Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Fonte: UOL

Rotina pedagógica/Semanários/Práticas inovadoras
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Gaste Menos Tempo Planejando e Mais Tempo Ensinando

Professores perdem equivalente dois meses de aula com tarefas administrativas!

Ficou chocada com os números?

Eu também fiquei quando li essa matéria em 2011. Esse número alarmante foi o resultado de uma pesquisa feita pelo banco mundial.  O levantamento feito em 3 estados brasileiros (Rio, Minas e Pernambuco) e mostrou o tempo que os professores gastam com atividades não pedagógicas.

Uau! 2 meses de aula é bastante coisa, né?

O que são atividades não pedagógicas?

Apagar o quadro, organizar a sala, entregar folhas, deslocar de um lado para o outro, fazer semanário, corrigir atividade, entregar material, procurar atividade, criar excel, fazer a chamada e por aí vai…

Você já parou para se perguntar quanto você gasta fazendo isso?

Como nós, professores, não temos o hábito de mensurar as horas, as atividades e os registros… boa parte do trabalho e do tempo vai se escorrendo e a gente nem percebe.

Quer ver? Se eu te perguntar:

  • Quantas atividades você fez ano passado na sua sala de aula?
  • Quantas horas de brincadeira você teve no pátio?
  • Quantos livros você leu na roda de leitura?
  • Qual foi a área de aprendizagem que você mais estimulou nos primeiros 3 meses de 2017?

Não se sinta mal se você não consegui responder todas essas perguntas, aposto que boa parte dos seus colegas também não.

Semanário na era Digital

O semanário é a bússola norteadora do professor. Esse documento deve ser feito por semana e preenchido cada dia da semana, por isso o nome semanário, e é parte das responsabilidades profissionais do professor.

Imagina você chegar em sala de aula e não ter a mínima ideia de quais são os objetivos de aprendizagem naquele dia. Meio maluco, né?

Agora imagina você perder menos de  2 meses com essas tarefas administrativas e ainda poder guardar e catalogar suas atividades para compartilhar com outros professores para que eles percam menos tempo com essas tarefinhas chatas e consigam focar no que eles realmente gostam de fazer: lecionar!

Elaborei duas dicas simples para te ajudar a gastar menos tempo com tarefas administrativas e potencializar sua sala de aula com uma pedagogia mais coerente e com dados para provar isso.

Vamos lá?

#Dica 1 : Escrever para o outro

A primeira coisa que você tem que ter em mente quando for planejar a sua aula e sua semana é que a informação precisa estar transparente o suficiente para que qualquer pessoa que não te conheça entenda as suas propostas pedagógicas.

Por isso é importantíssimo que você faça o exercício de escrever para o outro de maneira simples, objetiva e compreensiva.

Até aqui tudo isso que estou falando se adapta a um planejamento comum, sem muitas novidades, certo? Sua professora fazia assim e provavelmente a professora da sua professora também.

Agora o exercício que eu proponho a você é simples e muito prático.

#Dica 2: Tecnologia é parça!

Muitos professores  elaboram suas aulas de maneira bem digital e acredito que você que está lendo isso agora também deve fazer isso. Porém é preciso usar uma ferramenta para compartilhar o conteúdo, um site para busca a atividade, um programa para editar o semanário bem bonitinho e por aí vai…

Agora imagina se tivesse tudo que você precisa para elaborar sua aula em um único lugar? Consegue imaginar quanto tempo você economizaria com isso?

É exatamente isso que a Eduqa.me propõe aos professores.

Criar um semanário de forma simples, direta, com pesquisa de atividades já prontas no baú de atividades e com espaço customizado para seu modelo pedagógico e para seus alunos.

Na Eduqa.me você pode fazer um plano de aula em minutos e, quando for para a sala de aula, poderá tomar decisões pedagógicas a respeito do que ensinou de forma simples e direta. Fazendo isso, naturalmente, os portfólios e relatórios são gerados e tanto para o professor quanto para a coordenação é possível verificar tempo gasto, com o que e o impacto nas crianças.

Que tal economizar 2 meses perdidos com tarefas que realmente importam?

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Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

Fonte: Parenting IK

Relatórios/Socioemocional
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4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

No post anterior falamos sobre 5 dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil. Hoje vamos falar sobre o que NÃO fazer para detonar a autoestima das crianças.

Certos comportamentos minam a construção da autoestima infantil – e, portanto, devem ser evitados pelos pais e professores.

As atitudes moldam mais do que palavras então vamos ficar ligados em 4 atitudes comuns que minam a construção da autoestima da criança.

