ODS: Educação de qualidade
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ODS: Educação de qualidade

Olá!

Hoje, vamos falar sobre o ODS: Educação de Qualidade. Também, tendo como base o vídeo da Unesco sobre o assunto, voltado às crianças. E algumas dicas de como podemos trabalhar este tema com as mesmas em sala de aula.

Destaque para alguns pontos do vídeo:

# Cultura de paz: “Educação para a paz”, “Evitar violência”, “É todo mundo respeitar o meio ambiente”.

#Igualdade de Gênero

#Cidadania Global (Respeito aos espaços, respeito ao próximo).

Podemos iniciar o diálogo com as crianças, perguntando às mesmas sobre o que elas entendem de cada assunto, como podemos fazer tudo isso e depois, ir aprofundando dentro de cada tema de acordo com as respostas. Por exemplo:

# CIDADANIA GLOBAL

O que é Cidadania Global para você?

Você sabia que uma atitude cidadã é saber respeitar ao próximo, os espaços e o meio ambiente?

RESPEITO:

– Respeito ao meio ambiente: Não jogando lixo na rua, evitando o desperdício, economizando luz, água.

– Respeito ao próximo: Se eu não quero meu espaço sujo, acumulando lixo, por que eu vou fazer isso com o espaço dos outros? Se aqui, questões como: “Mas, a rua não é espaço de ninguém…”  surgirem, então, seria interessante, aproveitar a oportunidade para dialogar sobre espaços.

– Espaços: O que é o meu espaço? O que é o espaço do outro? O espaço do outro é só do outro ou é meu também? Se eu estou longe do foco de lixo, isso não me afeta? (Falar sobre dengue, parasitas e outras doenças causadas por más condições de saneamento). Desrespeitar o espaço do outro causa alguma implicação a mim? Se causa: o que poderia causar? Se não causa, ainda assim, eu tenho o direito de desrespeitá-lo? Se um outro está triste, eu posso estar bem? Se eu faço mal a um outro, isso pode voltar para mim?. O que é empatia? Por que eu preciso tê-la? Como ter uma vida na qual haja mais empatia, mais amor?  

 

# IGUALDADE DE GÊNERO

Fonte: businessinsider.com

Com relação às questões de igualdade de gênero poderíamos questionar:

– Existe cor de menina e de menino?

– Existem brincadeiras de menina e de menino?

– Meninas podem brincar de carrinho? Meninos podem brincar de boneca?

 

 

 

# EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Fonte: www.thenextweb.com

 O que é educação de qualidade para você? Acho que as perguntas finais também são interessantes de perguntar às mesmas, porque a partir do que for falado, certamente, vão surgir insights do que você poderá trabalhar em sala de aula ao longo do ano para que o aprendizado das mesmas seja ainda mais significativo.

Eu, particularmente, acredito em um aprendizado com significado para a vida. O que eu aprendo fará diferença, significativa, na minha vida e na do outro, para melhor? Faz sentido, algum aprendizado, que não nos traga algo que venha a melhorar a nossa condição humana?  

Acho importante trazer à tona este comportamento reflexivo na criança, pois, isso, amplia o entendimento de interconexão de tudo o que há.

Isto traz embutido o conceito de respeito, de ética, de empatia em relação ao todo.

Eu posso trabalhar em qualquer área mas sofro influência de todas as demais profissões, por isso é preciso ter a visão do todo e agir em prol deste todo.

É legal levantar esta questão para as crianças para que elas entendam que ainda que queiram trabalhar, futuramente, em uma determinada área, ela precisa ter a visão do todo já que é parte deste todo e, portanto, recebe e exerce influência dentro do mesmo.

Quanto mais cedo houver este entendimento, melhor será, futuramente.

Espero que tenham gostado das minhas dicas e tenham pensado em várias atividades relacionadas.

Reflita e Registre!

  •  As crianças praticam o respeito?
  • Quanto ao vídeo, achou que ajudou? Qual parte mais gostou?
  • A igualdade de gênero na sua sala de aula é algo que acontece?

Tire fotos do material produzido ou, ainda, filme. Isso enriquecerá o portfólio delas e será uma ferramenta útil para a avaliação!

Na Eduqa.me você consegue fazer planos da rotina da semana, registro de atividades, perfil das crianças, relatórios e compartilhamento com a família.

Tudo em um único lugar!

Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

 

 

ODS2: Fome Zero e Agricultura Sustentável

Fonte: UNESCO

Registros/Rotina pedagógica/Natureza e Sociedade
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ODS2: Fome Zero e Agricultura Sustentável

Hoje vamos falar sobre o segundo vídeo da Unesco com o tema ODS 2: fome zero e agricultura sustentável.

Minha sugestão é que você dê o play no vídeo e depois passe para a crítica que elaborei. 

Vamos lá?

Destaquei 3 pontos para mostrar como eles podem ser trabalhados com as crianças em sala de aula.

3 DESTAQUES DO VÍDEO:

#1  “Na cozinha nunca se fala Eca”

#2  “A ordem aqui é que nada sobre”

#3 70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar

Fonte:Dicas sobre saúde

#1 Na cozinha nunca se fala “Eca”

Gostei muito desta frase utilizada porque ouvimos muito isso das crianças. Basta elas não gostarem “da cara” de algum alimento que já falam “Eca” sem nunca sequer terem provado o mesmo.

