A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOLIDARIEDADE ÀS CRIANÇAS

Fonte: blog oxfamintermon

Atividades/Rotina pedagógica/Socioemocional
0 Comments

A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR SOLIDARIEDADE ÀS CRIANÇAS

Fonte: Google

Como você pode ver, no quadro acima, a palavra solidariedade tem vários significados. E em todos esses significados o grande conceito é o ato de ajuda ao próximo sem esperar algo em troca. Portanto, ser solidário é possuir empatia pelo sofrimento do outro.

Diante disso, a pergunta que fica é:

Qual a importância de ensinar solidariedade para seus filhos e alunos?

A visão tradicional da educação, em termos gerais, restringe-se a ensinar conteúdos objetivos direcionados a preparar crianças e jovens para exercerem alguma profissão, certo?

Certo. Mas, além disso, o entendimento de educação tem sido alterado com a mudança de hábitos da população, onde uma parcela considerável de pais tem terceirizado a educação somente para as escolas e é aqui que começamos a ter um gargalo na demandas que recebemos dos pais e das Escolas.

Todo educador sabe que a educação vai muito além de matérias e conteúdos objetivos definidos pelo MEC; como matemática, português ou história. Quando abordamos o tema “Educação”, precisamos entender que educar é transmitir valores e conhecimentos, objetivos e subjetivos, não é mesmo?

Valores subjetivos

No contexto em que vivemos, onde as inovações transformam a maneira como nos relacionamos, como trabalhamos e como lidamos com as constantes e abruptas mudanças de paradigmas, o ato de educar ganha proporções ainda maiores e esse valores subjetivos também.
Educar é, acima de tudo, ajudar um ser humano a ser capaz de tornar o mundo um lugar melhor, que possa compreender a inteligência emocional e consiga relacionar com o ecossistema em que ele está inserido, respeitando todas as formas de vida existentes.

Que compreendendo as suas emoções e necessidades possa, também, compreender a inteligência estratégica e executora, para ser capaz de reaprender conceitos, agir para alcançar objetivos e contribuir para transformar o estado do mundo.

E isso nada mais é que o conceito que vimos ali em cima. Isso é solidariedade pura, gente! E é por isso que é tão importante praticar e ensinar a solidariedade para seus alunos e filhos, a criança aprende a relacionar-se com o mundo reforçando valores como respeito, amor, responsabilidade, compaixão, valores esses indispensáveis para a construção do caráter e para um cidadão consciente.

Solidariedade na Prática

Uma prática interessante para ensinar solidariedade é conectar as crianças, o mais cedo possível, com o trabalho de ONGS de causas diversas.

Educar crianças estimulando-as a interagirem com animais abandonados, com outras crianças com alguma deficiência ou limitação, por exemplo, amplia o universo a ser conhecido e absorvido pelas crianças, bem como sua capacidade de assimilar diferenças e potencializar sua afetividade.

Fonte: R7

A evolução das gerações tem soprado que as futuras gerações serão de uma sensibilidade completamente superior que a geração X, por exemplo. Esse jovens, chamados de Millenials já são uma geração mais abertas às novidades, sem um sentimento grande de posse e que se permitem errar mais e, consequentemente,errando mais aprendem muito mais.

Outro ponto bem interessante é que há muito mais descolamento (desassociação) das gerações anteriores e, justamente por isso, vivemos um momento de maior transformação em várias áreas da sociedade, como a política e até mesmo a relação e concepção do emprego.

Cito como exemplo o empreendedorismo. Ele é muito mais discutido e incentivado do que em gerações anteriores – o empreendedorismo social – aparece como um expoente, transformando a forma como negócios se relacionam com a sociedade, dando surgimento a empresas comprometidas em cuidar do mundo.

Desafio

Quanto maior a transformação, maior a responsabilidade. Com tanta tecnologia, tanta informação e tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo o que falta mesmo é aprofundar as relações.Um dos grandes desafios das próximas gerações será manter interações reais e significativas que vão nutrindo, no cotidiano das pessoas, os valores que foram ensinados em sua infância. Isso porque caminhamos para um mundo cada vez mais digital e menos físico, onde as relações podem tornar-se cada vez mais superficiais.

E é por essas e outras que ensinar a solidariedade às crianças acaba sendo uma “matéria”obrigatória.

Afinal de contas, ensinar solidariedade para as crianças é garantir que iremos nutri-las com experiências benéficas e profundas para que elas possam levar consigo valores importantes por todo seu crescimento e evolução.

Gostou? Não tem como não gostar, não é mesmo? Aproveita para entrar na Eduqa.me e criar materiais que podem ser compartilhados com outros professores de todo o Brasil.

Comece a fazer seus semanários na plataforma Eduqa.me e tenha mais facilidade na hora do planejamento. Além de fazer isso em poucos minutos você vai se encantar com os registros individuais.  

Clique aqui e teste grátis!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 


Texto co-criado com Lucas Borges, fundador da Risü, plataforma que disponibiliza cupom de desconto de mais de  300 lojas online e transforma compras em doação para ongs. É consultor de inovação e empreendedorismo social. Eleito como Jovem Empreendedor Social do Ano, em 2016 pelo Prêmio Laureate e pela International Youth Foundation. É membro Global Shapers, uma  iniciativa do World Economic Forum.

 
 
TÉCNICAS TEATRAIS PARA O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Fonte: Fernanda Sanches

Carreira/Práticas inovadoras
0 Comments

TÉCNICAS TEATRAIS PARA O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

Falar do professor de educação infantil é quase falar de um ator do teatro gestual.

Já reparou como um professor se utiliza do corpo e do movimento para contar uma história?

Na hora de fazer uma roda de leitura ele precisa projetar sua voz, criar uma linguagem corporal e interpretar vozes e personagens de um livro como se estivesse diante de uma plateia inteira no teatro. Só que o grau de dificuldade é maior, pois esses expectadores ainda não sabem fazer o silêncio e nem prestar bastante atenção.

O professor cria a dramaturgia através do corpo das personagens, através do planejamento e dos registros. Ele é o diretor, o cenográfo e também o ator que está sempre buscando ilustrar intenções e situações.

A arte de improvisar

Ah, e o improviso! Claro que esse é peça fundamental.

A partir de improvisações teatrais e gestuais, os professores vão, progressivamente, escrevendo a história das crianças e educando. E essa educação nos permite, enquanto crianças, escolher imagens e movimentos que estabelecem relações como o espaço, com o outro e com os objetos, e nos ajudam a manipular corpos e cores e é assim que surge o aprendizado.

