Atividade: Tapete Sensorial

Fonte: Canguru Online

Atividades/Movimento
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Atividade: Tapete Sensorial

Objetivo

Estímulos da percepção sensorial

Habilidade a ser Estimulada

  • Sensibilidade de mãos e pés.
  • Interação com outras crianças.
  • Movimento corporal.

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Materiais com texturas diferentes colados em EVA que estarão costurados uns aos outros. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

  • O educador deve observar se a postura da criança está adequada. Levar em conta que pode ser um estímulo “forte” para a criança, o que pode causar uma desestabilização na postura.
  • Oferecer o estímulo possibilitando o toque nas texturas estimulando o movimento corporal.
  • Solicitar para descrever  o que sentiu (de acordo com a idade).

Fonte: Pinterest

“Ayres define a integração sensorial como sendo a organização de informações sensoriais, proveniente de diferentes canais sensoriais e a habilidade de relacionar estímulos de um canal a outro, de forma a emitir uma resposta adaptativa”.

Muitas vezes a organização dessas informações sensoriais não são organizadas e podem trazer algum tipo de atraso no desenvolvimento global da criança. É na escola, principalmente na Educação Infantil que se faz necessário a exploração do sistema sensorial (olfato, paladar, tato, visão e audição), que muitas vezes é onde se observa os primeiros atrasos. O ambiente escolar, através de seus espaços, materiais, atividades e docentes deve estar adequado para observar tais dificuldades.

Os seguidores da técnica afirmam que a integração sensorial facilita no desempenho escolar tanto das crianças sem maiores dificuldades quanto das crianças com necessidades especiais, pois é claro que a escola pode proporcionar uma organização sensorial, de modo a gerar respostas adequadas e facilitar a aprendizagem. Seguramente a integração sensorial está presente no dia-a-dia escolar.

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Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

Atividade: Textura para os pés

Fonte: Stock Gratuita

Atividades/Movimento/Registros
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Atividade: Textura para os pés

Objetivo

Reconhecimento das texturas através do tato dos pés.

Habilidade a ser Estimulada

Sensibilidade dos pés ( prontidão para a postura em pé).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Materiais com texturas diferentes colados em EVA em formato de pé. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da atividade

  • O educador deve se certificar que as crianças não são alérgicas aos materiais.
  • É muito importante que o educador esteja atento às reações e ou expressões (agradável, repulsa, etc.) de cada criança.
  • Oferecer o estímulo possibilitando o toque nas texturas pelos pés.
  • Solicitar para descrever o que sentiu ( de acordo com a idade).
  • O educador poderá adequar a atividade conforme o conteúdo programático adotado na sala.

Fonte: PPI

“Ayres define a integração sensorial como sendo a organização de informações sensoriais, proveniente de diferentes canais sensoriais e a habilidade de relacionar estímulos de um canal a outro, de forma a emitir uma resposta adaptativa”.

Muitas vezes a organização dessas informações sensoriais não são organizadas e podem trazer algum tipo de atraso no desenvolvimento global da criança. É na escola, principalmente na Educação Infantil que se faz necessário a exploração do sistema sensorial (olfato, paladar, tato, visão e audição), que muitas vezes é onde se observa os primeiros atrasos. O ambiente escolar, através de seus espaços, materiais, atividades e docentes deve estar adequado para observar tais dificuldades.

Os seguidores da técnica afirmam que a integração sensorial facilita no desempenho escolar tanto das crianças sem maiores dificuldades quanto das crianças com necessidades especiais, pois é claro que a escola pode proporcionar uma organização sensorial, de modo a gerar respostas adequadas e facilitar a aprendizagem. Seguramente a integração sensorial está presente no dia-a-dia escolar.

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Atividade: Tintas

Fonte: Mundo das tribos

Registros/Linguagem/Movimento
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Atividade: Tintas

Objetivos

  • Reconhecimento das texturas.
  • Observação das misturas de cores.
  • Identificação de odores.
  • Interação com outras crianças.