#1 Comparar a criança com irmãos ou colegas

Mesmo que a intenção seja boa, a comparação deve ser sempre com ela própria, com sua evolução. Criar paralelos do tipo “sua irmã já sabia fazer isso com a sua idade” gera pressão e disputas entre as crianças. Não crie expectativas além da capacidade de cada criança e entenda que seus ritmos são diferentes;

#2 Relembrar erros constantemente

Não use as falhas de seu aluno contra ele. Aponte os erros no momento em que ocorreram, mas, depois, permita que ele tente de novo sem pré-julgamentos. Assim, ele não se sente inseguro ou como se nunca pudesse acertar;

#3 Elogiar exageradamente ou fingir que a criança nunca erra

Ou a criança viverá em uma ilusão, acreditando que é mais especial que seus colegas e deve ser sempre agradada, ou ela perceberá a mentira (e, com isso, pode perder a confiança no adulto em questão);

#4 Ignorar pequenas conquistas

Comemore vitórias ao longo do caminho, ainda que não pareçam grande coisa. Não é preciso que a criança chegue sempre em primeiro lugar ou vença todos os jogos. Elogie quando ela aprender a amarrar os cadarços, cantar no palco com a turma, lembrar-se sozinha de fazer as tarefas de casa. Essas atitudes vão apoiar a criança a buscar sucessos maiores.

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EXEMPLO DE SEMANÁRIO COMPLETO E RÁPIDO
Semanários
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EXEMPLO DE SEMANÁRIO COMPLETO E RÁPIDO

O planejamento, como já discutimos anteriormente, exige constantemente reflexão, observação, estratégias e avaliação.

Essa proposta permite entender a realidade envolvida no processo de aprendizagem de maneira global e por esta razão precisa partir do trabalho coletivo, de todos os envolvidos.

Quando o educador pensa e elabora este planejamento, muitas vezes esquece de contemplar em seus pensamentos aspectos importantes: o projeto pedagógico produzido por todos os membros da equipe, a faixa etária e necessidades das crianças (suas histórias, famílias…), o tempo e o espaço para as atividades serem realizadas, bem como os materiais a serem utilizados e os modos de organização de cada uma delas.

Leia mais em Como elaborar projetos na Educação Infantil.

Co-criação

O processo coletivo e o planejamento deve ser compreendido como ferramenta de diálogo entre a escola, os educadores, as crianças e a família. Isso mesmo! Ao propor uma nova abordagem em que buscamos novos valores, novas habilidades e atitudes, construção de conhecimentos atrelados às novas práticas; precisamos considerar um professor ativo e participativo, assim como os alunos e suas famílias.

Leia mais em 7 estratégias para promover a aproximação da família com a Escola.

Personalizar é preciso!

Nessa concepção, leva-se em consideração o fato das pessoas aprenderem de forma diferente, porque têm tempos diferentes de aprendizagem, implica em variar o encaminhamento metodológico e criar oportunidades diferentes para cada criança. Busca-se dessa maneira, elaborar estratégias que exijam visão global de todo o processo de aprendizagem, articulação dos conteúdos com objetivos, currículo, faixa etária dos alunos; tempo, espaço e materiais.

Leia mais em Personalização do Ensino na Educação Infantil

Projetos, sequências didáticas, atividades permanentes e de sistematização são mecanismos que utilizamos nessa elaboração, essenciais para elaboração posterior do semanário e da documentação pedagógica.

Mas como organizá-los, como encaixá-los ao longo do ano?

Minha sugestão é que você organize todos os seus semanários na Eduqa.me! Isso mesmo, acesse http://www.eduqa.me/ e clique em testar agora.

Assim que estiver cadastrado você verá a seguinte barra lateral:

Será a partir desses ícones que você poderá começar a construir um semanário digital coerente com as suas necessidades e com as necessidades dos seus alunos.

Vou explicar cada um desses ícones e a partir disso você verá como é simples e fácil fazer seu planejamento e registro pedagógico.

Vamos lá?

Planejamento: 

Aqui é o lugar ideal para você começar a planejar sua semana.

Veja na imagem abaixo como é simples. Você poderá escolher os horários e as atividades que acontecerão e também poderá baixar esse documento bem colorido e organizado clicando no canto superior direito “baixar PDF”.

Se estiver inspirado já pode planejar o mês inteiro e depois, se precisar, pode editar tudo a qualquer momento, a qualquer lugar.

Semanário da Professora Deborah

Registros: 

Enquanto a aula acontece você está ali com seu caderno e celular registrando, certo? Depois tem que chegar em casa e separar todo esse material para então ligar o computador e gastar um tempo considerável separando as fotos dos seus alunos das suas fotos pessoais. Bom, isso não é nada legal! Sem falar na quantidade de papel que se perde e as informações que vão junto deles.

A minha sugestão é que você inove e comece a fazer os registros de um jeito super diferente. Imagina que legal você poder fazer seus registros sem usar a memória do seu celular.

