Atividade: Circuito Motor Bambolê

Fonte: ideia criativa

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Circuito Motor Bambolê

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Bambolê, canos de PVC, barbantes e cordas. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Dispor os bambolês no chão conforme o circuito escolhido. Solicitar que a criança caminhe entre eles, sobre eles ou dentro do bambolê.

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Circuito Motor Escada

Fonte: GRHAU

Atividades/Movimento/Registros
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Atividade: Circuito Motor Escada

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Subir e descer as escadas. Se a criança precisar de ajuda do educador, a mão deverá ser oferecida.

Fonte: Apostila PPI

Variações

Essa atividade também pode ser feita com túnel de tecido, cadeiras enfileiradas e caixa de papelão.

Fonte: Google

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Atividade: Propriocepção

Fonte: Johan Terapeuta Ocupacional

Atividades/Movimento/Registros
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Atividade: Propriocepção

“Propriocepção consiste na percepção das informações sensoriais referentes aos nossos movimentos e posição corporal. Assim, propriocepção é o sentido da posição do corpo em relação ao próprio corpo.”

http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/2009/03/um-sentido-pouco-conhecido.html

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Fazer um “sanduíche” da criança com vários materiais disponíveis (bola, colchonetes, almofadas).

Fonte: Apostila PPI

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

IDEIAS PARA CRIAR E EXPLORAR A CRIATIVIDADE NA AULA DE ARTES

Fonte: shoppingpenha

Rotina pedagógica
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IDEIAS PARA CRIAR E EXPLORAR A CRIATIVIDADE NA AULA DE ARTES

Por questão de tempo ou criatividade as aulas de artes na Educação Infantil tendem a se acomodar sempre em torno dos mesmos materiais: lápis de cor, tinta guache, giz de cera.

Mas peraí, estamos falando da aula de artes. Ela por si só já deveria ser criativa e explorar vários outros materiais e ideias. Sei que algumas Escolas até exploram e criam e também usam seus espaços, mas sempre tem aquela pulga que fica pulando dizendo que poderia ter sido mais criativo.

A criatividade é um assunto que fascina a todos e é desde sempre um objeto de muitos estudos. Esse potencial criativo é inato em todo ser humano, porém ele se ensina e se aprende.

Leia Como anda a criatividade dos seus alunos?

Criatividade serve para que?

O que acontece é que a criatividade é uma competência pessoal super valorizada, mas ao mesmo tempo desprestigiada, pois percebemos que é difícil mensurar qual professor é mais criativo que outro.

Se houver apoio da escola, entretanto, esse é um ponto que pode ser um super diferencial na Educação Infantil. Para os pequenos esta é a idade ideal para introduzir novas formas de se fazer arte, outras texturas e técnicas para pintar.

Algumas opções são: pintar com esponjas ao invés de pincéis, usar aquarela, carvão ou cola nos projetos, trazer argila e massa de modelar para a sala de aula, usar algodão, areia, papéis variados, sementes, etc., para dar textura.

Fizemos um parceria com a Papel Toys só para aumentar o seu potencial criativo na Escola.

Veja algumas ideias e dicas de matérias:

Argila

Fonte: shoppingpenha

Atividade 1- Desenhando com argila

Você vai precisar de: placas de madeira, argila, água, cadeiras e mesas.

Peça para que as crianças manuseiem a argila espalhando na placa de madeira para criar um quadro de desenho.

Instigue:

O que é argila? Para que serve?

Qual sua utilidade?

Como é experimentar a textura da argila com os dedos?

É mais fácil desenhar na folha de papel, na parede, no pano ou na argila?  

Existe alguma sensação que está acontecendo no seu corpinho?

Você pode encontrar vários tipos de argila na Papel Toys:

Fonte: Papel Toys

Veja a atividade completa no Baú de Atividade Eduqa.me e aproveite para copiar em seu planejamento já experimentando um novo jeito de criar.

Como mexer com argila é uma delícia, você também pode fazer outra aula criando esculturas e pintando os quadros depois que a argila secar, é só pintar os objetos montados com tinta guache.

