Atividade: Escute o Sino

Fonte: Google

Atividades/Registros
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Atividade: Escute o Sino

Objetivo

  • Estimular a capacidade de focar em um alvo sem se distrair com outros estímulos.
  • Manter a atenção ao longo do tempo

Atividades a serem estimuladas

  • Atenção seletiva (capacidade de direcionar a atenção para um determinado estímulo e simultâneamente ignorar o outros)
  • Atenção sustentada (habilidade de manter pelo tempo necessário o foco da atenção em estímulos específicos)
  • Percepção visual, auditiva e tátil;

Descrição da Atividade

Com as crianças em silêncio, toque um sino e peça a elas para ouvirem atentamente a produção do som. Diga-lhes para permanecerem em silêncio e levantarem as mãos quando já não ouvirem mais. Em seguida, peça que continuem em silêncio durante alguns segundos (20s /30s) e prestem muita atenção aos outros sons que ouvem depois que o sino parou (barulho de carro, obra, vozes do corredor, etc).

Por fim, sentados em círculo, peça às crianças para dizerem todos os sons que notaram naquele minuto.

Registre!

  • Como está a atenção da sua turma?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Amigos da Respiração

Fonte: Jornal Metrópoli

Atividades/Registros/Práticas inovadoras
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Atividade: Amigos da Respiração

Objetivo

  • Estimular a capacidade de focar em um alvo sem se distrair com outros estímulos.
  • Manter a atenção ao longo do tempo

Habilidades a serem estimuladas

  • Atenção seletiva (capacidade de direcionar a atenção para um determinado estímulo e simultâneamente ignorar o outros)
  • Atenção sustentada (habilidade de manter pelo tempo necessário o foco da atenção em estímulos específicos)
  • Percepção visual, auditiva e tátil;

Descrição da Atividade

Dê um amigo de respiração (bicho de pelúcia ou qualquer outro brinquedo) para cada criança. Fale para as crianças deitarem no chão, colocando o brinquedo em suas barrigas.

Diga-lhes para respirarem em silêncio (contando vagarosamente de 1 a 3 para inspirar e o mesmo para expirar).

Durante a respiração peçam para observarem como o seu amigo da respiração se move para cima e para baixo. Deixe-as fazendo isso por 1 minuto.

Além de estimular a capacidade de atenção, essa atividade auxilia crianças “agitadas”.

Registre!

  • Respire fundo e registre!
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?
  • Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Não há mais como fugir: professores unidos e conectados

Fonte: Incrível club

Semanários
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Não há mais como fugir: professores unidos e conectados

Os tempos mudaram. Os alunos mudaram! A sala de aula mudou! Mas, e a educação?

Ninguém discorda que temos alunos conectados e o que podemos pensar é: por que isso impacta tanto a nossa sala de aula?

Ora, com o mundo globalizado e os alunos tendo acesso a todo e qualquer conteúdo é muito natural  que haja uma relação diferente com os conteúdos, com o tempo e com os outros.

Pensar isso, de uma certa forma tira um fardo enorme de nossas costas, não é verdade?

Mas ao mesmo tempo não nos deixa tranquilos e paralizados, pois sabemos que temos muito para aprender, sabemos portanto, que estamos sempre conectados e aprendendo.

Educação: aquilo que nos une

Procuramos aprender com os outros nas redes sociais, nos grupos de whatsapp, nos grupos fechados do facebook, nas apostilas antigas, nas bibliotecas, na sala dos professores, na Eduqa.me, nas prosas com os colegas de trabalho, como com os próprios alunos, com pais, com a direção, no google, no pinterest, no portal do professor… e por aí vai! Essa lista é infinita…

Vivemos consumindo conteúdo e buscando aperfeiçoamento na nossa ação reflexiva sobre ensinar. E que ótimo, pois ela está sempre ali acontecendo. É no gerúndio e continua. Nunca para!

E agora, mais do que nunca, conseguimos compreender o nosso papel enquanto professor.

A propósito, vocês sabem o que a palavra professor significa?

