto: Google)

Área de conhecimento

Identidade e autonomia.

Faixa etária

A partir dos 3 anos até o fim da Educação Infantil.

Material

  • Purpurina,
  • Hidratante,
  • Guardanapos,
  • Água e sabonete,
  • Uma lona, toalha ou plástico para proteger a superfície de trabalho (sua escola vai agradecer!).

Preparação

Escolha uma área adequada para a atividade: uma mesa baixa, em torno da qual todas as crianças possam sentar, ou, se possível, o pátio ou outro espaço aberto. Antes da aula começar, cubra o local com uma lona ou toalha, para que ele não fique coberto de purpurina até o final do dia.

Então, despeje toda a purpurina em uma bandeja ou bacia – ou em várias, se a turma for grande e precisar ser dividida.

Já com as crianças, explique o que são os germes e qual a importância da limpeza. Diga que, apesar de elas não poderem vê-los, porque os germes são muito pequenininhos, eles podem ficar em seus corpos e causar doenças – por isso, é essencial que elas sempre lavem as mãos e tomem banho ao fim do dia: assim, vão se livrar das sujeirinhas que acumularam durante a brincadeira e ficar saudáveis.

Cite algumas situações em que as crianças precisam lavar as mãos, seja antes ou depois: após usar o banheiro, após fazer carinho em animais, após brincar no chão, antes das refeições ou antes de tocar os olhos e a boca. Peça sugestões a elas e converse sobre suas opiniões.

Atividade

Finalmente, anuncie que vai mostrar as elas como eliminar os germes. Distribua algumas gotas de hidratante para cada uma e ajude-as a espalhá-lo nas mãos. As crianças vão colocá-las na bandeja com purpurina e observar como o pó gruda em seus dedos e até nos braços.

Enfatize que os germes são como a purpurina, só que menor ainda – podem ser pequenos, mas se espalham por toda parte e são difíceis de remover. Peça para que elas batam as mãos ou espanem. Funcionou? Não muito bem. Quem sabe com um guardanapo? Também não.

A melhor solução é lavar as mãos com água e sabonete! Guie a turma até a pia ou um balde com água e ajude-as na limpeza. Oriente-as: é preciso esfregar bem entre os dedos e por baixo das unhas. Quando elas terminarem, faça uma caça aos germes que restaram, encontrando a purpurina que grudou na roupa, no rosto ou nos braços. Por isso, é fundamental que elas tomem também um ótimo banho, quando chegarem em casa! 

Variações

  • Autonomia (produção da turma): Após a atividade acima, por que não criar um cartaz com o que foi aprendido sobre higiene? Imprima e recorte imagens de alguns materiais usados para a limpeza pessoal, como sabonete, esponja, escova e pasta de dentes, toalha, guardanapos, etc.. Cada criança pode escrever seu nome ou trazer uma foto de casa para criar o mural da higiene. Assim, sempre que as crianças realizarem uma das tarefas representadas, elas podem colocar um adesivo no cartaz. Use o pôster algumas vezes por dia na sala de aula, após a hora do lanche e o recreio, por exemplo, e confira o resultado ao final de cada dia de aula.

Dica: use fita banana (fita dupla-face de esponja), pois, com ela, é mais fácil descolar os pontos das crianças ao fim de cada semana. Assim, não é necessário fazer um novo pôster a cada poucos dias.

Em casa ou na escola, as atividades de higiene devem ser prazerosas, em lugares iluminados e com água morna (foto: Google)

Em casa ou na escola, as atividades de higiene devem ser prazerosas, em lugares iluminados e com água morna (foto: Google)

Para avaliar

  • As crianças entenderam que devem lavar as mãos e ter práticas de higiene com frequência?
  • Compreenderam o motivo dessa rotina de limpeza e sua importância?
  • Mostraram interesse em realizar as tarefas por conta própria?
  • Já conseguem, de fato, cumprir alguns hábitos de higiene sem auxílio, apenas com a supervisão do professor?
  • Lembram-se, sozinhas, de lavar as mãos ou escovar os dentes?
  • Lembram e ajudam outros colegas com suas práticas de limpeza?

Registre!

Use o mural da higiene para acompanhar o desenvolvimento das crianças. O quanto elas ainda precisam ser lembradas e orientadas para realizar essas tarefas básicas de higiene? Parabenize constantemente os hábitos saudáveis e elogie os alunos sempre que eles tomarem a iniciativa, aproveitando para reforçar para toda a classe a relevância dessas atividades.

Em seu registro, reflita:

  • As crianças mostraram interesse e quiseram participar da atividade?
  • Compreenderam a intenção do exercício, relacionando a purpurina com os germes e bactérias?
  • Entenderam os rituais de limpeza e higiene demonstrados na aula e tentaram reproduzi-los por conta própria?
  • Com quanta autonomia elas já conseguem cuidar de sua saúde? Quais tarefas realizam sozinhas?
  • Tomam iniciativa para realizar outras tarefas sem ajuda (lavar os cabelos, amarrar sapatos, etc.)? Como você pode incentivar esse comportamento e lhes dar mais responsabilidade, com supervisão?
  • Houve comportamentos marcantes, bons ou ruins? Quais os motivos para isso e de que forma você lidou com a situação? O que poderia ser feito de outra forma?
  • Através do diálogo com as crianças, os hábitos de saúde e higiene da família estão adequados? É preciso acompanhar mais de perto algum aluno específico? Como educar também estes pais ou responsáveis quanto aos cuidados com a saúde?

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Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade!