Aprenda a fazer sua Massinha de Modelar

Fonte: Alto astral

Atividades/Movimento/Relatórios
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Aprenda a fazer sua Massinha de Modelar

Disponível em: https://www.omo.com/br/se-sujar-faz-bem/arte-artesanato/massa-de-modelar-aprenda-a-fazer-a-sua-massinha-em-casa.html

Materiais:

  • 1 xícara de sal
  • 4 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara e meia de água
  • 3 colheres de sopa de óleo
  • Corante alimentício

Como preparar a massinha para modelar:

A receita de massa de modelar é muito fácil e legal de fazer. Em uma vasilha grande misture a farinha e o sal em seguida adicione a água e o óleo. Misture até que todo o conteúdo forme uma massa homogênea. Se ficar muito mole você pode adicionar mais farinha, e se ainda estiver seca e quebradiça adicione mais água. O último ingrediente é o corante, você pode usar um corante natural como o colorau. A quantidade de colorau que você colocar é que vai dar o tom mais avermelhado ou mais alaranjado da massinha. Você pode fazer uma massinha branca sem adicionar nenhum corante.

Você também pode fazer massinhas roxas e vermelhas utilizando sucos em pó de uva e frutas vermelhas.

O bom é que todas essas receitas são comestíveis, então você não precisa se preocupar se a criança colocar a massinha na boca ou até mesmo engolir uns pedacinhos. Se você usar suco em pó ou corantes alimentícios de outras cores certifique-se de que o seu filho não tem alergia a alguns destes corantes. Depois de feita, a massa de modelar pode ser conservada na geladeira em um pote fechado durante muito tempo. Outra vantagem da massa de modelar caseira é que ela não adere à mão e tem um cheiro agradável. Caso seu filho já seja maiorzinho e já tenha passado da fase de colocar todos os objetos na boca, vocês podem explorar juntos a composição da massa de modelar adicionando novos ingredientes a receita que farão uma massinha toda especial.

Você pode colocar glitter na mistura, essências para dar um novo cheirinho, e até mesmo cremes corporais que são cheirosos e darão uma nova textura para a mistura.

 

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Você sabe o que PRAXIA?

Fonte: Noticias Bol

Relatórios/Rotina pedagógica/Movimento
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Você sabe o que PRAXIA?

O desenvolvimento da criança é acompanhado pelo aumento e aprimoramento das formas de comunicação, que não são apenas verbais, mas também gestuais e pelo uso de objetos, os quais requerem habilidades motoras e a organização dos movimentos, orientados para uma finalidade. Durante muito tempo, os termos motricidade fina, grossa e global foram usados para se referir a habilidades que são muito mais amplas que isso. Hoje a neurociência específica que a execução dos atos motores intencionados portanto, dos atos voluntários coordenados e orientados conforme uma intenção específica é denominada PRAXIA.

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

No período pré-escolar a criança tem uma grande evolução nas suas habilidades práxicas. Torna-se hábil na coordenação dos movimentos como lançar e agarrar uma bola, e também na execução dos gestos relacionados às sus atividades de vida diária, como se vestir ou comer sozinha. Está relacionado ao desenvolvimento do esquema corporal. A criança, quando tem alguma alteração do desenvolvimento, que em geral é de ordem neurológica, pode apresentar diversas alterações que podem prejudicar a aquisição de habilidades, inclusive de escrita. 

Entenda os 3 tipos de praxia:

#1 Praxia Ideomotora

“Refere-se à atividade gestual em um contexto de comunicação. Envolve, assim, gestos simbólicos como dar tchau, mandar um beijo, imitar gestos ou fazer mímicas. Por isso, incentivar a criança pequena a realizar estes gestos ou mímicas auxilia no desenvolvimento desta habilidade, que é relevante para a aquisição de outras habilidades motoras.”