Professor” tem origem no Latim, vem de PROFESSUS que significa “pessoa que declara em público” ou “aquele que afirmou publicamente”. Esta palavra, por sua vez, é derivada do verbo PROFITARE. Este significa “afirmar/declarar publicamente” e é comporto de PRO, “à frente” e FATERI, “reconhecer”.

http://origemdapalavra.com.br/

E como manda a definição, precisamos estar sempre à frente desse mundo beta. Nos, professores, estamos entendendo que esse processo é cada vez mais orgânico. E cada vez mais empresas, startups e pessoas tentam oferecer soluções para auxiliar o professor nessa árdua tarefa de ficar ligadaço no mundo moderno.

Nós, da Eduqa.me, nascemos de uma necessidade de dentro da sala de aula e continuamos levantando para fora da sala de aula a bandeira  da inovação e de um ensino cada vez mais lógico e menos burocrático e, claro, divulgando e disseminando as ideias que valem a pena divulgar.

Dessa forma, especificamente nós, que fazemos a Eduqa.me, sabemos bem que para promover a aprendizagem significativa dos alunos, é fundamental desenvolver-se continuamente.

Fonte: canal tech

Usar e experimentar ferramentas, encarar novos desafios, se inscrever em cursos e navegar em cursos e conteúdos nunca antes vistos nos faz assumir o grande desafio de sermos melhores a cada dia, a cada aula.

E isso é olhar para a nossa própria historia, nossa própria trajetória profissional e encarar que falhamos e que acertamos e que, durante esse processo, aprendemos! E mais importante de tudo isso: nos ensinamos!

Por isso fica o meu convite para que você experimente a nossa ferramenta.

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Clica AQUI, faça o trial e me envie suas percepções.

Tenho certeza que eu, a Eduqa.me e você vamos trocar percepções valiosas. Afinal de contas estamos todos conectados na grande tarefa de Educar.

Gostou?

Então não deixa de acompanhar nossa página no facebook e compartilhar as matérias que você mais gostou.

Tenho certeza que temos muito a trocar.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

Neurociências e a educação

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Rotina pedagógica
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Neurociências e a educação

As neurociências são o estudo da relação cérebro-comportamento, ou seja, estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia, como por exemplo, ações motoras, pensamentos, emoções, etc..

Por muitas décadas, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos (cognição) como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.

No caso da infância, principalmente pelas teorias de, entre outros, Jean Piaget, Lev Vygotsky e Alexander Luria. No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma dessas funções?

Fonte: Apostila PPI

Nas últimas décadas, houve um grande avanço nos estudos que investigam a relação entre o cérebro e as nossas funções mentais. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível aprimorar ainda mais conhecimentos introduzidos por importantes teóricos do desenvolvimento,, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e maturação dos comportamentos humanos, como a cognição, a emoção e processos de aprendizagem, dentre outros.

Leia mais: Inteligência emocional

Um bom exemplo é que hoje já se atribui, de forma significativa, os estágios do desenvolvimento, descritos por Jean Piaget, às fases do desenvolvimento do cérebro. Assim, com o avanço das neurociências, passamos a considerar o conhecimento do desenvolvimento cerebral, como uma variável que não pode ser dissociada da compreensão do crescimento e do desenvolvimento da criança.

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Nosso cérebro é extremamente dinâmico e seu funcionamento depende da conexão e ativação de milhares de vias, formadas por feixes de fibras (chamados neurônios), que rapidamente levam informações de uma região à outra. Nossos comportamentos dependem da ativação e comunicação de diferentes regiões, contudo, algumas habilidades e funções estão mais fortemente associadas a regiões específicas, destacadas na imagem.

Tais funções serão minuciosamente abordadas e discutidas nos nossos próximos posts.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais.

Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

Transtorno de Aprendizagem  x Dificuldade de aprendizagem
Relatórios/Rotina pedagógica
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Transtorno de Aprendizagem x Dificuldade de aprendizagem

Muitos professores possuem dúvidas quando se trata em identificar transtornos de aprendizagem. E nada mais natural, não é mesmo? Geralmente a sala de aula está lotada e sempre tem tanta coisa acontecendo que parar e observar uma criança pode parecer uma tarefa simples, a priori, mas que no contexto da sala de aula se torna praticamente impossível lançar e fixar os olhos apenas sobre uma criança.

