Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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Atividade: Cartaz dos Combinados

Fonte: Pinterest

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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Atividade: Cartaz dos Combinados

Construa um cartaz com as ilustrações da rotina do dia, e acrescente as regras que você considera importante. As crianças podem participar da construção das regras junto com o professor. Use frases afirmativas ( por exemplo: “Sem brigas com os colegas” ao invés de “Não brigue com os colegas”).

Veja os exemplos abaixo:

# Regra 1: Colocar as mochilas no lugar.

# Regra 2: Cumprimentar os colegas na chegada e na saída.

# Regra 3: Entrar em sala de aula em ordem.

# Regra 4: Manter a sala organizada.

# Regra 5: Escutar os colegas.

# Regra 6: Organizar os brinquedos.

# Regra 7: Lavar as mãos antes do lanche.

# Regra 8: Jogar os papéis no lixo.

# Regra 9: Deixar a sala bem arrumada.

# Regra 10: Sem brigas com os colegas.

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o combinado?
  • Quanto a seguir as regras, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

Fonte: Samantha Moe

Atividades/Desenvolvimento Infantil/Relatórios
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4 Dicas Imperdíveis para Estabelecer Limites e Regras

“Quanto maior for a formação de vínculo emocional positivo dos adultos com as crianças, mas fácil elas aceitarão as regras e os limites deles.”

Richard E. Tremblay

Objetivo

  • Para que a criança possa seguir as regras e entender os limites, ela precisa desenvolver o autocontrole.
  • Atividades e estratégia simples que podem fazer a diferença na vida da criança.

#Dica 1: Seja Claro

Explique o que a criança deve fazer, quando, como e por quê. Nunca deixe de elucidar as consequências do não cumprimento da regra, mas seja breve com as crianças mais novas. Até os 3 anos de idade, a criança ainda não é capaz de entender instruções muito longas.

Além disso, ameaças do tipo: “Se você não fizer isso, eu vou chamar o homem do saco!” ou “Me dá isso agora, se não torço seu pescoço!” só irão desencadear emoções negativas na criança e não lhe informarão sobre as reais consequências de não obedecer àquela regra. Outra situação que devemos evitar é dar comandos ou orientações com falta de clareza (sem exemplificar o que esperamos), por exemplo, “arrume a mesa!” Este comando sozinho não é suficiente para a criança entender o passo-a-passo do que queremos, ou seja, que ela deve empurrar as cadeira espera debaixo da mesa, juntar os papéis em uma pilha, arrumar os lápis e as canetas dentro do estojo, etc. É necessário especificar cada ação e dizer claramente o que você espera dela.

Exemplo: 

“Depois de brincar, vocês devem juntar os brinquedos, colocá-los dentro da caixa e guardá-los naquele armário, ok? Com cada um fazendo sua parte conseguimos terminar tudo muito mais rápido e podemos aproveitar melhor o dia!” A ilustração abaixo pode ser fixada na aula nesse momento.

 

Fonte: Gazeta online

#Dica 2: Seja Coerente

Para colocar regras não use explicações exageradas ou falsas. Seu conteúdo deve estar de acordo com a realidade, com o nível de entendimento da criança e deve fazer sentido para ela.

Levar a criança para fazer um trabalho de puntura com tinta e dizer que ela não deve sujar a roupa não é um comando possível. Da mesma forma, pedir que ela cale a boca e coma o almoço todo em dois minutos, não está de acordo com a realidade.

“Limites sem sentidos, fazem com que as crianças não os levem a sério”.

Werber, L., 2014.

#Dica 3: Seja Consistente

Mantenha os combinados até o fim, exceto em situações de imprevistos em que haja necessidade de uma negociação ou de mudanças de regra. Crianças e professores devem seguir os combinados. A regra não pode depender do humor ou da vontade do adulto, nem pode deixar de ser exigida por “pena”.

“…[as regras] não devem depender do seu estado de espírito, isto é, se você está bem humorado, você deixa passar, e se você está de mal humor (…), você aplica as regras e as consequências ainda com mais dureza. Um “não”  não pode virar um “sim”depois de muita insistência (…). Se você disse não, mantenha o não até o final, mesmo que os olhinhos marejados de lágrimas amoleçam seu coração”.

Werber, L., 2014.