 

 

# 2 Praxia Ideatória

Com o desenvolvimento da praxia ideomotora, a criança passa, então, a fazer uso de objetos como, por exemplo, encher o copo com água, abotoar a roupa e se pentear. A praxia ideatória exige, assim, não apenas a coordenação, mas sobretudo, a capacidade de realizar um movimento que tem uma sequência, uma finalidade, o qual obedece a ordem necessária, com harmonia, precisão e eficiência. Por isso, é importante incentivar a criança a realizar atividades como tomar banho (nas crianças pequenas sob supervisão), se vestir, usar talheres, etc.

# 3 Praxia Construtiva

Reflete a capacidade de percepção visual adequada para uma ação apropriada, implicando na habilidade de reproduzir ou construir figuras, desenhando ou montando-as. O desenvolvimento da praxia construtiva tem grande importância na habilidade que requer o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comum para a criança. Esta habilidade envolve a síntese visual (discriminação dos detalhes ou das partes que constituem o todo0, a elaboração de uma representação mental (integração do objeto em algo unificado que pode ter um significado) e a reprodução (execução que demanda um planejamento e o controle dos atos motores). Assim, tem grande importância nas habilidades que requerem o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comuns para a criança.

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Fonte: Pra gente miúda

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

Leia mais em: Você sabe o que PRAXIA?

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

Objetivo

Estimular a praxia construtiva.

Materias

  • EVA
  • Linhas de barbantes
  • Agulhas

Descrição da Atividade

Faça diversos desenhos nos EVAs e coloque diversas linhas coloridas nas agulhas com pontas grossas. Em seguida deixe para que as crianças escolham seus materiais.

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Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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7 principais reflexos presentes no recém-nascido

Fonte: Beyerfisio

Registros/Rotina pedagógica
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7 principais reflexos presentes no recém-nascido

Você sabe quais são os principais reflexos do recém nascido?

Não? Então vem conhecer.

Esses reflexos são importantes para a sobrevivência da criança e podem e devem ser estimulado nos primeiros meses de vida.

No início da vida, a presença, intensidade e simetria de alguns reflexos são comumente usadas para investigar a integridade do sistema nervoso central e identificar problemas de desenvolvimento neurológico e motor. Por outro lado, a persistência da maioria desses
reflexos no segundo semestre de vida pode também indicar algum problema no desenvolvimento neurológico e deve ser visto com cautela.

#1 Reflexo de Busca

Ao tocar qualquer região em torno da boca, ele vira o rosto para o lado estimulado. Esse reflexo ajuda o recém-nascido a encontrar o seio, a começar a amamentação.

#2 Reflexo de Sucção

O bebê abre a boca e suga o que aparece à sua frente.

#3 Reflexo de Moro

Esse reflexo ocorre quando o recém-nascido se desloca do centro de gravidade se sentindo assustado ou desequilibrado. O bebê joga a cabeça para trás, estica as pernas, abre os braços e os fecha depois.

#4 Reflexo de Babinski

A partir de um estímulo na sola dos pés há uma extensão do halúx (1º dedo dos pés) e os outros dedos fazem movimento de leque.

#5 Reflexo de Preensão Plantar

A partir de um estimulo perto dos dedos dos pés, estes fletem (se fecham) e agarram o que tocou.

#6 Reflexo de Preensão Palmar

A partir de um estimulo perto dos dedos dos pés, estes fletem (se fecham) e agarram o que tocou.

#7 Reflexo de Marcha

Quando é colocado em pé, com apoio nas axilas, o bebê ergue uma perna dando a impressão de estar andando. Este é o primeiro reflexo a desaparecer. Some até o fim do primeiro mês.

Imagens

 

Gostou? Então fique ligado para o próximo post.

Quer saber mais sobre esse tema? Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

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Como a Neurociência pode ajudar a entender como as crianças de 0 a 6 anos aprendem?
Registros/Relatórios/Rotina pedagógica/Formação
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Como a Neurociência pode ajudar a entender como as crianças de 0 a 6 anos aprendem?

Nos últimos anos muito se tem lido e ouvido a respeito da importância das Neurociências a favor da Educação. Mas, afinal, você sabe o que significa este famoso termo?

