Consciência de Palavras: Frases e suas Segmentação

Fonte: cultura inglesapv

Atividades/Linguagem/Registros
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Consciência de Palavras: Frases e suas Segmentação

No post anterior falamos sobre a consciência da palavra e como e a segmentação de faixa etária.

Leia em Consciência de Palavras: Utilizando Provérbios

Hoje continuaremos exercitando a consciência de palavras, mas dessa vez vamos focar nas frases e suas segmentações.

Vamos lá?

Objetivo

  • Estimular consciência dos sons da fala;
  • Favorecer a atenção à linguagem oral.

Habilidades a Serem Estimuladas

  • Atenção à linguagem (ou fala);
  • Início da percepção e da noção de palavras, ou seja, se referem a unidades maiores que os sons;
  • Memória de curto prazo fonológica.

 Descrição da Atividade

O professor diz: eu vou falar uma frase para cada um de vocês, e depois eu vou repetir a frase, mas sem falar a última palavra.

Por exemplo, eu posso falar: /Maria foi ao parque/. Aí eu vou escolher um de vocês e vou falar: / Mari foi ao____/, e aquele que eu escolhi tem que falar/ parque/. Certo?

Falar as Frases

 

  1. Eu brinco de futebol. Eu brinco de________.
  2. Ela gosta de comer maça. Ela gosta de comer______.
  3. O bebê está chorando. O bebê está_________.

Pode ser utilizada apoio visual (figuras diversas que poderiam fazer sentido na frase).

Sugestão de Discussão

Vocês viram que as frases que nós falamos possuem várias partes dentro delas, que são as palavras? Então nós podemos dividir as frases nas palavras, podemos falar a frase sem uma palavra:/ Nós passeamos de_________/ ou falar a palavra sozinha/carro/. É sempre assim, toda frase pode ser dividida em palavras.

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Consciência de Sílabas: Bate Palmas

Fonte: MonJunction

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Consciência de Sílabas: Bate Palmas

O que é a consciência de sílabas? É a capacidade de segmentar palavras em sílabas, e realizar diversas tarefas de manipulação como segmentação, identificação, rima, aliteração, subtração, adição e transposição.

Objetivos

  • Estimular a consciência dos sons;
  • Favorecer a atenção à linguagem oral.

Habilidades a Serem Estimuladas

  • Consciência dos sons;
  • Oralidade;
  • Reconhecimento e consciência das unidades mínimas (sílabas) da palavra.

Jogo em que cada criança fala o seu nome e todos batem palmas a cada sílaba

Aqui o professor deve comentar que as palavras são formadas por sílabas e que podemos contar quantas sílabas cada palavra tem (baseado em Capovilla, 2004).

Material

  • Quadro ou cartolina para escrever o número de sílabas que cada nome tem.

Descrição da Atividade

Agora que nós já vimos que as palavras têm partes, vamos ver quantas partes têm os nossos nomes?

Vou começar com o nome /José/. Eu vou repetir o nome bem devagar e vocês devem bater palmas em cada parte, em cada sílaba dele. Vamos:/José/. Quantas partes têm? Duas partes. Agora os nomes  de vocês:

[Cada um diz o seu nome, batendo palmas e diz quantas partes têm].

Sugestão de Discussão

Vocês viram nesse jogo que os nossos nomes também têm partes menores, as sílabas. Nós podemos contar quantas sílabas nossos nomes têm. Cada um de vocês contou quantas sílabas seu nome tem.

Alguns nomes são compridos, eles têm muitas sílabas. Outros têm poucas sílabas, eles são curtos. Então, nossos nomes também têm sílabas, e alguns têm mais sílabas do que outros.

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Consciência de Sílaba: O chapéu de Três Pontas

Fonte: Pinterest

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Consciência de Sílaba: O chapéu de Três Pontas

Essa atividade “O Chapéu de 3 pontas” é baseado em Almeida& Duarte, 2003.

Essa é uma atividade que vai contribuir para o desenvolvimento da consciência silábica da criança, naturalmente, irá repercutir no aprendizado da leitura e da escrita.

Existem muitas maneiras de estimular a consciência fonológica, porém, quanto mais lúdico o processo, mais satisfatório é o resultado.

Material

  • Música folclórica: O chapéu de 3 pontas.

Descrição da Atividade

  1. Cantar a música:

    O meu chapéu tem três pontas

    Tem três pontas o meu chapéu

    Se não tivesse três pontas

    Não seria o meu chapéu.

