Atividade: Aliteração

Fonte: Foto Dicas Brasil

Atividades/Música e artes/Registros
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Atividade: Aliteração

Capacidade de identificar e repetir a sílaba ou fonema na posição inicial das palavras (Nascimento, 2009).

Atividade baseada em Capovilla e Capovilla, 2004.

Objetivo

  • Perceber as palavras que começam com o mesmo som.
  • Consiste na repetição de um fonema, não necessariamente de uma letra, uma vez que na Língua Portuguesa nem sempre há a correspondência entre esses dois elementos. Veja os exemplos: táxi, exame, enxaqueca. A letra é a mesma, mas representa fonemas (sons) diferentes, por isso, é importante lembrar que a aliteração busca reproduzir sons.

Habilidades a Serem Desenvolvidas

  • Estimular o reconhecimento e consciência das palavras que começam com o mesmo som.

Material

Descrição da atividade

  1. Pedir para a criança nomear a figura chave, por exemplo a máscara.
  2. Perguntar com que som começa ? = ma.
  3. Peça para ela apontar a outra figura que começa com o mesmo som.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Fonte: Galinha Pintadinha

Atividades/Movimento/Música e artes/Relatórios
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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Pesquisas e estudos científicos nos mostram que crianças que crescem em ambientes ricos em estímulos de qualidade desenvolvem o cérebro mais rapidamente. Hoje, sabemos que atividades estimulantes podem produzir mudanças na estrutura cerebral, principalmente nos primeiros 6 anos de vida.

A música interessa à criança desde bem pequena, por isso, deve ser utilizada para estimulá-la.

Essa atividade é uma maneira divertida de lidar com a música e o movimento.

http://revistaguiainfantil.uol.com.br

Material

Músicas infantis rimadas.

Descrição da Atividade

O jogo sensorial é, em geral, um meio valioso de atrair a atenção de crianças pequenas. A tradicional música infantil oferece uma base excelente para experimentar movimentos físicos no ritmo da rima.

1) As crianças senta-se em círculos com as duas mãos frechadas à frente.

2) Enquanto todas cantam a música, a pessoa que é “escolhida” movimenta-se em torno do círculo e, suavemente, marca com batidas as palavras, primeiro na mão direita, depois na esquerda de cada criança.

3) Uma criança cuja a mão seja batida na última palavra, ou na palavra que rime, de cada verso (ou seja, em uma das palavras “mágicas “) deve colocar essa mão nas costas. Assim que esconder ambas as mãos, a criança estará fora.

4) A última que permanece com uma das mãos ainda à frente, torna-se a “escolhida”. Por exemplo: em O Sapo não lava o pé, as palavras mágica estão em negrito.

O Sapo
Galinha Pintadinha

O sapo não lava o
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer

O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé!
A sapa na lava a pá
Na lava parca na cá
Ala mara lá na lagaa
Na lava a pá parca na cá
Mas cá chalá!

E sepe ne leve e pe
Ne leve perque ne que
Ele mere le ne leguee
Ne leve e pe perque ne que
Mes que chele!
I sipi ni livi i pi
Ni livi pirqui ni qui
Ili miri li ni liguii
Ni livi i pi pirqui ni qui
Mis qui chili!

O sopo no lovo o po
No lovo porco no co
Olo moro lo no logoo
No lovo o po porco no co
Mos co cholo!
U supu nu luvu u pu
Nu luvu purcu nu cu
Ulu muru lu nu luguu
Nu luvu u pu purcu nu cu
Mus cu chulu!

Variação

Amplie  o jogo com outras rimas presentes em parlendas e músicas como Uni, duni, tê, Um, dois, feijão com arroz, Cai, cai balão, Marcha Soldados, entre outras.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Fonte: UOL

Rotina pedagógica/Semanários/Práticas inovadoras
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Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Professores perdem equivalente dois meses de aula com tarefas administrativas!

Ficou chocada com os números?

Eu também fiquei quando li essa matéria em 2011. Esse número alarmante foi o resultado de uma pesquisa feita pelo banco mundial.  O levantamento feito em 3 estados brasileiros (Rio, Minas e Pernambuco) e mostrou o tempo que os professores gastam com atividades não pedagógicas.

Uau! 2 meses de aula é bastante coisa, né?