Neurociências

Fonte: Google

As Neurociências estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia. Por muitos anos, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos, como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.  No caso da infância, principalmente pelas teorias de Piaget, Vygotsky e Luria, entre outros.  No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma destas funções?

Nos últimos 10 anos, as pesquisas sobre o cérebro oferecem contribuições de grande relevância para o refinamento dos modelos de desenvolvimento e das teorias de aprendizagem. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível conhecermos mais sobre o cérebro humano e, a partir daí, aprimorar ainda mais os conhecimentos trazidos durante décadas por importantes teóricos do desenvolvimento, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e aprimoramento dos comportamentos humanos, especialmente a aprendizagem.

Com isto, as práticas pedagógicas, puderam avançar ainda mais, a partir das pesquisas científicas baseadas nas Neurociências.

Uma das principais funções da Educação Infantil consiste em favorecer um desenvolvimento saudável da criança durante a primeira infância.  

Diante disso, entendemos que conhecer os processos de desenvolvimento (inclusive cerebral) poderá contribuir para uma maior compreensão acerca do processo de aprendizagem das crianças, e consequentemente uma melhor atuação do profissional que lida com esse grupo de crianças.

Reconhecer suas áreas de maior habilidade, bem como compensar e reduzir o impacto de áreas de maior dificuldade é de extrema importância. Desde os seus primeiros anos, podemos observar como o bebê interage, se apresenta interesse pelo outro, se manifesta intenção de comunicação, etc. Estas observações nos ajudam a compreender melhor sobre o amadurecimento de suas habilidades sociais, sua linguagem e permitem observarmos diferentes aspectos do seu desenvolvimento. Por exemplo, quando estamos diante de uma criança com algum problema de desenvolvimento, como no caso de uma criança com a Síndrome de Down, as Neurociências nos ajudam a melhor entender o perfil do aluno com aquela condição. Por mais que a síndrome tenha características próprias, sabemos que cada indivíduo se desenvolve de uma maneira.

Portanto, conhecer os pontos de fragilidade do perfil de aprendizagem, bem como os aspectos do desenvolvimento que se constituem como pontos fortes daquela criança, poderá contribuir tanto para conhecer qual o impacto dos déficits naquela criança, bem como ao propormos estratégias que podem ser mais efetivas para a sua aprendizagem. E o mais fascinante é que com este raciocínio, favorecemos não só a quem tem demandas específicas, mas sim a todos.  Com isto, agimos precocemente para minimizar ou compensar aspectos que merecem maior atenção e prevenimos o aumento de tais dificuldades.

Por essas e outras razões é que as Neurociências na Educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente às outras áreas do saber, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino-aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais  fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro de maneira simples.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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Caso queira saber mais sobre esse tema, clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

Daniele Souza, Psicóloga, Psicopedagoga, Orientadora Educacional e Tutora Instituto ABCD. colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância. Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

 

O Papel do Corpo e do Movimento para a Aprendizagem
Semanários/Movimento/Música e artes/Socioemocional
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O Papel do Corpo e do Movimento para a Aprendizagem

Quem já ouviu ou leu a seguinte frase: “Quem dança é mais feliz”??

Pois é a mais pura verdade. A dança tem uma grande contribuição no desenvolvimento cognitivo do ser humano, trazendo uma carga de sociabilidade e relacionamento enquanto pessoa no meio ambiente. Isso é muito importante quando aplicado como ferramenta da educação.

Agora vamos parar para pensar o papel da dança #NaEscola. 

Independente de ser uma instituição pública ou privada, sabe-se que muitas Escolas, contam com metodologias de ensino inovadoras, recursos e tecnologias acessíveis às crianças, projetos pedagógicos com bases internacionais de modelos produtivos em educação, enfim, a Escola evoluiu.

Mas, quando o assunto é o corpo e o movimento dentro da sala de aula, a modernidade volta à moda antiga.

É muito mais confortável para o professor quando as crianças estão imóveis e em silêncio, produzindo algo que ele supostamente acredita ser o conhecimento.

