Atividade: Escute o Sino

Fonte: Google

Atividades/Registros
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Atividade: Escute o Sino

Objetivo

  • Estimular a capacidade de focar em um alvo sem se distrair com outros estímulos.
  • Manter a atenção ao longo do tempo

Atividades a serem estimuladas

  • Atenção seletiva (capacidade de direcionar a atenção para um determinado estímulo e simultâneamente ignorar o outros)
  • Atenção sustentada (habilidade de manter pelo tempo necessário o foco da atenção em estímulos específicos)
  • Percepção visual, auditiva e tátil;

Descrição da Atividade

Com as crianças em silêncio, toque um sino e peça a elas para ouvirem atentamente a produção do som. Diga-lhes para permanecerem em silêncio e levantarem as mãos quando já não ouvirem mais. Em seguida, peça que continuem em silêncio durante alguns segundos (20s /30s) e prestem muita atenção aos outros sons que ouvem depois que o sino parou (barulho de carro, obra, vozes do corredor, etc).

Por fim, sentados em círculo, peça às crianças para dizerem todos os sons que notaram naquele minuto.

Registre!

  • Como está a atenção da sua turma?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Amigos da Respiração

Fonte: Jornal Metrópoli

Atividades/Registros/Práticas inovadoras
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Atividade: Amigos da Respiração

Objetivo

  • Estimular a capacidade de focar em um alvo sem se distrair com outros estímulos.
  • Manter a atenção ao longo do tempo

Habilidades a serem estimuladas

  • Atenção seletiva (capacidade de direcionar a atenção para um determinado estímulo e simultâneamente ignorar o outros)
  • Atenção sustentada (habilidade de manter pelo tempo necessário o foco da atenção em estímulos específicos)
  • Percepção visual, auditiva e tátil;

Descrição da Atividade

Dê um amigo de respiração (bicho de pelúcia ou qualquer outro brinquedo) para cada criança. Fale para as crianças deitarem no chão, colocando o brinquedo em suas barrigas.

Diga-lhes para respirarem em silêncio (contando vagarosamente de 1 a 3 para inspirar e o mesmo para expirar).

Durante a respiração peçam para observarem como o seu amigo da respiração se move para cima e para baixo. Deixe-as fazendo isso por 1 minuto.

Além de estimular a capacidade de atenção, essa atividade auxilia crianças “agitadas”.

Registre!

  • Respire fundo e registre!
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Emoções na Tela

Fonte: Maternidade Simples

Atividades/Registros/Socioemocional
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Atividade: Emoções na Tela

Objetivo

  • Pensar sobre as emoções
  • Ilustrar as principais emoções existentes por meio de exibição de vídeos e filmes.
  • Identificar e discutir sobre as emoções dos personagens.

Material

Vídeos do Youtube e filmes como:

Filme: O Bom Dinossauro

Filme: Zootopia

Filme: Cada um na sua casa

Filme: Festa no Céu

Filme: Irmão Urso

Filme: O Lorax – em busca da Trúfula Perdida

Filme: Divertidamente

Filme: Up Altas Aventuras

Você pode ver mais filmes em: 5 Filmes Encantadores para Educação Infantil 

Sugestões de Perguntas para Direcionar a Discussão após o Filme

  • O que vocês acham que o personagem X sentiu?
  • Vocês se lembram de alguma situação em que se sentiu como o personagem? Conte-nos como foi.
  • O que vocês poderiam fazer para ajudá-lo se fosse seu amigo?

Dicas: podem ser feitas algumas perguntas antes de começar a reproduzir o filme, para direcionar o olhar da criança para alguns aspectos. Como se fosse um “assistir dirigido”.

Lembre-se de documentar as sessões de cinema e as atividades realizadas em sala!

Como alguns desses projetos não usam folhas de atividade que podem ser enviadas para os pais, utilize fotos e vídeos para capturar o desenvolvimento das crianças em cada etapa. Essas imagens também servem para facilitar a escrita de seus relatórios (clique aqui para dicas de como usar tecnologia para criar registros mais ricos). Tem mais sugestões de filmes para a Educação Infantil? Conte para a Eduqa.me nos comentários!