O que são atividades não pedagógicas?

Apagar o quadro, organizar a sala, entregar folhas, deslocar de um lado para o outro, fazer semanário, corrigir atividade, entregar material, procurar atividade, criar excel, fazer a chamada e por aí vai…

Você já parou para se perguntar quanto você gasta fazendo isso?

Como nós, professores, não temos o hábito de mensurar as horas, as atividades e os registros… boa parte do trabalho e do tempo vai se escorrendo e a gente nem percebe.

Quer ver? Se eu te perguntar:

  • Quantas atividades você fez ano passado na sua sala de aula?
  • Quantas horas de brincadeira você teve no pátio?
  • Quantos livros você leu na roda de leitura?
  • Qual foi a área de aprendizagem que você mais estimulou nos primeiros 3 meses de 2017?

Não se sinta mal se você não consegui responder todas essas perguntas, aposto que boa parte dos seus colegas também não.

Semanário na era Digital

O semanário é a bússola norteadora do professor. Esse documento deve ser feito por semana e preenchido cada dia da semana, por isso o nome semanário, e é parte das responsabilidades profissionais do professor.

Imagina você chegar em sala de aula e não ter a mínima ideia de quais são os objetivos de aprendizagem naquele dia. Meio maluco, né?

Agora imagina você perder menos de  2 meses com essas tarefas administrativas e ainda poder guardar e catalogar suas atividades para compartilhar com outros professores para que eles percam menos tempo com essas tarefinhas chatas e consigam focar no que eles realmente gostam de fazer: lecionar!

Elaborei duas dicas simples para te ajudar a gastar menos tempo com tarefas administrativas e potencializar sua sala de aula com uma pedagogia mais coerente e com dados para provar isso.

Vamos lá?

#Dica 1 : Escrever para o outro

A primeira coisa que você tem que ter em mente quando for planejar a sua aula e sua semana é que a informação precisa estar transparente o suficiente para que qualquer pessoa que não te conheça entenda as suas propostas pedagógicas.

Por isso é importantíssimo que você faça o exercício de escrever para o outro de maneira simples, objetiva e compreensiva.

Até aqui tudo isso que estou falando se adapta a um planejamento comum, sem muitas novidades, certo? Sua professora fazia assim e provavelmente a professora da sua professora também.

Agora o exercício que eu proponho a você é simples e muito prático.

#Dica 2: Tecnologia é parça!

Muitos professores  elaboram suas aulas de maneira bem digital e acredito que você que está lendo isso agora também deve fazer isso. Porém é preciso usar uma ferramenta para compartilhar o conteúdo, um site para busca a atividade, um programa para editar o semanário bem bonitinho e por aí vai…

Agora imagina se tivesse tudo que você precisa para elaborar sua aula em um único lugar? Consegue imaginar quanto tempo você economizaria com isso?

É exatamente isso que a Eduqa.me propõe aos professores.

Criar um semanário de forma simples, direta, com pesquisa de atividades já prontas no baú de atividades e com espaço customizado para seu modelo pedagógico e para seus alunos.

Na Eduqa.me você pode fazer um plano de aula em minutos e, quando for para a sala de aula, poderá tomar decisões pedagógicas a respeito do que ensinou de forma simples e direta. Fazendo isso, naturalmente, os portfólios e relatórios são gerados e tanto para o professor quanto para a coordenação é possível verificar tempo gasto, com o que e o impacto nas crianças.

Que tal economizar 2 meses perdidos com tarefas que realmente importam?

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Consciência de Palavras: Utilizando Provérbios

Fonte: CISDEC

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Palavras: Utilizando Provérbios

Há uma capacidade metalinguística que permite analisar e refletir, de forma consciente, sobre a estrutura fonológica (sons da fala) da linguagem ora, sem envolver o significado das palavras. Envolve vários níveis (palavra, sílaba e fonema) e diversas tarefas (como por exemplo, segmentação, análise, subtração, adição, transposição)(Cardoso-Martins, 1991). Vamos apresentar atividades que podem ser realizadas na Educação Infantil, considerando as faixas etárias.