Ao falar de um corpo em movimento, automaticamente os professores de educação física são acionados. Afinal, lugar de bagunça é na quadra. Professores de educação física, não se zanguem, mas por muitos anos trabalhei com vocês e sei que a educação física é uma das disciplinas mais fantásticas e completas para o desenvolvimento da criança. Digo isso, sobre a bagunça, pois é o que muitos dos outros professores acham, por serem tomados por uma ignorância que não os permite ver o corpo como peça chave para o aprender. Por isso, nunca permita que uma criança fique sem as aulas de educação física “como um castigo” por ela não ter feito uma tarefa de matemática, por exemplo. A educação física é tão necessária quanto a matemática, e cada conflito deve ser resolvido dentro dos respectivos espaços; mas isso é outro assunto.

Voltando para o corpo, embora na educação infantil o movimento seja valorizado, há muitas práticas que colaboram com a importante crítica feita por Henri Wallon, psicólogo francês, ainda na transição do século XIX para o século XX: “Para a escola, a aprendizagem deve ser baseada naquilo que é imóvel. O movimento é visto como algo que atrapalha!”.

Wallon foi o primeiro teórico da Psicologia Genética a considerar não só o corpo da criança, mas também suas emoções como aspectos fundamentais para a aprendizagem. Sistematizou suas ideias em quatro elementos básicos que se comunicam entre si: a afetividade, o movimento, a inteligência e a formação do eu. A base teórica deste autor chama a atenção para olhar a criança como um todo, um ser que é completo e não dividido por partes.

criança dançando

Ainda para Wallon o MOVIMENTO é o primeiro sinal de vida psíquica na criança. Antes mesmo de falar, ela apropria-se do seu corpo para mostrar o que quer com gestos ou outros movimentos que ilustram o que ela esta pensando naquele momento. 

Veja se você se identifica com as falas abaixo:

-Professor: Não é para tirar o brinquedo da mão do seu amigo.

– Aluno: eu só queria ver.

-Professor: Eu não te pedi para fazer o desenho por ele, mas para mostrar o seu.

-Aluno: mas é isso que estou fazendo.

As crianças pequenas tem uma dificuldade muito grande de comunicar o que pensam de uma forma diferente do gesto. Para explicar este fenômeno, Wallon diz que o  ato mental se desenvolve a partir do ato motor, isto é, gestos. A criança não consegue ver o brinquedo com os olhos, é preciso tocar para ver. A criança não consegue mostrar o seu desenho para aquele amigo que ainda não sabe desenhar,  é preciso fazer por ele.

O toque, o gesto, os movimentos e todo o afeto presente nestas relações de aprendizagem devem ser permitidos e viabilizados dentro de sala de aula.

A escola ao manter a criança imobilizada numa carteira, o que  representa a disciplina,  limita fatores  importantes para o desenvolvimento completo da pessoa, como por exemplo, a impossibilidade da articulação entre a  emoção e a inteligência.

Algumas vezes, a escola limita certas posturas corporais e gestos dos alunos, pois encara o movimento como algo que atrapalha e que não pode estar presente dentro da sala de aula, já que aprender é baseado naquilo que é imóvel, segundo a crítica feita por Henri Wallon.

A escola apela para o uso exclusivo do cérebro e isso precisa ser erradicado de vez. Não podemos nos contentar com crianças de braços atados em si mesmas como se fossem contentores dos seus próprios corpos.

A inteligência não se desprende do movimento. Quando mexemos as mãos para falar em público, quando a criança levanta da carteira ou mesmo quando copia as coisas da lousa em pé, é uma forma de libertar o movimento para que se possa pensar e se comunicar bem.

Infelizmente, muitas crianças tem sido rotuladas inadequadamente como hiperativas ou com déficits de atenção por conta da falta de formação e conhecimento da importância do movimento para a aprendizagem.

O movimento tem um papel muito significativo para todas as fases do desenvolvimento humano, mas principalmente para as crianças em idade pré-escolar que é onde tudo começa.