#Dica 4: Monitore

Supervisione o cumprimento das regras até que elas já tenham sido automatizadas pela criança.

Observações importantes:

  • Na hora de explicar o que a criança deve ou não fazer, ao invés de só fazer previsões do tipo: “você vai cair” ou “você pode se machucar e machucar alguém” diga a regra: “a escada está molhada, desça devagar, segure no corrimão, para não escorregar”, não ande com a tesoura aberta na mão desse jeito, para não se machucar”.
  • Na regra deve especificar bem o que a criança deve fazer. Melhor dizer: “cumprimente seu coleguinha”do que “seja bonzinho”.
  • Provavelmente as regras precisarão ser repetidas algumas vezes até todas as crianças aprenderem. Uma alternativa à repetição é questionar a criança o porquê de ela não poder fazer aquilo, como por exemplo: “o que pode acontecer se você correr no chão molhado?”.
  • As regras devem respeitar as limitações relativas à idade da criança.
  • Até os 4 anos de idade, as crianças pensam o mundo de maneira concreta, portanto usar frases com duplo sentido, ironia, sarcasmos ou de significado muito vago não ajuda.
  • Até os 5 anos de idade, elas ainda não são capazes de permanecer em uma mesma atividade por muito tempo, por isso, em aulas expositivas, procurar criar tarefas curtas ou dinâmicas, que mudem o foco da criança de tempos em tempos (por exemplo, a cada 10-20 minutos). Isto as auxiliam a se manterem atentas por mais tempo.
  • Muito cuidado com o que promete, pois consequências não cumpridas fazem você perder o crédito.
  • Não imponha uma regra sem ter certeza de que você será consistente ao aplicá-la. Geralmente crianças tentam a testar a consistência de situações que não querem cumprir. Seja paciente e persistente.
  • Crie regras com o grupo e selecione as mais relevantes para fazer cartazes pintados pelas próprias crianças e fixar na sala de forma ilustrativa.

Registre!

  • Como está a disciplina das crianças? As crianças conseguiram entender os comandos?
  • Quanto a ser claro com os comandos, o que deu errado?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Registre como a criança está se comportando e anote exemplos e como anvançou. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

 

Consciência de Sílaba: Papo de Ogro

Fonte: Google

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Sílaba: Papo de Ogro

(fonte:http://revistaguiainfantil.uol.com.br).

Essa é uma atividade que vai contribuir para o desenvolvimento da consciência silábica da criança, naturalmente, irá repercutir no aprendizado da leitura e da escrita.

Existem muitas maneiras de estimular a consciência fonológica, porém, quanto mais lúdico o processo, mais satisfatório é o resultado.

Objetivo

  • Reforçar a capacidade dos alunos de sintetizar palavras a partir de sílabas separadas.

Descrição da Atividade

  1. Convide todos a sentar em círculo e envolva-os em uma história:Era uma vez um ogro gentil e pequenino, que adorava dar presente às pessoas. O único problema é que o ogro sempre queria que as pessoas soubessem qual era o presente antes de dá-lo. Mas o ogrozinho tinha uma maneira muito estranha de falar. Se ele fosse falar à criança que o presente era uma bicicleta, ele dizia “bi-ci-cle-ta”.

    Só quando a criança adivinhasse qual era o presente é que ele ficava completamente feliz.

  2. Agora, finja ser o ogro e caminhe pela sala, dando um “presente”a cada criança, pronunciando o nome do presente sílaba por sílaba.
  3. Quando a criança adivinhar a palavra, ela deve indicar outra criança para ganhar um presente.

Dica

Se a turma for grande, é melhor limitar o jogo a apenas algumas crianças em determinado dia, ou ficará longo demais.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As crianças conseguiram entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Teatro de Máscaras

Fonte: Café del Maro

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Teatro de Máscaras

O professor pode oferecer às crianças situações variadas e pedir que escolham uma para explorar. Na sequência, pede-se que encenem a situação escolhida usando máscara das emoções (prontas ou criadas previamente pelo grupo). Como sugestão, sugere-se que as crianças estejam estimuladas a encenar:

Situações problemas” vivenciadas na escola

  • Como me senti quando briguei com meu amiguinho;
  • Como me senti no dia do meu aniversário;
  • Como me senti quando meu brinquedo quebrou;
  • Como me senti quando meu amigo me bateu;
  • Como me senti quando fui elogiado;

O professor pode iniciar a atividade fazendo uma breve encenação com as máscaras, para explicar como nos sentimos, e que nossas emoções mudam em diferentes situações. Além de encenar situações. Além de encenar situações , pode fazer perguntas, por exemplo:

  • Como você está se sentindo?