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Atividade: A arte do Toque
Atividades/Registros
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Atividade: A arte do Toque

As crianças possuem uma natureza singular e genuína que as caracteriza como seres que sentem, pensam e experimentam o mundo de um jeito próprio. Vamos refletir um pouquinho sobre esse jeito de ver o mundo?

Hoje preparamos uma atividade que explora o tato.

Descrição da Atividade

Peça para as crianças se juntarem em duplas e fecharem os olhos ( como alternativa, pode-se vendar os olhos das crianças desde que isso não ocasione medos ou outros problemas de comportamento).

Dê a cada uma delas um objeto para tatear, como uma bola, uma pena, um brinquedo ou uma caixa surpresa. Peça-lhes para que através do tato, descrevam o objeto, sem contar o que ele é para o seu parceiro, até que ele adivinhe.

Em seguida, mude as duplas e os objetos de cada um.

Registre!

  • Como as crianças reagiram ao toque?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

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O brincar e sobre o brincar

Fonte: PPI

Registros/Rotina pedagógica
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O brincar e sobre o brincar

Entendemos que para aprender e se desenvolver precisamos da troca e da interação com as pessoas que estão a nossa volta e com aquelas que já se apropriaram de conhecimentos específicos e podem partilhá-los conosco. Para que este conhecimento faça sentido devemos utilizá-lo nas estratégias de convívio com a criança considerando cada fase de seu desenvolvimento.

E uma das melhores formas disso acontecer é pelo processo lúdico, portanto, brincando.

Diversas pesquisas em Educação e Saúde já indicam que o brincar é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, motor, afetivo e social da criança. Além disto, este comportamento tem três grandes objetivos: o prazer, a expressão dos sentimentos e a aprendizagem. É por meio do faz de conta, da exploração dos sentidos e da relação com o outro, que a criança desenvolve sua personalidade, como veremos em outros posts do Projeto Pela Primeira Infância- PPI.

A criança, a brincadeira e o mundo

Fonte: apostila PPI

Considerando esse caráter de protagonismo infantil, entendemos que a criança possui sua própria maneira de agir no mundo, compreendê-lo e transformá-lo, de buscar apropriar-se de sua cultura e transformá-la. Dentre outras maneiras, isso acontece por meio do brincar.

Como já dizia Vygotsky, por meio da brincadeira a criança é capaz de apropriar-se, transformar e resignificar a sua realidade. O brincar tem um papel de grande relevância também na inserção social da criança. Por meio do brincar ela também aprende sobre valores e papeis dos seus grupos sociais quando, por exemplo, brinca de escolinha ou de família com seus amigos. Ao fazê-lo, ela busca se reproduzir das regras de conduta características desses diferentes atores sociais, apropriando-se delas.

Assim, a brincadeira tem múltiplas funções e importância no desenvolvimento infantil, sendo concebida como um dos princípios fundamentais da infância, defendida como um direito da criança, uma forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação, tal como consta no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998).

Além disso, trata-se também de um direito garantido por lei na Declaração dos Direitos da criança (1959), em seus artigos 4 e 7, confere aos meninos e meninas o “direito à alimentação, à recreação, à assistência médica” e a “ampla oportunidade de brincar e se divertir” e, mais recentemente, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu ar go 16, estabelece o direito a “brincar, pra car esportes e divertir-se”

Do ponto de vista neurocientífico, são também diversas as evidências que mostram que o brincar contribui positivamente para o desenvolvimento neurológico, a exemplo das pesquisas realizadas pela equipe do prof. Sergio Pellis, da Universidade de Lehbridge, no Canadá.

Vamos conversar sobre esse assunto

Na infância, brincando, a criança satisfaz a sua curiosidade, podendo construir o seu próprio conhecimento através das brincadeiras, sozinha e com seus pares.