Vamos afastar as carteiras e deixar o movimento entrar em nossas classes?

crianças dançando

Se conseguirmos proporcionar um bom começo, ou seja, inserir a criança num mundo de aprendizagens significativas, as experiências posteriores terão chances de sucesso também.

Falar de aprendizagem significativa é falar de um aprender que foi registrado pelo corpo.  O corpo é o gravador das nossas experiências com o mundo, ele acumula estas experiências e é capaz de revivê-las a qualquer momento dependendo das situações que for exposto.

O corpo tem um papel fundamental para aprender, pois do princípio ao fim a aprendizagem passa pelo corpo. É o tal gravador que já falamos. Entretanto, vale ressaltar que não é importante apenas que o seu aluno faça bem as letras ou os números, mas que sinta prazer nas respostas que dá, pois isso é corporizar o conhecimento.

Existem muitas formas de possibilitar isso. A psicomotricidade, a dança, a música e as brincadeiras em si, são excelentes recursos adorados pelos pequenos.  A dança por exemplo é a livre expressão da criança; é a oportunidade de encontrar em si mesma as respostas para a construção de um ser humano mais seguro, autoconfiante e com uma excelente imagem de si mesmo. Colabora com a melhoria da criatividade, imaginação, autonomia e socialização.

Quando se estuda as competências do professor para ensinar no século XXI, Pilippe Perrenoud, encontramos a necessidade de serem criativos, se comunicarem melhor, saber ouvir, saber usar novas tecnologias, ter um pensamento crítico, ser colaborativo e etc. Mas, é impossível colocar estes princípios em prática quando se desconsidera o valor do corpo em sala de aula.

Vamos promover o movimento em sala? Preparei uma atividade bem divertida para você e seus alunos e deixei no Baú de Atividades Eduqa.me.

Olha só: 

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Experimente a Eduqa.me para aperfeiçoar seu trabalho na Educação Infantil. Visite nosso baú de atividades com mais de 5 mil atividades feitas por outros professores que estão no dia a dia da escola.

Sugestão de leitura:

  • Henri Wallon: uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Isabel Galvão. Ed. Vozes, 1995.

A importância do Movimento no desenvolvimento psicológico da criança in Psicologia e educação da infância – antologia. Henri Wallon. Ed. Estampa.

  • DANTAS, Heloysa. A infância da razão. Uma introdução à psicologia da inteligência de Henri Wallon. São Paulo, Manole, 1990
  • GALVÃO, Izabel. Uma reflexão sobre o pensamento pedagógico de Henri Wallon. In: Cadernos Idéias, construtivismo em revista. São Paulo, F.D.E., 1993.WALLON, Henri. Psicologia. Maria José Soraia Weber e Jaqueline Nadel Brulfert (org.). São Paulo, Ática, 1986.
  • Philippe Perrenoud e Monica Gather Thurler. As competÊncias para ensinar no século XXI: formação dos professores e o desafio da avaliação. Editora Penso, 2002.

Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana é doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno.

Atividade: Acerte o Pompom

(foto: Princesses, Pies and Preschool Pizzazz)

Atividades/Movimento/Registros
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Atividade: Acerte o Pompom

Procurando por novas ideias de atividades para os pequenos, hoje, encontrei uma chamada “Pom Pom Drop” para desenvolver a motricidade fina e a distinção de cores. No blog em que foi postada originalmente, a brincadeira é feita em casa, apenas para os filhos da escritora – mas, com algumas alterações, será adequada e muito divertida em sala de aula, com grupos maiores de crianças. Para ver o texto original (em inglês), clique aqui.

Esse tipo de exercício, que exige maior controle das mãos e pontas dos dedos, serve como preparo para que os alunos consigam, mais adiante, segurar lápis e canetas e escrever dentro das linhas. Use instrumentos variados para tornar a tarefa sempre mais desafiadora: eles podem segurar as bolinhas com as mãos, depois com pinças e, então, com chopsticks. Isso garante que eles permanecerão interessados e ampliem suas habilidades de movimento.

(foto: Princesses, Pies and Preschool Pizzazz)

(foto: Princesses, Pies and Preschool Pizzazz)

Área de conhecimento

Motricidade.