  • Segmentar frases em paalvras: 4 anos.
  • Segmentar palavras em sílabas: 4 anos.
  • Contar Sílabas: 4- 5 anos.
  • Dizer palavras que começam com certa sílaba: 5 anos.
  • Até os 6 anos: fazer todas as atividades envolvendo sílabas.
  • A partir dos 5/6 anos: começa consciência dos fonemas.

Objetivo

  • Estimular consciência dos sons da fala;
  • Favorecer a atenção à linguagem oral.

Habilidades a Serem Estimuladas

  • Atenção à linguagem (ou fala);
  • Início da percepção e da noção de palavras, ou seja, se referem a unidades maiores que os sons;
  • Memória de curto prazo fonológica.

Materiais

  • Provérbios folclóricos – Filho de peixe, peixinho é – baseado em: Estudos Sociais 3 série – v1 – Objetivo, 1997.
  • Usar livros de contos acumulativos, ex. “A casa sonolenta”, “O boi, a vaca e o bolo” , “Camio comilão”, “O grande rabanete”, e “Bruxa, bruxa”.
  • Textos e frases de domínio público.

Descrição da Atividade

  1. O professor deve ler um provérbio de casa vez.
  2. Separar as palavras do provérbio oralmente (uma alternativa é solicitar que  cada palavra lida as crianças dêem um passo à frente ou pulem.) O adulto executa a tarefa incialmente. Após isso, solicita à criança que realize a atividade. Assim: FILHO (pausa) DE (pausa), PEIXINHO (pausa) É.
  3. Contar o número de palavras de cada um dos provérbios. Assim: FILHO DE PEIXE PEIXINHO É.
  4. Pergunta: Quantas palavras têm? (5 -cinco).

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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

Fonte: Parenting IK

Relatórios/Socioemocional
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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

No post anterior falamos sobre 5 dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil. Hoje vamos falar sobre o que NÃO fazer para detonar a autoestima das crianças.

Certos comportamentos minam a construção da autoestima infantil – e, portanto, devem ser evitados pelos pais e professores.

As atitudes moldam mais do que palavras então vamos ficar ligados em 4 atitudes comuns que minam a construção da autoestima da criança.

#1 Comparar a criança com irmãos ou colegas

Mesmo que a intenção seja boa, a comparação deve ser sempre com ela própria, com sua evolução. Criar paralelos do tipo “sua irmã já sabia fazer isso com a sua idade” gera pressão e disputas entre as crianças. Não crie expectativas além da capacidade de cada criança e entenda que seus ritmos são diferentes;

#2 Relembrar erros constantemente

Não use as falhas de seu aluno contra ele. Aponte os erros no momento em que ocorreram, mas, depois, permita que ele tente de novo sem pré-julgamentos. Assim, ele não se sente inseguro ou como se nunca pudesse acertar;

#3 Elogiar exageradamente ou fingir que a criança nunca erra

Ou a criança viverá em uma ilusão, acreditando que é mais especial que seus colegas e deve ser sempre agradada, ou ela perceberá a mentira (e, com isso, pode perder a confiança no adulto em questão);

#4 Ignorar pequenas conquistas

Comemore vitórias ao longo do caminho, ainda que não pareçam grande coisa. Não é preciso que a criança chegue sempre em primeiro lugar ou vença todos os jogos. Elogie quando ela aprender a amarrar os cadarços, cantar no palco com a turma, lembrar-se sozinha de fazer as tarefas de casa. Essas atitudes vão apoiar a criança a buscar sucessos maiores.

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5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

social momys

Registros/Socioemocional
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5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

A autoestima é um sentimento de importância com relação a si mesmo. Ela é afetada tanto por conquistas e fracassos pessoais quanto pelos relacionamentos que envolvem a pessoa desde a infância. É também a sensação de capacidade, a noção de que se é capaz de superar desafios – e de que seu valor não diminui diante de um resultado negativo, por exemplo.

Quem possui uma boa autoestima é mais confiante, consegue tomar decisões e resolver problemas mais facilmente e acredita que seus objetivos serão alcançados mesmo quando encontra obstáculos.

Por outro lado, a baixa autoestima pode gerar angústia, desânimo, dor ou vergonha – ela leva a criança ou adulto a se sentir desvalorizado. Um sinal comum é a comparação constante com os demais: as outras pessoas sempre são vistas como melhores, bem sucedidas, mais bonitas, mais inteligentes. Eventualmente, quem sofre com baixa autoestima pode não ter objetivos e se encontrar incapaz de atingir qualquer meta que se proponha.