No mundo atual, vemos que, a cada dia e por vários motivos, as brincadeiras mudam, e os processos de aquisição de conhecimento por meio das brincadeiras, consequentemente, também se modificam. Algumas crianças, em função de uma hiperes mulação, quando são submetidas ao exercício de múltiplas atividades, têm, muitas vezes, diminuído seu tempo de brincar.

A redução do espaço físico onde a criança vive (principalmente quando falamos de crianças que moram em regiões urbanas, em residências pequenas) também é outro fator que interfere ou na falta do brincar ou na mudança dos modos de brincar. Além disso, o sedentarismo aliado às atividades de jogos e brincadeiras mediados por telas de televisão e computador, muitas vezes, podem gerar a diminuição das brincadeiras importantes que exigem uma maior interação sica com o outro.

A importância do brinquedo para o desenvolvimento da criança é fato. Longe de ser um objeto qualquer para ocupar as crianças nos seus momentos livres, os brinquedos são fundamentais para o estabelecimento de relações de simbólicas e de constituição da personalidade, além de poderem ser mediadores de funções pedagógicas. Daí a necessidade de que a escolha do brinquedo, pelo adulto, seja criteriosa e leve em conta, além de aspectos ligados à segurança e ao interesse da criança, a faixa etária de quem irá brincar com ele.

A apresentação das brincadeiras (em escolas, creches, em casa) às crianças de diferentes idades e a aprendizagem dessas brincadeiras, do mesmo modo, também dever ser estabelecida a partir de um critério mediado por adultos. Afinal, algumas brincadeiras exigirão das crianças habilidades específicas, só adquiridas em fases específicas do seu processo de desenvolvimento.

Para que o processo lúdico, nas atividades escolares ocorra de forma harmoniosa considera- mos três fatores importantes:

  • O plano de aula
  • Análise da atividade
  • Avaliação de Resultado

“A brincadeira cria para as crianças uma zona de desenvolvimento proximal, que não é outra coisa senão a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o nível atual de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou com a colaboração de um companheiro mais capaz.”

Vygotsky (1984, p.97)

Sabemos que a criança é um ser em desenvolvimento e que o seu aprendizado depende da sua capacidade para fazer as coisas. É im- portante entendermos esta dinâmica do desenvolvimento, não exigindo, mas propiciando caminhos para que ela se sinta motivada a buscar esse conhecimento.

Quando uma criança de quatro meses acompanha com o olhar o movimento das pessoas, podemos dizer que ela já está pronta para brincar de esconde-esconde, por exemplo. Mas ela só vai perceber que a ação desenvolvida pelo adulto no esconde-esconde é uma brincadeira (e só vai interagir, rindo, nesta brincadeira), a partir da repetição do ato de esconder e achar estabelecido pelo adulto e pela recorrência da palavra “achou” ao longo da brincadeira. Em dado momento neste jogo de esconder e achar, a criança ri e adquire este conheci- mento (ou passa a estabelecer uma relação de prazer e de sentido na brincadeira).

Ao mudar a brincadeira ou ao repe -la, por mais alguns meses, estabelece-se na crian- ça o conceito, descrito por Piaget e in tu- lado por ele como “permanência do objeto” – a noção de permanência do objeto se es- tabelece por volta dos 8 meses, momento em que a brincadeira de esconder e achar “perde a graça”, pois a criança compreende que o objeto não desapareceu, mas foi es- condido e ela pode achá-lo.

Segundo Piaget, de uma forma rudimentar, a criança aos dois meses já demonstra surpresa ao ter um objeto escondido e revelado. Entre os seis e os oito meses isto começa a mudar, e ela passa a procurar um objeto caído do berço ou um alimento derrubado. É nesta época que a criança consistentemente inicia a experimentação da permanência do objeto, o que se consolidará ao redor dos dois anos de idade, embora com 12 meses a maioria dos bebês compreenda que os objetos continuam a existir, mesmo quando não estão presentes.

Segundo Jean Piaget (1896-1980 )as brincadeiras estão presentes ao longo do desenvolvimento humano, em particular na infância. No entanto, vale ressaltar que as especificidades de cada brincadeira bem como as idades nas quais ocorrerão será particular para cada criança ou grupo de crianças, considerando, inclusive, o tipo de experiências que ela viverá bem como os materiais e atividades que serão disponibilizados.