Habilidades a ser Estimulada

  • Sensibilização de mãos.
  • Percepção visual.
  • Atenção.
  • Criatividade.

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Tintas de várias texturas e cores dispostas em potes plásticos (antialérgicas). Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

  • Oferecer o estímulo possibilitando o toque nas tintas.
  • Oferecer a possibilidade de mistura de cores.
  • Atividade individual e ou grupal.

 

Fonte: Apostila PPI

“Ayres define a integração sensorial como sendo a organização de informações sensoriais, proveniente de diferentes canais sensoriais e a habilidade de relacionar estímulos de um canal a outro, de forma a emitir uma resposta adaptativa”.

Muitas vezes a organização dessas informações sensoriais não são organizadas e podem trazer algum tipo de atraso no desenvolvimento global da criança. É na escola, principalmente na Educação Infantil que se faz necessário a exploração do sistema sensorial (olfato, paladar, tato, visão e audição), que muitas vezes é onde se observa os primeiros atrasos. O ambiente escolar, através de seus espaços, materiais, atividades e docentes deve estar adequado para observar tais dificuldades.

Os seguidores da técnica afirmam que a integração sensorial facilita no desempenho escolar tanto das crianças sem maiores dificuldades quanto das crianças com necessidades especiais, pois é claro que a escola pode proporcionar uma organização sensorial, de modo a gerar respostas adequadas e facilitar a aprendizagem. Seguramente a integração sensorial está presente no dia-a-dia escolar.

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Tipos e Objetivos de Brincadeira por Idade

Fonte: apostila PPI

Atividades/Registros
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Tipos e Objetivos de Brincadeira por Idade

A importância do brinquedo para o desenvolvimento da criança é fato. Longe de ser um objeto qualquer para ocupar as crianças nos seus momentos livres, os brinquedos são fundamentais para o estabelecimento de relações de simbólicas e de constituição da personalidade, além de poderem ser mediadores de funções pedagógicas.

Daí a necessidade de que a escolha do brinquedo, pelo adulto, seja criteriosa e leve em conta, além de aspectos ligados à segurança e ao interesse da criança, a faixa etária de quem irá brincar com ele.

A apresentação das brincadeiras (em escolas, creches, em casa) às crianças de diferentes idades e a aprendizagem dessas brincadeiras, do mesmo modo, também dever ser estabelecida a partir de um critério mediado por adultos.

Afinal, algumas brincadeiras exigirão das crianças habilidades específicas, só adquiridas

Os ambientes fechados devem ter estimulos adequados, sem exageros visuais e com mobiliários adequados, levando em conta as faixas etárias.

Ao ar livre as atividades devem acontecer nos horários de sol saudável. Deve ser observado se a areia é tratada e se não há objetos como lascas, pregos, vidros e outros objetos perigosos.

É muito importante utilizarmos a brincadeira não como o único recurso para estimular o aprendizado, mas como mais um, entre outros, como as artes, o movimento e a música. Para tanto, devemos considerar que: brincar deve acontecer num espaço seguro, sempre com um adulto por perto.

Espaços Lúdicos:

  •  A brinquedoteca
  • O cantinho da leitura
  • A sala de música
  • A hora do lanche

Além de tudo isso, brincar é bom demais, não é mesmo? Há algo mais agradável do que o sorriso de prazer de uma criança que está se divertindo?

 

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Domínios do Desenvolvimento

Fonte: Vix

Rotina pedagógica
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Domínios do Desenvolvimento

No post anterior falamos sobre o desenvolvimento humano e Qual é a diferença entre o crescimento e o desenvolvimento humano.

Hoje vamos dar exemplos práticos.

Quando o bebê está ainda no útero, na barriga de sua mãe, vive em um ambiente escuro e protegido onde não há cores, os ruídos são abafados, não existe força da gravidade e praticamente nenhuma ameaça ou desafio.