E diante disso é muito natural que os professores se confundam entre dois conceitos: Transtorno de aprendizagem e dificuldade de aprendizagem.

Então  que tal aprendermos a diferenciar estes conceitos?

O Transtorno de Aprendizagem é…

uma inabilidade específica que vai afetar crianças que apresentam resultados significativamente abaixo do esperado para o seu nível de desenvolvimento.

Vale grifar que: isso não significa que a criança seja incapaz!

A criança com transtorno de aprendizado vai aprender também, todavia para aprendizagem acontecer de maneira significativa é preciso que o diagnóstico correto seja feito e, a partir disso, a aplicação de métodos diferenciados de ensino adequados à singularidade de cada caso.

O transtorno de aprendizagem pode ser específico para uma determinada competência. Seja ela a competência leitora, escrita ou matemática ou pode ser ainda para todas as competências. Nesse caso, estamos falando de um transtorno global de aprendizagem.

A importância do registro escolar

Se observarmos o registro escolar da criança vamos notar que ela sempre esteve em defasagem na aprendizagem de uma ou mais áreas do conhecimento. Inicialmente não há uma causa evidente que justifica e essa defasagem pode ser aprender como uma deficiência intelectual ou sensorial.

A maioria dos transtornos de aprendizagem são identificados quando a criança ingressa na escola, isso porque a criança entra em contato com todas as competências de maneira sistémica e também está interagindo com outras crianças da mesma idade.

A escrita é uma excelente forma de observação, seja para produzir o diário de práticas do professor ou auxiliar mais tarde o professor na hora de criar o portfólio de cada criança. Complementar os registros com fotos e vídeo é melhor ainda para diagnosticar esses casos de transtornos da aprendizagem.

Com os registros  individuais é hora de analisar essa criança e levar esse relatório para um psicopedagogo, por exemplo!

Algumas perguntas mais específicas vai acelerar o diagnóstico e também Na sua semana, mês ou bimestre você consegue mensurar qual área de conhecimento está estimulando mais? Ou melhor… Qual quantidade de tempo você está dedicando para seu projeto? Sabemos que planejar o projeto e depois registrar leva realmente muito trabalho, por isso a Eduqa.me foi construída! Para ajudar a organizar todo esse processo, por exemplo tornando os registros organizados em uma linha do tem em que você consegue visualizar se está estimulando mais matemática, linguagem ou até mesmo o seu projeto, veja:

 

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil, organize seus registros e projetos da maneira mais simples que existe.

A dificuldade de aprendizagem é…

nada mais que o resultado da influência de eventos transitórios na vida da criança. Esses eventos, que antes não existiam, estão interferindo negativamente no ato de aprender.

Esses eventos podem ser de diversas naturezas: mudança de escola, troca de professor, nascimento de um irmão, separação dos pais, perda de uma familiar, falta de sono, problemas de saúde, entre outros.

 

Quer saber mais sobre o assunto?

Acesse Instituto ABCD e aprenda mais sobre o curso de formação “Todos Aprendem”. O curso é para professores e é promovido pelo Instituto ABCD, em parceria como a Seduc – Secretaria de Estado de Educação, por meio do Pacto pela Educação. No curso os professores aprendem a identificar e lidar com alunos que apresentam transtornos de aprendizagem, em especial a dislexia.

Referências:

http://www.institutoabcd.org.br/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Transtornos_de_aprendizagem

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

 

O que são projetos na educação infantil e 4 elementos que NÃO podem faltar no seu projeto
Natureza e Sociedade/Práticas inovadoras/Natureza e Sociedade/Práticas inovadoras
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O que são projetos na educação infantil e 4 elementos que NÃO podem faltar no seu projeto

No cotidiano escolar muito se fala em aprendizagem baseado em projetos.

A proposta com trabalhos baseados em projetos nada mais é do que criar uma sequência didática sobre um determinado tema e trazer desafios criativos que serão desenvolvidos e resolvidos pelas crianças.

