5 Dicas Para Lidar com a Birra

Fonte: Google

Relatórios/Socioemocional
0 Comments

5 Dicas Para Lidar com a Birra

Objetivos

  • Compreender o comportamento de birra.
  • Orientar o professor de como lidar com o comportamento de birra em sala de aula.

Birra

O comportamento de birra, essa reação de choro, grito, que a criança faz quando não tem o que quer, tem um início muito cedo em sua vida e faz parte do seu desenvolvimento emocional, tendo um papel na formação de sua identidade e vontade própria.

Porém, para que a birra exerça a sua função no desenvolvimento dos pequenos de forma positiva, é necessário que ela receba o tratamento adequado. Como a criança de até 5 anos ainda não desenvolveu a capacidade de saber esperar e nem noção de tempo, ela enfrenta uma angústia muito grande quando não tem o que quer na hora que quer e isso acontece todas as vezes quando ela se depara com frustrações que podem ser decorrentes de sua limitação ou dos “nãos” dos  adultos.

Para lidar com a birra de forma a transformá-la num aprendizado, evitando que ela se torne uma reação costumeira e um futuro problema de comportamento difícil de se resolver, aqui vão algumas dicas essenciais.

# Dica 1: Mantenha a tranquilidade e o equilíbrio

Respire fundo e espere que a criança se acalme. Se for necessário, leve-a a um outro local explicando que vai fazer isso para que ela possa se acalmar. Caso a criança se debata ou tenha atitudes agressivas ou autolesivas, ajude-a a conter-se, pode pegá-la no colo e peça ,com calma, para ela se tranquilizar. Quando isso acontecer, elogie-a por ter conseguido e converse amigavelmente com ela, dizendo algo como:

“Que bom que você conseguiu se acalmar, agora podemos pensar melhor em como resolver essa situação”.

É importante que ela entenda que é amada, mas que esse comportamento não é aceitável. Se estiver difícil ela conseguir se acalmar, chame-a para auxiliá-lo em alguma outra atividade, assim você poderá fazer com que ela desvie a atenção da birra.

# Dica 2 : Dialogue

Depois que birra passar, você pode conversar com a criança, fazendo-lhe perguntas simples do tipo: “o que aconteceu?”, “por que você agiu assim?”. Escutando as respostas você irá entender se aquele comportamento e normal ou exagerado.

#Dica 3: Faça combinados

Faça combinados com a criança. Esta é uma boa estratégia para evitar que ela tenha este mesmo comportamento novamente. Por exemplo, se a criança fez birra porque não quer ajuda a guardar os brinquedos, você pode tentar negociar com ela da seguinte forma: “Tudo bem não guardar agora, mas que tal você guardar na hora de ir para o parquinho?”

É importante elucidar as consequências dos não cumprimento das regras e fornecer alguma recompensa se ela for cumprida (abraço, elogio, cartão com um desenho carinhoso feito por você, etc), caso contrário, o esforço não terá sentido para a criança.

# Dica 4: Explique

Quando a criança fizer algum tipo de birra inegociável, chame-a para uma conversa em que você explique que isso não é admitido e porquê, depois realize com ela a atividade do teatro das emoções.

# Dica 5: Elogie

Nunca esqueça de elogiar  a criança sempre que ela cumprir algum combinado ou seguir as regras!

Registre!

  • Você soube lidar com as crianças birrentas?
  • Quais foram os principais motivos das birras?
  • Quanto a entender a birra, funcionou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

 

 

 

Atividade: Roda de Leitura

Fonte: Twin cities

Atividades/Linguagem/Registros
0 Comments

Atividade: Roda de Leitura

Durante a roda de leitura, a criança desenvolve o raciocínio lógico e a criatividade. Além de estimular o pensamento independente a escuta e oralidade.Além de todos esses benefícios, podemos observar também as crianças desenvolvendo a socialização.

Por isso preparamos essa atividade para você se inspirar e levar para sua sala.