Crianças com uma autoestima saudável são mais dispostas a enfrentar desafios – afinal, não se sentem diminuídas por um fracasso e se sentem compelidas a continuar tentando. Foto: Lands O Moms

Como cultivar a autoestima na Educação Infantil

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Há uma série de atitudes diárias que promovem a autoestima saudável entre as crianças. Elas devem ser praticadas tanto por pais quanto por professores.

#1 Estabelecer comunicação

Deixar a criança ter voz, opinar e ajudar na tomada de decisões gera confiança e mostra que ela é levada em conta;

#2 Não menosprezar preocupações

O que parece bobagem a um adulto pode ser um medo real da criança. Ouça suas preocupações e ajude a resolvê-las, não apenas descarte o assunto;

#3 Elogie e critique ações pontuais

Não se engane: crianças reconhecem elogios vazios. Quando for elogiar, seja específico, fale de seu esforço e dedicação, boa educação ou gentileza, por exemplo. O mesmo vale para críticas. Evite dirigir o comentário negativo à criança, e sim ao comportamento errado (a diferença entre “você precisa arrumar os brinquedos porque outros colegas vão usá-los também” e “você é muito bagunceiro, nunca me escuta” é a mesma entre “não gostei dessa atitude” e “não gosto de você”);

#4 Mostre as consequências de suas escolhas

É fundamental que as crianças entendam desde cedo que suas ações terão consequências boas ou ruins. Quando ela errar, deixe claro que terá chance de acertar na próxima oportunidade;

#5 Reserve um tempo para ela

Isso faz com que ela se sinta especial. Seja em casa ou na escola, tenha momentos em que ela é o foco, em que você não vai atender o celular ou desviar sua atenção;

Ajude a encontrar soluções – dessa forma, a criança se sente cada vez mais capaz de lidar com imprevistos. Não resolva por ela, oferecendo respostas prontas. Ao invés disso, proponha questões: o que você gostaria de fazer? Por que quer fazer isso? Como acha que pode fazer isso?

Deixe que elas ofereçam ajuda – assim, elas sentem que têm algo de positivo para oferecer ao mundo.

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Tipos e Objetivos de Brincadeira por Idade

Fonte: apostila PPI

Atividades/Registros
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Tipos e Objetivos de Brincadeira por Idade

A importância do brinquedo para o desenvolvimento da criança é fato. Longe de ser um objeto qualquer para ocupar as crianças nos seus momentos livres, os brinquedos são fundamentais para o estabelecimento de relações de simbólicas e de constituição da personalidade, além de poderem ser mediadores de funções pedagógicas.

Daí a necessidade de que a escolha do brinquedo, pelo adulto, seja criteriosa e leve em conta, além de aspectos ligados à segurança e ao interesse da criança, a faixa etária de quem irá brincar com ele.

A apresentação das brincadeiras (em escolas, creches, em casa) às crianças de diferentes idades e a aprendizagem dessas brincadeiras, do mesmo modo, também dever ser estabelecida a partir de um critério mediado por adultos.

Afinal, algumas brincadeiras exigirão das crianças habilidades específicas, só adquiridas

Os ambientes fechados devem ter estimulos adequados, sem exageros visuais e com mobiliários adequados, levando em conta as faixas etárias.

Ao ar livre as atividades devem acontecer nos horários de sol saudável. Deve ser observado se a areia é tratada e se não há objetos como lascas, pregos, vidros e outros objetos perigosos.

É muito importante utilizarmos a brincadeira não como o único recurso para estimular o aprendizado, mas como mais um, entre outros, como as artes, o movimento e a música. Para tanto, devemos considerar que: brincar deve acontecer num espaço seguro, sempre com um adulto por perto.

Espaços Lúdicos:

  •  A brinquedoteca
  • O cantinho da leitura
  • A sala de música
  • A hora do lanche

Além de tudo isso, brincar é bom demais, não é mesmo? Há algo mais agradável do que o sorriso de prazer de uma criança que está se divertindo?