As características básicas de um projeto na Educação Infantil é apresentar intencionalidade, originalidade e flexibilidade de trabalho visando e respeitando os estágios do desenvolvimento da criança. A grande intenção é motivá-la à participação ativa.

O projeto oferece à criança a oportunidade de vivenciar e provar aspectos inovadores da sociedade em que ela está inserida, além de prepará-la para a convivência e melhor adaptação social.

Na definição do dicionário:

projeto
substantivo masculino
  1. desejo, intenção de fazer ou realizar (algo) no futuro; plano.
    “O projeto de Edução Bucal para os pequenos será um sucesso”
  2.  
    descrição escrita e detalhada de um empreendimento a ser realizado; plano, delineamento, esquema.
    “p. de pesquisa”

O projeto deve ser considerado como um recurso, uma ajuda, uma jeito de trabalhar com o tema para dar vida ao conteúdo tornando a escola mais atraente.

Significa que o professor deve ter um olhar crítico sobre o conteúdo a ser definido, o objetivo a ser alcançado e as tarefas que serão desenvolvidas e valorizadas pelos aluninhos. Para não deixar passar nada desapercebido a etapa de coleta de evidências das atividades é muito importante! Recomendo o nosso Ebook: Tudo Que Você Precisa Saber Para Avaliar Registros Pedagógicos Na Educação Infantil, aqui você terá um panorama sobre como olhar, analisar e extrair o que tem de melhor nas suas atividades.

 4 Elementos que NÃO podem faltar em um projeto

  1. O Desafio
  2. O Professor Planejador
  3. Alunos protagonistas
  4. O produto final

Abaixo apresento um exemplo de projeto que explora os 4 elementos.

 Projeto Horta na Escola

Nome do Projeto: Horta na Escola

Desafio:  Promover hábitos alimentares saudáveis e apresentar o conceito de sustentabilidade para crianças.

Objetivo(s): Fortalecer os valores alimentares compatíveis com a preservação da alimentação diária e da cultura do país. Sensibilizar e conscientizar as crianças de que a vida depende do ambiente e o ambiente depende de cada cidadão deste planeta.

Duração da Atividade: A horta é uma atividade continuada, portanto não tem tempo de duração, ocorre durante todo o ano.
Professor planejador: o professor deve planejar cada atividade que o projeto deseja abordar e, de antemão, planejar uma sequência didática com objetivos claro.

Professora explica aos alunos que é preciso preparar a terra para plantar as mudinhas.

Alunos protagonistas: as crianças vão pensar em como enfrentar esse desafio e em seguida colocar a mão na massa;

Crianças plantam suas sementes e regam diariamente acompanhando o crescimento.

O produto: apresentação final da produção feita pelos alunos.

Por enfim, explicam o que aprenderam durante o processo e em seguida preparam uma deliciosa e nutritiva salada para a refeição!

Atenção: É preciso estar atento para o que as crianças já sabem e o que elas desejam aprender no momento do projeto.

A metodologia da aprendizagem baseada em projetos é um eixo fundamental para Escolas que desejam fornecer uma Educação atual às crianças.

O projeto é algo que acompanha o indivíduo por toda a sua vida e iniciar-se na primeira infância é oferecer para essa criança um primeiro olhar para as coisas do mundo.

A partir de então as perguntas surgem, a curiosidade o motiva e o ver mais e melhor é uma constante na vida desse indivíduo que já não espera mais as respostas prontas. Pois está disposto a buscar sempre por respostas e se propor a enfrentar as mudanças significativas do mundo em que vivemos.

Ora, se o mercado de trabalho busca pessoas inovadoras e que saibam lidar com projetos, por que não criarmos nossas crianças para enfrentar o mundo em constante mutação?

Para alguns professores registrar é diversão, para outros é dever, mas pra gente da Eduqa.me é a única maneira de lidar com os erros e acertos e ter a chance de resignificar o aprendizado.