    Falar a música em um tom único tom sem entonação, separando as partes da palavra.

    CHA-PÉU-DE-TRÊS-PON-TAS

  2. Bater palmas a cada parte das palavras da música. Utilize a música na forma falada.
  3. Dizer de quantas partes são formadas as palavras.

PON-TAS=2 /TI-VES-SE=3/CHA-PEU=2/MEU= 1 

Variações

O uso de apoio visual pode auxiliar muito as crianças que estão começando a compreender o conceito de sílaba, ou seja, desenhar um círculo que represente cada pedaço a palavra facilita seu aprendizado. O círculo pode ser substituído por lápis ou mesmo pelos dedos da mão, tornando mais concreto um conceito abstrato, especialmente quando elas devem contar quantas sílabas há na palavra.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral? As crianças conseguiram entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim? Como foi o relacionamento entre as crianças durante a atividade?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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5 Dicas Para Lidar com a Birra

Fonte: Google

Relatórios/Socioemocional
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5 Dicas Para Lidar com a Birra

Objetivos

  • Compreender o comportamento de birra.
  • Orientar o professor de como lidar com o comportamento de birra em sala de aula.

Birra

O comportamento de birra, essa reação de choro, grito, que a criança faz quando não tem o que quer, tem um início muito cedo em sua vida e faz parte do seu desenvolvimento emocional, tendo um papel na formação de sua identidade e vontade própria.

Porém, para que a birra exerça a sua função no desenvolvimento dos pequenos de forma positiva, é necessário que ela receba o tratamento adequado. Como a criança de até 5 anos ainda não desenvolveu a capacidade de saber esperar e nem noção de tempo, ela enfrenta uma angústia muito grande quando não tem o que quer na hora que quer e isso acontece todas as vezes quando ela se depara com frustrações que podem ser decorrentes de sua limitação ou dos “nãos” dos  adultos.

Para lidar com a birra de forma a transformá-la num aprendizado, evitando que ela se torne uma reação costumeira e um futuro problema de comportamento difícil de se resolver, aqui vão algumas dicas essenciais.

# Dica 1: Mantenha a tranquilidade e o equilíbrio

Respire fundo e espere que a criança se acalme. Se for necessário, leve-a a um outro local explicando que vai fazer isso para que ela possa se acalmar. Caso a criança se debata ou tenha atitudes agressivas ou autolesivas, ajude-a a conter-se, pode pegá-la no colo e peça ,com calma, para ela se tranquilizar. Quando isso acontecer, elogie-a por ter conseguido e converse amigavelmente com ela, dizendo algo como:

“Que bom que você conseguiu se acalmar, agora podemos pensar melhor em como resolver essa situação”.

É importante que ela entenda que é amada, mas que esse comportamento não é aceitável. Se estiver difícil ela conseguir se acalmar, chame-a para auxiliá-lo em alguma outra atividade, assim você poderá fazer com que ela desvie a atenção da birra.

# Dica 2 : Dialogue

Depois que birra passar, você pode conversar com a criança, fazendo-lhe perguntas simples do tipo: “o que aconteceu?”, “por que você agiu assim?”. Escutando as respostas você irá entender se aquele comportamento e normal ou exagerado.

#Dica 3: Faça combinados

Faça combinados com a criança. Esta é uma boa estratégia para evitar que ela tenha este mesmo comportamento novamente. Por exemplo, se a criança fez birra porque não quer ajuda a guardar os brinquedos, você pode tentar negociar com ela da seguinte forma: “Tudo bem não guardar agora, mas que tal você guardar na hora de ir para o parquinho?”

É importante elucidar as consequências dos não cumprimento das regras e fornecer alguma recompensa se ela for cumprida (abraço, elogio, cartão com um desenho carinhoso feito por você, etc), caso contrário, o esforço não terá sentido para a criança.

# Dica 4: Explique

Quando a criança fizer algum tipo de birra inegociável, chame-a para uma conversa em que você explique que isso não é admitido e porquê, depois realize com ela a atividade do teatro das emoções.

# Dica 5: Elogie

Nunca esqueça de elogiar  a criança sempre que ela cumprir algum combinado ou seguir as regras!

Registre!

  • Você soube lidar com as crianças birrentas?
  • Quais foram os principais motivos das birras?
  • Quanto a entender a birra, funcionou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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Atividade: para Promover Competências Sociais e Emocionais

Fonte: 9monete

Relatórios/Socioemocional
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Atividade: para Promover Competências Sociais e Emocionais

Objetivo

Desenvolver as habilidades sociais por meio de leitura, livros, jogos e tarefas. Medicação de comportamentos difíceis.