Mas peraí, na faculdade de pedagogia a gente não estuda nenhuma dessas técnicas teatrais, não é? E é por isso que as vezes sentimos dificuldade na hora de fazer a roda de leitura e contar aquela história. A garganta dói, as crianças não param quietas e você fica se perguntando porque quando tem aniversário e a contadora de história aparece e encanta aquelas crianças todas?

Parece magia, não é? Foi por isso que fomos conversar com quem mais entende do assunto: uma atriz e professora!

A Fernanda Sanches é atriz, comunicadora e professora de teatro e comunicação e fez para a Eduqa.me uma intervenção na Bett 2017.

A Fernanda fazendo uma intervenção na Feira Bett Brasil Educar 2017. Ela estava interpretando uma cigana que lia o futuro pedagógico dos gestores e professores que transitavam pela feira.

Fernanda, conta pra gente! Como o professor pode utilizar essas técnicas para aprimorar seu trabalho em sala de aula?

4 técnicas que são fundamentais para o professor usar como ferramenta em sala de aula

O instrumento de trabalho do ator é composto por seu corpo, sua voz e suas emoções, e para manter esse complexo instrumento sempre expressivo é fundamental que ele pratique exercícios que aprimorem sua expressidade, sua potência vocal, sua consciência corporal e sua mente saudável.

O trabalho do professor não é diferente do ator pois ele também usa seu corpo e voz para ensinar e sua expressividade para se comunicar da melhor maneira possível com seus alunos; especialmente os professores de educação infantil, visto que a criança aprende muito mais quando o professor usa de saberes sensorial, afetivo e emocional nas suas aulas.

Esse aprimoramento da expressividade, inspirado em técnicas teatrais, jogos colaborativos, e vivências com a dança, eu ensino de forma totalmente prática em meus workshops de comunicação.

Leia mais sobre Dançoterapia na Educação Infantil

Exercícios que funcionam com mais os diversificados públicos e são fundamentais para instrumentalizar o comunicador, o professor e toda pessoa que queira se comunicar de forma mais profunda e eficiente com seu público.

Dito isso, aqui vou explorar os quatro exercícios que costumo passar de “lição de casa” para meus alunos e tenho certeza que vai ajudar bastante os professores na hora de se comunicar com os seus alunos!

#1 Perca o automatismo

Uma das coisas mais importantes para uma boa comunicação é saber estar presente. Estar completamente presente no momento em que estamos diante de uma platéia faz toda diferença para atrair a atenção do público e colocar claramente nossas idéias.

O excesso de automatismo em nosso dia a dia, faz com que não prestemos atenção em nossas ações cotidianas e isso vai minando a capacidade de desenvolver o nosso estado de Presença. Uma das histórias mais famosas entre os atores é a de um grande cineasta, que quando queria escolher um ator para o seu filme pedia apenas um único teste: Que o ator bebesse um copo de água. O ator que conseguisse executar essa simples ação com a concentração e atenção total ao ponto de fazê-lo acreditar que ele estava realmente com sede era o escolhido pelo diretor.

Legal, né? Para desenvolver a habilidade de estar presente e perder o automatismo, eu sugiro que você faça o seguinte exercício:

Durante um dia inteiro, escolha três ações habituais do seu dia a dia e as faça de modo totalmente consciente e lenta, prestando atenção a cada gesto que você usa para tal ato, sem deixar a mente divagar para nenhum outro assunto. Para ajudar você pode narrá-los mentalmente. Quais ações? Beber água, escovar os dentes, abrir e fechar a porta, vestir-se.

O exercício parece simples mas sua mente tentará diversas vezes pensar em outro assunto mais “importante”: a conta para pagar, a reunião que virá, etc. Volte a sua atenção quantas vezes for necessário para cumprir essa tarefa.

Com o hábito de desautomatizar suas ações cotidianas, você terá maior domínio de sua presença ao se comunicar com o seus alunos.

#2 Escute o seu corpo

Uma das preocupações que costuma surgir quando estamos diante do público se resume nessa pergunta: “Onde coloco a minha mão?” Essa pergunta que se repete internamente dentro de nós demonstra o estado de ansiedade que ficamos quando estamos inseguros diante de uma platéia.

A insegurança faz a gente se sentir desajustado ao nosso próprio corpo e com isso começamos a usar inconscientemente nossos vícios e muletas corporais, como mexer as pernas, andar pra lá e pra cá, gesticular sem motivo, criar tensão no pescoço, etc… A falta de consciência corporal causa cansaço excessivo, porque acabamos sobrecarregando partes do nosso corpo que poderiam estar relaxadas, mesmo estando ativas.

Esse exercício de consciência corporal pode ser feito em qualquer ocasião em que você está esperando; na fila de banco, dentro do ônibus, dirigindo no trânsito…

Visualize cada parte de seu corpo, de forma tridimensional, do osso até a pele, começando pelos pés e indo até à cabeça. Simplesmente visualize-se internamente. Quando a gente coloca nossa atenção em cada parte de nosso corpo, essa atenção faz uma espécie de massagem imaginária e tira a tensão que possa estar em algumas partes do corpo ao passo que traz à atividade outras que ficam completamente esquecidas. Nesse “raio-x” imaginário você pode descobrir, por exemplo, que sempre se apóia na mesma perna quando está em pé, prejudicando um lado do quadril, que costuma deixar um ombro mais alto que outro por causa da bolsa, que sua má postura pode estar machucando sua lombar, etc…

Além de relaxar e gerar concentração, esse exercício faz com que você comece a detectar os sinais de desconforto que seu corpo te mostra todo dia, mas que na correria você acaba não os escutando.

#3 Conheça sua voz

A Expressão vocal é uma das maiores características do ser humano e provavelmente a mais usada, imagina para você que é professor?!

Nós falamos o tempo todo, em diversas ocasiões e com propósitos diferentes, mas poucos de nós conhecem realmente a própria voz. E muitos dos que a conhecem não gostam ou tem vergonha de se escutar.

Porque temos dificuldade de encarar uma das coisas que mais demonstra nossa identidade, que é a nossa voz? E como podemos melhorá-la, caso ela não nos agrade? O primeiro passo para toda a mudança é o reconhecimento.

Para conhecer sua voz, esse simples exercício pode ajudar:

Escolha um dia em que você esteja sozinho e com tempo, pegue o gravador do seu celular e grave sua voz por meia hora. De diversas formas diferentes: Fale com sua voz usual, fale em tons mais graves, em tons mais agudos, de forma corriqueira, formal, lendo um artigo em voz alta, brincando com vozes de personagens, de criança, etc… Após gravar por um bom tempo, respire fundo e comece a escutá-la. Você terá muitas reações no começo: vontade de parar, vontade de rir, vergonha, estranhamento, surpresa. Continue.