Fonte: Escola da Vila

Objetivo

  • Estimular a linguagem verbal (comunicação oral, compreensão);
  • Estimular a linguagem não-verbal (gestos, entonação da voz);
  • Estimular a criatividade e a atenção;

Habilidades a serem Desenvolvidas

  • Linguagem oral;
  • Ampliação do vocabulário;
  • Explorar a organização temporal dos eventos, as relações de causa e consequência;
  • Melodia e entonação

Materiais

  • Uso de fantoches para o reconto das histórias;
  • Desenho para ilustrar o que recordam dela, a invenção de finais diferentes;
  • Construção de máscaras ou fantasias etc.

Descrição da atividade

1) Leitura: ler uma obra na íntegra para os alunos enriquecendo-a com entonações e sons;

2) Cantada: livros com ilustrações de animais para que o grupo nomeie e, logo depois, cantar uma musica referente àquele animal;

3) Interativa: a história acontece com a participação da turma com gestos, mímicas, movimentos e sons onomatopaicos (reprodução animada de sons, como fazer barulho de carros, de chuva etc.) Ex.: Sair de casa para ir ao parque brincar. “Vamos abrir a porta de casa”(fazer o movimento de segurar a maçaneta, abrir e fechar  a porta, fazendo o barulho de ranger a porta). “Vamos caminhar” (bater o pé no chão). “Vamos brincar na balança” (balançar o tronco e os braços pra frente e para trás). “Vamos brincar no “passeio do Tarzan” (esticar os braços acima da cabeça e  fazer movimentos com eles intercalando um braço e o outro). “Vamos andar de bicicleta” (movimento com as pernas imitando o movimento), entre outras brincadeiras.

Outras possibilidades são, voltando do parque , tomando banho, tomando um lanche, escovando os dentes, trocando de roupa e indo dormir. Conduzir sempre a história, mas utilizando-se de movimentos e sons.

Registre!

Em seu registro, dê prioridade a como as crianças lidaram com as emoções durante a atividade.

  • Mostraram interesse e contaram histórias pessoais ?
  • Souberam alternar momentos de silêncio e concentração, durante a leitura, com os momentos de conversa?
  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As histórias tiveram começo, meio e fim? Qual vocabulário elas adquiriram desde o último registro? E quanto à sua fluência?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade? Elas trabalharam mais em grupo ou individualmente?
  • Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme as crianças brincando e imitando – isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

Fonte: Parenting IK

Relatórios/Socioemocional
0 Comments

4 atitudes que diminuem a autoestima da criança

No post anterior falamos sobre 5 dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil. Hoje vamos falar sobre o que NÃO fazer para detonar a autoestima das crianças.

Certos comportamentos minam a construção da autoestima infantil – e, portanto, devem ser evitados pelos pais e professores.

As atitudes moldam mais do que palavras então vamos ficar ligados em 4 atitudes comuns que minam a construção da autoestima da criança.

#1 Comparar a criança com irmãos ou colegas

Mesmo que a intenção seja boa, a comparação deve ser sempre com ela própria, com sua evolução. Criar paralelos do tipo “sua irmã já sabia fazer isso com a sua idade” gera pressão e disputas entre as crianças. Não crie expectativas além da capacidade de cada criança e entenda que seus ritmos são diferentes;

#2 Relembrar erros constantemente

Não use as falhas de seu aluno contra ele. Aponte os erros no momento em que ocorreram, mas, depois, permita que ele tente de novo sem pré-julgamentos. Assim, ele não se sente inseguro ou como se nunca pudesse acertar;

#3 Elogiar exageradamente ou fingir que a criança nunca erra

Ou a criança viverá em uma ilusão, acreditando que é mais especial que seus colegas e deve ser sempre agradada, ou ela perceberá a mentira (e, com isso, pode perder a confiança no adulto em questão);

#4 Ignorar pequenas conquistas

Comemore vitórias ao longo do caminho, ainda que não pareçam grande coisa. Não é preciso que a criança chegue sempre em primeiro lugar ou vença todos os jogos. Elogie quando ela aprender a amarrar os cadarços, cantar no palco com a turma, lembrar-se sozinha de fazer as tarefas de casa. Essas atitudes vão apoiar a criança a buscar sucessos maiores.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Perfis de turma e individual na Eduqa.me - horizontal

5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

social momys

Registros/Socioemocional
0 Comments

5 Dicas para cultivar a autoestima na Educação Infantil

A autoestima é um sentimento de importância com relação a si mesmo. Ela é afetada tanto por conquistas e fracassos pessoais quanto pelos relacionamentos que envolvem a pessoa desde a infância. É também a sensação de capacidade, a noção de que se é capaz de superar desafios – e de que seu valor não diminui diante de um resultado negativo, por exemplo.