Nesse período, só desenvolvemos aquelas mudanças que estão programadas biologicamente para ocorrer (exceto se fatores externos interferirem nesta fase da vida, afetando o desenvolvimento, como falaremos posteriormente), necessárias para sustentar o nosso desenvolvimento pós-natal (como as primeiras estruturas do cérebro e do corpo, os órgãos vitais e alguns reflexos), assim como a capacidade de aprendizado (porque nosso cérebro já vem programado geneticamente para aprender) e rústicas habilidades sensoriais como a audição e a sensibilidade ao toque e à luz.

Ao longo da vida intrauterina, não desenvolvemos capacidades mais refinadas como a visão de profundidade, o raciocínio ou os movimentos voluntários –, porque não há necessidade de desenvolver tais funções para nos adaptarmos àquele ambiente onde estamos, e nem existem estímulos suficientes para que isso aconteça.

Depois que nascemos, a nossa vida extrauterina começa a nos apresentar uma série de novos estímulos, exigindo capacidades de adaptação cada vez mais complexas – ao que o nosso cérebro e nosso corpo respondem se aperfeiçoando e desenvolvendo cada vez mais habilidades, de acordo com os estímulos oferecidos e o estágio de maturidade biológica em que nos encontramos.

É assim que, gradualmente, vamos desenvolvendo mudanças que podem ser separadas em 3 categorias, denominadas de domínios do desenvolvimento. São eles os domínios físico, cognitivo e socioemocional.

3 categorias do desenvolvimento

Fonte: Apostila PPI

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Fique ligado! Continuaremos a falar mais sobre esse tema no próximo post.

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Qual é a diferença entre o crescimento e o desenvolvimento humano?

Fonte: apostila PPI

Desenvolvimento Infantil/Registros
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Qual é a diferença entre o crescimento e o desenvolvimento humano?

O que é crescimento?

O crescimento são as mudanças de tamanho, forma e características do corpo, as quais acontecem desde o momento que começamos a nos formar na barriga da nossa mãe.

Ao chegarmos ao final da adolescência ou a meados da segunda década de vida, percebemos certo estabelecimento nas modificações corporais (como no nosso tamanho, por exemplo). Contudo, vale salientar que, por sermos seres em constante mudança, nossas características fisiológicas mudam ao longo de todo o ciclo vital.

As mudanças no processo de crescimento humano podem ser observadas, medidas e qualificadas e, por isto, são chamadas de mudanças quantitativas.

O que é Desenvolvimento?

Já quando nos referimos ao desenvolvimento humano, incluímos tanto as mudanças quantitativas quanto as qualitativas (não mensuráveis), as quais estão relacionadas às várias etapas pelas quais passamos ao longo de todo o nosso ciclo de vida.

Se as mudanças quantitativas se referem aos aspectos físicos do crescimento, as qualitativas dizem respeito às mudanças cognitivas (relativas às nossas capacidades mentais) e socioemocionais (nossos relacionamentos com nós mesmos e com os outros), desde o momento em que a pessoa se forma na barriga da sua mãe até a sua morte. Essas mudanças acontecem de maneira ordenada, são comuns à maioria das pessoas, e servem para nos tornar competentes para responder às nossas necessidades e às do nosso meio. É a isto que chamamos de desenvolvimento humano!

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4 MITOS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO

Fonte: Revista ISTMO

Desenvolvimento cognitivo/Desenvolvimento cognitivo
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4 MITOS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO

O que é um neuromito?

Os neuromitos são ideias equivocadas sobre o funcionamento cerebral.

Como sabemos, nos dias atuais muito se tem falado sobre o cérebro, seu funcionamento e importância em nossas vidas. No entanto, nem sempre tais conhecimentos, amplamente difundidos pelos meios de comunicação, tem embasamento científico, mas terminam se espalhando e sendo dos como verdades. Estamos chamando esses conhecimentos de “neuromitos”.

A seguir, apresentaremos alguns deles, com o objetivo de esclarecer alguns aspectos que julgamos relevantes.

Como em qualquer área do saber, devemos ser críticos com relação às informações que buscamos, para evitar concepções enviesadas ou errôneas.