Ao final da gravação você estará mais acostumado a ela, e poderá avaliar que tipo de sensação você sentiu ao escutar sua voz e qual das “versões” de si mesmo você gostou, qual te incomodou e porquê. É um ótimo trabalho de reflexão que pode ser aprofundado na prática em aulas de teatro e comunicação.

#4 Zere a mente através da respiração consciente

A melhor coisa que existe em nosso corpo é a capacidade de respirar. A respiração consciente coloca tudo no lugar, de emoções a pensamentos.

A boa respiração oxigena o cérebro e ele funciona infinitamente melhor. Muitas pessoas confundem uma respiração consciente com uma respiração exagerada, intensa, peitoral, o que causa um efeito completamente inverso, gerando ainda mais ansiedade. A respiração consciente é lenta, sutil, diafragmática e todos nós nascemos aprendendo a fazê-la, basta olhar como os bebês respiram que você verá como fazer. Uma das vantagens da respiração consciente é usá-la para entrar em um estado de “zerar a mente”, que é uma técnica fantástica para quem lida com diversos públicos e se utiliza bastante de memorização durante um único dia, como acontece com o professor.

O ator, exatamente antes de entrar em cena, precisa criar esse estado de zerar a mente mesmo que ele tenha um monólogo inteiro para falar, pois se ele ficar querendo relembrar todo seu texto antes de entrar em cena, sua mente ficará confusa e ele fracassará. Esse estado de Estaca Zero trazido pela respiração lhe traz uma extrema confiança no seu potencial e gera uma maior escuta e troca entre ator e platéia, professor e alunos .

Para aprender a zerar a mente através da respiração, proponho esse exercício:

Imediatamente antes de entrar para dar aula, pare tudo que está fazendo por apenas dois minutos. Mantenha-se confortavelmente sentado em uma cadeira ou em pé, com a postura ereta e respire profundamente. Inspire pelo nariz lentamente. Segure por um segundo a respiração e expire lentamente pela boca.

Sinta bem os seus pés no chão, como uma âncora e o topo da cabeça voltado para o alto, como uma flecha. Esqueça as suas certezas, teorias, argumentos e anseios. Faça sua mente ficar absolutamente zerada durante esses minutos e concentre-se apenas em sua respiração. Faça esse exercício três vezes seguidas. Depois simplesmente continue seu trabalho e observe se houve alguma mudança no seu modo de agir e reagir durante a aula.

A experiência de voltar à estaca zero traz jovialidade ao ato de ensinar e maior prazer em executar trabalhos de rotina, tornando cada dia de trabalho um novo dia, como se fosse a primeira vez, assim como os atores fazem quando estão com uma peça em cartaz!

Essas foram algumas dicas que eu pratico cotidianamente em minha vida profissional. Elas exemplificam bem como as técnicas teatrais podem te ajudar a se expressar melhor. Adoraria receber o feedback de quem se interessou e agora que você já sabe essas técnicas de teatro, que tal fazer seu planejamento de roda de leitura na Eduqa.me? Tenho certeza que você vai adorar se inspirar nas técnicas de voz e de corpo e que muitas ideias boas surgirão daí.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Até a próxima!

Fernanda Sanches é atriz, comunicadora e professora de teatro e comunicação. Para conhecer seus trabalhos e workshops visite: fernandasanches.com

EXEMPLO DE SEMANÁRIO COMPLETO E RÁPIDO
Semanários
0 Comments

EXEMPLO DE SEMANÁRIO COMPLETO E RÁPIDO

O planejamento, como já discutimos anteriormente, exige constantemente reflexão, observação, estratégias e avaliação.

Essa proposta permite entender a realidade envolvida no processo de aprendizagem de maneira global e por esta razão precisa partir do trabalho coletivo, de todos os envolvidos.

Quando o educador pensa e elabora este planejamento, muitas vezes esquece de contemplar em seus pensamentos aspectos importantes: o projeto pedagógico produzido por todos os membros da equipe, a faixa etária e necessidades das crianças (suas histórias, famílias…), o tempo e o espaço para as atividades serem realizadas, bem como os materiais a serem utilizados e os modos de organização de cada uma delas.

Leia mais em Como elaborar projetos na Educação Infantil.

Co-criação

O processo coletivo e o planejamento deve ser compreendido como ferramenta de diálogo entre a escola, os educadores, as crianças e a família. Isso mesmo! Ao propor uma nova abordagem em que buscamos novos valores, novas habilidades e atitudes, construção de conhecimentos atrelados às novas práticas; precisamos considerar um professor ativo e participativo, assim como os alunos e suas famílias.

Leia mais em 7 estratégias para promover a aproximação da família com a Escola.

Personalizar é preciso!

Nessa concepção, leva-se em consideração o fato das pessoas aprenderem de forma diferente, porque têm tempos diferentes de aprendizagem, implica em variar o encaminhamento metodológico e criar oportunidades diferentes para cada criança. Busca-se dessa maneira, elaborar estratégias que exijam visão global de todo o processo de aprendizagem, articulação dos conteúdos com objetivos, currículo, faixa etária dos alunos; tempo, espaço e materiais.

Leia mais em Personalização do Ensino na Educação Infantil

Projetos, sequências didáticas, atividades permanentes e de sistematização são mecanismos que utilizamos nessa elaboração, essenciais para elaboração posterior do semanário e da documentação pedagógica.

Mas como organizá-los, como encaixá-los ao longo do ano?

Minha sugestão é que você organize todos os seus semanários na Eduqa.me! Isso mesmo, acesse http://www.eduqa.me/ e clique em testar agora.

Assim que estiver cadastrado você verá a seguinte barra lateral:

Será a partir desses ícones que você poderá começar a construir um semanário digital coerente com as suas necessidades e com as necessidades dos seus alunos.

Vou explicar cada um desses ícones e a partir disso você verá como é simples e fácil fazer seu planejamento e registro pedagógico.

Vamos lá?

Planejamento: 

Aqui é o lugar ideal para você começar a planejar sua semana.

Veja na imagem abaixo como é simples. Você poderá escolher os horários e as atividades que acontecerão e também poderá baixar esse documento bem colorido e organizado clicando no canto superior direito “baixar PDF”.