A fim de trabalhar o controle, como lidar com emoções e sentimentos vividos. Por meio do teatro de máscaras, podem ser trabalhadas situações problema, como forma de meditação de conflitos.

  • Registre!

    • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções: sentiram-se confortáveis em falar sobre elas? Mostraram interesse e contaram histórias pessoais sobre o tema?
    • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
    • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
    • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
    • Exponha as máscaras na escola ou na sala de aula, para que outras turmas, professores, e pais possam vê-las. Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Aliteração

Fonte: Foto Dicas Brasil

Atividades/Música e artes/Registros
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Atividade: Aliteração

Capacidade de identificar e repetir a sílaba ou fonema na posição inicial das palavras (Nascimento, 2009).

Atividade baseada em Capovilla e Capovilla, 2004.

Objetivo

  • Perceber as palavras que começam com o mesmo som.
  • Consiste na repetição de um fonema, não necessariamente de uma letra, uma vez que na Língua Portuguesa nem sempre há a correspondência entre esses dois elementos. Veja os exemplos: táxi, exame, enxaqueca. A letra é a mesma, mas representa fonemas (sons) diferentes, por isso, é importante lembrar que a aliteração busca reproduzir sons.

Habilidades a Serem Desenvolvidas

  • Estimular o reconhecimento e consciência das palavras que começam com o mesmo som.

Material

Descrição da atividade

  1. Pedir para a criança nomear a figura chave, por exemplo a máscara.
  2. Perguntar com que som começa ? = ma.
  3. Peça para ela apontar a outra figura que começa com o mesmo som.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças apresentando suas máscaras ou fazendo caretas em frente ao espelho – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Fonte: Galinha Pintadinha

Atividades/Movimento/Música e artes/Relatórios
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Atividade: Enfatizando a Rima por meio do Movimento

Pesquisas e estudos científicos nos mostram que crianças que crescem em ambientes ricos em estímulos de qualidade desenvolvem o cérebro mais rapidamente. Hoje, sabemos que atividades estimulantes podem produzir mudanças na estrutura cerebral, principalmente nos primeiros 6 anos de vida.

A música interessa à criança desde bem pequena, por isso, deve ser utilizada para estimulá-la.

Essa atividade é uma maneira divertida de lidar com a música e o movimento.

http://revistaguiainfantil.uol.com.br

Material

Músicas infantis rimadas.

Descrição da Atividade

O jogo sensorial é, em geral, um meio valioso de atrair a atenção de crianças pequenas. A tradicional música infantil oferece uma base excelente para experimentar movimentos físicos no ritmo da rima.

1) As crianças senta-se em círculos com as duas mãos frechadas à frente.

2) Enquanto todas cantam a música, a pessoa que é “escolhida” movimenta-se em torno do círculo e, suavemente, marca com batidas as palavras, primeiro na mão direita, depois na esquerda de cada criança.

3) Uma criança cuja a mão seja batida na última palavra, ou na palavra que rime, de cada verso (ou seja, em uma das palavras “mágicas “) deve colocar essa mão nas costas. Assim que esconder ambas as mãos, a criança estará fora.

4) A última que permanece com uma das mãos ainda à frente, torna-se a “escolhida”. Por exemplo: em O Sapo não lava o pé, as palavras mágica estão em negrito.

O Sapo
Galinha Pintadinha

O sapo não lava o
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer

O sapo não lava o pé
Não lava porque não quer
Ele mora lá na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé!
A sapa na lava a pá
Na lava parca na cá
Ala mara lá na lagaa
Na lava a pá parca na cá
Mas cá chalá!

E sepe ne leve e pe
Ne leve perque ne que
Ele mere le ne leguee
Ne leve e pe perque ne que
Mes que chele!
I sipi ni livi i pi
Ni livi pirqui ni qui
Ili miri li ni liguii
Ni livi i pi pirqui ni qui
Mis qui chili!

