Atividade: Lidando com a Raiva

Fonte: Tribuna FT

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Lidando com a Raiva

Sentir raiva não é errado.

Desde crianças somos ensinadas que a raiva é uma emoção negativa, feia e típica de pessoas mal-educadas.  E muitas vezes a criança sente raiva e não sabe lidar com esse sentimento, pois ela acredita que se demonstrar irritação e raiva, ninguém vai gostar dela.

O problema não é sentir raiva, mas sim não saber lidar com ela.

Por isso preparamos uma atividade bem legal para você ensinar seus alunos a lidar com esse sentimento tão explosivo e impulsivo.

Objetivo

  • Promover a regulação do comportamento em situações conflitantes.

Descrição da Atividade

Quando estiverem chateadas ou nervosas as crianças podem ser estimuladas a utilizarem a atividade “amigos da respiração”.

Uma outra opção, é a criança se imaginar como sendo um bichinho, por exemplo uma tartaruga, que entra e sai do seu casco. Desta forma, diante de uma “situação-problema” sugerimos que eles parem, cruzem os braços sobre o peito, respirem fundo e deem um nome às suas emoções. É uma maneira de auxiliar as crianças e não agirem por impulso quando estão nervosas e também aprenderem a identificar e nomear as emoções.

Registre!

Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com a raiva.

  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças brincando e imitando – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Teatro de Máscaras

Fonte: Café del Maro

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Teatro de Máscaras

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando máscara das emoções (prontas ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças estejam estimuladas a encenar:

Situações problemas” vivenciadas na escola

  • Como me senti quando briguei com meu amiguinho;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como me senti quando meu brinquedo quebrou;
  • Como me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como me senti quando fui elogiado;

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras, para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações. Além de encenar situações , pode fazer perguntas, por exemplo:

  • Como você está se sentindo?

A fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de meditação de conflitos.

  • Registre!

    • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções: sentiram-se confortáveis em falar sobre elas? Mostraram interesse e contaram histórias pessoais sobre o tema?
    • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
    • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
    • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
    • Exponha as máscaras na escola ou na sala de aula, para que outras turmas, professores, e pais possam vê-las. Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Dramatização das Emoções

Fonte: Google

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Dramatização das Emoções

 

O psicodrama é uma técnica psicoterapêutica que visa propiciar uma ação dramática no indivíduo ou num grupo. Trabalha com as relações interpessoais e também com ideologias particulares. Jacob Levy Moreno (1889-1974) foi o psiquiatra romeno, responsável pelo desenvolvimento e criação desta técnica.

Utilizamos o Psicodrama Pedagógico para fixar e exemplificar o conhecimento (como é o caso da atividade dramatizando as emoções); para ajudar alunos ou grupos com problemas disciplinares; para desenvolver novos papéis; para aprofundar e voltar a um tema estudado; para sensibilizar grupos; prevenir situações de ansiedade; elaborar mudanças; avaliar o trabalho em equipe e outras.

O Psicodrama de uma forma geral, traz os conceitos de empatia, espontaneidade e criatividade e a capacidade de se colocar no lugar do outro. Esse conceito é algo que deve estar muito presente nas salas de aula e por isso a atividade dramatizando as emoções passa a ser extremamente significativo e benéfico para a aprendizagem.

Vamos lá?

Fonte: Creche Carmem

Objetivo

  • Criar personagens e/ou histórias, como meio de expressão das emoções.
  • Auxiliar as crianças a reconhecerem que as emoções pode variar de acordo com diferentes situações, bem como aprenderem a lidar com elas.
  • Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons;
  • Diferenciar fontes sonoras diversas.

Materiail

  • Imagens que expressem as emoções: alegria, tristeza, medo e raiva (podem usar também as peças criadas para o cartaz das emoções).
  • Massinhas/ pratos descartáveis/ cartolina/ EVAs/ palitos de sorvete/ bexigas/ papelão para elaborar máscaras de emoções.