Se estiver inspirado já pode planejar o mês inteiro e depois, se precisar, pode editar tudo a qualquer momento, a qualquer lugar.

Semanário da Professora Deborah

Registros: 

Enquanto a aula acontece você está ali com seu caderno e celular registrando, certo? Depois tem que chegar em casa e separar todo esse material para então ligar o computador e gastar um tempo considerável separando as fotos dos seus alunos das suas fotos pessoais. Bom, isso não é nada legal! Sem falar na quantidade de papel que se perde e as informações que vão junto deles.

A minha sugestão é que você inove e comece a fazer os registros de um jeito super diferente. Imagina que legal você poder fazer seus registros sem usar a memória do seu celular.

Incrível, não é? Basta clicar em registro e pronto! Faça os registros por fotos, vídeos ou textos.

Minhas turmas: 

Ora, tudo que você faz é destinado para alguma turminha, certo? Pois é, aqui você vai adicionar seus alunos e quantas turmas você tiver. Depois disso basta para fazer registros  individuais/específicos e trabalhar a personalização do ensino.

Áreas do conhecimento: 

Na Eduqa.me você define as cores das áreas de conhecimento da sua escola, com cores indicativas fica fácil identificar quais áreas do conhecimento estão sendo mais estimulando que outras.

Caso sua Escola use outra organização que não seja a do PCN- Parâmetro Curricular Nacional, não tem problema basta adicionar a área do conhecimento. Isso também vale para as Escolas que trabalham com projetos e outras nomenclaturas que não a do MEC.

Baú de Atividades:

Esse é o lugar ideal para você encontrar atividades prontas! Isso mesmo, aqui você pode se inspirar e inspirar outros professores de todo o território nacional.

Clique em buscar em “meu baú” ou no “Baú de Atividades” e divirta-se!

Convidar Família:

Seu aluno teve um desenvolvimento incrível na atividade e você fez aquele registro que todo pai gostaria de ver. Que tal compartilhar com a família ?

É possível também centralizar aqui seus portfólios e se livrar de gastar tanto tempo produzindo esse material.

Ah, sabe aquele aluno especial que será encaminhado para um terapeuta ocupacional, psicólogo ou fonoaudiólogo. Que tal compartilhar material pedagógico e registros para que eles consigam ter material de estudo e possam progredir junto à escola?

Faz seu cadastro. Corre lá e já comece sua semana organizando tudo sem perder tempo.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

A criança de ontem
Desenvolvimento Infantil/Registros/Formação
0 Comments

A criança de ontem

Será que a criança de hoje e igual a criança de ontem?

Fazendo um exercício bem rápido… a sua criança se parece com a criança que sua mamãe foi?

É, parece que as infâncias estão cada vez mais distintas e essa é uma discussão que dá pano pra manga e mexe fundo com as nossas emoções, não é verdade?

Leia: Uma viagem no tempo: as lembranças do aluno que fui

O Ser Criança

De acordo com uma importante autora da área da infância, Clarice Cohn, para que possamos nos aprofundar nesta discussão, precisamos nos desvencilhar de antigos conceitos (como a ideia da “tabula rasa”, da inocência fundante da criança, de que elas são “o futuro” e não o presente, tornando-as “pequenos adultos”) e abordar o universo da infância, compreendendo o que é ser criança e como podemos contribuir de modo a favorecer e potencializar o seu desenvolvimento nesses primeiros anos de vida.

A mudança de paradigma se dá, uma vez que passamos a invés nos anos iniciais, evitando esperar pelo que ela virá a ser. Sabemos que os primeiros anos de vida se constituem como um período de grande relevância, sendo concebidos como “janelas de oportunidade” para o desenvolvimento de todas as áreas (cognitiva, física, afetiva e socioemocional).

As experiências vividas pela criança, nesse período, marcarão para sempre a sua vida. Por tudo isto, resolvemos discutir melhor alguns aspectos relevantes sobre o “ser criança”.

Na Idade Média, a criança era vista como diferente do adulto apenas por atributos físicos, como pelo seu tamanho e/ou força, sendo concebidas como ”adultos em miniatura”.

Tão logo terminavam de mamar e começavam a andar de modo mais independente, as crianças eram inseridas no universo adulto sem qualquer distinção. Participavam do cotidiano dos adultos, de seus assuntos e, muitas vezes, de suas responsabilidades. Até suas roupas assemelhavam-se às dos adultos. Nessa época, não havia o que os autores chamam de “sentimento de infância”, caracterizado pela consciência das particularidades dessa etapa do desenvolvimento, com diferentes modos de pensar e sentir e com diferentes necessidades, que se distinguem essencialmente do universo adulto.

Rosa e Azul (alternativamente intitulada As Meninas Cahen d’Anvers) é uma célebre pintura a óleo sobre tela do artista impressionista francês Pierre-Auguste Renoir. Produzida em Paris no ano de 1881, a obra retrata as irmãs Alice e Elisabeth, filhas do banqueiro judeu Louis Raphael Cahen d’Anvers. É considerada um dos mais populares ícones da coleção do Museu de Arte de São Paulo, onde se encontra conservada desde 1952

Nesse momento sócio-histórico, a criança era vista como um contraponto do adulto, considerando o seu papel na sociedade, suas ocupações, participações e responsabilidades que eram pautadas nas responsabilidades da vida adulta.

A partir do século XVIII, com as reformas religiosas, o “sentimento de infância” começa a ser desenvolvido. A afetividade no contexto familiar ganha um maior destaque. A criança passa a ser concebida como um ser social e assume uma participação maior nas relações familiares e na sociedade, passando a ser vista como um indivíduo com características e necessidades próprias, diferenciadas do adulto.

É reconhecida como inocente, ingênua e graciosa, e ao mesmo tempo como imperfeita e incompleta. O trabalho foi gradativamente substituído pela educação escolar, que também assume um importante papel, o de “formar para o futuro”. Assim, a criança passa também a ser concebida como “um investimento futuro”, de maneira que, mais uma vez não é valorizada em suas características e necessidades atuais.

A partir de então, surgem, cada vez mais, estudiosos preocupados em compreender diferentes aspectos do desenvolvimento infantil, considerando ações pedagógicas, de saúde, privilegiando aspectos emocionais, da dinâmica familiar, bem como seu papel na sociedade.

Leia também: Mas, afinal, o que é infância?

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino-aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais  fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro de maneira simples.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

Mas, afinal, o que é a infância?
Registros/Identidade e autonomia
0 Comments

Mas, afinal, o que é a infância?