O sopo no lovo o po
No lovo porco no co
Olo moro lo no logoo
No lovo o po porco no co
Mos co cholo!
U supu nu luvu u pu
Nu luvu purcu nu cu
Ulu muru lu nu luguu
Nu luvu u pu purcu nu cu
Mus cu chulu!

Variação

Amplie  o jogo com outras rimas presentes em parlendas e músicas como Uni, duni, tê, Um, dois, feijão com arroz, Cai, cai balão, Marcha Soldados, entre outras.

Registre!

  • Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as rimas.
  • Souberam alternar momentos de movimento e rima?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Discuta a atividade na escola ou na sala dos professores, para que outras turmas, professores, e pais possam vive-las.
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Entenda a Importância da Consciência Fonológica na Educação Infantil

Fonte: atrasonafala

Registros/Linguagem
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Entenda a Importância da Consciência Fonológica na Educação Infantil

A consciência fonológica é a capacidade metalinguística* que permite refletir sobre as características da fala, sobre sua composição sonora assim como manipulá-la. Ela se configura com a consciência dos sons que compõe as palavras que ouvimos e falamos e também com a consciência de que as palavras são constituída por diversos sons.

Na Educação Infantil é importante observar essa consciência nos alunos e propor atividades de desenvolvimento fonológico que sejam ideais para cada faixa etária. Para te ajudar nessa tarefa preparamos um material bem legal e de fácil leitura.

Vem ver…

Nos próximos posts vamos falar sobre as atividades de consciência de palavras, sílabas, rimas e aliteração.

Metalinguístico é a capacidade de operar e refletir sobre a linguagem em diferentes níveis: textual, pragmático, sintático, semântico, morfológico, fonológico, etc.

Desenvolvimento fonológico

1-2  meses:

Distinção dos sons com base no fonema.

30 meses:

  • Detecção de eventuais erros na produção do seu enunciado ou no dos outros interlocutores (auto-correções).

36 meses:

  • Distinção de todos os sons da sua língua materna, pelo que consegue distinguir as cadeias sonoras aceitáveis na sua língua, corrigindo as não passíveis.

3-4 anos:

  • Sensibilidade às regras fonológicas da sua língua.

Reconhecem rimas e aliterações, identificando as primeiras.

Prazer lúdico com às rimas através de jogos de sons e de palavras, nas quais a criança faz deturpações voluntárias, criando palavras novas (trapalhão -traldrabão).

  • A produção de rimas é uma tarefa mais fácil, comparativamente à de segmentação de sons ou de identificação fonêmica.
  • Dificuldade em identificar a palavra no contínuo sonoro, competência que é consolidado ao longo do percurso escolar.

4 anos:

  • Maiores dificuldades em tarefas de consciência fonêmica quando comparada à silábica.
  • Capacidade de segmentar silabicamente unidades lexicais compostas por duas sílabas. Maiores dificuldades na segmentação de palavras polissilábicas e/ou monossilábicas.

5 anos:

  • Capacidade metafonológicas ao nível do fonema e do traço distintivo, desde que as tarefas sejam adaptadas à realidade linguística e cognitiva da criança.

6 anos:

  • Domínio, quase total, da capacidade de segmentação silábica.
  • Maiores dificuldades nas tarefas relativas à consciência fonêmica, pois ainda não há o apoio da escrita. No entanto, com aprendizagem da leitura há conhecimento adicional sobre a estrutura linguística.

Registre

Orientar seus registros desde o início do ano para realizar uma avaliação de qualidade! Na hora do registro reflita:

    • Quais são os registros que realmente mostram a evolução das crianças?
    • Compare momentos: atividades, citações, fotos e vídeos.
    • Crie uma linha do tempo para visualizar o desenvolvimento e facilitar na criação dos seus portfólios.

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Atividade: Roda de Leitura

Fonte: Twin cities

Atividades/Linguagem/Registros
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Atividade: Roda de Leitura

Durante a roda de leitura, a criança desenvolve o raciocínio lógico e a criatividade. Além de estimular o pensamento independente a escuta e oralidade.Além de todos esses benefícios, podemos observar também as crianças desenvolvendo a socialização.

Por isso preparamos essa atividade para você se inspirar e levar para sua sala.