#MITO 1

É preciso estimular a criança ao máximo até aos 3 anos de idade, que é quando o cérebro humano está no auge da quantidade de conexões sinápticas e de neurônios.

Fonte: mãe me quer

Não há nenhuma comprovação científica que ateste a eficácia de submeter uma criança pequena a uma quantidade muito elevada de estímulos e á informações complexas demais para a sua faixa etária. Além disto, a queda da quantidade de sinapses já é vista pelos neurocientistas como uma forma natural de eliminar gastos desnecessários de energia do corpo e de lapidar as funções cerebrais.

#MITO 2

Usamos somente 10% da capacidade do nosso cérebro.

Fonte: Biosom

As diversas técnicas de medição da atividade cerebral empregadas pela neurociência, como, por exemplo, a tomografia e a ressonância magnética, mostram que não existem áreas inativas no cérebro.

#MITO 3

Há períodos críticos para a aprendizagem.

Fonte: jbcnews.net

As pesquisas mostram que NÃO existem períodos específicos para a aprendizagem, de forma que se algo não for aprendido até certa idade, poderá ser absorvido posteriormente. O que existem, na verdade, são períodos sensíveis para os processos que precisamos aprender, que ocorrem devido à plasticidade cerebral.

#MITO 4

As crianças poderiam aprender melhor se fossem ensinadas de acordo com o seu es lo de aprendizagem preferido.

Fonte: muathuoctot.com

Esta concepção está baseada no fato de que as informações sinestésicas, visuais e auditivas, são processadas em áreas diferentes do cérebro. Contudo, estas estão conectadas entre si e transferem informações através das modalidades sensoriais.

É incorreto afirmar que apenas uma habilidade sensorial está envolvida no processamento das informações. As pesquisas mostram que a criança não processa as informações de maneira mais e ciente quando é ensinada por intermédio do estilo de aprendizagem preferido.

Por essas e outras razões é que as neurociências da educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente as outras áreas do saber como a psicologia do desenvolvimento e a educação, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

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As neurociências na sala de aula

Fonte: apostila PPI

Registros/Desenvolvimento cognitivo
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As neurociências na sala de aula

Nos últimos 10 anos, nas diversas partes do mundo, as pesquisas sobre o cérebro oferecem contribuições de grande relevância para o refinamento dos modelos de desenvolvimento e das teorias de aprendizagem.

Com isto, as práticas pedagógicas, no âmbito da Educação, podem avançar ainda mais, a partir dos avanços científicos que advém das neurociências.

Na Escola

Uma das principais funções da educação infantil consiste em favorecer um desenvolvimento saudável da criança durante a primeira infância.

Como mencionado anteriormente, entendemos que todos os domínios do desenvolvimento (cognitivo, afetivo, físico e socioafetivo) estão inter-relacionados e naturalmente envolvidos nas atividades cotidianas no ambiente da creche e da pré-escola.

Leia: Neurociência e a Educação 

Diante disso, entendemos que conhecer os processos de desenvolvimento (inclusive cerebral) poderá contribuir para uma maior compreensão a cerca dos perfis de aprendizagem das crianças, e consequentemente uma melhor atuação do profissional que atua com esse grupo de crianças.

Outro fator importante é que, sabendo que a criança é um ser único, temos na sala de aula uma diversidade de perfis a serem valorizados e as neurociências nos ajudam a entender como isto pode ser feito.

Registros pedagógicos

Reconhecer suas áreas de maior habilidade, bem como compensar e reduzir o impacto de áreas de maior dificuldade é de extrema importância. Por exemplo, desde os primeiros anos podemos observar como o bebê interage, se apresenta interesse pelo outro, se manifesta intenção de comunicação, etc.

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Toda documentação feita pelo professor de Educação Infantil é um registro pedagógico: o planejamento, a lista de presença, os relatórios e diários de classe. E, de alguma forma, todos eles devem conversar entre si, um afetando o desenvolvimento do próximo. Esse processo permite que o professor trabalhe com intencionalidade, ao invés de ao acaso – é o trabalho de anotar, refletir e tomar decisões com base nesses registros que ajuda a garantir uma aula com foco nas necessidades das crianças.