A partir dos registros é possível compartilhar com professores de todo o Brasil o que foi uma prática legal e da mesma maneira é possível se inspirar na prática de colegas para tentar mudar algo que poderá ser mais divertido na próxima vez. Já imaginou conseguir reunir fotos, vídeos e textos de seus projetos todos organizados em um único local? Seria uma vitrine e tanto do seu trabalho não é? Mas além disso, facilitaria muito seu trabalho para que faça avaliações da jornada individual de cada criança. Na Eduqa.me essa tarefa é muito simples, com um clique você preserva uma foto, vídeo e também faz anotações individuais das crianças:

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A escrita é uma excelente forma de reflexão, seja para produzir o diário de práticas do professor ou auxiliar mais tarde o professor na hora de criar o portfólio de cada criança. Complementar os registros com fotos e vídeo é melhor ainda não é?

Para criar planejamentos, semanários, projetos e portfólios ainda mais legais, é preciso adicionar dois condimentos especiais: a criatividade e a tecnologia. 

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil. Visite nosso baú de atividades com mais de 5 mil atividades feitas por outros professores que estão no dia a dia da escola.

Reflita e Registre!

  •  As crianças praticam o respeito?
  • Quanto ao vídeo, achou que ajudou? Qual parte mais gostou?
  • A igualdade de gênero na sua sala de aula é algo que acontece?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Por que escolhi ser professor?
Carreira/Formação/Registros
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Por que escolhi ser professor?

Você já se perguntou o que é ser professor?

Muitas vezes, se escuta que ser professor é gostar de criança, é ter paciência, saber desenhar, ter letra bonita, gostar de ler e estudar.

Mas será que isso é suficiente?

NÃO! Ser professor ultrapassa as barreiras do ter ou gostar, é preciso diferentes construções internas; é preciso “SER”.

Os valores, os desejos, a esperança, os anseios, as motivações, a persistência, o respeito, o saber, a honestidade, a perseverança e o comprometimento com o ensinar é que farão a diferença no ato de ser e se constituir professor, e essas habilidades são aprendidas nas complexas relações com o ensino aprendizagem, ou seja, entre o professor e o aluno.

A complexidade em ser professor começa com o processo de escolha da profissão. Muitas pessoas, quando decidem lecionar, não levam em conta o que é ser professor, baseiam-se em preceitos superficiais, como gostar de criança, por exemplo.

Isso é importante, mas não basta! Um professor precisa estudar muito e durante toda a sua carreira, deve se envolver com questões sociais e políticas do país e, mais do que isso, ser um especialista em relações humanas!

A escolha da profissão é uma decisão tomada pelo professor; imagina-se que ninguém o obrigou a fazer isso. Sempre foram de conhecimento público as dificuldades com o educar de modo geral. Então, por que esta escolha?

Responda isso você! Reflita sobre o seu real papel no ato de ensinar, pois ele vai além dos conteúdos programáticos.

professor

É necessário situar o professor naquilo que transcende a sua formação, pois “aprendemos disciplinas sobre que conhecimento da natureza e da sociedade ensinar e com que metodologias, porém não entra nos currículos de formação como ensinar-aprender a sermos humanos” (ARROYO, 2000, p.55), principalmente numa época onde o desrespeito, o bullying e o preconceito se sobressaem tanto.

O professor desempenha um papel tão importante na vida dos alunos, que é incalculável o seu valor. Não importa o quão avançada esteja a tecnologia, o professor nunca será substituído, “já que mais importante do que o conteúdo ensinado é o modo relacional que se vai imprimindo na subjetividade do aprendente”. (FERNÁNDEZ, 2001, p.29).

Ser professor vai muito mais além do que se imaginava, não é?

Reflita sempre sobre a sua escolha.

Sugestão de Leitura: Livro – A aula da xícara: uma experiência sobre a relação professor-aluno. Luciana Fernandes Duque. Lura Editorial: São Paulo, 2015.

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.

Que tipo de Educação você quer dar para as crianças, professor?
Registros/Formação
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Que tipo de Educação você quer dar para as crianças, professor?

que tipo de educação

Esta pergunta é intrigante e pode suscitar a priori duas interpretações: pensar nos métodos e estratégias que vou oferecer aos meus alunos para educa-los de forma que aprendam os conteúdos formais, ou, ir além disso e pensar também em que tipo de pessoas quero formar.