Quem possui uma boa autoestima é mais confiante, consegue tomar decisões e resolver problemas mais facilmente e acredita que seus objetivos serão alcançados mesmo quando encontra obstáculos.

Por outro lado, a baixa autoestima pode gerar angústia, desânimo, dor ou vergonha – ela leva a criança ou adulto a se sentir desvalorizado. Um sinal comum é a comparação constante com os demais: as outras pessoas sempre são vistas como melhores, bem sucedidas, mais bonitas, mais inteligentes. Eventualmente, quem sofre com baixa autoestima pode não ter objetivos e se encontrar incapaz de atingir qualquer meta que se proponha.

Crianças com uma autoestima saudável são mais dispostas a enfrentar desafios – afinal, não se sentem diminuídas por um fracasso e se sentem compelidas a continuar tentando. Foto: Lands O Moms

Como cultivar a autoestima na Educação Infantil

Esse conteúdo é restrito para assinantes, veja aqui nossos planos e faça sua assinatura.

 

[ms-protect-content id=”6785″]

[ms-protect-content id=”6759″]
Há uma série de atitudes diárias que promovem a autoestima saudável entre as crianças. Elas devem ser praticadas tanto por pais quanto por professores.

#1 Estabelecer comunicação

Deixar a criança ter voz, opinar e ajudar na tomada de decisões gera confiança e mostra que ela é levada em conta;

#2 Não menosprezar preocupações

O que parece bobagem a um adulto pode ser um medo real da criança. Ouça suas preocupações e ajude a resolvê-las, não apenas descarte o assunto;

#3 Elogie e critique ações pontuais

Não se engane: crianças reconhecem elogios vazios. Quando for elogiar, seja específico, fale de seu esforço e dedicação, boa educação ou gentileza, por exemplo. O mesmo vale para críticas. Evite dirigir o comentário negativo à criança, e sim ao comportamento errado (a diferença entre “você precisa arrumar os brinquedos porque outros colegas vão usá-los também” e “você é muito bagunceiro, nunca me escuta” é a mesma entre “não gostei dessa atitude” e “não gosto de você”);

#4 Mostre as consequências de suas escolhas

É fundamental que as crianças entendam desde cedo que suas ações terão consequências boas ou ruins. Quando ela errar, deixe claro que terá chance de acertar na próxima oportunidade;

#5 Reserve um tempo para ela

Isso faz com que ela se sinta especial. Seja em casa ou na escola, tenha momentos em que ela é o foco, em que você não vai atender o celular ou desviar sua atenção;

Ajude a encontrar soluções – dessa forma, a criança se sente cada vez mais capaz de lidar com imprevistos. Não resolva por ela, oferecendo respostas prontas. Ao invés disso, proponha questões: o que você gostaria de fazer? Por que quer fazer isso? Como acha que pode fazer isso?

Deixe que elas ofereçam ajuda – assim, elas sentem que têm algo de positivo para oferecer ao mundo.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

[/ms-protect-content]

[/ms-protect-content]

As 10 doenças mais comuns na primeiríssima infância

Fonte: Saude Dica

Desenvolvimento Infantil/Relatórios
0 Comments

As 10 doenças mais comuns na primeiríssima infância

Na infância é muito comum a criança ficar doente. Na faixa etária do 0 aos 3 anos, ela normalmente vai ao pediatra uma vez por mês no primeiro ano de vida, e a cada 3 meses a partir daí; neste período, recebe as vacinas e as vitaminas necessárias para ajudar na sua imunização. Apesar de todos os cuidados que recebe, ela não ca livre das “doenças comuns”.

É importante dar toda a assistência à criança, afim de evitar a sua contaminação. Quando acometida por alguma doença, a criança deve ser logo tratada, pois, para que ela tenha um desenvolvimento sico e mental adequados, é fundamental que tenha uma boa saúde.