É muito importante utilizarmos a brincadeira não como o único recurso para estimular o aprendizado, mas como mais um, entre outros, como as artes, o movimento e a música. Para tanto, devemos considerar que: brincar deve acontecer num espaço seguro, sempre com um adulto por perto.

Os ambientes fechados devem ter es mulos adequados, sem exageros visuais e com mobiliários adequados, levando em conta as faixas etárias.

Ao ar livre as atividades devem acontecer nos horários de sol saudável. Deve ser observado se a areia é tratada e se não há objetos como lascas, pregos, vidros e outros objetos perigosos.

 Espaços Lúdicos:

  •  A brinquedoteca
  • O cantinho da leitura
  • A sala de música
  • A hora do lanche

Além de tudo isso, brincar é bom demais, não é mesmo? Há algo mais agradável do que o sorriso de prazer de uma criança que está se divertindo?

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

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7 Dicas para ajudar a criança a se alimentar corretamente

Fonte: Jornal nossa gente

Registros/Relatórios
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7 Dicas para ajudar a criança a se alimentar corretamente

Estudos revelam as fortes influências da má nutrição sobre o desenvolvimento da criança.
Há uma correlação entre os níveis baixos de inteligência e a subnutrição no útero materno, e a continuidade disto durante a primeira infância. Por outro lado, os efeitos de uma boa nutrição e o desenvolvimento inicial do cérebro acabam levando os pais a pressionarem a criança na hora das refeições.

Este comportamento pode desencadear uma fadiga emocional importante na criança, pois para comer é necessário ter fome e prazer. Devido à pressão a que a criança é submetida, ela pode acabar perdendo o prazer de comer, começando a sua resistência para se alimentar.

Diante dessas informações podemos verificar como uma alimentação correta é importante, não é verdade?

Para te ajudar nessa tarefa separamos 7 dicas valiosas para ajudar a criança a se alimentar corretamente:

#Dica 1

Procure fazer as refeições no mesmo horário todos os dias.

#Dica 2 

Não dê comida fora do horário habitual, isto vai interferir no apetite dela.

 #Dica 3 

Não force a criança a comer. Se ela ficar com fome, na próxima refeição vai se alimentar corretamente.

#Dica 4

Deixe a criança comer com as próprias mãos, ela vai se diver r e treinar a habilidade motora. Deixe que ela manipule os alimentos.

#Dica 5

Nada de recompensas. Prometer sobremesas em troca da refeição acentua o desprezo pela comida.

 #Dica 6

Aviãozinho sim, mimo não! A hora da refeição não é momento para mimar a criança. Ela precisa saber que tem que se alimentar porque está com fome.

#Dica 7

É necessário dar o exemplo para a criança. Não adianta querer dar espinafre para a criança enquanto se está comendo um hambúrguer na frente dela.

Leia mais em Tudo sobre alimentação de 0 a 3 anos

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Fique ligado! Continuaremos a falar mais sobre esse tema no próximo post.

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Físico, intelectual e social nas crianças de 0 a 5 anos

Fonte: trening even barne

Desenvolvimento Infantil/Registros
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Físico, intelectual e social nas crianças de 0 a 5 anos

No post anterior falamos sobre os marcos do desenvolvimento infantil de 0 a 3 anos.

Leia matéria completa AQUI.

Hoje vamos analisar esses marcos do desenvolvimento e observaremos as grandes e rápidas mudanças que ocorrem no primeiro ano de vida do bebê/criança 0- 5 anos.

Percebemos que, nos segundo e no terceiro anos de vida, se, por um lado, as mudanças motoras se apresentam de forma relativamente mais lenta (passando por um processo de maior aperfeiçoamento), as mudanças socioafetivas e intelectuais/cognitivas avançam com maior intensidade.