Mais importante que a aula em si é o diálogo no desenrolar desta proposta. E as perguntas que o professor faz auxiliando o desenvolvimento da criança e registrando as atribuições de sentido às produções das crianças.

Livro Reciclável

Fonte: ominho

É possível que um livro pode ser escrito e rescrito diversas vezes?

Em caso de os alunos responderem de forma afirmativa, pergunte como isso é possível?

Instigue:

O que você desenharia em um livro? 

Qual seria a história da sua vida?

Um livro tem começo meio e fim?

Qual livro você mais gosta?

Peça que os alunos em grupos desenvolvam um livro-objeto ou um Livro de artista. A nossa sugestão é para que você forme duplas e as crianças precisam escolher o tema e depois pintar o livro contando uma história com início, meio e fim.

Fonte: Papel Toys

Você pode encontrar esses e outros materia bem legais na Papel Toys e não se esqueça de registrar com fotos e vídeos que inclua as considerações das crianças.

Avalie o desenvolvimento do projeto do início ao fim e escreva por aluno qual foi a dedicação e envolvimento do grupo no trabalho e a relação com a arte e os colegas paara a exposição coletiva.

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil, organize seus registros e projetos da maneira mais simples que existe.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Como anda a criatividade dos seus alunos?

Fonte: criartiva

Desenvolvimento Infantil/Práticas inovadoras
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Como anda a criatividade dos seus alunos?

brinquedo de sucata

O que é criatividade?

Criatividade vem do latim creare, que indica a capacidade de criar, inventar ou produzir algo novo.

A criatividade pode ser aplicada em qualquer situação, seja na vida adulta ou na vida da criança, e por falar nisso, como anda a criatividade dos seus alunos?

Esta é uma pergunta que dificilmente fazemos, mas talvez hoje, por ser o dia da criatividade, pudéssemos pensar um pouco mais sobre a importância desta habilidade tão necessária às pessoas e principalmente para aqueles das gerações mais novas.

Digo gerações mais novas, pois todos nós sabemos o quanto as coisas mudaram com o passar dos tempos e com a evolução do mundo. Hoje, com o excesso de brincadeiras por meios informatizados, muitas crianças não conseguem criar novas formas de se divertirem e ficam dependentes de certos cenários eletrônicos e até os reproduzem ao brincar.

Encontrar soluções diferentes e originais face às novas situações que nos são impostas todos os dias é a forma que temos de expressar a nossa criatividade. Será que a escola proporciona e contribui para o pensamento criativo da criança? ou ainda está a mecanizar estes pensamentos?

Autoria de pensamento

Já falamos em um texto anterior, que tratava da autoria de pensamento, o quanto é importante que o professor estimule a criatividade na criança. Quando o professor pede para que o seu aluno faça o desenho de uma flor, por exemplo, e permite que ela crie, invente, brinque e resgate através daquele papel, toda a sua experiência com flores; ele possibilita a criança a autoria de pensar e criar, ser autor de si mesmo.

brinquedos sucata

É necessário problematizar a prática pedagógica e perceber se estamos a dar voz ao que os alunos pensam ou se estamos apenas transmitindo conhecimentos para que eles reproduzam.

Toda a educação de uma criança vai refletir na sua vida enquanto adulto, se nós educadores conseguirmos provocar o pensamento crítico, criativo e instigar a capacidade de se relacionarem respeitosamente uns com os outros, possivelmente estaremos, a longo prazo, contribuindo com a formação de adultos mais responsáveis, autoconfiantes e preparados para enfrentar as adversidades da vida.

Conte para nós como você estimula a criatividade dos seus alunos.

Boa reflexão!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.
Tudo em um único lugar!

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

O ócio criativo

Fonte: alto astral

Registros/Rotina pedagógica
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O ócio criativo

“Ai se eu pudesse comprar um pouquinho de criatividade… seria ótimo!”

Quem nunca pensou nisso? Com certeza este já foi o desejo de muitos, inclusive em ser o dono desta loja de preciosidades.

Parece que chega um período do ano ou mesmo em determinadas situações onde nos é exigido uma intervenção mais complexa no trabalho, por exemplo, que nos falta a criatividade.

O livro “O ócio criativo” de Doménico de Masi é uma boa leitura para quem quer refletir e se inspirar em busca da criatividade.