Quando imaginamos uma sala de aula, muitos cenários vêm à tona, principalmente a diversidade que a compõe.

Para muitos, a palavra diversidade parece estar ligada a algo que é visível no outro, ora por aquilo que falta ora pelo que sobra em alguém, mas, neste texto, vamos falar de um assunto que nem sempre é tão explícito pelo que falta ou pelo que sobra, mas pelo que as vezes passa desapercebido pelos olhos do professor.

Vamos falar da inclusão socioeconômica e do contraste social encontrado nas escolas.

Por mais que saibamos que esta realidade existe, quando as diferenças não estão estampadas de forma evidente no rosto das pessoas, parece que elas são ignoradas. Está é uma falsa ilusão e a falsa ideia da homogeneidade que muitos professores ainda insistem em defender.

Somos todos diferentes e únicos, isto por si só derrota a ideia de homogeneidade humana. Aprendemos de formas diferentes, pensamos e gostamos de coisas diferentes e temos também condições socioeconômicas muito distintas.

Estas condições econômicas, em alguns casos, definem e implicam diretamente nos objetivos e propósitos pelos quais a criança frequenta uma escola.

Sabemos que muitas crianças precisam comer, por isso vão a escola; outras ainda quando muito pequeninas, frequentam a escola, pois os pais necessitam trabalhar; e há também aquelas que vão a determinadas escolas para sustentar certos “status” dos grupos sociais do qual os pais fazem parte. Mas há também pais que escolheram as escolas devido aos métodos pedagógicos e pela filosofia do trabalho educacional que oferecem.

Independente do que seja, se desconhecermos os motivos pelo qual cada aluno frequenta a escola, teremos problemas na relação direta com eles e principalmente com suas famílias. Alguns comportamentos dos pais, por mais que sejam estranhos, passam a ser “melhor compreendidos”, uma vez que se conhece os interesses das famílias. Com isso, não quero dizer que a escola deve assumir o papel dos pais, muito pelo contrário, deve partilhar com a família a responsabilidade de educar, mas perceber os limites que envolvem estas relações entre família-escola.

escola

Por conta das desigualdades sociais existentes, há um consenso entre as pessoas ao achar que nas escolas públicas estão os alunos menos favorecidos e nas escolas particulares estão os mais favorecidos financeiramente.

No caso do Brasil, isso tem uma certa verdade pela forma cultural e econômica em que o ensino está organizado, mas na Europa por exemplo, não é bem assim que funciona; as escolas públicas europeias têm grande prestígio e muitas famílias privilegiadas economicamente optam por matricularem os seus filhos nestas instituições.

É bastante curioso e interessante observar esta diversidade socioeconômica dentro de um único espaço. A mãe empregada de mesa e um pai empresário debatendo, nas reuniões de pais, melhorias para a escola dos seus filhos. Existem problemas causados pelas condições econômicas? Sim, como em todo lugar, mas como o objetivo é zelar pela educação de qualidade para os filhos, essas diferenças não são soam como  problema, não nesse cenário.

O preconceito é algo ensinado pelo adulto. As crianças são ensinadas a selecionar seus amigos pela ótica do adulto.

As escolas particulares no Brasil, nem sempre ilustram este cenário separatista que está na mentalidade das pessoas. Muitos pais fazem grandes sacrifícios para dar o melhor para os filhos; e para eles, o melhor, é uma educação de qualidade que supostamente acham que vão encontrar nas escolas particulares.

Digo supostamente, pois classificar se uma escola é boa ou ruim devido ela ser pública ou privada é mais um erro. Há boas escolas públicas e há boas escolas particulares, assim como também há más escolas independente de serem públicas ou particulares.

Isto parece ser óbvio e até redundante, mas você já parou para se perguntar o que é uma boa escola? ou o que faz de uma escola ser boa ou não?