Esta e outras perguntas relacionadas à infância normalmente promovem uma grande e profunda reflexão em nós, profissionais que lidamos com crianças, nos levando às mais variadas respostas.

O que é infância?

A infância é uma área de estudo multi disciplinar e extremamente abrangente. Diversas perspectivas podem ser adotadas para compreender este vasto universo. Portanto, é necessário recorrermos a fontes cuidadosas, baseada em estudos científicos, que nos auxiliarão a percorrer este fascinante mundo da primeira infância.

Durante muitas décadas, o conhecimento sobre o desenvolvimento infantil foi limitado, gerando uma visão restrita e/ou, enviesada da criança.

Adultos em miniatura

Por exemplo, na antiguidade, os gregos utilizavam palavras ambíguas para classificar qualquer pessoa que estivesse em um estágio entre a infância e a velhice, não havendo, portanto, uma diferenciação nas etapas do desenvolvimento infantil. Ainda, na idade média, as crianças eram consideradas “adultos em miniatura”.

Muitos teóricos acreditavam que crianças eram como uma “tábula rasa”, comparando-as a uma folha de papel em branco, que nasce sem “nada escrito” e que é “preenchida” (ou determinada) somente pelas suas experiências pós-nascimento. Essa concepção de desenvolvimento é chamada de “ambientalista”.

Há também a chamada concepção “inatista” que, ao contrário, vai defender que tudo As diferentes concepções do que é ser criança ao longo do tempo e de como o sujeito será é determinado por fatores genéticos e que, ao nascer, todas as potencialidades da criança já estão pré-determinadas. Há ainda uma terceira concepção de desenvolvimento, que hoje tende a ser mais aceita, que é a concepção interacionista ou sócio-interacionista, que considera as influencias (ambientais, sociais e biológicas) na constituição do sujeito e em seu desenvolvimento.

Assim, consideramos importantes as tendências genéticas e as características biológicas do bebê ao nascer, mas as experiências que ele viverá e as relações sociais e afetivas que estabelecerá terá um papel fundamental no curso do seu desenvolvimento, em todas as suas dimensões (cognitiva, afetiva, social e física). De acordo com os estudos da Psicologia do Desenvolvimento, a infância é um período de mudanças bio-psico-sociais que vai desde o nascimento até o ingresso na puberdade, por volta dos doze anos de idade.

É um período de profundas transformações que serão fortemente influenciadas pelas experiências que as crianças irão viver ao longo desse período. Esta mesma definição é adotada por autoridades no assunto, como a Convenção sobre os Direitos da Criança, aprovada pela ONU em 1989, e também pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A criança de ontem e o que é ser criança hoje?

As características da infância mudam com o tempo em função das diferenças sócio-culturais, econômicas e geográficas de um dado contexto histórico.

 

Portanto, a criança de hoje não é exatamente igual à do passado, nem será igual à que virá nos próximos séculos, uma vez que os contextos sócio-histórico e culturais também serão modificados.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino-aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais  fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro de maneira simples.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

 

 

 

 

6 DICAS PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS MAIS PRODUTIVOS
Carreira/Formação/Práticas inovadoras/Registros/Rotina pedagógica
0 Comments

6 DICAS PARA COORDENADORES PEDAGÓGICOS MAIS PRODUTIVOS

Trabalhar com pessoas é uma das tarefas mais difíceis para um gestor. Imagina quando se fala em trabalhar com gestão dentro da Escola? Aí é que a coisa fica ainda mais complicada- há muitas variáveis de pessoas, segmentos, faixas etárias e abordagens pedagógicas.

Além disso, estamos aprendendo a lidar com dados na Educação e mensurar o aprendizado para obter informações quantitativas ou qualitativas não parece ser uma tarefa como apagar o quadro, não é verdade?

O coordenador pedagógico fica com o papel de oferecer condições apropriadas para que os professores que estão em sala consigam aprofundar o conhecimento nas suas áreas e aplicar abordagens, métodos e técnicas pertinentes a proposta da instituição e ao currículo. Além de apoiar nas possíveis dúvidas e conflitos que possam surgir.

Leia mais em:

Gestão baseada em dados na Escola

Para vencer os desafios de uma boa gestão pedagógica, separamos 6 dicas para que você se torne um coordenador mais produtivo.

Confira!

1. Aprenda a dar devolutivas

A devolutiva e uma ferramenta fundamental para a gestão pedagógica, portanto é importantíssimo que você nunca se esqueça de faze-la. Converse com os professores a respeito dos seus planejamentos e registros e diga a eles o que pensa e como e onde poderiam melhorar. Se por ventura esteja insatisfeito, seja sincero, aponte para o que não está bom e ajude a enxergar o que deseja como entregável e auxilie a melhorar o desempenho.  Afinal de contas ninguém nasce pronto e nada como um bom papo para alinhar expectativas e a realidade.

2. Diga sim à inovação

A Escola vive um grande momento de transformação e enxergar que é preciso inovar é o primeiro passo para fomentar essa nova escola. Por isso, estimule seu time de professores a buscar novas fontes de aula, de conteúdo, de metodologias.

Há muitos experimentos sendo feito nas salas de aula e viver em um mundo beta nos implica lidar com constantes mudanças. Acompanhe de perto os professores que ousam inovar e ouça suas ideias. Recompense aqueles que tiveram ideias criativas e compartilhe com o time trazendo reconhecimento e incentivando outros a fazerem o mesmo.

3. Influencie positivamente

Ninguém merece participar de reuniões apenas com puxão de orelhas. Gestor que so reclama e e fala mal cria um clima super pesado e desagradável. Imagina que tipo de estímulo um corpo pedagógico tem ao trabalhar todos os dias com críticas?

Assumir uma postura positiva sobre a situação vai te colocar como alguém que acredita na competência do time. Seja honesto e saiba elogiar e promover bons momentos para os professores.

4. Seja um gestor presente

Converse diariamente com seus professores e apareça nas salas de aula para acompanhar de perto quais são as competências e habilidades que seus professores estão desenvolvendo com as crianças.

Também perceba como a turminha se refere ao professor e procure saber quais são as metas e interesses dos professores. Isso te ajudará a compreender de forma como auxiliar o trabalho colaborativo e o desenvolvimento pessoal.

5.Pratique a CNV

Saber se comunicar é crucial para um bom líder, portanto, tenha uma comunicação clara e objetiva.

A CNV – A Comunicação não violenta pode e ajudar a resolver conflitos, conectar-se aos outros, e viver de um jeito consciente, presente e antenado ás necessidades vitais e genuínas de si mesmo e do mundo.