Por todos esses detalhes, precisamos estar atentos para compreender o processo de desenvolvimento nas suas diferentes fases. Para tanto, contudo, devemos levar sempre em conta que cada bebê/criança é um indivíduo único, e que as diferenças individuais precisam ser respeita- das para a avaliação correta do desenvolvimento em cada uma das suas respectivas etapas.

Veja os quadros abaixo:

0 aos 6 meses

Como muitos fatores interferem e interagem com o desenvolvimento, o olhar de avaliação deve ser criterioso. Devemos levar em conta o processo maturacional (amadurecimento) de cada fase e de cada criança, tomando o cuidado de perceber se as fases do desenvolvimento es- tão progredindo em sequência e adequadamen- te, independentemente da idade.

6 aos 12 meses

Para cada item do desenvolvimento que se possa considerar como atraso, há muitas técnicas e muitas intervenções possíveis para a estimulação adequada. Muitas vezes, apenas uma correção da postura pode desencadear o adequado processo de desenvolvimento – do contrário, uma eventual não correção postural pode gerar um atraso nesse processo. Quem cuida precisa estar ciente das possibilidades de fazer ajustes.

12 a 24

Um item de grande importância para esta avaliação, e para aperfeiçoar o olhar na hora de observar um bebê/criança, é o tônus muscular (quando a musculatura está pronta, em parcial contração, para receber o es mulo e atuar).

Se na nossa observação percebemos que o tônus está muito aumentado ou muito diminuído, precisamos acionar um sinal de alerta importante, pois isto poderá indicar que há alguma dificuldade no processo de desenvolvimento. Muitas vezes esta dificuldade pode ser corrigida por meio de simples trocas posturais, capazes de fazer a retomada do processo sequencial previsto.

Fiquem atentos ao sinais de alertas!

3 aos 4 anos

4 aos 5 anos

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Tudo sobre a alimentação de 0 a 3 anos

Fonte: saúde e vitalidade

Desenvolvimento Infantil/Registros
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Tudo sobre a alimentação de 0 a 3 anos

O momento da alimentação, para além dos aspectos nutricionais, é uma vivência importante para o estabelecimento da comunicação e de vínculos afetivos entre a criança e seus pais ou cuidadores.

Alimentação com afeto

Estudos revelam as fortes influências da má nutrição sobre o desenvolvimento da criança.
Há uma correlação entre os níveis baixos de inteligência e a subnutrição no útero materno, e a continuidade disto durante a primeira infância. Por outro lado, os efeitos de uma boa nutrição e o desenvolvimento inicial do cérebro acabam levando os pais a pressionarem a criança na hora das refeições. Este comportamento pode desencadear uma fadiga emocional importante na criança, pois para comer é necessário ter fome e prazer. Devido à pressão a que a criança é submetida, ela pode acabar perdendo o prazer de comer, começando a sua resistência para se alimentar.

Os benefícios da boa alimentação

Ao tratarmos da alimentação, é fundamental destacar os seus indiscutíveis benefícios, tanto para a mãe quanto para a criança. Além de contribuir com a melhoria do sistema imunológico do bebê e do desenvolvimento de seus músculos faciais (fundamental para o posterior desenvolvimento da fala), a amamentação é um momento de intimidade, do estreitamento de laços entre mãe e filho e gera uma série e outros benefícios para ambos.

Você sabia que a distância de 30 cm (aproximadamente a distância entre os olhos do bebê e os da mãe durante a amamentação) é a distância em que o bebê melhor enxerga no início da vida? Assim, o primeiro todo organizado e com foco que um bebê enxerga tende a ser o rosto da mãe durante o momento de amamentação.

As crianças devem ser alimentadas exclusivamente com leite materno nos seus seis primeiros meses de vida. Neste período, o bebê não precisa de nada além disso, nem mesmo de água. No entanto, se isso não for possível, obviamente outras estratégias podem ser pensadas junto com o médico sem, necessariamente, trazer prejuízo para a construção do vínculo mãe-bebê.

A partir do sexto mês, os pediatras orientam a introdução gradual de frutas, sucos e papinhas, o que normalmente é bem aceito pelas crianças – embora algumas delas apresentem resistência a determinados sabores. Então começa o grande desafio! Com a recusa a sabores específicos, a criança começa a brincar com o alimento ao invés de comê-lo.