Mas lembre-se, o excesso de cuidado pode impedir a criança de “experimentar o mundo”. Sabemos que um ambiente limpo e a lavagem de mãos evitam muitas contaminações, sendo neste ambiente que ela deve ser criada. Quanto mais nova é a criança, mais cuidados com a higiene devemos ter com ela. À medida que ela cresce e inicia a exploração do ambiente, esta tarefa torna-se menos severa. Assim, ela experimentará o mundo e as doenças serão apenas etapas para o desenvolvimento da sua imunidade.

A seguir apresentamos alguns tipos de doenças, e os seus sintomas que mais acometem as crianças na primeira infância.

Fonte: Boas práticas farmacéuticas

Doenças mais comuns e seus sintomas

 

#1 Laringite

Dificuldade para engolir, febre, dor na garganta, rouquidão, tosse rouca.

#2 Otite

Febre, choro constante, secreção nasal, dificuldade de alimentação.

#3 Sinusite

Febre, tosse, secreção e congestão nasal, coriza.

#4 Bronquiolite

Secreção e congestão nasal, tosse e dificuldade para respirar.

#5 Diarréia e vômito

Evacuações líquidas e constantes, às vezes acompanhada de náuseas, vômitos e febre.

#6 Sarampo

Manchas avermelhadas pelo corpo, irritabilidade, fotofobia (dificuldade para olhar a luz).

#7 Catapora

Pontinhos vermelho pelo corpo, que depois de 2 a 3 dias se transformam em pequenas bolhas, febre.

#8 Rubéola

Febre, irritabilidade e coriza.

#9 Conjuntivite 

Olhos vermelhos e lacrimejantes, secreção, pálpebras grudadas, coceira.

#10 Infecção Urinária

Febre, necessidade de urinar constantemente, dor ao urinar.

O que não falta no dia a dia do professor são oportunidades para registrar os indícios e até sintomas dessas doenças. É importante fazer reflexões e anotações que podem auxiliar os pais para um diagnóstico rápido.

Seja no papel – ou na tela do computador. Ao fazer o registro, por exemplo, o professor está cumprir seu papel no processo ensino, aprendizagem e promovendo o desenvolvimento infantil.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Registre atividades na Eduqa.me - horizontal

Não há mais como fugir: professores unidos e conectados

Fonte: Incrível club

Semanários
0 Comments

Não há mais como fugir: professores unidos e conectados

Os tempos mudaram. Os alunos mudaram! A sala de aula mudou! Mas, e a educação?

Ninguém discorda que temos alunos conectados e o que podemos pensar é: por que isso impacta tanto a nossa sala de aula?

Ora, com o mundo globalizado e os alunos tendo acesso a todo e qualquer conteúdo é muito natural  que haja uma relação diferente com os conteúdos, com o tempo e com os outros.

Pensar isso, de uma certa forma tira um fardo enorme de nossas costas, não é verdade?

Mas ao mesmo tempo não nos deixa tranquilos e paralizados, pois sabemos que temos muito para aprender, sabemos portanto, que estamos sempre conectados e aprendendo.

Educação: aquilo que nos une

Procuramos aprender com os outros nas redes sociais, nos grupos de whatsapp, nos grupos fechados do facebook, nas apostilas antigas, nas bibliotecas, na sala dos professores, na Eduqa.me, nas prosas com os colegas de trabalho, como com os próprios alunos, com pais, com a direção, no google, no pinterest, no portal do professor… e por aí vai! Essa lista é infinita…

Vivemos consumindo conteúdo e buscando aperfeiçoamento na nossa ação reflexiva sobre ensinar. E que ótimo, pois ela está sempre ali acontecendo. É no gerúndio e continua. Nunca para!

E agora, mais do que nunca, conseguimos compreender o nosso papel enquanto professor.

A propósito, vocês sabem o que a palavra professor significa?

Professor” tem origem no Latim, vem de PROFESSUS que significa “pessoa que declara em público” ou “aquele que afirmou publicamente”. Esta palavra, por sua vez, é derivada do verbo PROFITARE. Este significa “afirmar/declarar publicamente” e é comporto de PRO, “à frente” e FATERI, “reconhecer”.

http://origemdapalavra.com.br/

E como manda a definição, precisamos estar sempre à frente desse mundo beta. Nos, professores, estamos entendendo que esse processo é cada vez mais orgânico. E cada vez mais empresas, startups e pessoas tentam oferecer soluções para auxiliar o professor nessa árdua tarefa de ficar ligadaço no mundo moderno.