Faixa etária

A partir dos 2 anos de idade.

Material

  • Rolos de papel higiênico, papel toalha, papel alumínio,
  • Tinta guache,
  • Uma cartolina grande,
  • Bolinhas de plástico, borracha ou pelúcia (pequenas o suficiente para passar pelos tubos),
  • Pinças de plástico, chopsticks ou pegadores de salada,
  • Uma tigela ou bacia para colocar as bolinhas.

Preparação

Com tinta guache, pinte cada um dos rolos de papel de uma cor distinta (use as cores primárias e secundárias: amarelo, vermelho, azul, verde, laranja e roxo). Cole os tubos, já coloridos, em uma cartolina para que fiquem na vertical. Então, prenda a cartolina em uma parede ou outra superfície disponível na sala de aula, a uma altura que as crianças consigam alcançar sem dificuldade.

Na tigela, espalhe as bolas que serão usadas na atividade. Elas devem ser das mesmas cores escolhidas para os rolos de papel, para que a turma as combine com o rolo de cor equivalente. Distribua, em torno do recipiente, os utensílios que as crianças podem utilizar para apanhar as bolinhas: chopsticks, pegadores e pinças de plástico.

Reúna a classe ao redor da atividade e mostre, com animação, o conteúdo da tigela. Quais cores eles conseguem identificar? Chame vários alunos para repetir as cores que veem ali e, em seguida, volte sua atenção para os tubos. Quais as cores dos tubos? Coloque uma bolinha dentro do rolo correto (a bolinha azul no tubo azul, por exemplo), para que todos compreendam a tarefa a ser executada.

(Você pode tapar o fundo do rolo com papel, se quiser que as bolas fiquem lá dentro, ou deixá-lo aberto e permitir que as bolinhas caiam novamente na tigela, prolongando a atividade).

(foto: Princesses, Pies and Preschool Pizzazz)

(foto: Princesses, Pies and Preschool Pizzazz)

Atividade

Oriente as crianças para que elas escolham uma bolinha e a coloquem dentro do rolo de mesma cor. Comecem usando as mãos e, caso a atividade esteja muito fácil, sugira outros instrumentos. Não esqueça de supervisioná-las, para a segurança do exercício!

Mostre como segurar a pinça entre o indicador e o polegar, depois, permita que a criança manuseie a ferramenta sozinha, ainda que incorretamente. Elas podem demorar o tempo que quiserem – se tiver tempo à disposição, deixe que brinquem até dominarem as habilidades.

Trabalhe o vocabulário: reforce os nomes das cores e os adjetivos para se referir aos materiais – os rolos são longos ou curtos, estreitos ou largos? Se houver bolinhas de tamanhos diferentes, repare em como algumas irão passar mais facilmente pelo tubo, enquanto outras podem ficar entaladas. Por que isso acontece? Ajude a classe a perceber a lógica (um objeto grande não consegue passar por uma abertura menor).

Para avaliar

  • A turma conhece as cores, consegue identificá-las e nomeá-las corretamente?
  • Soube citar outras cores além das utilizadas na atividade?
  • Como foi o desenvolvimento da coordenação motora? As crianças mostraram destreza lidando com as bolinhas com as mãos? E com os pegadores de salada? E com as pinças?
  • Quais foram as dificuldades motoras? Elas utilizam o polegar opositor para ter firmeza e força? Usam os dedos ou a mão inteira? Conseguem sustentar o movimento por bastante tempo (levar a bolinha desde a tigela até o tubo – ou ela cai no meio do caminho)?
  • Perceberam as diferenças de tamanho e largura entre os rolos? E entre as bolinhas?
  • Fizeram a conexão entre o tamanho da bolinha e a possibilidade de ela passar pelo tubo?

Registre!

Fotografe as crianças de perto, para poder observar suas mãos durante o exercício. Observe as imagens após a aula, com mais atenção, para poder refletir sobre a evolução de cada uma.