Habilidade a ser Estimulada

  • Habilidades sociais;
  • Competências emocionais;
  • Resolução de problemas e tomadas de decisões.

Material

Livros diversos que podem ser anotados:

Reizinho mandão, de Ruth Rocha.

Palavrinhas mágicas, da cantora Eliana.

Faixa Etária

a partir de 4 anos.

Descrição

A atividade começa com a leitura de história para as crianças. Após a leitura, forma-se uma roda de conversa, onde são trazidas algumas “situações problemas” do livro para serem discutidas em grupo. Depois se distribui uma placa de palavrinha mágica para cada aluno e, um por vez, deve falar, em que situação deve utilizar a palavrinha mágica que ele pegou. Para finalizar pode ser cantada a música palavrinha mágica.

Exemplos de placa:

Registre!

  •  As crianças conseguiram entender o conceito da palavrinha mágica?
  • Quanto a seguir as placas, funcionou? Onde emperrou?
  • Houve algum comportamento marcante, bom ou ruim?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

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7 Dicas para Manter a Saúde Física e Mental do Professor

Fonte: Lehramts

Rotina pedagógica/Socioemocional
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7 Dicas para Manter a Saúde Física e Mental do Professor

O programa cuca legal tem sido desenvolvido por uma equipe de profissionais ligada a Universidade Federal de São Paulo. A proposta do programa é “sensibilizar para a relevância da Educação Emocional na vida do profissional da saúde e educação, trazer informações com base nas neurociências, nos mecanismos de integração entre cérebro, comportamento e emoções. São utilizadas, dentre outras coisas, as práticas e teorias da Roda de conversa e da Atenção plena.”. Vale a pena conferir!

Acesso o site: http://cucalegal.org.br/ para maiores informações.

#Dica 1

#Dica 2

#Dica 3

#Dica 4

#Dica 5

#Dica 6

#Dica 7

 

 

 

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Você sabe o que PRAXIA?

Fonte: Noticias Bol

Relatórios/Rotina pedagógica/Movimento
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Você sabe o que PRAXIA?

O desenvolvimento da criança é acompanhado pelo aumento e aprimoramento das formas de comunicação, que não são apenas verbais, mas também gestuais e pelo uso de objetos, os quais requerem habilidades motoras e a organização dos movimentos, orientados para uma finalidade. Durante muito tempo, os termos motricidade fina, grossa e global foram usados para se referir a habilidades que são muito mais amplas que isso. Hoje a neurociência específica que a execução dos atos motores intencionados portanto, dos atos voluntários coordenados e orientados conforme uma intenção específica é denominada PRAXIA.

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

No período pré-escolar a criança tem uma grande evolução nas suas habilidades práxicas. Torna-se hábil na coordenação dos movimentos como lançar e agarrar uma bola, e também na execução dos gestos relacionados às sus atividades de vida diária, como se vestir ou comer sozinha. Está relacionado ao desenvolvimento do esquema corporal. A criança, quando tem alguma alteração do desenvolvimento, que em geral é de ordem neurológica, pode apresentar diversas alterações que podem prejudicar a aquisição de habilidades, inclusive de escrita. 

Entenda os 3 tipos de praxia:

#1 Praxia Ideomotora

“Refere-se à atividade gestual em um contexto de comunicação. Envolve, assim, gestos simbólicos como dar tchau, mandar um beijo, imitar gestos ou fazer mímicas. Por isso, incentivar a criança pequena a realizar estes gestos ou mímicas auxilia no desenvolvimento desta habilidade, que é relevante para a aquisição de outras habilidades motoras.”

 

 

# 2 Praxia Ideatória

Com o desenvolvimento da praxia ideomotora, a criança passa, então, a fazer uso de objetos como, por exemplo, encher o copo com água, abotoar a roupa e se pentear. A praxia ideatória exige, assim, não apenas a coordenação, mas sobretudo, a capacidade de realizar um movimento que tem uma sequência, uma finalidade, o qual obedece a ordem necessária, com harmonia, precisão e eficiência. Por isso, é importante incentivar a criança a realizar atividades como tomar banho (nas crianças pequenas sob supervisão), se vestir, usar talheres, etc.