Podemos construir um ótimo livro só com as respostas para estas perguntas, mas a reflexão que se quer aqui vai mais além do que a escola deve ter ou fazer para ser boa, mas sim da sua essência. Por isso, o título deste texto começou por questionar: que tipo de educação você quer dar para as crianças, professor?

Podemos brincar com esta pergunta e criar tantas outras… que tipo de cidadão você quer formar? que tipo de pessoa você quer ajudar a constituir? Não se tem aqui a pretensão de dar respostas, mas pensar em alguns caminhos a partir da diversidade socioeconômica encontrada nas escolas.

Esta diversidade aumenta o desafio do professor em sala de aula, pois os conteúdos não podem ser mais a preocupação exclusiva; valores como respeito ao outro e às diferenças passam a ser tão importantes quanto o aprender formal, aliás, estes são aspectos que propiciam uma melhor interação, comunicação e por fim um melhor aprendizado.

Infelizmente, ouve-se nos corredores das escolas crianças discutindo: “meu pai tem dois helicópteros e o seu não tem nenhum”; “você é pobre, por que estuda nesta escola?”. Estas atitudes incentivam e aumentam a prática do bullying e de outros maus comportamentos que não colaboram com a construção de uma boa escola e também da aprendizagem das crianças.

escola alto nível

As desigualdades sociais encontram-se em níveis variados dentro das escolas, por exemplo: a criança rica e a muito rica, a criança pobre e a extremamente pobre, e outros espaços onde se tem um pouco de tudo. Não é somente pensar nos extremos, mas nestas variações dentro de cada classe social. Estes problemas trazidos pelas dificuldades em lidar com a diversidade socioeconômica dá a oportunidade ao professor de falar e ajudar as crianças na construção da sua identidade e autonomia.

Trazer para dentro da classe as diferenças existentes entre os alunos e potencializa-las para o conhecimento é uma boa estratégia. Uma criança que vende doces no farol, tem com certeza, muita experiência com a matemática e isso pode ser levado para a sala de aula, para a criança ressignificar e protagonizar a sua aprendizagem.

escola brasileiraDesta mesma forma, a criança dos helicópteros tem uma vivência a ser partilhada que vai além do ter mais ou menos um bem material, e isso, com criatividade, pode virar uma rica experiência para todos.

Cada vez mais, as crianças mostram dificuldades em superar o seu egocentrismo inicial, pois são ensinadas a serem egoístas, quando desprezam e julgam uma condição social diferente da sua.

A escola é o espaço mais rico para que estas realidades se cruzem e coloquem a criança numa posição de conflito frente aos seus valores, conhecimentos e personalidade, que a priori é constituída pela família. Isso é saudável para o seu desenvolvimento psíquico, mas se não for bem assistida pode ser um risco para as relações sociais e para o desenvolvimento pessoal das próprias crianças.

A escola precisa se importar com as diferenças sociais e entender que este problema também é seu. A escola representa a população e se julgamos que a sociedade está ruim é porque de alguma forma a escola contribui com isso, quando finge, por exemplo, que não é um problema seu, as crianças se desrespeitarem.

O que quero dizer com isso é que o aluno que está em nossas classes hoje, poderá ser o médico que cuidará de nós amanhã, ou o professor que dará aulas para o nosso filho no futuro, enfim, está em nossas mãos transformar os problemas da desigualdade em oportunidades de construir uma sociedade melhor.

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.

Professor, qual a diferença entre “ver” e “olhar”?

Estudar e conhecer metodologias não faz um professor. Empatia é fundamental (foto: The Pixel Project)

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Professor, qual a diferença entre “ver” e “olhar”?

Fevereiro é um mês de recomeços dentro da escola. Para o professor, além do planejamento das aulas, esse também é o momento ideal para revisar e refletir sobre as práticas do ano anterior – e o que se pretende mudar no próximo período letivo. 

A psicopedagoga Luciana Fernandes Duque, que colabora mensalmente com o Na Escola, inaugura 2016 com um texto sobre a diferença entre o “ver” e o “olhar”. Qual dos dois você exercita ao observar sua classe? Sua resposta faz toda a diferença: Afinal, um olhar atento e empático pode contribuir profundamente para o desenvolvimento das crianças e com sua realização profissional.