Não desista:Insista!

Nesta ocasião é importante insistir para que a criança experimente várias vezes os novos sabores que ela está descobrindo – os pais e cuidadores devem ser orientados a não desistir de introduzir novos alimentos na dieta da criança após as primeiras recusas.

É importante ressaltar que as papinhas não devem ser temperadas com sal ou com açúcar.

Cada alimento tem o seu sabor, que a criança irá, gradativamente, descobrindo. Os alimentos devem ser introduzidos de acordo com a sua complexidade alimentar. Primeiro os vegetais, frutas, legumes e as verduras que, basicamente, oferecem vitaminas e fibras e, depois, gradativamente, serão introduzidos os cereais, as leguminosas (ervilha, feijão, etc.) e a carne.

Algumas orientações

Durante todo este período o aleitamento materno deverá ser mantido sempre que houver disponibilidade da mãe. Mesmo porque, como sempre é importante lembrar, a Organização Mundial de Saúde preconiza o aleitamento materno até aos dois anos de idade.

A partir de um ano, a criança começa a se alimentar de forma mais semelhante à dos adultos. Não é mais necessário deixar tudo bem cozido e molinho, pois ela precisa aprender a mastigar, exercitando assim os músculos da face. Nesta fase é comum a criança ter a redução do apetite, pois estava acostumada à papinha, ao leite e sucos, e agora a comida ficou mais sólida.

A criança dos 2 aos 3 anos começa a tornar-se mais independente e a construir a sua autoimagem. Algumas querem experimentar tudo o que lhes é apresentado e ainda têm as suas próprias escolhas, mas outras já são mais resistentes. Cabe ao adulto apoiar as atitudes positivas, incentivando-as a cada vez mais a saborear novos alimentos.

A idade pré-escolar é muito importante para o processo de maturação biológica e para o desenvolvimento psicomotor. Nesta fase, a criança começa a ter mais autonomia para criar os seus hábitos alimentares. Em casa começa a experimentar o que antes recusava e a recusar o que antes aceitava, momento que gera muitos conflitos com os pais e os cuidadores.

#Na Escola

Na escola, ela começa a ter contato com os alimentos das outras crianças, alguns dos quais, muitas vezes, ela nunca viu ou experimentou. Então é fundamental que ela seja orientada para experimentar novos alimentos quando ver a oportunidade, levando sempre em consideração a necessidade do estabelecimento de hábitos alimentares saudáveis, que incluam toda a gama de nutrientes necessários para o desenvolvimento global adequado.

A este respeito, por exemplo, podemos destacar alguns estudos recentes, feitos pela Universidade de Oxford, que relacionaram o baixo desempenho escolar com o baixo consumo da gordura ômega 3. Segundo o pediatra e nutrólogo Mário Cícero Falcão, da USP, o DHA (ácido docosahexaenoico) é um nutrientes importante tanto para o desenvolvimento do sistema nervoso, quanto para a retina.

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Os marcos do desenvolvimento 0 a 3 anos

Fonte: Ludovica

Desenvolvimento Infantil/Semanários
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Os marcos do desenvolvimento 0 a 3 anos

O processo de desenvolvimento humano é contínuo e a capacidade maturacional (de amadurecer) é individual. Mas, a despeito das particularidades de cada indivíduo, podemos estabelecer alguns marcos gerais (e comuns a todas as pessoas) importantes neste processo, principalmente na primeira fase do desenvolvimento, que vai de 0 aos 3 anos de vida (36 meses).

O desenvolvimento do bebê tem duas importantes leis de progressão a partir do eixo central do corpo:

Fonte: apostila PPI

Entendendo que o desenvolvimento segue esta progressão, devemos ter cuidado ao exigir da criança ações que a sua maturação cerebral ainda não permite, como, por exemplo, oferecer-lhe brinquedos para manipular antes dela ter sustentado o pescoço ou colocá-la em pé antes dela ter controle dos quadris.