O mais importante da sua comunicação é que ela cumpra o papel de informar e também lhe permita praticar a empática e encontrar um jeito para que todos os professores falem o importante sem culpar o outro, humilhá-lo, envergonhá-lo, coagi-lo ou ameaçá-lo. Pratique a comunicação não violenta e evite de ser mal interpretado. Erros de comunicação podem ocasionar prejuízos no seu corpo pedagógico e influenciar negativamente seu trabalho.

6.Use a Eduqa.me

Na Eduqa.me  você tem acesso a todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. No painel do coordenador é possível olhar o planejamento/ semanário de todos os professores da Instituição e abrir uma janela para fazer a devolutiva. Além disso, você coordenador ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos.

Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME

Quer ler outros posts como este? Curta nossa página no Facebook e fique por dentro das novidades!

Leia mais O coordenador pedagógico virou o faz- tudo da Escola?

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Gestão baseada em dados na Escola
Registros/Rotina pedagógica
0 Comments

Gestão baseada em dados na Escola

Há gestores para todos os gostos.

Gestores de Escolas públicas, privadas, mulheres, homens, jovens, seniores, do Sul, do Norte, os perfeccionistas, os sonhadores, os mediadores; tem gestor que se preocupa bastante com o orçamento e tarefas administrativas, outros focam no cumprimento da agenda e outros optam por cuidar do pedagógico.

Há ainda aqueles que focam na infraestrutura da Escola, na merenda e na inovação e por aí vai..

Não importar quais são suas prioridades, o que importa mesmo é que independente delas você tem uma das tarefas mais difíceis que um gestor de Escola poderia ter: lidar com dados na Educação.

Com toda certeza você já sentiu na pele essa dificuldade, não é mesmo?

Além de cuidar das pessoas da sua Escola, ainda é necessário que você gerencie os dados pedagógicos garantindo aos pais que ali, naquela Escola, mora o melhor lugar para a criançada aprender. A Escola é uma dimensão que construímos de acordo com o desenho do nosso cenário de aprendizagem. Por isso é extremamente importante que o ambiente seja agradável e que além do ambiente acolhedor, a Escola consiga proporcionar uma experiência inesquecível e um espaço de disponibilidade da quantidade de informações e das medidas necessárias para que haja troca de aprendizagem coletiva e tempo disponível para análise dos dados baseado na prática das crianças.

Entretanto não é isso que acontece, certo?

O que posso fazer em minha Escola?

Você já se perguntou QUANTAS atividades seus professores fazem anualmente?  E, por exemplo, no SEMANÁRIO da semana passada as atividades aplicadas foram sobre matemática, português, coordenação motora ou artes? E desses SEMANÁRIOS, quantos foram entregues na DATA prevista? Quantos foram revisados e aprovados pelos coordenadores? E, as áreas do conhecimento…Nesse bimestre, quais ÁREAS DO CONHECIMENTO sua Escola está estimulando mais? Você saberia me dizer, AGORA, o que o seu aluno do maternal fez no dia 10 de Março? E se OS PAIS DE UM ALUNO perguntar como está o comportamento daquela criança?

Você, gestor de escola,  é capaz de tomar decisões satisfatórias e baseadas em dados todos os dias?

Responder todas essas perguntas demanda tempo e é bem complicado, não é mesmo?

A compreensão dessa realidade parece muito simples para uma empresa como por exemplo a Coca-Cola, mas para uma Escola muitas vezes é considerada ilusória, pois não temos um produto final e sim pessoas.  Uma Escola é um lugar de gente que lida com gente e essa combinação é algo mágico, porém no dia a dia o sonho de trabalhar com dados parece impossível.

Para responder a todos esses questionamentos, muito provavelmente, você teria que convocar uma reunião e deslocar alguns professores da sala de aula, além de criar planilhas e mais planilhas explorando os cenários e as classes e explorar a papelada dos coordenadores e professores.

Entretanto, a combinação destes fatores é algo bastante difícil e moroso. Muitas vezes, quando se obtém a informação, não se tem tempo para analisá-la, pois ela precisa ser tomada no ato.

 

Fonte: TBO

Gestão baseada em dados

Há situações em que o gestor não tem a informação adequada, em qualidade e quantidade. Neste caso conta muito o achometro, ou seja, a experiência que o gestor acumulou nas Escolas anteriores, baseada em fatos passados.

O gestor deve ser o mais objetivo e sensato possível.  Nesse contexto, as decisões dos gestores, por melhores que sejam suas intenções, são consideradas apenas satisfatórias, pois não são pautadas em dados.

Absorver todas as informações que os professores geram diariamente e ter  esses dados disponíveis para levar em conta em um processo decisório é um grande sonho, não é mesmo?

E se eu te dissesse que é possível responder a todas aquelas perguntas sem perder tempo e de um jeito diferente.

Sim, isso mesmo! Estou querendo te dizer que é possível poupar pelo menos 80% do seu tempo e ter todas essas informações na palma da sua mão ou na tela do seu computador.

Legal, não é mesmo?

É exatamente isso que a Eduqa.me faz!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME

Concatenamos todos os dados que você precisa para que você tenha uma gestão baseada em fatos e dados pedagógicos. Na Eduqa.me é possível responder isso em poucos minutos e suas decisões podem ser pautadas mediante a realidade da sua Escola e não em suposições. Os professores podem fazer toda documentação pedagógica, e você coordenador ou diretor acompanha tudo de um jeito muito simples!

Na Eduqa.me você consegue ter uma visão geral da sua Instituição com dados quantitativos e qualitativos. 

Aprovar ou não… e também dar devolutivas para seus professores possibilitando a qualificação de um processo decisório, reduzindo-se as incertezas e os riscos.

Uma vez tendo-se definição e compreensão real dos fatos, haverá maior probabilidade de sucesso nas matrículas da sua Instituição e também nas reuniões com os pais.

Afinal,  dados são reais e ele podem ser comparados medidos, analisados, discutidos; enfim, é algo possível para pautar ou definir o que fazer na sua Escola.

Leia mais O coordenador pedagógico virou o faz- tudo da Escola?

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

 

 

 

O DESENVOLVIMENTO MOTOR NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O QUE É PRECISO SABER.

Fonte: Revista pais e filhos

Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Registros/Movimento
0 Comments

O DESENVOLVIMENTO MOTOR NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O QUE É PRECISO SABER.

Quando pensamos em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.
Vocês sabiam que todo o desenvolvimento motor passa por duas posturas fundamentais, das quais depende todo o processo?