Descrição

As crianças (individualmente ou em duplas) podem trabalhar com os materiais disponíveis para criar um personagem com expressões faciais que ela eleger.

Dica

Caso necessário, a professora pode expor as principais emoções na lousa, para que as crianças escolham quais querem usar em seus personagens.

Registre!

Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade.

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Atividade: Jogo das emoções
Atividades/Registros/Socioemocional
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Atividade: Jogo das emoções

Reconhecendo e lidando com as emoções

O desenvolvimento emocional, principalmente nos primeiros anos de vida, contribui para a formação de uma pessoa com maior repertório sócio-emocional, mais apta a solucionar problemas e enfrentar os obstáculos da vida. O jogo das emoções promove um melhor desenvolvimento emocional da criança e pode ser usado em diversas situações durante o período dentro e fora da escola.

O jogo das emoções

Fonte: EnsinoIP

Objetivo

Trabalhar com a identificação e reconhecimento de emoções em expressões faciais por meio do jogo da memória

Material

Imagens retiradas da internet, revistas ou fotos das próprias crianças que expressem as emoções de alegria, tristeza, medo e raiva.

Descrição da atividade

Comece apresentando todas as cartas e nomeando as emoções junto com os alunos, para garantir que compreenderam qual emoção está sendo representada na carta.

Após a apresentação, pedir ( em coro ou alternadamente) que identifiquem quais emoções estão sendo mostradas pela professora.

Usar a forma tradicional do jogo da memória em que a criança deve encontrar os pares.

Dica

Essas peças podem ser usadas para exemplificar como a criança está se sentindo no dia ou numa situação específica. Solicite que a criança escolha a carta que mais represente sua emoção e explique o por quê.

Exemplo de ilustrações das emoções

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FUNÇÕES EXECUTIVAS: O QUE SÃO? PARA QUE SERVEM?
Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Registros/Rotina pedagógica/Formação
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FUNÇÕES EXECUTIVAS: O QUE SÃO? PARA QUE SERVEM?

 

 

“Do jeito que a vida está
Eu não quero crescer
Tanta volta que a vida dá
Eu não quero crescer
(…)
Eu não quero estudar
Eu não quero me formar
Eu não quero trabalhar
Eu não quero ter que pagar
Eu não quero me decepcionar
Eu não quero entristecer
Eu não quero crescer”(Música “Eu não quero crescer”, de Pitty)

O trecho desta música da cantora Pitty, nos remete a uma realidade que faz parte da nossa formação humana: quanto mais crescemos ou nos tornamos independentes, mais a vida nos apresenta desafios, deveres e obrigações que demandam que tenhamos múltiplas habilidades e competências. Precisamos tomar decisões difíceis, saber controlar as emoções e impulsos, ter disciplina, flexibilidade, planejamento, ser criativos, administrar a rotina, dentre milhares de outras coisas.

 

 

 

Mas será que já paramos para pensar em quais são as funções cerebrais necessárias para que possamos dar conta de todas essas necessidades? Indo além, será que é possível preparar o nosso cérebro para atender bem a esses tipos de demandas?

Muitos não sabem, mas existem sim funções cerebrais específicas para nos auxiliar no gerenciamento das nossas atividades e comportamentos com autonomia. Estas funções são chamadas de Executivas (F.E).

 O que são funções executivas e qual a importância da primeira infância no seu desenvolvimento?

As Funções Executivas são um conjunto de processos cerebrais responsáveis pelo controle, monitoramento e regulação das nossas ações, pensamentos e emoções. Com estas funções nós conseguimos disciplinar o nosso comportamento para atingir metas; flexibilizar formas de pensar; autorregular­nos, controlando os nossos impulsos e adequando as nossas ações às regras sociais; tomar decisões baseadas nos objetivos pretendidos; realizar planos e solucionar problemas, tudo isso, ao mesmo tempo em que nos automonitoramos para verificar a eficácia do que estamos fazendo.