Incrível, não é? Basta clicar em registro e pronto! Faça os registros por fotos, vídeos ou textos.

Minhas turmas: 

Ora, tudo que você faz é destinado para alguma turminha, certo? Pois é, aqui você vai adicionar seus alunos e quantas turmas você tiver. Depois disso basta para fazer registros  individuais/específicos e trabalhar a personalização do ensino.

Áreas do conhecimento: 

Na Eduqa.me você define as cores das áreas de conhecimento da sua escola, com cores indicativas fica fácil identificar quais áreas do conhecimento estão sendo mais estimulando que outras.

Caso sua Escola use outra organização que não seja a do PCN- Parâmetro Curricular Nacional, não tem problema basta adicionar a área do conhecimento. Isso também vale para as Escolas que trabalham com projetos e outras nomenclaturas que não a do MEC.

Baú de Atividades:

Esse é o lugar ideal para você encontrar atividades prontas! Isso mesmo, aqui você pode se inspirar e inspirar outros professores de todo o território nacional.

Clique em buscar em “meu baú” ou no “Baú de Atividades” e divirta-se!

Convidar Família:

Seu aluno teve um desenvolvimento incrível na atividade e você fez aquele registro que todo pai gostaria de ver. Que tal compartilhar com a família ?

É possível também centralizar aqui seus portfólios e se livrar de gastar tanto tempo produzindo esse material.

Ah, sabe aquele aluno especial que será encaminhado para um terapeuta ocupacional, psicólogo ou fonoaudiólogo. Que tal compartilhar material pedagógico e registros para que eles consigam ter material de estudo e possam progredir junto à escola?

Faz seu cadastro. Corre lá e já comece sua semana organizando tudo sem perder tempo.

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Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

 

Como entender a necessidade do aluno?
Relatórios/Rotina pedagógica
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Como entender a necessidade do aluno?

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O cotidiano de uma escola é muito dinâmico, intenso e único!

Quem é professor sabe que ao colocar os pés dentro da sua sala de aula é como se entrasse em um novo mundo, e ali, envolve-se com o grupo de alunos, suas famílias, com o cumprimento do currículo, reuniões, entre outras tarefas.

Dar conta de resolver todas estas questões, podem provocar no professor um tipo de comportamento que o faz ter um olhar homogêneo para os seus alunos, e aí está o problema que o impede de entender, em alguns casos, a necessidade de cada aluno, pois a forma como o professor vê o seu grupo, interfere diretamente em suas atuações.

Sabemos que é mais fácil trabalhar com um grupo homogêneo do que com turmas heterogêneas. Preparamos as mesmas atividades para todos e não termos que nos preocupar com aqueles que aprendem de maneiras diferentes. Mas será que isso é verdade?

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Não…. Isto, não é verdade; criamos uma falsa ideia de que todos são iguais e nos iludimos por achar que todos os alunos aprendem do mesmo jeito. Independente da ausência de diferenças significativas, as turmas sempre serão heterogêneas, por isso, para se entender melhor a necessidade dos seus alunos, comecem por desconstruir a ideia de homogeneidade e:

– Aproxime-se de cada aluno e não tenha pressa para isso, pois este é um trabalho que exige muita dedicação, tempo e planejamento.

– Conheça a realidade das famílias.

– Não julgue o aluno pelo comportamento que ele mostra em sala de aula. Há muita história por traz disso e nem sempre um aluno que responde mal a um professor é uma criança mal-educada pelos pais.

– Pense em estratégias que facilite o seu trabalho. A Eduqa.me oferece uma série de recursos para isso (formas de organizar o seu semanário, portfólio, entre outras técnicas).

– Realize sondagens e veja como está a aprendizagem do seu aluno e quais são as necessidades dele. Isso aprimora a sua atuação prática e otimiza o tempo (conheça uma sondagem sugerida pela Eduqa.me).

Não é fácil saber do que os nossos alunos necessitam e, dar respostas eficazes a estas necessidades, nem sempre é tão simples. Cada criança requer um olhar único e ao máximo possível precisamos tentar transformar vidas através da educação, afinal, ser professor requer além de muito estudo, conhecimento e experiência, uma força interna em ACREDITAR que as pessoas podem mudar a partir do exemplo que praticamos e ensinamos.

Isso é educação, isso é escola, isso é ser professor!!!

eduqa.me é uma ferramenta que vai te ajudar a criar portfólios incríveis, além disso, possibilita a compartilhar informações com os pais e  entre os próprios profissionais da escola, o que melhora a comunicação, o tempo disponível para investir na aprendizagem do aluno e um melhor acompanhamento da criança por parte de todos os envolvidos.

Quer acompanhar dados da sua Escola?