Com a expectativa de gerar um desenvolvimento mais rápido nas crianças, muitas vezes seus cuidadores desenvolvem ações que pulam etapas e não respeitam o desenvolvimento natural e essas leis de progressão; exigindo da musculatura infantil uma adequação imprópria para a fase da vida em que a criança se encontra.

Para que isso não ocorra, é importante observar e perceber que o bebê já nasce com alguns reflexos – que são reações involuntárias em resposta a um es mulo externo e consistem nas primeiras formas do movimento humano. Os reflexos servem como fonte primária de informações que se armazenam no córtex (porção do cérebro) em desenvolvimento.

Fonte: PPI

Esses reflexos, por si só, vão nos apresentando os caminhos do desenvolvimento. Vejamos quais são e como ocorrem alguns desses reflexos no desenvolvimento do bebê:

Reflexos primitivos:

São aqueles relacionados à sobrevivência, com funções de busca de ali- mentação e de proteção.

Reflexos primitivos posturais:

São os precursores (iniciadores) dos movimentos voluntários. Alguns destes reflexos, como o da sucção, da preensão palmar, plantar e o da marcha, serão substituídos por atividades voluntárias. Outros, como o de Moro, simplesmente desaparecerão. Os reflexos serão apresentados quando formos estudar sobre “desenvolvimento motor”.

“Nos primeiros meses de vida, a presença, a intensidade e a simetria desses reflexos podem ser usadas para avaliar a integridade do cérebro. A presença deles indica que o cérebro está se desenvolvendo e trabalhando corretamente, e também ajuda a detectar anormalidades como as alterações músculo-esqueléticas congênitas ou as lesões no cérebro. Por outro lado, a persistência da maioria desses reflexos, no segundo semestre de vida, também indica anormalidades no desenvolvimento.”

Fisioterapeu co.blogspot.com.br/2010/05/ reflexos-primi vos.html

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Promovendo o desenvolvimento ideal da criança de 0 a 3 anos

Fonte: Mãe me quer

Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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Promovendo o desenvolvimento ideal da criança de 0 a 3 anos

No post anterior falamos sobre o desenvolvimento do 0 aos 3 anos, sobre a arquitetura do cérebro e qual o impacto das experiências vividas nessa idade. Hoje vamos apresentar o que pode ser feito para promover o desenvolvimento ideal dessa criança.

Para que o cérebro da criança se desenvolva com qualidade, ela precisa de três tipos de experiências ou vivências básicas e integradas: as sensoriais, as emocionais e as motoras. São esses tipos de experiências que darão os “insumos” que o cérebro precisa para se adaptar ao ambiente. Além disto, para a promoção desse desenvolvimento, uma boa qualidade de sono e uma alimentação adequada também são essenciais (falaremos sobre isto mais adiante).

O cérebro precisa dos estiímulos sensoriais, porque tudo chega a ele através dos sentidos. Portanto, para desenvolver o cérebro é fundamental estimular os sentidos (tato, olfato, audição, paladar e visão) através do componente emocional. Isso porque o vínculo afetivo é essencial tanto para motivar a criança em sua adaptação ao novo ambiente, quanto para promover a sua estruturação e a organização neurológica.

Sabemos, por exemplo, que a criança que não forma um vínculo emocional, ou uma relação de apego segura com a sua mãe, ou com o seu cuidador principal, na primeira infância, posteriormente pode encontrar muitas dificuldades para se adaptar aos ambientes e condições desafiadoras que lhe forem apresentadas. O afeto do seu cuidador é a primeira condição para que a criança se desenvolva bem. A falta de afeto nos primeiros anos deixa marcas definitivas no desenvolvimento humano.

Leia mais em: Como trabalhar afeto na Educação Infantil.

Além desses componentes sensório-emocionais (e a eles integrado), a criança precisa do movimento, não só para aprender a utilizar o corpo, mas também para ativar e desenvolver regiões neurológicas especializadas.

Quais são os fatores que podem vir a prejudicar este desenvolvimento?

Fonte: PPI

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