Nós, da Eduqa.me, nascemos de uma necessidade de dentro da sala de aula e continuamos levantando para fora da sala de aula a bandeira  da inovação e de um ensino cada vez mais lógico e menos burocrático e, claro, divulgando e disseminando as ideias que valem a pena divulgar.

Dessa forma, especificamente nós, que fazemos a Eduqa.me, sabemos bem que para promover a aprendizagem significativa dos alunos, é fundamental desenvolver-se continuamente.

Fonte: canal tech

Usar e experimentar ferramentas, encarar novos desafios, se inscrever em cursos e navegar em cursos e conteúdos nunca antes vistos nos faz assumir o grande desafio de sermos melhores a cada dia, a cada aula.

E isso é olhar para a nossa própria historia, nossa própria trajetória profissional e encarar que falhamos e que acertamos e que, durante esse processo, aprendemos! E mais importante de tudo isso: nos ensinamos!

Por isso fica o meu convite para que você experimente a nossa ferramenta.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Clica AQUI, faça o trial e me envie suas percepções.

Tenho certeza que eu, a Eduqa.me e você vamos trocar percepções valiosas. Afinal de contas estamos todos conectados na grande tarefa de Educar.

Gostou?

Então não deixa de acompanhar nossa página no facebook e compartilhar as matérias que você mais gostou.

Tenho certeza que temos muito a trocar.

 

Deborah Calácia para a Eduqa.me. Deborah é linguista e especialista em tecnologia e educação – Universidade de Brasília.

Promovendo o desenvolvimento ideal da criança de 0 a 3 anos

Fonte: Mãe me quer

Desenvolvimento Infantil/Relatórios
0 Comments

Promovendo o desenvolvimento ideal da criança de 0 a 3 anos

No post anterior falamos sobre o desenvolvimento do 0 aos 3 anos, sobre a arquitetura do cérebro e qual o impacto das experiências vividas nessa idade. Hoje vamos apresentar o que pode ser feito para promover o desenvolvimento ideal dessa criança.

Para que o cérebro da criança se desenvolva com qualidade, ela precisa de três tipos de experiências ou vivências básicas e integradas: as sensoriais, as emocionais e as motoras. São esses tipos de experiências que darão os “insumos” que o cérebro precisa para se adaptar ao ambiente. Além disto, para a promoção desse desenvolvimento, uma boa qualidade de sono e uma alimentação adequada também são essenciais (falaremos sobre isto mais adiante).

O cérebro precisa dos estiímulos sensoriais, porque tudo chega a ele através dos sentidos. Portanto, para desenvolver o cérebro é fundamental estimular os sentidos (tato, olfato, audição, paladar e visão) através do componente emocional. Isso porque o vínculo afetivo é essencial tanto para motivar a criança em sua adaptação ao novo ambiente, quanto para promover a sua estruturação e a organização neurológica.

Sabemos, por exemplo, que a criança que não forma um vínculo emocional, ou uma relação de apego segura com a sua mãe, ou com o seu cuidador principal, na primeira infância, posteriormente pode encontrar muitas dificuldades para se adaptar aos ambientes e condições desafiadoras que lhe forem apresentadas. O afeto do seu cuidador é a primeira condição para que a criança se desenvolva bem. A falta de afeto nos primeiros anos deixa marcas definitivas no desenvolvimento humano.

Leia mais em: Como trabalhar afeto na Educação Infantil.

Além desses componentes sensório-emocionais (e a eles integrado), a criança precisa do movimento, não só para aprender a utilizar o corpo, mas também para ativar e desenvolver regiões neurológicas especializadas.

Quais são os fatores que podem vir a prejudicar este desenvolvimento?

Fonte: PPI

Gostou?

Fique ligado! Continuaremos a falar mais sobre esse tema no próximo post.

Quer saber mais sobre esse tema? Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

Desenvolvimento do 0 aos 3 anos: o que há de importante nesta fase?