Primeira postura fundamental:

Barriga para baixo – Decúbito Ventral

Segunda postura fundamental:

Barriga para cima – Decúbito Dorsal

Esse desenvolvimento também acontece nas seguintes direções:

Da cabeça para os pés – Céfalo Caudal                Do meio para as laterais -Próximo Distal

Qual a importância do profissional da educação infantil saber disso?

Vamos entender melhor o que isso significa?

O desenvolvimento começa pelo controle da cabeça, depois controle do pescoço, depois controle do tronco, quadril, pernas e pés. Paralelamente, surge o controle dos ombros, cotovelo, mãos e dedos.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele irá realizar. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Em outras palavras, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação (física e cerebral), enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais. Porém, mesmo sendo, de certa forma, previsível, existem fatores que podem colocar em risco o desenvolvimento motor.

Por exemplo: o baixo peso ao nascer; a presença de distúrbios cardiovasculares, respiratórios e neurológicos; as infecções neonatais; a desnutrição; as baixas condições socioeconômicas e a baixa escolaridade dos pais são apontadas como elementos que podem atrapalhar esse curso do desenvolvimento.

Em função disso, as crianças que apresentam tais fatores de risco devem ser acompanhadas mais de perto, com o objetivo de identificação precoce das dificuldades que venha a ocorrer para, assim, ser realizada uma intervenção adequada tão logo seja possível.

Por volta das 40 semanas de gestação, muitas transformações já aconteceram, para preparar o bebê para chegar a um mundo diferente daquele onde ele vive. Estas transformações vão desde as físicas até as emocionais e muito do que ocorre durante a gestação e o parto podem influenciar o desenvolvimento motor futuro.

Você pode ler também sobre 4 atividades simples para estimular a motricidade na Educação Infantil.

E se quiser mais atividades pode acessar o nosso Baú de Atividades Eduqa.me como mostra o exemplo abaixo:

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA O BAÚ DE ATIVIDADES EDUQA.ME 

Importante lembrar:

Fonte: Clia Psicologia

Embora o desenvolvimento motor siga uma sequência dita universal, por exemplo, ninguém anda antes de conseguir equilibrar-se em pé ou sentar-se.

O ritmo de cada conquista do desenvolvimento será em muito influenciado pelo tipo de experiências que o bebê tiver ao longo da sua infância.

Pais e responsáveis que estimulam e valorizam as conquistas das crianças tendem a contribuir para o seu desenvolvimento. Ressaltamos também que pequenos atrasos na conquista dessas habilidades motoras não implicam, necessariamente, na presença de dificuldades ou problemas no desenvolvimento. No entanto, tais marcos tem um papel importante para uma observação cuidadosa de como está o desenvolvimento de cada bebê.

FUNÇÃO MOTORA é um movimento físico prescrito pela cognição, o qual envolve a tradução do pensamento em atos concretos. Mais especificamente, refere-se à habilidade de usar e controlar os músculos em uma ação involuntária ou voluntária e direcionada a uma meta.

RESPOSTAS REFLEXAS, ex. retirar a mão de um objeto quente.

MOVIMENTOS VOLUNTÁRIOS APRENDIDOS, ex. pentear o cabelo.

PADRÕES MOTORES RÍTMICOS, ex. andar.

MATURAÇÃO: sequência universal de eventos biológicos que ocorrem no corpo e no cérebro.

REFLEXOS: são involuntários, próprios da espécie, com fins de proteção e sobrevivência.

Acompanhe nos próximos posts algumas explicações sobre as respostas reflexas que o bebê apresenta e a importância disto para o educador.

Maria Cristina de A. C. Rodrigues Oliveira – Terapeuta Ocupacional, Especialista no Método Neuro Evolutivo Bobath e  Sociopsicomotricidade Ramain Thiers, colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância. Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

 

Desenvolvimento da identidade, autonomia e autoconfiança na infância
Desenvolvimento Infantil/Socioemocional/Registros/Relatórios/Identidade e autonomia
1 Comment

Desenvolvimento da identidade, autonomia e autoconfiança na infância

As conquistas na primeira infância

A infância é um importante período no qual a criança conhece e explora o mundo. Logo nos primeiros anos de vida, ainda na primeira infância, ela obtém importantes conquistas, que refletem os primeiros marcos de sua independência: aprende a andar sozinha, adquire linguagem, desenvolve habilidades motoras e se torna um ser sociável.  

Tudo é novidade para os pequenos e muitas vezes, isso é encarado como um grande desafio a ser enfrentado. Nesta fase, é essencial a presença e o suporte de um adulto em quem a criança confia, para permitir que ela desenvolva a sua autoconfiança e, assim, conquiste cada vez mais a sua autonomia. A maneira como o adulto reage aos comportamentos da criança tem relação direta com a construção da sua autoconfiança.

Desenvolvendo a autoconfiança

A autoconfiança é um aprendizado que se desenvolve ao longo da nossa vida, à medida que percebemos que podemos conseguir aquilo que queremos, a partir dos nossos próprios atos e esforços e, também, à medida que vamos sendo valorizados ou encorajados, por outras pessoas (e por nós mesmos), em nossas realizações. 

No processo do desenvolvimento infantil, as relações têm um papel essencial e, assim, o afeto é um ingrediente indispensável! Desta forma, é importante que a criança se sinta amada e protegida, da mesma forma que aprenda a lidar com limites e frustrações. Como já dissemos, a criança se depara com muitas novidades, e o adulto irá auxiliá-la, demonstrando o que é esperado dela, fornecendo orientações do que deve fazer e como fazer, além daquilo que não é esperado ou permitido.

Fonte: Ce Projetar

 

A criança pode ou não pode fazer sozinha?

É importante conhecer o desenvolvimento infantil e permitir que a criança faça algumas coisas sozinha, levando em conta o nível de desempenho de cada faixa etária. Além disso, o adulto precisa perceber que nem sempre poderá evitar todos os perigos e frustrações. A criança não só pode, como deve aprender através das experiências e nós como importantes mediadores, temos um papel central neste processo.

Muitas Escolas criam  Projetos de Identidade e Autonomia e essa é uma maneira bem interessante de trazer esse tema para que as crianças exercitem a identidade e a autonomia.