# 3 Praxia Construtiva

Reflete a capacidade de percepção visual adequada para uma ação apropriada, implicando na habilidade de reproduzir ou construir figuras, desenhando ou montando-as. O desenvolvimento da praxia construtiva tem grande importância na habilidade que requer o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comum para a criança. Esta habilidade envolve a síntese visual (discriminação dos detalhes ou das partes que constituem o todo0, a elaboração de uma representação mental (integração do objeto em algo unificado que pode ter um significado) e a reprodução (execução que demanda um planejamento e o controle dos atos motores). Assim, tem grande importância nas habilidades que requerem o uso do lápis, no desenho e na escrita, atividades comuns para a criança.

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

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Atividade: Pulsação do coração
Atividades/Relatórios/Socioemocional
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Atividade: Pulsação do coração

Esta atividade, em específico, além de estimular a capacidade de atenção também estimula a flexibilidade (capacidade de mudar o foco).

Descrição da Atividade

Ao som de uma música animada, peça para as crianças pularem, correrem e dançarem livremente, durante um minuto. Ao final, peça para se sentarem e colocarem suas mãos em seus corações. Diga-lhes para fecharem os olhos e sentirem seus batimentos cardíacos, sua respiração e o que mais elas notarem em seus corpos. Deixe-as sentindo por um minuto ou mais e depois peça que falem sobre isso em círculo.

Registre!

  • Como está o desenvolvimento da linguagem oral?
  • As crianças conseguiram sentir as batidas e  entender a atividade?
  • Quanto a separação silábica, funcionou? Onde emperrou?
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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Fonte: Pra gente miúda

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Praxia Construtiva Alinhavo

Podemos dizer então que PRAXIA é a sequência harmônica dos movimentos necessários para a execução de atos motores mais ou menos complexos, com uma intenção e objetivo determinados por um contexto.

Leia mais em: Você sabe o que PRAXIA?

Várias atividades podem ser utilizadas para estimular o desenvolvimento da praxia construtiva. Utilizar massinha de modelar, brinquedos de montar, desenhar ou pintar são muito importantes na primeira infância, pois envolvem o desenvolvimento desta importante habilidade já que isso está intimamente relacionada com a escrita, como na reprodução das letras.

Objetivo

Estimular a praxia construtiva.

Materias

  • EVA
  • Linhas de barbantes
  • Agulhas

Descrição da Atividade

Faça diversos desenhos nos EVAs e coloque diversas linhas coloridas nas agulhas com pontas grossas. Em seguida deixe para que as crianças escolham seus materiais.

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Atividade: Circuito Acoplado

Fonte: Fonoterapia

Atividades/Movimento/Relatórios
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Atividade: Circuito Acoplado

Objetivos

  • Aprimorar movimentação motora (cabeça, tronco, membros superiores e membros inferiores).
  • Fortalecimento muscular.
  • Aprimorar a amplitude dos movimentos.

Habilidade a ser estimulada

  • Equilíbrio.
  • Dissociação (movimentação) de cintura escapular (ombros) e cintura pélvica (quadril).

Faixa Etária

0 a 5 anos.

Material

Escada comum ou escada feita com caixa de leite. Há possibilidade de variações conforme a criatividade e disponibilidade de materiais.

Descrição da Atividade

Junto com as crianças faz-se um desenho em cartolina ou papel craft do circuito que se escolha. Com crianças menores o desenho deve estar pronto.

A partir do desenho, monta-se o circuito no chão com os materiais disponíveis e realiza a atividade.

Circuito acoplado

Passar por todos os espaços.

Montar os circuitos com fitas ou barbante. Pedir para as crianças passarem por cima e ou por baixo.

 

 

 

Quando se fala em desenvolvimento infantil, de modo geral, sempre pensamos nas crianças, já que as mudanças mais acentuadas ocorrem nos primeiros anos de vida. O mesmo vale quando nos referimos especificamente ao desenvolvimento motor.

Vale lembrar que o desenvolvimento motor faz parte de um processo complexo, que depende de uma série de elementos inter-relacionados, tais como as características físicas e estruturais do indivíduo, o ambiente em que este está inserido e a tarefa que ele realiza. A interação destes aspectos influencia na aquisição e no progressivo refinamento das habilidades motoras ao longo do tempo.

Como envolve aspectos biológicos e maturacionais, a sequência do desenvolvimento motor é a mesma para todas as crianças, mas o que pode variar é a velocidade da progressão. Assim, a ordem está mais relacionada ao processo de maturação, enquanto a velocidade depende das experiências e das diferenças individuais.

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