Fonte: Toda criança pode aprender

Desenvolvimento Infantil/Registros/Formação
0 Comments

Desenvolvimento do 0 aos 3 anos: o que há de importante nesta fase?

O desenvolvimento infantil, em específico, significa todo o processo de mudanças que leva a criança a alcançar uma maior complexidade nos seus movimentos, pensamentos, emoções e relações com o mundo e com as outras pessoas. É, portanto, o ponto de par da para nosso desenvolvimento como seres humanos.

A primeira infância, em especial os 3 primeiros anos de vida (chamados de primeiríssima infância), são o período em que a arquitetura do cérebro começa a se formar. As experiências vividas pela criança nesse período têm um impacto importante e duradouro no seu desenvolvimento, podendo formar uma base cerebral forte ou frágil para a aprendizagem, o comportamento e a saúde, ao longo da vida.

Os fatores genéticos contribuem no caminho do desenvolvimento, mas as experiências (principalmente as experiências do 0 aos 3 anos de vida) podem moldar a expressão dos genes.

As nossas experiências podem modificar alguns traços comportamentais herdados geneticamente e, vale ressaltar que, desde o momento em que estamos na barriga da nossa mãe, já estamos passando por experiências. Neste período intrauterino, tudo o que a nossa mãe consome, sente ou vive, chega até nós, e pode vir a promover modificações no nosso processo de desenvolvimento cerebral.

Até mesmo no momento do nascimento, a facilidade ou a dificuldade com que nascemos ou começamos a respirar, ou mesmo a e ciência ou não do nosso serviço de saúde, também podem afetar significativamente o processo de desenvolvimento do nosso cérebro.

Apesar da arquitetura do cérebro de cada um de nós continuar sofrendo modificações durante toda a vida, em função das nossas vivências, é na primeiríssima infância que acontecem as experiências mais marcantes que podem ou não dificultar o desenvolvimento do cérebro. Na medida em que ficamos mais velhos é mais difícil modifificar a arquitetura do cérebro.

Portanto, o que acontece na infância deixa, efetivamente, marcas para toda a vida.

Assim sendo, vivenciar experiências positivas na primeira infância influencia na formação de uma estrutura e de uma arquitetura cerebral mais apta para nos fazer superar dificuldades. Essas experiências positivas e a consequente melhor estruturação cerebral, preparam a criança para ter maior sucesso na alfabetização, para desenvolver mais habilidades ao longo da vida, para ser mais saudável e mais madura emocionalmente, etc.

Por isso a necessidade de termos um olhar mais cuidadoso e especial sobre esta fase da vida.

Gostou?

Fique ligado! Continuaremos a falar mais sobre esse tema no próximo post.

Quer saber mais sobre esse tema? Clique aqui e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância.

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A PLATAFORMA EDUQA.ME 

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.

Semanários: 2 formas para facilitar essa tarefa

Fonte:newschools

Semanários/Práticas inovadoras
0 Comments

Semanários: 2 formas para facilitar essa tarefa

Observar; refletir;  constatar; descobrir; avaliar; reparar; aprofundar: esses são os elementos fundamentais para instrumentalização do professor na ação educativa.

Ao refletir, registra seu pensamento, deixa sua marca, levando-o a ação transformadora da sua prática e assumindo a condução do processo de ensino aprendizagem.

E o planejamento, faz parte dessa reflexão?

O planejamento supõe essencialmente e inicialmente a reflexão sobre o que se pretende, sobre como se faz e como se avalia; uma reflexão que permite fundamentar as decisões que serão tomadas, além dos objetivos a serem alcançados.

O planejamento, então:

O planejamento certamente discorre sobre muita reflexão sobre sua prática, não é?  Mas vamos agora para uma parte mais prática.

Como fazer meu semanário mais rápido e melhor?

1 – Livre-se do papel pois ele não te pertence!

Na maioria das escolas existe um modelo de semanário que pode ser impresso e que é distribuído para as professoras.

Isso funciona mais ou menos como uma lei nas escolas, mas é algo que exige bastante logística e tempo e isso, de um modo geral,  acaba prejudicando o pedagógico da escola.

Faça as contas:

Uma escola com 10 turmas, logicamente, produz 10 semanários por semana, somando isso em um mês temos 40 folhinhas de semanários. Agora para para pensar isso em uma escala maior: em 6 meses são mais de 240 folhas com planos de aula! E no ano seguinte?