Fonte: Colégio Beka

Na faixa de 0 a 3 anos, explorar o eixo identidade e autonomia envolve ajudar os pequenos a desenvolver o reconhecimento da própria imagem, essas oportunidades de exploração vão ajudá-los a manter o contato com a própria imagem e a identificar a figura do outro. Além disso, você pode trabalhar características diversas como por exemplo:

  • partes do corpo;
  • desenvolver a coordenação motora;
  • identificar limites;
  • identificar potencialidades;
  • fortalecer identidade;
  • respeitar o outro;
  • estimular linguagem oral;
  • estimular cuidado com o corpo.

Aqui na Eduqa.me já falamos sobre a atividade Mesa dos Sentidos  que trabalha o conhecimento de si e de seus próprios corpos e também na atividade Varal das regrasIndependente da atividade, fica a cargo do professor encaixá-la como um exercício de fonte de inspiração para Identidade e Autonomia. Você pode ver essas atividade no Baú de Atividade Eduqa.me.

Analisando a identidade, automonia e autoconfiança

É muito importante desenvolver a atividade com as crianças e perceber como cada pequeno interagiu com a proposta, aproveite a duração da atividade não apenas para acompanhar e facilitar o aprendizado da turma, como também para registrar esse desenvolvimento se possível faça registros individuais, pois como analisar o desenvolvimento das crianças e provar que você fez um bom trabalho se não tem evidências do que aconteceu na sala de aula?

As análises do desenvolvimento são feitas com base na observação e reflexão das suas práticas, mas se não documentar não terá o que analisar! Por isso atente-se e registre o comportamento e desenvolvimento das crianças.

Os registros podem ser feitos com textos, fotos e vídeos que são ferramentas simples que podem ser usadas durante a aula para gravar detalhes na evolução de cada aluno, facilitando o relatório pedagógico que será feito mais adiante mas principalmente sua reorientação da prática pedagógica através da análise!

Para analisar identidade e autonomia é muito importante que você separe e organize suas atividades por área de conhecimento, você precisa saber quais áreas ou eixos está estimulando em meio aos seus registros. Faça isso com fichas ou folhas de fichário e organize em pastas. A ficha é uma boa ideia pois é pequena e fácil de carregar, você pode colar post it, ou adesivos coloridos para marcar qual área de conhecimento cada ficha pertence. Uma outra boa alternativa é ter um caderno de matérias e organizar onde cada matéria é dedicada a uma área de conhecimento, com isso seus registros em textos passam a ficar mais organizados.

As observações individuais

Se estamos falando de identidade, autonomia e autoconfiança cada comportamento individual revela muita coisa e os avanços e dificuldades ficam claros e podem te ajudar ainda mais na intervenção com aquela criança. Por isso em seus registros e anotações lembre-se de escrever uma fala, um comentário ou um comportamento individual dizendo quem foi a criança que o fez. Com a plataforma Eduqa.me essa tarefa é muito simples, as atividades já estão organizadas por área de conhecimento automaticamente, logo você consegue e buscar com poucos cliques quais atividades fez essa semana ou no mês passado que estimulam identidade e autonomia.

Para os registros em texto a facilidade é ainda maior, você pode escrever o que aconteceu com toda a turma e além de ter a opção de fazer anotações individuais na mesma  hora! Essas anotações individuais vão para uma área específica só daquele aluno, então você já consegue imaginar o quão fácil será fazer os relatórios individuais não é? lembre-se muitas vezes a autonomia se confunde com a atitude de deixar a criança sozinha, mas na realidade ela se constrói na capacidade da criança de aprender a modular a necessidade da presença do adulto. Quando se trata de identidade e autonomia os dizeres das crianças mostram muito sobre suas experiências então, passe a  salvá-los em um local seguro de maneira simples, acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.  

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Quer saber mais sobre esse tema? Siga nossos posts, e em breve daremos algumas dicas de como auxiliar na aquisição da autonomia e autoconfiança das crianças.

Juliana Camila do Nascimento Ferreira-Psicóloga, Neuropsicologa,colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância. Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

Personalização do Ensino na Educação Infantil
Registros/Rotina pedagógica/Identidade e autonomia/Socioemocional
0 Comments

Personalização do Ensino na Educação Infantil

Nós já conversamos sobre a importância do ócio criativo e também de como se estabelece o lúdico e a imaginação no especial Mundo da Fantasia na Criança.

Entendemos brevemente como acontece o lúdico e os processos imaginativos na criança e agora vamos refletir um pouquinho mais, na prática, sobre como o professor pode direcionar ou não o brincar ou a brincadeira ideal para cada criança na sua sala de aula.

Imagina a cena: Sala cheia, alunos agitados, cada aluno uma história, um mundo, uma realidade. Uns mais disposto que os outros. Alguns sonolentos, outros com fome, outros carinhosos e carentes.

E agora?

Como lidar com essas crianças?

Na cabeça do professor a tempestade mental : Tenho um planejamento > Fiz uma atividade> Preciso ensinar o que está no PCN > Preciso explicar a atividade e garantir que tenha material para o portfólio > O aluno X se recusou a fazer a atividade. E agora?

Calma, professor!

Sabemos que planejar uma aula é praticamente planejar com plano A, B, C e até o imprevisível, não é mesmo?

Temos um leque de possibilidades, de crianças diferentes e abordagens, métodos e técnicas que não sabemos para onde vão nos levar.

Como preparar atividades personalizadas na Educação Infantil?

Personalizar o ensino envolve muito mais que criar atividades para tipos diferentes de crianças, principalmente, na Educação infantil.

Conhecer seu aluno, ter Afeto e empatia por ele vai te ajudar muito na hora de preparar seu planejamento.

A Escuta Ativa é a melhor ferramenta para que você crie atividades que de fato serão interessantes e que vão propiciar a descoberta nesse universo infantil que é sua sala de aula.

  1. Ouça sua turminha
  2. Saiba dos interesses de cada aluno
  3. Perceba como cada criança se sente desafiada
  4. Observe como e quando cada aluno está mergulhado no aprender
  5. Converse com outros professores sobre abordagens, métodos e técnicas

Para guardar toda essa informação faça o registro do que você percebe em sala de aula.

Afinal de contas brincar não requer prática nem habilidade.

Na Eduqa.me é possível fazer esse registro de um jeito simples e  bem rico. Com poucos clique você faz anotações, fotos e vídeos. Com esses indícios organizados é possível compartilhar com seu coordenador e refletir sobre cada aluno percebendo quais habilidades eles possuem e quais precisam ser desenvolvidas.

Que tal aproveitar para criar atividades personalizadas que favorecem o aprendizado ?

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME

Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil. Visite nosso baú de atividades com mais de 5 mil atividades feitas por outros professores que estão no dia a dia da escola.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.