Em seu registro, reflita:

  • As crianças mostraram interesse pela atividade, as cores e a tarefa a ser realizada?
  • Eram capazes – pela idade e pelo conhecimento prévio – de executar o que foi pedido?
  • Você explicou a atividade de forma clara, com exemplos e vocabulário adequado? Houve dúvidas?
  • Elas sugeriram novas cores, variações da atividade ou fizeram perguntas? Essas curiosidades não podem ser aproveitadas em uma próxima aula?
  • Houve dificuldades motoras? Quais foram? Qual o exercício mais recomendado para corrigi-las?
  • Houve comportamentos marcantes, tanto positivo quanto negativo? Como você lidou com isso e o que poderia ser feito de outra forma?
  • As crianças trabalharam bem em conjunto, dividindo espaço e materiais?
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Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade! 

Motricidade: separando sementes

Quando menores as sementes e frutas selecionadas pelo professor, mais complexo será o movimento das crianças para manuseá-las (foto: Google)

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Motricidade: separando sementes

Durante a primeira infância, as crianças desenvolvem dois aspectos da motricidade, a motricidade ampla e a fina. A ampla abrange movimentos “grandes”: engatinhar, andar, pular, correr. Já a fina trabalha com ações menores e mais precisas, envolvendo as mãos e pontas dos dedos. Um exemplo é o famoso movimento de pinça (quando ela consegue segurar um objeto entre os dedos polegar e indicador).

O DESENVOLVIMENTO MOTOR NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O QUE É PRECISO SABER.

Ambas essas habilidades vão ser exercitadas simultaneamente durante toda a Educação Infantil e são um preparo para desafios futuros, como segurar lápis e começar a desenhar as primeiras letras. Desenvolver a coordenação motora dá à criança uma sensação de controle sobre o ambiente, já que, a partir de então, ela terá destreza para manusear materiais.

Porém, enquanto atividades de motricidade ampla surgem quase que naturalmente, em jogos, brincadeiras e na rotina diária, trabalhar a fina requer uma diversidade de materiais.

Atividade Separando Sementes

Os professores podem introduzir massa de modelar, argila, peças de Lego ou blocos, livros e revistas para que ela possa folhear as páginas, jogos eletrônicos em iPads ou computadores, bolinhas de gude ou sementes.

Quando menores as sementes e frutas selecionadas pelo professor, mais complexo será o movimento das crianças para manuseá-las (foto: Google)

Quando menores as sementes e frutas selecionadas pelo professor, mais complexo será o movimento das crianças para manuseá-las (foto: Google)

Área de conhecimento

Motricidade fina.

Faixa etária

A partir dos 2-3 anos de idade, dependendo da destreza em realizar outros movimentos com objetos maiores.

Material

  • Sementes e frutinhas de tamanhos variados,
  • Um pote ou vasilha grande para colocar todo o conteúdo, misturado,
  • Potinhos menores (ou uma caixa de ovos vazia – cada tipo de semente pode ser colocada em uma divisória) para separar as sementes.

Preparação

Como essa atividade utiliza peças muito pequenas (sementes), garanta que as crianças já são capazes de segurar objetos maiores com facilidade antes de introduzi-las ao novo desafio. Elas já manuseiam peças de Lego e blocos, por exemplo? Conseguem carregar algo nas mãos para entregar ao professor? Se a resposta for sim, elas estão prontas para exercitar o movimento de pinça.

Atividade

Organize a turma em mesas baixas ou em um círculo no chão, sentando entre elas. Deixe a tigela maior, com todas as sementes, na sua frente. Mostre à classe o conteúdo, deixando que todos espiem, e cite os nomes das sementes e frutas que escolheu, mostrando cada uma delas. Compare algumas com ajuda das crianças: essa é uma amora e esse é um grão de milho. Eles são iguais? Qual deles é maior? Então, explique que elas vão separar as sementes em potinhos.

Distribua as caixas de ovos ou outros recipientes pequenos que decidir usar, e fique com um para você. Vá realizando a atividade em conjunto, assim, elas podem observar a tarefa e aprender espelhando suas ações.