 

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O brincar e sobre o brincar

Fonte: PPI

Registros/Rotina pedagógica
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O brincar e sobre o brincar

Entendemos que para aprender e se desenvolver precisamos da troca e da interação com as pessoas que estão a nossa volta e com aquelas que já se apropriaram de conhecimentos específicos e podem partilhá-los conosco. Para que este conhecimento faça sentido devemos utilizá-lo nas estratégias de convívio com a criança considerando cada fase de seu desenvolvimento.

E uma das melhores formas disso acontecer é pelo processo lúdico, portanto, brincando.

Diversas pesquisas em Educação e Saúde já indicam que o brincar é fundamental para o desenvolvimento cognitivo, motor, afetivo e social da criança. Além disto, este comportamento tem três grandes objetivos: o prazer, a expressão dos sentimentos e a aprendizagem. É por meio do faz de conta, da exploração dos sentidos e da relação com o outro, que a criança desenvolve sua personalidade, como veremos em outros posts do Projeto Pela Primeira Infância- PPI.

A criança, a brincadeira e o mundo

Fonte: apostila PPI

Considerando esse caráter de protagonismo infantil, entendemos que a criança possui sua própria maneira de agir no mundo, compreendê-lo e transformá-lo, de buscar apropriar-se de sua cultura e transformá-la. Dentre outras maneiras, isso acontece por meio do brincar.

Como já dizia Vygotsky, por meio da brincadeira a criança é capaz de apropriar-se, transformar e resignificar a sua realidade. O brincar tem um papel de grande relevância também na inserção social da criança. Por meio do brincar ela também aprende sobre valores e papeis dos seus grupos sociais quando, por exemplo, brinca de escolinha ou de família com seus amigos. Ao fazê-lo, ela busca se reproduzir das regras de conduta características desses diferentes atores sociais, apropriando-se delas.

Assim, a brincadeira tem múltiplas funções e importância no desenvolvimento infantil, sendo concebida como um dos princípios fundamentais da infância, defendida como um direito da criança, uma forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação, tal como consta no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (1998).

Além disso, trata-se também de um direito garantido por lei na Declaração dos Direitos da criança (1959), em seus artigos 4 e 7, confere aos meninos e meninas o “direito à alimentação, à recreação, à assistência médica” e a “ampla oportunidade de brincar e se divertir” e, mais recentemente, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu ar go 16, estabelece o direito a “brincar, pra car esportes e divertir-se”

Do ponto de vista neurocientífico, são também diversas as evidências que mostram que o brincar contribui positivamente para o desenvolvimento neurológico, a exemplo das pesquisas realizadas pela equipe do prof. Sergio Pellis, da Universidade de Lehbridge, no Canadá.

Vamos conversar sobre esse assunto

Na infância, brincando, a criança satisfaz a sua curiosidade, podendo construir o seu próprio conhecimento através das brincadeiras, sozinha e com seus pares.

No mundo atual, vemos que, a cada dia e por vários motivos, as brincadeiras mudam, e os processos de aquisição de conhecimento por meio das brincadeiras, consequentemente, também se modificam. Algumas crianças, em função de uma hiperes mulação, quando são submetidas ao exercício de múltiplas atividades, têm, muitas vezes, diminuído seu tempo de brincar.

A redução do espaço físico onde a criança vive (principalmente quando falamos de crianças que moram em regiões urbanas, em residências pequenas) também é outro fator que interfere ou na falta do brincar ou na mudança dos modos de brincar. Além disso, o sedentarismo aliado às atividades de jogos e brincadeiras mediados por telas de televisão e computador, muitas vezes, podem gerar a diminuição das brincadeiras importantes que exigem uma maior interação sica com o outro.

A importância do brinquedo para o desenvolvimento da criança é fato. Longe de ser um objeto qualquer para ocupar as crianças nos seus momentos livres, os brinquedos são fundamentais para o estabelecimento de relações de simbólicas e de constituição da personalidade, além de poderem ser mediadores de funções pedagógicas. Daí a necessidade de que a escolha do brinquedo, pelo adulto, seja criteriosa e leve em conta, além de aspectos ligados à segurança e ao interesse da criança, a faixa etária de quem irá brincar com ele.