Em meio à rotina corrida, o professor consegue olhar para cada aluno individualmente? (foto: Framepool)

Em meio à rotina corrida, o professor consegue olhar para cada aluno individualmente? (foto: Framepool)

Meu primeiro texto do ano propõe o pensar sobre o “ver” e o “olhar”. A princípio, as pessoas acreditam que essas palavras sejam sinônimas, mas, ao nos aproximarmos do que cada uma delas nos diz, as diferenças são notáveis.

É interessante pensar que o “ver” e o “olhar” se completam, já que, para olhar, antes, é preciso ver. Contudo, há pessoas que, por exemplo, “veem com as mãos” ou “olham com o coração” – o que é justamente sobre o que se trata essa reflexão: Encontrar uma forma diferente de olhar.

Ver está ligado às habilidades fisiológicas da visão.

Olhar está ligado às habilidades sensitivas, afetivas e sociais.

O ver é rápido, ágil, desatento. Já o olhar é devagar, profundo, reflexivo e até empático.

Quantas vezes em nosso cotidiano olhamos para os nossos alunos, suas famílias e, principalmente, para nós mesmos? Se estamos sempre com pressa, atrasados, atarefados, acabamos tendo pouco tempo para essa pausa. Resumindo: Vemos muita coisa, mas olhamos para poucas.

É preciso despertar para o que realmente importa. Claro, há uma série de âmbitos importantes na sua vida, e nem todos dizem respeito à sala de aula: Família, saúde, amizades, valores. Nesse texto, porém, o foco é o próprio professor.

Estudar e conhecer metodologias não faz um professor. Empatia é fundamental (foto: The Pixel Project)

Estudar e conhecer metodologias não faz um professor. Empatia é fundamental (foto: The Pixel Project)

Não basta cumprir uma lista de pré-requisitos: Gostar de crianças, ter paciência, ler e estudar muito. Ser professor ultrapassa as barreiras do ter ou do gostar. São necessárias diferentes construções internas, é preciso ser. Muitas pessoas, quando escolhem a profissão de docente, não levam em conta o que é ser professor, baseando-se apenas em preceitos superficiais, mas deixando de analisar a complexidade do papel de educar.

Ser professor está, além de em realizar as tarefas que já conhecemos, em ser um especialista em relações humanas. É mais do que o conteúdo programático ou método de ensino, é saber olhar para os alunos e para as relações estabelecidas através do processo de ensino-aprendizagem. Como digo no meu livro A aula da xícara: uma experiência sobre a relação professor-aluno:

“A rotina faz parte do dia-a-dia em sala de aula, mas a monotonia não! […] transforme momentos simples em grandiosos,  pequenas atividades em grandes eventos simbólicos, tendo a atenção e o olhar para o outro como um princípio”.

Portanto, o professor deve se reconhecer como protagonista fundamental da educação e praticar o que tem de melhor: o olhar para o aluno e para si mesmo. Para isso, é preciso um despertar: “Não sei como preparar o educador. Talvez porque isso não seja nem necessário, nem possível… É necessário acordá-lo […], pois eles não se extinguiram […] Basta que os chamemos de seu sono, por um ato de amor e coragem… e talvez acordados, repetirão o milagre da instauração de novos mundos”. Essa é a mensagem da contracapa do livro Conversas com quem gosta de ensinar, de Rubem Alves.

Não são críticas ou verdades absolutas, mais, sim, chamados. Chamados para o princípio. Chamados para que você relembre: Por que começou essa jornada? Ter essa missão clara auxilia o professor em sua rotina. Somente assim ele consegue desempenhar o papel que lhe cabe, importante tanto na vida dos alunos quanto para a sociedade. Quando o professor é capaz de perceber, conviver, incluir, seu valor é incalculável.

O olhar é também prender a atenção, pensar sobre o outro e valorizá-lo. Pratique-o. Afinal, fazer a diferença positivamente na vida de alguém, através da profissão que se escolheu, torna o trabalho ainda mais prazeroso. Boa reflexão!

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpage Luciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.