Muita coisa, não? Isso acontece porque as Funções Executivas abrangem um agrupamento de regiões cerebrais que envolvem diferentes domínios cognitivos.

Mas, afinal, qual o papel da primeira infância no desenvolvimento das funções executivas?

A primeira infância (período que vai da gestação até os 5/6 anos de idade) constitui a fase do desenvolvimento onde é formada a base cerebral que dará sustentação a todas as nossas funções cognitivas e isso inclui as FE. Para que desenvolvamos bem estas funções, cujas habilidades foram descritas no inicio do texto, é preciso que em sua base ela receba estimulação adequada.

A maioria dos teóricos explicam que são diversos os domínios que fazem parte das Funções Executivas e que elas se desenvolvem ao longo da nossa vida, até o início da fase adulta.

3 importantes aspectos que já estão presentes, mesmo que de maneira mais rudimentar, na primeira infância.  

Fonte: Bloga8

 

  1. Inibição do comportamento: Basicamente é a capacidade de pensar antes de agir, ou seja, resistir à urgência de dizer ou fazer alguma coisa avaliando a situação e o impacto que o nosso comportamento causará. Como por exemplo, sentir vontade de bater em alguèm, mas conseguir frear essa reação por ser inapropriada; resisitr a tentação de roubar o doce do colega, dentre outros. 
  2. Memória operacional: é a habilidade de manter uma informação em mente pelo tempo suficiente de utilizá-la na solução de algum problema, ou para fazer relações de idéias. Isso envolve, por exemplo, reter as informações-chave necessárias para a solução de um problema reter fonemas e palavras da fala até que eles possam ser recuperados na ordem correta ou ser integrados em ideias significativas; conseguir integrar informações novas a um conhecimento anterior, dentre outros. A memória operacional é necessária tanto para nossa compreensão de problemas e criação de resoluções como para a compreensão e produção da linguagem. Na infância, principalmente, diversos estudos têm correlacionado a capacidade de memória operacional com desempenho acadêmico. 
  3. Flexibilidade cognitiva: habilidade de mudar o foco atencional, o ponto de vista, as prioridades ou as regras para adaptar-se às demandas do contexto. Por exemplo: se adaptar bem à mudanças de rotina ou de planos; inventar ou aceitar bem formas alternativas de resolver um problema (sem aquele pensamento de que “só vale se for do meu jeito”); não ter dificuldade em substituir uma informação ultrapassada por uma atual, etc.

Crianças pequenas podem ainda não ter muitas das habilidades citadas desenvolvidas,  mas isso não significa que elas não possam ser estimuladas desde já, prevenindo possíveis dificuldades em sua aquisição. Inúmeros estudos mostram que crianças que receberam estimulação adequada para o desenvolvimento dessas habilidades tornaram-se jovens e adultos com melhor saúde mental, comportamento, sociabilidade e desempenho acadêmico e profissional.

Existem diversas atividades que ajudam a estimular as Funções Executivas da criança e elas podem ser usadas tanto em contexto escolar quanto no dia a dia dentro de casa. Continue acompanhando os nossos posts para se informar mais sobre isso!

Você pode ler também sobre O DESENVOLVIMENTO MOTOR NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O QUE É PRECISO SABER.

E para usar todo esse conhecimento em prol da Educação acesse a Eduqa.me e faça registros diferentes e digitais. Veja as turmas, os alunos e qual área do conhecimento está estimulando mais. Use os filtros para extrair a informação que precisa, na hora que precisar.

Como mostra o exemplo abaixo:

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Tatiana Góes Freitas, Psicóloga, Neuropsicóloga, colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância e no Centro de Atenção Psicossocial da UNIFESP.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

Inteligência Emocional na Escola

Fonte: Escola da inteligencia

Semanários/Práticas inovadoras/Socioemocional
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Inteligência Emocional na Escola

Não sei você, mas sempre que vejo uma situação caótica em sala de aula me pergunto o que ocasionou esse momento de ebulição.