A apresentação das brincadeiras (em escolas, creches, em casa) às crianças de diferentes idades e a aprendizagem dessas brincadeiras, do mesmo modo, também dever ser estabelecida a partir de um critério mediado por adultos. Afinal, algumas brincadeiras exigirão das crianças habilidades específicas, só adquiridas em fases específicas do seu processo de desenvolvimento.

Para que o processo lúdico, nas atividades escolares ocorra de forma harmoniosa considera- mos três fatores importantes:

  • O plano de aula
  • Análise da atividade
  • Avaliação de Resultado

“A brincadeira cria para as crianças uma zona de desenvolvimento proximal, que não é outra coisa senão a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o nível atual de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema sob a orientação de um adulto ou com a colaboração de um companheiro mais capaz.”

Vygotsky (1984, p.97)

Sabemos que a criança é um ser em desenvolvimento e que o seu aprendizado depende da sua capacidade para fazer as coisas. É im- portante entendermos esta dinâmica do desenvolvimento, não exigindo, mas propiciando caminhos para que ela se sinta motivada a buscar esse conhecimento.

Quando uma criança de quatro meses acompanha com o olhar o movimento das pessoas, podemos dizer que ela já está pronta para brincar de esconde-esconde, por exemplo. Mas ela só vai perceber que a ação desenvolvida pelo adulto no esconde-esconde é uma brincadeira (e só vai interagir, rindo, nesta brincadeira), a partir da repetição do ato de esconder e achar estabelecido pelo adulto e pela recorrência da palavra “achou” ao longo da brincadeira. Em dado momento neste jogo de esconder e achar, a criança ri e adquire este conheci- mento (ou passa a estabelecer uma relação de prazer e de sentido na brincadeira).

Ao mudar a brincadeira ou ao repe -la, por mais alguns meses, estabelece-se na crian- ça o conceito, descrito por Piaget e in tu- lado por ele como “permanência do objeto” – a noção de permanência do objeto se es- tabelece por volta dos 8 meses, momento em que a brincadeira de esconder e achar “perde a graça”, pois a criança compreende que o objeto não desapareceu, mas foi es- condido e ela pode achá-lo.

Segundo Piaget, de uma forma rudimentar, a criança aos dois meses já demonstra surpresa ao ter um objeto escondido e revelado. Entre os seis e os oito meses isto começa a mudar, e ela passa a procurar um objeto caído do berço ou um alimento derrubado. É nesta época que a criança consistentemente inicia a experimentação da permanência do objeto, o que se consolidará ao redor dos dois anos de idade, embora com 12 meses a maioria dos bebês compreenda que os objetos continuam a existir, mesmo quando não estão presentes.

Segundo Jean Piaget (1896-1980 )as brincadeiras estão presentes ao longo do desenvolvimento humano, em particular na infância. No entanto, vale ressaltar que as especificidades de cada brincadeira bem como as idades nas quais ocorrerão será particular para cada criança ou grupo de crianças, considerando, inclusive, o tipo de experiências que ela viverá bem como os materiais e atividades que serão disponibilizados.

É muito importante utilizarmos a brincadeira não como o único recurso para estimular o aprendizado, mas como mais um, entre outros, como as artes, o movimento e a música. Para tanto, devemos considerar que: brincar deve acontecer num espaço seguro, sempre com um adulto por perto.

Os ambientes fechados devem ter es mulos adequados, sem exageros visuais e com mobiliários adequados, levando em conta as faixas etárias.

Ao ar livre as atividades devem acontecer nos horários de sol saudável. Deve ser observado se a areia é tratada e se não há objetos como lascas, pregos, vidros e outros objetos perigosos.

 Espaços Lúdicos:

  •  A brinquedoteca
  • O cantinho da leitura
  • A sala de música
  • A hora do lanche

Além de tudo isso, brincar é bom demais, não é mesmo? Há algo mais agradável do que o sorriso de prazer de uma criança que está se divertindo?

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

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Robótica na Educação Infantil
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Robótica na Educação Infantil

Você acha provável ensinar robótica às crianças? O que será que elas podem aprender construindo robôs?

Foi com essas duas perguntas que comecei meu papo infinito com a Lana Nárcia. Fiquei tão empolgada com o assunto e as possibilidades que decidi compartilhar, aqui com vocês, sobre como a Lana tem usado a robótica na educação infantil e como os resultados podem ser surpreendentes no campo da lógica e no desenvolvimento de diversas linguagens para as crianças.