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Texto: Luciana Fernandes Duque para a Eduqa.me. Luciana doutoranda em Educação Especial – Faculdade de Motricidade Humana pela Universidade de Lisboa – Portugal, Mestre em Educação – Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Psicopedagoga Clínica e Pedagoga com vasta experiência Educação Inclusiva. É autora de dois livros, um sobre inclusão escolar e outro sobre relação professor aluno. É responsável pela fanpageLuciana F Duque Psicopedagogia e Inclusão.

O problema de alfabetizar as crianças cedo demais

Atividades lúdicas que estimulem a concentração e a motricidade fina são indicadas para uma pré-alfabetização saudável, que respeite o ritmo da criança (foto: The Learning Garden Kids)

Atividades/Linguagem/Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Socioemocional/Registros/Relatórios
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O problema de alfabetizar as crianças cedo demais

A Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) foi criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2013 para identificar os índices de alfabetização e letramento em língua portuguesa e matemática de crianças entre 8 e 9 anos. Segundo o documento básico, disponível no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o objetivo é “concorrer para a melhoria da qualidade de ensino e redução das desigualdades, em consonância com as metas e políticas estabelecidas pelas diretrizes da educação nacional”.

Testes nacionais para avaliar a alfabetização podem fazer com que pré-escolas comecem o letramento cedo demais para aumentar suas notas (foto: New Castle School)

Testes nacionais para avaliar a alfabetização podem fazer com que pré-escolas comecem o letramento cedo demais para aumentar suas notas (foto: New Castle School)

Porém, esta avaliação está reforçando uma visão que já existe em muitas escolas de educação infantil. Em entrevista para a Revista Educação, a professora Sandra Zákia Sousa, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), argumentou que a ANA faz com que os professores de Educação Infantil antecipem os processos de alfabetização e letramento, pulando etapas importantes no desenvolvimento da criança, como coordenação motora e capacidade de raciocínio e concentração. Na mesma reportagem, Luiz Carlos de Freitas, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), defende que essa avaliação deveria acontecer somente a partir do final do Ensino Fundamental.

O letramento precoce tem sido tema de diversos debates e motivou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STF) em fevereiro deste ano, que decidiu que crianças menores de 6 anos não podem ser matriculadas no Ensino Fundamental, ainda que tenham capacidade intelectual comprovada por avaliação psicopedagógica. A posição em relação ao tema tem influenciado os diversos formatos de escolas de Educação Infantil: enquanto há escolas infantis que antecipam lições ligadas à leitura, à escrita e à matemática na fase do antigo “pré-primário”, há instituições cuja linha pedagógica defende que a criança precisa priorizar o desenvolvimento de outras habilidades antes de se alfabetizar.

Atividades lúdicas que estimulem a concentração e a motricidade fina são indicadas para uma pré-alfabetização saudável, que respeite o ritmo da criança (foto: The Learning Garden Kids)

Atividades lúdicas que estimulem a concentração e a motricidade fina são indicadas para uma pré-alfabetização saudável, que respeite o ritmo da criança (foto: The Learning Garden Kids)

Esse argumento tem embasamento teórico em filósofos como o austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), um dos introdutores da pedagogia Waldorf, que defende que crianças com até 7 anos de idade devem se preocupar somente em brincar.  Ao participar de jogos e atividades lúdicas, os pequenos desenvolvem a confiança em seu corpo e em suas potencialidades, o que é essencial para encarar a maior parte das atividades da vida, além das habilidades físicas e motoras, que são fundamentais para o desenvolvimento neurológico e sensorial. Se essa fase for vivida de maneira adequada, meninos e meninas terão maior domínio corporal, linguagem oral e, principalmente, capacidade para se adaptar às situações.

Na mesma linha, o psicólogo bielorrusso Lev Vygotsky defendia que a alfabetização fosse um processo gradual estimulado desde a primeira infância, mas sem que atividades mecânicas de leitura e escrita atrapalhassem ou forçassem as etapas de desenvolvimento.

Ao estimular precocemente a leitura e a escrita, a criança pode sofrer problemas como deficiências na coordenação motora, apatia, desinteresse, desmotivação e estresse.

Por isso, a educação infantil deve se preocupar em proporcionar atividades condizentes com a fase de desenvolvimento da criança e respeitar as necessidades dessa etapa da vida, que é, sobretudo, brincar. Forçar o avanço na alfabetização antes do tempo pode criar traumas e dificuldades maiores no futuro.

Leia sobre Personalização do Ensino na Educação Infantil e entenda mais sobre o assunto.

Na Eduqa.me é possível fazer esse registro de um jeito simples, individual e  bem rico. Com poucos clique você faz anotações, fotos e vídeos. Com esses indícios organizados é possível compartilhar com seu coordenador e refletir sobre cada aluno percebendo quais habilidades eles possuem e quais precisam ser desenvolvidas.

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