Embora tenha um início bastante técnico, o livro passa a mensagem de que para se conseguir criar, seria ideal que fizéssemos pouca ou nenhuma distinção entre o trabalho e o tempo livre.

A proposta é divertir-se o máximo possível no trabalho e aproveitar o tempo livre fugindo daquela ideia cristalizada trazida por Ford e Taylor sobre o trabalho mecânico e com hora para começar e acabar.

De Masi fala em humanizar o trabalho e não o mecanizar. Empresas mais criativas e produtivas permitem que as pessoas possam trabalhar em casa, mas é claro que isso não se aplica a todas as profissões. O professor necessita estar num ambiente mais estruturado de trabalho, mas nem por isso, deve estar engessado a ele.

Sabe-se que a teoria é muito mais bonita do que a prática, mas não custa nada tentar. Tentar transformar aquilo que é monótono em algo novo, ou seja, transformar, inovar os recursos que temos.

A criatividade é a palavra-chave para um bom trabalho na escola e o professor a cada dia é desafiado a inovar, inventar e agir frente a questões instigantes.

criatividade

O ócio criativo é o trabalho mental que acontece até quando não estamos fazendo nada, parados. É o pensar sem regras, sem a pressão e o tempo do relógio.

“Ociar” não é apenas ficar de pernas para cima sem fazer nada, é a inovação, ousadia de agir. É a qualidade de vida ou pelo menos a busca constante por ela.

Referência:

O ócio criativo. Domenico de Masi. Brasil: Editora Sextante, 2000.

Quer ter mais tempo para o ócio criativo?

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.

O mundo da fantasia na criança – Parte I
Desenvolvimento Infantil/Socioemocional/Registros
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O mundo da fantasia na criança – Parte I

 O termo fantasia nas escolas de educação infantil é muito utilizado. Atribui-se a ele a representação do lúdico e dos processos imaginativos na criança. O que vamos ver neste texto, vai um pouquinho além disso.

Falaremos sobre como e para que ocorre o desenvolvimento da fantasia na criança; os amigos imaginários e a fase em que isso acontece; fatores a serem observados, com o que se preocupar e como isso procede nas crianças com deficiência: autismo, deficiência intelectual, por exemplo.

 A Fantasia

A fantasia está presente na vida da criança logo que ela nasce. A partir do momento em que o bebê se relaciona com o mundo externo, dá-se início a esta construção psíquica a partir da figura da mãe: o seu grande “objeto de desejo”.

Para o bebê, não existe separação entre o mundo interno e a realidade, é como se tudo ainda fosse um único corpo – o bebê e sua mãe (princípio do prazer). Através das frustrações que começam a acontecer após o nascimento nas relações estabelecidas com a mãe e o mundo, o bebê passa a utilizar a fantasia como um mecanismo de defesa contra estas sensações ruins, como por exemplo: a ansiedade, a espera para ser alimentado ou acalentado pela mãe, etc.

À medida em que o bebê cresce e se desenvolve, ele começa a se “descolar” da mãe e a perceber a realidade.

Entretanto, é por volta dos 4 e 6 anos de idade, quando a criança está no ápice do desenvolvimento da representação simbólica, que a fantasia é mais evidente.

A dramatização, as brincadeiras lúdicas e de faz-de-conta presentes no dia a dia da criança evidenciam a forte capacidade de trazer à tona o que não é real. Isso é extremamente necessário e importante para o seu desenvolvimento psíquico porque é desta forma que a criança entende a realidade, assimila regras sociais e também desenvolve as suas habilidades para aprender.

Esta faixa-etária, também é muito conhecida por ser a fase do aparecimento dos amigos imaginários. As crianças “criam” amigos imaginários para serem um alicerce nas suas relações com a realidade e uma forma de lidar melhor com ela.

Divertidamente: Bing Bong o amigo Imaginário

Algumas crianças dão vida aos ursos de pelúcia e bonecas; outras fingem ser um super-herói, super-heroína ou outro personagem.