Bom, no ano seguinte tudo será jogado fora e o professor terá que fazer tudo novamente.

Sem falar nas devolutivas que a coordenação pedagógica faz. São orientações e notas em todos esses documentos- notas com ideias, dicas e pontuações relevantes sobre a prática pedagógica. Além das informações sobre quais áreas de conhecimento estão sendo estimuladas durante esse período.

Na era digital continuar usando papel não faz tanto sentido, certo? 

Então para te ajudar a migrar do offline para o online fizemos um modelo de semanário no Google Planilhas (Grátis). Nessa planilha você pode criar abas com cada turma e tornar o documento compartilhável e editável!

Com isso fica bem mais fácil acompanhar os planos de aula de cada turma e, se necessário, imprimir. 

É uma ajuda com os primeiros passos para que você inicie a jornada para largar os papéis, clique aqui e acesse agora.

Ah, e lembre-se de fazer uma cópia para você!

Modelo de Semanário no Google Planilhas

2 – Use ferramentas ESPECÍFICAS para fazer semanários!

Se você já usa as planilhas do google já sabe o valor e o tempo que elas te economizam, não é verdade? Sim, eu sei que é muito bom!

Você economiza retrabalho e está pronta para acessar a qualquer lugar editar ou para criar semanários.  Todavia, o Google planilhas não foi feito direcionado aos professores e coordenadores. É uma ferramenta para outras diversas funções e que também pode ser utilizada para fazer semanários.

Nos percebemos a dificuldade que o professor enfrente tentando adaptar esse material para sua realidade. Foi então que conversamos e acompanhamos muitos professores de linhas pedagógicas diferentes e criamos um jeito simples e prático para que o professor faça essa migração sem gastar tempo ou se frustrar.

A Eduqa.me foi feita para o PROFESSOR de EDUCAÇÃO INFANTIL com o propósito de facilitar a DOCUMENTAÇÃO PEDAGÓGICA!

FUNÇÕES EXECUTIVAS: O QUE SÃO? PARA QUE SERVEM?
Desenvolvimento Infantil/Desenvolvimento cognitivo/Registros/Rotina pedagógica/Formação
0 Comments

FUNÇÕES EXECUTIVAS: O QUE SÃO? PARA QUE SERVEM?

 

 

“Do jeito que a vida está
Eu não quero crescer
Tanta volta que a vida dá
Eu não quero crescer
(…)
Eu não quero estudar
Eu não quero me formar
Eu não quero trabalhar
Eu não quero ter que pagar
Eu não quero me decepcionar
Eu não quero entristecer
Eu não quero crescer”(Música “Eu não quero crescer”, de Pitty)

O trecho desta música da cantora Pitty, nos remete a uma realidade que faz parte da nossa formação humana: quanto mais crescemos ou nos tornamos independentes, mais a vida nos apresenta desafios, deveres e obrigações que demandam que tenhamos múltiplas habilidades e competências. Precisamos tomar decisões difíceis, saber controlar as emoções e impulsos, ter disciplina, flexibilidade, planejamento, ser criativos, administrar a rotina, dentre milhares de outras coisas.

 

 

 

Mas será que já paramos para pensar em quais são as funções cerebrais necessárias para que possamos dar conta de todas essas necessidades? Indo além, será que é possível preparar o nosso cérebro para atender bem a esses tipos de demandas?

Muitos não sabem, mas existem sim funções cerebrais específicas para nos auxiliar no gerenciamento das nossas atividades e comportamentos com autonomia. Estas funções são chamadas de Executivas (F.E).

 O que são funções executivas e qual a importância da primeira infância no seu desenvolvimento?

As Funções Executivas são um conjunto de processos cerebrais responsáveis pelo controle, monitoramento e regulação das nossas ações, pensamentos e emoções. Com estas funções nós conseguimos disciplinar o nosso comportamento para atingir metas; flexibilizar formas de pensar; autorregular­nos, controlando os nossos impulsos e adequando as nossas ações às regras sociais; tomar decisões baseadas nos objetivos pretendidos; realizar planos e solucionar problemas, tudo isso, ao mesmo tempo em que nos automonitoramos para verificar a eficácia do que estamos fazendo.