Por que alguns alunos são mais compreensivos que outros? Por que alguns professores tem maior domínio da classe que outros? Por que o diálogo com o Diretor as vezes é tão difícil? Por que é tão divertido fazer planejamento com a professora do Maternal II?

Inteligência Emocional

Fonte: Google

A inteligência emocional é um conceito da psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar os seus próprios sentimentos e os dos outros, assim como a capacidade de lidar com eles. O modo como nós, professores e adultos, gerenciamos as emoções, tanto as nossas como as dos pequenos é o que vai predeterminar como nos comunicamos e como definimos o sucesso e qualidade de vida dentro e fora da sala de aula.

“Todo aprendizado tem uma base emocional”. Platão.

Platão com suas sábias palavras nos faz refletir que o modo como interagimos com as nossas emoções e os nosso pensamentos vai influenciar diretamente no processo ensino-aprendizagem e como trabalhamos o como trabalhar o afeto na educação infantil.
Isso mesmo! Platão, Paulo Freire e vários outros tantos pensadores pregam o incansável culto a inteligência emocional e não é nada a toa. Afinal de contas são as emoções movem o mundo.
Já parou pra pensar que não existe um só momento em nosso dia que deixamos de sentir?
Claro que as vezes, muitas vezes,  fica difícil identificar qual é o sentimento que tá ali pulsando naquele momento, mas sabemos que ele existe e está ali e, e o mais importante de tudo: nos faz SENTIR!

Identificando as emoções

Fonte: Google

Quando pergunto para algum professor como ele se sente as respostas geralmente são vagas ou apenas indicam que estão bem ou estão mal.
E aí eu fico pensando com meus botões, meus botões de carne e osso… “Há tantos sentimentos por aí, não é verdade? Por que não exploramos outros?”
Parece algo muito simples, mas precisa ser praticado para fazer sentido.
Veja os 4 passos:
#1 Identifique o sentimento.
Pergunte: Como estou me sentindo?Alegre? Frustrado? Confuso? Ansioso?
#2 Reconheça o sentimento e se permita sentir.
#3 Identifique o que provocou esse sentimento. “De onde essa necessidade surgiu?#4 Aprenda a lidar com suas as emoções.

O Atlas das Emoções

O Atlas das Emoções é um projeto encomendado pelo líder budista, Dalai lama ao psicólogo americano Ekman.  Baseado em várias pesquisas, Ekman concluiu que existe cinco amplas categorias de emoções – raiva, medo, nojo, tristeza e alegria e que cada um dessas categorias tem subdivisões e são disparadas por alguns gatilhos.

Mapa das Emoções - Divulgação

Mapa das Emoções (Divulgação).

Clique na Imagem para ver o mapa. Caso queira traduzir do inglês para o português você pode clicar no botão Traduzir no canto superior da página no seu navegador Google ou Digitar Atlas das emoções no Google e quando aparecer na busca clique em Traduzir antes de direcionar para a página.

Refletir para Educar

No mundo cada vez mais tecnológico, as habilidades socioemocionais tornam-se cada vez mais imprescindíveis nas nossas vidas e nas Escolas.
No vídeo abaixo há o resumo do livro Inteligência Emocional do autor Daniel Goleman.

Desenvolver as habilidades socioemocionais em nossas salas de aula permite que as crianças reconheçam suas próprias emoções e a maneira mais adequada de lidar com elas.
Consequentemente a criança se concentra mais no aprendizado, se interessa mais pelas brincadeiras e interage melhor com seus colegas em classe e com as pessoas que circundam sua vida.

Que tal aproveitar para criar atividades socioemocionais que favorecem o aprendizado ?

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Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil. Visite nosso baú de atividades com mais de 5 mil atividades feitas por outros professores que estão no dia a dia da escola.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.