Fonte: Escola da Vila

Objetivo

  • Estimular a linguagem verbal (comunicação oral, compreensão);
  • Estimular a linguagem não-verbal (gestos, entonação da voz);
  • Estimular a criatividade e a atenção;

Habilidades a serem Desenvolvidas

  • Linguagem oral;
  • Ampliação do vocabulário;
  • Explorar a organização temporal dos eventos, as relações de causa e consequência;
  • Melodia e entonação

Materiais

  • Uso de fantoches para o reconto das histórias;
  • Desenho para ilustrar o que recordam dela, a invenção de finais diferentes;
  • Construção de máscaras ou fantasias etc.

Descrição da atividade

1) Leitura: ler uma obra na íntegra para os alunos enriquecendo-a com entonações e sons;

2) Cantada: livros com ilustrações de animais para que o grupo nomeie e, logo depois, cantar uma musica referente àquele animal;

3) Interativa: a história acontece com a participação da turma com gestos, mímicas, movimentos e sons onomatopaicos (reprodução animada de sons, como fazer barulho de carros, de chuva etc.) Ex.: Sair de casa para ir ao parque brincar. “Vamos abrir a porta de casa”(fazer o movimento de segurar a maçaneta, abrir e fechar  a porta, fazendo o barulho de ranger a porta). “Vamos caminhar” (bater o pé no chão). “Vamos brincar na balança” (balançar o tronco e os braços pra frente e para trás). “Vamos brincar no “passeio do Tarzan” (esticar os braços acima da cabeça e  fazer movimentos com eles intercalando um braço e o outro). “Vamos andar de bicicleta” (movimento com as pernas imitando o movimento), entre outras brincadeiras.

Outras possibilidades são, voltando do parque , tomando banho, tomando um lanche, escovando os dentes, trocando de roupa e indo dormir. Conduzir sempre a história, mas utilizando-se de movimentos e sons.

Registre!

Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções durante a atividade.

  • Mostraram interesse e contaram histórias pessoais ?
  • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
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Atividade: Dramatização das Emoções

Fonte: Google

Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Dramatização das Emoções

 

O psicodrama é uma técnica psicoterapêutica que visa propiciar uma ação dramática no indivíduo ou num grupo. Trabalha com as relações interpessoais e também com ideologias particulares. Jacob Levy Moreno (1889-1974) foi o psiquiatra romeno, responsável pelo desenvolvimento e criação desta técnica.

Utilizamos o Psicodrama Pedagógico para fixar e exemplificar o conhecimento (como é o caso da atividade dramatizando as emoções); para ajudar alunos ou grupos com problemas disciplinares; para desenvolver novos papéis; para aprofundar e voltar a um tema estudado; para sensibilizar grupos; prevenir situações de ansiedade; elaborar mudanças; avaliar o trabalho em equipe e outras.

O Psicodrama de uma forma geral, traz os conceitos de empatia, espontaneidade e criatividade e a capacidade de se colocar no lugar do outro. Esse conceito é algo que deve estar muito presente nas salas de aula e por isso a atividade dramatizando as emoções passa a ser extremamente significativo e benéfico para a aprendizagem.

Vamos lá?

Fonte: Creche Carmem

Objetivo

  • Criar personagens e/ou histórias, como meio de expressão das emoções.
  • Auxiliar as crianças a reconhecerem que as emoções pode variar de acordo com diferentes situações, bem como aprenderem a lidar com elas.
  • Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons;
  • Diferenciar fontes sonoras diversas.

Materiail

  • Imagens que expressem as emoções: alegria, tristeza, medo e raiva (podem usar também as peças criadas para o cartaz das emoções).
  • Massinhas/ pratos descartáveis/ cartolina/ EVAs/ palitos de sorvete/ bexigas/ papelão para elaborar máscaras de emoções.

Descrição

As crianças (individualmente ou em duplas) podem trabalhar com os materiais disponíveis para criar um personagem com expressões faciais que ela eleger.

Dica

Caso necessário, a professora pode expor as principais emoções na lousa, para que as crianças escolham quais querem usar em seus personagens.

Registre!

Para criar registros completos, tanto para a turma quanto para cada criança, acesse a Eduqa.me e faça seu cadastro. Atualize as atividades realizadas em sala de aula e avalie o desenvolvimento das crianças. Depois, gere linhas do tempo com os textos, fotos e vídeos postados, além de gráficos e relatórios criados automaticamente para ajudá-lo a visualizar o crescimento delas com facilidade.

Gostou? Então fique ligado!

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