A professora

Fonte: Espaço da Robótica

A Lana é uma professora empreendedora de Brasília formada em Geografia e com um MBA em Geoprocessamento. Foi pioneira na implementação da disciplina de Astronomia e Astronáutica em uma escola do DF e foi a partir desse trabalho que descobriu sua grande paixão pela robótica. Foi natural ir deixando de lado a geografia e ir se enveredando na robótica e unindo sua paixão com a profissão. O início dessa história foi lá em 2010/2011 e hoje, cerca de 6 anos depois, ela criou o Espaço da Robótica para dividir com crianças de 3 a 14 anos.

Na sala de aula

Como sua formação é em geografia é por aí que a professora Lana puxa seu bonde. Ela sempre trabalha com projetos em sala de aula e o recorte vai costurando a geografia e a robótica até chegar em um assunto que interessa aos alunos.

O Espaço da Robótica possui um programa diferenciado de ensino, baseado em projetos mecatrônicos que integram eletrônica e informática de maneira divertida, experiencial e prática. Visando a um contato mais rico entre o professor e o aluno, o curso está estruturado em turmas reduzidas, de até 6 estudantes.

Fonte: Espaço da robótica

Incorporando a tecnologia às aulas, a prática pedagógica do Espaço procura despertar o interesse para a ciência em seus estudantes. A ciência é uma maneira de pensar, e seus métodos podem ser aplicados com sucesso aos mais variados contextos da vida. Assim, ao incentivar a excelência cognitiva o uso de robótica acaba contribui para o crescimento cultural, moral e social das crianças.

A Lana respondeu algumas perguntas para o #Naescola.

Vem conferir:

Como é a dinâmica da sua sala de aula?

A minha sala de aula é um pouco diferente porque não temos 50 minutos de aula. Trabalho com turmas heterogêneas com cerca de 2 horas de duração cada aula. Faço um planejamento prévio em casa, mas o que vale mesmo é o que surge ali na hora- da curiosidade das crianças. Geralmente eu provoco a turma perguntando se eles tem alguma curiosidade. Se sim, a gente vai encaixando no planejamento e se não eu geralmente começo falando sobre o Sistema Solar; depois Marte; depois robôs em Marte e o por aí vai… a gente começa um processo de investigação junto com as crianças. “Será que tem água em Marte?” Será que chove?” “Qual a idade de Marte?”

As crianças naturalmente viajam muito, as cabeças já estão lá na lua! O maior esforço é o meu de querer acompanhá-las.

 3 passos durante a aula:

  1. Investigação: perguntas, questionamentos e mediação.
  2. A Turma: geralmente a turma tem no máximo 6 crianças e são divididas em trios para formar duas equipes.
  3. A Equipe: sempre será composta por 3 perfis: o construtor; o programador e o coordenador. Quando a professora Lana ainda não conhece a equipe ela distribui os papéis e analisa como cada criança se saiu na tarefa.

 O que é robótica?

A robótica para mim é uma tecnologia onde as crianças aprendem com prazer. Funcionou para mim assim e hoje o que eu faço é refletir meu sentimento em sala de aula. Criar esse espaço foi a realização de um sonho e me sinto muito útil trabalhando e despertando crianças que precisam de atenção e de pensar fora da caixa.

Aqui criamos tudo que precisamos, desde bonecos com copos reciclados que eles trazem na hora do lanche até o dia da criatividade, o dia da comunicação e o dia da emoção.

Quais são os benefícios da robótica?

Já temos resultados surpreendentes sobre a possibilidade de ensino de programação e desenvolvimento das diversas linguagens para crianças.

Mas o que vejo aqui na minha sala de aula são esses três:

#1  Interação socioemocional: Falo para meus alunos que se a gente não trabalhar juntos não chegaremos a lugar algum. O objetivo é de todo o grupo e precisamos aprender a lidar com as nossas emoções acima de tudo isso pois precisamos chegar ao objetivo.

#2 Raciocínio Lógico: Cada criança tem seu jeito de pensar e o lógico para mim pode não ser lógico para o outro e por isso que é tão mágico desenvolver o raciocínio lógico ainda na primeira infância sem tantas amarras.