Pegue sempre uma semente por vez de dentro do pote – vá devagar, dando à turma tempo para pensar. Olhe bem para a semente escolhida, compare-a com as outras que já separou para que a diferença fique clara, e, por fim, despeje a semente no potinho correto.

Continue até que a grande tigela do centro esteja vazia.

Quando as sementes estiverem sortidas, aproveite para apresentar seus nomes e contar quantas cada um separou, desenvolvendo linguagem e matemática (foto: Google)

Quando as sementes estiverem sortidas, aproveite para apresentar seus nomes e contar quantas cada um separou, desenvolvendo linguagem e matemática (foto: Google)

Variações

  • Motricidade fina: você também pode realizar atividades semelhantes com apetrechos como pinças, chopsticks e redinhas, ensinando as crianças a segurá-los entre o dedão e o indicador.
  • Linguagem e matemática: estimule outras áreas pedindo para a classe que nomeie as sementes e frutas sortidas ou apresentando o novo vocabulário. Também proponha que cada um conte quantas sementes de cada tipo separou (se necessário, ajude-os a contar em voz alta, em conjunto, retirando as sementes uma por uma do pote).

Para avaliar

  • As crianças conseguem segurar uma semente por vez? Isso demonstra habilidade em manusear objetos pequenos.
  • Elas conseguem fazê-lo usando o movimento de pinça ou ainda precisam do auxílio da mão cheia?
  • Conseguem carregar com destreza as sementes e frutas até o recipiente correto?
  • Se houve erro, ele aconteceu porque a criança ainda precisa desenvolver a motricidade fina ou porque ela não compreendeu a atividade? Se for o segundo caso, faça perguntas e aponte as diferenças de cor e tamanho para que ela perceba o erro e corrija-o por conta própria.
  • Será que é necessário trazer mais exercícios de motricidade com objetos maiores para algumas crianças? Elas podem prosseguir para trabalhar com peças ainda menores?
  • Elas aprenderam novo vocabulário e souberam identificar as frutas e sementes (na variação)?
  • Souberam contar o número de frutas e sementes que continham, seja individualmente ou com ajuda do grupo (na variação)? 

Registre!

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Como essa atividade não pode ficar guardada em uma pasta para ser exibida aos pais, fotografe ou filme as crianças enquanto elas separam as sementes. Outra possibilidade é disponibilizar uma mesa, em um canto da sala, para expor as caixas de ovos de cada uma delas – não esqueça de pedir que elas coloquem seus nomes (caso elas já saibam escrevê-los), ou de anotá-lo para elas. Ver seu trabalho exposto é motivo de orgulho para as crianças, e lhes dá a oportunidade de narrar a atividade para as colegas ou a família, mostrando o que realizou.

Em seu registro, reflita:

  • As crianças mostraram interesse pela atividade? Se não, foi por ela ser fácil demais ou complexa demais? O que pode ser feito nas aulas seguintes para dar continuidade?
  • Elas compreenderam o objetivo do exercício e tentaram executá-lo?
  • Tiveram dificuldades com a coordenação motora? Quais foram elas? Como elas podem ser desenvolvidas?
  • Houve algum comportamento que se destacou, positiva ou negativamente? Quais os motivos desse comportamento? Como você lidou com isso?
  • As crianças mostraram curiosidade, perguntaram sobre as sementes e frutas, descobriram palavras novas ou sugeriram variações? As sugestões delas podem ser realizadas ou são úteis para o seu aprendizado? Quem sabe você não pode atender algumas delas na próxima aula?

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Atividade: Caixa de Prendedores

Foto: Google (reprodução)

Atividades/Matemática/Relatórios
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Atividade: Caixa de Prendedores

Certas atividades são tão simples que, talvez justamente por isso, não ocorram a muitos professores. Quando eu assisti, pela primeira vez, crianças de dois anos entretidas com prendedores de roupa, fiquei surpresa com a obviedade do exercício. Imaginava que seria uma proposta chata, mas, para os pequenos, é muito desafiadora – e, portanto, envolvente até que eles sejam capazes de executá-la com facilidade.