Ou até mesmo cada um tem seu Bing Bong, personagem do filme da Disney Pixar, Divertida Mente. Bing Bong é o amigo imaginário de Riley em sua mente. Ele tem pele de algodão doce e é um híbrido entre um elefante um gato e um golfinho. Riley e tantas outras crianças criam um amigo só seu, dentro da sua cabeça para fazerem o seu jogo simbólico*.

*Jogo simbólico é o termo utilizado por Piaget, para se referir de forma especial às brincadeiras imaginativas da criança.

“A fantasia é o remédio mais saudável para nossa alma“

Priscila Bonvino – arte-educadora

Mais do que entender sobre a criança é preciso entender como estabelecer contato com e ela e propor atividades divertidas que desenvolvem o seu momento na Educação Infantil.

Livros de histórias, poesias e mesmo revistas podem ser prazerosos para mergulhar no mundo do imaginário. Considere, em primeiro lugar, o interesse de cada criança e use a roda de leitura para provocar esses momentos nos seus pequenos.

E não esqueça de fazer os registros eles são fundamentais para  acompanhar o desenvolvimento infantil. Com os registros online é possível compartilhar com  as famílias as informações referente a fantasia e pais e responsáveis podem compreender melhor o trabalho desenvolvido na Escola.

Teste a Eduqa.me! Me diga o que acha ? Clique aqui para ver como funciona essa plataforma que está ajudando tantos professores, não custa nada testar! Nada mesmo! É grátis por 30 dias!

No próximo post falarei sobre os amigos imaginários em  O mundo da Fantasia na criança II

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.

4 Atividades juninas para o desenvolvimento infantil
Atividades/Relatórios
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4 Atividades juninas para o desenvolvimento infantil

 O dia a dia da escola é sempre repleto de muitos afazeres, não é verdade?

Existe um planejamento a ser cumprido e a boa administração das atividades gasta um tempo absurdo do professor para garantir que tudo caminhe bem.

Na época das festas comemorativas há mais trabalho ainda a fazer e se o professor não se organizar pode perder um tempo importante de trabalho com os seus alunos. Por isso, aproveitar o clima lúdico e de brincadeira para desenvolver a aprendizagem da criança é uma boa estratégia para aproveitar esse tempo de organização em tempo de aprendizagem também.

Os jogos tradicionais de festa junina são ótimos recursos para o professor trabalhar os conteúdos pedagógicos a serem desenvolvidos durante o ano, como conceitos da matemática, linguagem oral e escrita, música, movimento, arte e expressões, etc… Já vimos que conteúdos não faltam o que precisaremos é exercitar a nossa criatividade, e se tem um profissional que é um criador nato, este, é o professor.

Dentro de sala de aula, na hora do recreio e também em casa.

Além de pensar nestes jogos da forma tradicional da qual são propostos e temos acesso apenas nas festas juninas, vamos sugerir mais algumas maneiras divertidas de aprender e brincar em diferentes ambientes.

A grande maioria dos jogos convencionais de festa junina, possibilita que a criança desenvolva a coordenação motora fina e grossa, noção de força e lateralidade, equilíbrio, interação social, saber perder e vencer, enfim, habilidades necessárias para serem desenvolvidas e aprimoradas na educação infantil.

As dicas sugeridas abaixo estão organizadas para que a criança seja a grande protagonista de sua aprendizagem e possa participar da construção dos seus jogos e materiais para utiliza-los além da escola.

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Fonte: Pinterest

4 Atividades juninas para fomentar o desenvolvimento infantil:

#1 Pescaria:

Dentro de sala de aula, esta brincadeira também pode ser feita, transformando-a num outro jogo, como por exemplo, num jogo da memória com conceitos de número e quantidade.
Explore ao máximo as possibilidades que tiver: fale sobre peixe, onde ele vive, a pesca, a importância de ser consumido como alimento para o ser humano, envolva a culinária, música, cores, utilize diferentes materiais para a construção do jogo, para dar acesso as crianças com alguma deficiência ou dificuldade de aprendizagem, enfim, proporcione uma vivência significativa.

#Dica: para as crianças com paralisia cerebral e outras deficiências que necessitam de mais apoio, use materiais com maior durabilidade, ou seja, o papelão, o EVA, assim, elas podem brincar e não ficaram chateadas por terem estragado os próprios jogos.