Muita coisa, não? Isso acontece porque as Funções Executivas abrangem um agrupamento de regiões cerebrais que envolvem diferentes domínios cognitivos.

Mas, afinal, qual o papel da primeira infância no desenvolvimento das funções executivas?

A primeira infância (período que vai da gestação até os 5/6 anos de idade) constitui a fase do desenvolvimento onde é formada a base cerebral que dará sustentação a todas as nossas funções cognitivas e isso inclui as FE. Para que desenvolvamos bem estas funções, cujas habilidades foram descritas no inicio do texto, é preciso que em sua base ela receba estimulação adequada.

A maioria dos teóricos explicam que são diversos os domínios que fazem parte das Funções Executivas e que elas se desenvolvem ao longo da nossa vida, até o início da fase adulta.

3 importantes aspectos que já estão presentes, mesmo que de maneira mais rudimentar, na primeira infância.  

Fonte: Bloga8

 

  1. Inibição do comportamento: Basicamente é a capacidade de pensar antes de agir, ou seja, resistir à urgência de dizer ou fazer alguma coisa avaliando a situação e o impacto que o nosso comportamento causará. Como por exemplo, sentir vontade de bater em alguèm, mas conseguir frear essa reação por ser inapropriada; resisitr a tentação de roubar o doce do colega, dentre outros. 
  2. Memória operacional: é a habilidade de manter uma informação em mente pelo tempo suficiente de utilizá-la na solução de algum problema, ou para fazer relações de idéias. Isso envolve, por exemplo, reter as informações-chave necessárias para a solução de um problema reter fonemas e palavras da fala até que eles possam ser recuperados na ordem correta ou ser integrados em ideias significativas; conseguir integrar informações novas a um conhecimento anterior, dentre outros. A memória operacional é necessária tanto para nossa compreensão de problemas e criação de resoluções como para a compreensão e produção da linguagem. Na infância, principalmente, diversos estudos têm correlacionado a capacidade de memória operacional com desempenho acadêmico. 
  3. Flexibilidade cognitiva: habilidade de mudar o foco atencional, o ponto de vista, as prioridades ou as regras para adaptar-se às demandas do contexto. Por exemplo: se adaptar bem à mudanças de rotina ou de planos; inventar ou aceitar bem formas alternativas de resolver um problema (sem aquele pensamento de que “só vale se for do meu jeito”); não ter dificuldade em substituir uma informação ultrapassada por uma atual, etc.

Crianças pequenas podem ainda não ter muitas das habilidades citadas desenvolvidas,  mas isso não significa que elas não possam ser estimuladas desde já, prevenindo possíveis dificuldades em sua aquisição. Inúmeros estudos mostram que crianças que receberam estimulação adequada para o desenvolvimento dessas habilidades tornaram-se jovens e adultos com melhor saúde mental, comportamento, sociabilidade e desempenho acadêmico e profissional.

Existem diversas atividades que ajudam a estimular as Funções Executivas da criança e elas podem ser usadas tanto em contexto escolar quanto no dia a dia dentro de casa. Continue acompanhando os nossos posts para se informar mais sobre isso!

Você pode ler também sobre O DESENVOLVIMENTO MOTOR NA PRIMEIRA INFÂNCIA: O QUE É PRECISO SABER.

E para usar todo esse conhecimento em prol da Educação acesse a Eduqa.me e faça registros diferentes e digitais. Veja as turmas, os alunos e qual área do conhecimento está estimulando mais. Use os filtros para extrair a informação que precisa, na hora que precisar.

Como mostra o exemplo abaixo:

CLIQUE AQUI PARA TESTAR AGORA A EDUQA.ME 

Tatiana Góes Freitas, Psicóloga, Neuropsicóloga, colaboradora do Projeto Pela Primeira Infância e no Centro de Atenção Psicossocial da UNIFESP.

Texto elaborado a partir do material produzido pelo Projeto Pela Primeira Infância. Clique e conheça mais sobre o Projeto Pela Primeira Infância– Programa de Formação em Desenvolvimento Cognitivo Infantil com base nas Neurociências, para profissionais da Educação Infantil.