Uma série de recursos compõe a documentação pedagógica. Para aprofundar o olhar sobre a turma, podem ser usadas:

  • Fotos;
  • Vídeos;
  • Relatos do professor;
  • Produções das crianças;
  • Gravações ou transcrições das falas das crianças.

Para saber mais sobre como usar fotos e vídeos no registro pedagógico, clique aqui!

Por que anotar?

Estas observações nos ajudam a compreender melhor sobre o amadurecimento de suas habilidades sociais, sua linguagem e permitem observarmos diferentes aspectos do seu desenvolvimento.

Por exemplo, quando estamos diante de uma criança com algum problema de desenvolvimento, como no caso de uma criança com a Síndrome de Down, as neurociências nos ajudam a melhor entender o perfil do aluno com aquela condição.

Personalização

Por mais que a síndrome tenha características próprias, sabemos que cada indivíduo se desenvolve de uma maneira. Portanto, conhecer os pontos de fragilidade do perfil cognitivo bem como os aspectos do desenvolvimento que se constituem como pontos fortes daquela criança poderá contribuir tanto para conhecer qual o impacto dos déficits naquela criança, bem como ao propormos estratégias que podem ser mais efetivas para a sua aprendizagem.

E o mais fascinante é que com este raciocínio, assistimos não só a quem tem demandas específicas, mas sim a todos. Com isto, agimos precocemente para minimizar ou compensar aspectos que merecem maior atenção e prevenimos o aumento de tais dificuldades.

Desta maneira, o desenvolvimento cognitivo, aliado ao desenvolvimento cerebral (sempre com a influência dos fatores ambientais) nos dá a noção das possibilidades e das limitações da criança na fase do desenvolvimento pela qual está passando.

Aliamos, assim, os mecanismos cerebrais necessários para a aprendizagem.

Por essas e outras razões é que as neurociências da educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente as outras áreas do saber como a psicologia do desenvolvimento e a educação, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

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Neurociências e a educação

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Rotina pedagógica
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Neurociências e a educação

As neurociências são o estudo da relação cérebro-comportamento, ou seja, estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia, como por exemplo, ações motoras, pensamentos, emoções, etc..

Por muitas décadas, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos (cognição) como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.

No caso da infância, principalmente pelas teorias de, entre outros, Jean Piaget, Lev Vygotsky e Alexander Luria. No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma dessas funções?

Fonte: Apostila PPI

Nas últimas décadas, houve um grande avanço nos estudos que investigam a relação entre o cérebro e as nossas funções mentais. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível aprimorar ainda mais conhecimentos introduzidos por importantes teóricos do desenvolvimento,, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e maturação dos comportamentos humanos, como a cognição, a emoção e processos de aprendizagem, dentre outros.

Leia mais: Inteligência emocional

Um bom exemplo é que hoje já se atribui, de forma significativa, os estágios do desenvolvimento, descritos por Jean Piaget, às fases do desenvolvimento do cérebro. Assim, com o avanço das neurociências, passamos a considerar o conhecimento do desenvolvimento cerebral, como uma variável que não pode ser dissociada da compreensão do crescimento e do desenvolvimento da criança.

Nessa imagem podemos ver o cérebro dividido em seus 2 hemisférios que, por sua vez, se dividem em 6 principais lobos.

Nosso cérebro é extremamente dinâmico e seu funcionamento depende da conexão e ativação de milhares de vias, formadas por feixes de fibras (chamados neurônios), que rapidamente levam informações de uma região à outra. Nossos comportamentos dependem da ativação e comunicação de diferentes regiões, contudo, algumas habilidades e funções estão mais fortemente associadas a regiões específicas, destacadas na imagem.

Tais funções serão minuciosamente abordadas e discutidas nos nossos próximos posts.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais.

Dessa maneira fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro e de fácil acesso.

Acesse a Eduqa.me para ter registros completos, fáceis e rápidos de atualizar.