Outra atividade bem curiosa, ainda com o tema da pescaria, é trazer um peixe de verdade para a escola e fazer uma espécie de observatório de arte. O professor, antes de mostrar o peixe as crianças, pede para que elas desenhem um peixe da maneira que elas souberem, e depois disso feito, é apresentado o peixe real para que elas possam explorar, tocar, cheirar e observar bem detalhadamente para que um novo desenho seja feito. As crianças costumam gostar muito desta atividade. Aqui o professor trabalha a atenção, concentração, a expressão da criança ao demonstrar o conhecimento que tem sobre um determinado objeto, coordenação visomotora, coordenação motora fina, estimulação sensorial, observação, planejamento, artes, ciências naturais e outros conteúdos que ele tiver tempo de aprofundar. Sugere-se depois que seja feita uma exposição dos desenhos comparando o antes e o depois, além de um debate com as próprias crianças para falar dos detalhes e diferenças entre os desenhos.

Observação: para crianças que não sabem desenhar, ofereça figuras, ou mesmo as partes do peixe impressas para que possam montar; além de diversos materiais como a massinha, argila, reciclados, para que todas tenham acesso a atividade.

#2 Lata:

O jogo da lata também pode ser bem divertido e trabalhar com conteúdos distintos: ora a matemática, ora a alfabetização, ora os dois.

Para construir este jogo, peça para as crianças trazerem de casa, aquelas latas de molho de tomate com tampa. Cole pelo lado de fora os números, como no jogo convencional, mas dentro da lata, coloque alguns desafios. Veja alguns exemplos:

*Se o objetivo for trabalhar conteúdos da matemática, como a noção de número – quantidade, o professor deverá disponibilizar palitos, material dourado, entre outras coisas. Começa-se o jogo e ao atirar a bola, as latas que caírem serão o desafio daquele grupo. As crianças, com o material disponível devem colocar dentro das latas a quantidade de palitos (ou outro material) correspondente ao número que estiver na lata. Vence o grupo que fizer a correspondência correta.

*Ainda na matemática, podemos trabalhar com formas geométricas. Coloque dentro das latas cartões com uma figura geométrica. O processo é o mesmo, as latas que caírem devem ser abertas para o grupo visualizar a figura que tiver dentro. O desafio será encontrar dentro de sala de aula, objetos com a mesma forma na quantidade estabelecida pela lata.

Ex: lata número 2 com um triângulo dentro, o desafio é encontrar 3 objetos na sala de aula com forma de triângulo.

*Na alfabetização, existe também muitas possibilidades seguindo esta estrutura da brincadeira. O professor pode optar por trabalhar com as vogais e colocar estas letras dentro de cada lata (terá que repetir as letras devido a quantidade de latas). O desafio será encontrar objetos que comecem com a letra indicada. Em todas estas sugestões as crianças poderão fazer registros escritos.

#3 Tiro ao alvo:

No tiro ao alvo temos muitos conteúdos que podem ser trabalhados: a arte, o desenho, classificar e comparar números como maior, menor ou igual, coordenação motora, lateralidade, estimulação sensorial, formas geométricas, cores, etc.

#4 Boca do palhaço:

Com esta brincadeira o professor pode aproveitar para falar sobre alimentação saudável e substituir as bolas por brinquedos em forma de comida. Faça uma discussão sobre este assunto, converse com as crianças sobre o que elas comem e mais gostam de comer, prepare uma receita, cante uma música.

Faça também uma boca do palhaço diferente para explorar os sentidos, a criatividade e a imaginação.

Todo evento comemorativo pode oportunizar a possibilidade de desenvolver temáticas muito interessantes.

Não se atenha apenas a elaboração das festas, mas sim, ao rico conteúdo que está por trás dela e não se esqueça de criar os relatórios de desenvolvimento infantil individual.

Você pode fazer isso acessando a Eduqa.me.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR Crie relatórios de desenvolvimento na Eduqa.me - horizontalA PLATAFORMA EDUQA.ME 

Bom trabalho e ótimo arraial!

E não deixe de ler  “o brincar para todos nas festas juninas” e aprofundar um pouco mais as suas reflexões.

 


Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.