#3 Multi e interdisciplinaridade: é muito importante para mim quando vejo as crianças  atribuído múltiplos significados para os objetos construídos. Por isso digo que aqui as aulas são multi e interdisciplinar. Os temas e as construções navegam na realidade de cada aluno e exploram suas histórias de vida e hipóteses e é dessa maneira que criamos nossa história e aprendizado.

Para saber mais acesse o https://www.espacodarobotica.com.br/

“A ciência é um intento, em grande medida obtido, de entender o mundo, de conseguir um controle das coisas, de alcançar o domínio de nós mesmos, de nos dirigir para um caminho seguro. ”

Carl Sagan

 

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Tenho certeza que você vai se amarrar.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

O que é e para que serve o semanário?

Fonte: Professional Learning

Registros/Rotina pedagógica
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O que é e para que serve o semanário?

A gente fala tanto desse nome. É semanário pra lá! É semanário para acolá! É semanário após semana…

E a pergunta fica ali; bem guardadinha na gaveta.

O que é e para que serve um semanário?

Muitas vezes dialogamos com o outro partindo pelo pressuposto que ele, o professor, já saiba todos os conceitos. Mas sabemos como isso pode causar uma super falha na comunicação, não é mesmo?

Me lembro que antigamente era feio o professor falar que não sabia algo e em alguns casos esse não saber até colocava em risco a carreira do professor. E o professor sofria quando era pego de surpresa por uma pergunta ou um tema que ele não dominava. 

Quanto bobeira, não é? Também acho. Ainda bem que hoje a gente não pensa assim! Já foi esse  tempo de professor detentor de conteúdo. Professor não é esse sabichão todo não e faço grifo para o Escritor mara Guimarães Rosa:

Fonte: Google

Obrigada pelo apoio, Guima! É, sou tão fã dele que o chamo assim pra demonstrar nossa intimidade para vocês, meu leitores. rs

Mas voltemos ao assunto do semanário. O que essa palavrinha SEMANÁRIO significa?

A própria palavra já dá uma super pista. Costumo brincar que semanário é como se fosse um diário da sua semana.

Se você achou a minha explicação muito simplória e gostaria de ter uma mais rebuscada não tem problema. Acabei fazendo um recorte do dicionário etimológico. A propósito, você sabe o que é dicionário etimológico?

Dicionário etimológico é um dicionário que vai mapear as origem das palavras usadas na língua portuguesa.Isso mesmo! Esse dicionário vai falar um pouquinho da história da nossa língua e ele é bastante usado por linguistas para pesquisas e explicações sobre a origem das palavras e para maior entendimento sobre as mudanças da nossa língua no decorrer dos anos.

Mas preste bastante atenção!

Etimologias não são definições, são explicações sobre como nossas palavras surgiram e o que significavam.

Fonte: www.dicio.com.br

Para que serve o semanário?

O semanário serve para se organizar, para refletir e para registrar as atividades feitas naquela semana. O professor se apoia nesse documento para análise das atividades cotidianas do processo ensino-aprendizagem e da própria implicação pessoal da tarefa de educar.

O registro semanal é um valioso instrumento para sistematizar a prática em sala de aula.  Ao observar e registrar, o professor aprende a interpretar a realidade, interagir com ela e permitir o mesmo do seu aluno.

No final das contas o grande objetivo do semanário é traçar formas de intervenção, eficientes e transformadoras e, consequentemente, provocar no professor constantes reflexão sobre a sua prática educativa.

Ações pedagógicas importantes

  1. A primeira delas é o planejamento. Escolher o tema e as atividades que serão usadas na semana.
  2. A segunda é a construção do semanário. Preencher cada atividade planejada dentro do horário e garantir que os materiais necessários para aquela atividade estejam prontos para o uso e para a faixa etária.
  3. A terceira é a validação dos responsáveis pela organização, direção e avaliação das atividades envolvidas na aprendizagem.

Permitir a reflexão constante, a construção das habilidades e competências e a interação destas com o cotidiano dos alunos.

O planejamento e o semanário devem levar em consideração objetivos, conteúdos e estratégias, além das necessidades individuais/coletivas e características de faixa etária.

Gostou dessa explicação?

Então fique ligado que teremos muito mais na Academia do semanário.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.