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Como a Neurociência pode ajudar a entender como as crianças de 0 a 6 anos aprendem?
Registros/Relatórios/Rotina pedagógica/Formação
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Como a Neurociência pode ajudar a entender como as crianças de 0 a 6 anos aprendem?

Nos últimos anos muito se tem lido e ouvido a respeito da importância das Neurociências a favor da Educação. Mas, afinal, você sabe o que significa este famoso termo?

Neurociências

Fonte: Google

As Neurociências estudam como o nosso cérebro molda e regula os mais diversos comportamentos que expressamos no nosso dia-a-dia. Por muitos anos, a atividade humana, a estrutura e a função dos processos psicológicos, como a percepção e a memória, a atividade intelectual, a fala, o movimento e a ação, foram descritas por diversas teorias psicológicas.  No caso da infância, principalmente pelas teorias de Piaget, Vygotsky e Luria, entre outros.  No entanto, uma dúvida importante permanecia:

Qual o papel do cérebro em cada uma destas funções?

Nos últimos 10 anos, as pesquisas sobre o cérebro oferecem contribuições de grande relevância para o refinamento dos modelos de desenvolvimento e das teorias de aprendizagem. Com o aprimoramento de recursos tecnológicos, como por exemplo, exames de neuroimagem cerebral, foi possível conhecermos mais sobre o cérebro humano e, a partir daí, aprimorar ainda mais os conhecimentos trazidos durante décadas por importantes teóricos do desenvolvimento, compreendendo como as conexões cerebrais interferem na manifestação e aprimoramento dos comportamentos humanos, especialmente a aprendizagem.

Com isto, as práticas pedagógicas, puderam avançar ainda mais, a partir das pesquisas científicas baseadas nas Neurociências.

Uma das principais funções da Educação Infantil consiste em favorecer um desenvolvimento saudável da criança durante a primeira infância.  

Diante disso, entendemos que conhecer os processos de desenvolvimento (inclusive cerebral) poderá contribuir para uma maior compreensão acerca do processo de aprendizagem das crianças, e consequentemente uma melhor atuação do profissional que lida com esse grupo de crianças.

Reconhecer suas áreas de maior habilidade, bem como compensar e reduzir o impacto de áreas de maior dificuldade é de extrema importância. Desde os seus primeiros anos, podemos observar como o bebê interage, se apresenta interesse pelo outro, se manifesta intenção de comunicação, etc. Estas observações nos ajudam a compreender melhor sobre o amadurecimento de suas habilidades sociais, sua linguagem e permitem observarmos diferentes aspectos do seu desenvolvimento. Por exemplo, quando estamos diante de uma criança com algum problema de desenvolvimento, como no caso de uma criança com a Síndrome de Down, as Neurociências nos ajudam a melhor entender o perfil do aluno com aquela condição. Por mais que a síndrome tenha características próprias, sabemos que cada indivíduo se desenvolve de uma maneira.

Portanto, conhecer os pontos de fragilidade do perfil de aprendizagem, bem como os aspectos do desenvolvimento que se constituem como pontos fortes daquela criança, poderá contribuir tanto para conhecer qual o impacto dos déficits naquela criança, bem como ao propormos estratégias que podem ser mais efetivas para a sua aprendizagem. E o mais fascinante é que com este raciocínio, favorecemos não só a quem tem demandas específicas, mas sim a todos.  Com isto, agimos precocemente para minimizar ou compensar aspectos que merecem maior atenção e prevenimos o aumento de tais dificuldades.

Por essas e outras razões é que as Neurociências na Educação estão emergindo como um novo campo que, juntamente às outras áreas do saber, pode contribuir com a busca da promoção de um desenvolvimento pleno e saudável para as crianças na primeira infância.

Usar todo esse conhecimento na hora de fazer os registros vai ajudar você e seu aluno no processo ensino-aprendizagem.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais  fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro de maneira simples.

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Daniele Souza, Psicóloga, Psicopedagoga, Orientadora Educacional e Tutora Instituto ABCD. colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância. Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.