Por pior que possa ser, em casa é bastante difícil de os pais lidarem com situações como esta, tentando convencer as crianças a, ao menos, experimentarem. Mas eu sempre sugiro que esta aproximação com o alimento se dê em duas situações que costumam ter bastante sucesso e de forma rápida:

– EM CASA, NA PRESENÇA DE AMIGOS: A criança se espelha muito nos amigos que gosta e quer compartilhar momentos com eles. O momento da alimentação, é um deles. Colocar uma mesa de café ou fazer um almoço para os amigos dos seus filhos, é um bom momento para introduzir algum alimento que eles não gostem, para que provem. Deixe a conversa entre eles rolar solta e não mostre muita observação (“fiscalização”) na “prosa”. Deixe eles um pouco à vontade, que de forma natural, sem muito alarde, é mais fácil de a criança experimentar. Ela não vai provar porque o pai ou a mãe “mandou”, ela vai provar porque ela quis provar. Percebe a diferença?

– NA ESCOLA: nas atividades (dia da fruta, hora do lanche, etc…) e também, por estarem em meio aos amigos, é mais fácil que as crianças sintam-se estimuladas a provar estes alimentos.

IMPORTANTE: É importante, também, que os adultos tomem o cuidado para não repassar às crianças um preconceito com algum alimento que o adulto é quem tem, porque não são só as crianças que falam “Eca” na cozinha, os adultos também falam. E como as crianças baseiam-se em exemplos, se você falar para comer, mas não comer, elas também não vão. E se você falar “Eca”, elas vão falar igualmente.

Fonte: alerta planeta azul

# 2 “A ordem aqui é que nada sobre!”:  Redução do desperdício no consumo e no preparo.

É importante reforçar o entendimento que o vídeo quis passar, para evitar equívocos. Já que, ao final, a criança que está à frente da panela, diz: “Quem quer mais comida?”.Isso pode gerar um entendimento de que se tem que comer tudo. Mas o que é este tudo? É um tudo excessivo? Houve exagero no preparo ou na quantidade colocada no prato?

“A ordem é que nada sobre!” , refere-se a um preparo e consumo consciente, ou seja:

-Com relação ao preparo, pressupõe que você fará uma quantidade de refeição suficiente para as pessoas presentes, sem que haja, uma sobra excessiva da preparação realizada.

-E com relação ao consumo, sem que se coloque muito mais comida no prato do que se pode consumir, evitando jogá-la fora. É importante ressaltar este detalhe, porque, havendo uma compreensão equivocada do que foi dito no vídeo, pode contribuir para que “forcem” as crianças a comerem tudo o que está no prato. Isso é uma atitude bastante comum e que acaba causando danos futuros à criança, já que ela aprende a comer muito mais do que necessita passando a ter este comportamento como um hábito que gera a obesidade.

As crianças sabem o quanto querem comer, não é preciso forçar. Mas isso, também, não significa que elas não precisam aprender que hora da refeição é hora da refeição, porque precisam! Senão vira um “pé” para que elas não comam nada, ou quase nada, neste momento, para depois comerem bolacha, salgadinhos, doces…É preciso criar o hábito dos horários das refeições, sem que sejam ofertados nos demais horários outros alimentos “bobagens”, para suprir a fome pelo fato delas terem se negado a fazer as refeições, nos horários das mesmas.

Fonte: Meio Ambiente Cultura Mix

#3 “70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar”

Aqui é um ponto bastante interessante e bastante confuso para as pessoas entenderem.

70% dos alimentos que chegam à nossa mesa vêm da agricultura familiar, que consiste em uma produção gerenciada por famílias e com mão de obra predominantemente familiar. Entretanto, não significa que essa produção esteja livre do uso de agrotóxicos, sendo portanto, orgânicos. Pelo contrário, o acesso aos alimentos orgânicos, ainda está muito aquém do ideal.

Fiz, aqui, um resumo, “mais do que resumido”, sobre o assunto para tentar facilitar a compreensão de uma maneira rápida. Mas, aconselho aos interessados que acessem as referências bibliográficas citadas para um melhor entendimento desse assunto tão importante para nós.

E é claro, me acompanhem, também, no Sustentável é Ser Humano.

Gostou dos comentários?

Com estes materiais aliados à sua parte criativa, você verá que há infinitas possibilidades de atividades a serem realizadas.

Não deixe de registrá-las.

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Juliana Monteiro para a Eduqa.me. Juliana é educadora, nutricionista e fundadora da Sustentável é Ser Humano. Saiba mais em: www.sustentaveleserhumano.com.br

Referências:

Canal da UNESCO no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=IvS2cQYzSto&list=PLuaYSS3ezmQAuqmz2En-BlEqb5bX2fUvM  

ONUBR – Nações Unidas no Brasil: www.nacoesunidas.org

 

Nova colunista da Eduqa.me, Juliana Monteiro fala sobre os ODS e Sustentabilidade

Fonte: Sustentável Ser Humano

Quem Somos/Registros/Natureza e Sociedade
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Nova colunista da Eduqa.me, Juliana Monteiro fala sobre os ODS e Sustentabilidade

A proposta do Blog #NaEScola é sempre trazer temas que estão em alta e que ajudam o professor na sua sala de aula.

Um dos assuntos que mais gera perguntas e discussões é sobre os ODS e o trabalho que  a UNESCO tem feito para divulgar cada uma delas. Para tornar essa tarefa mais tranquila e crítica convidamos a Juliana Monteiro; educadora e nutricionista, com atuação em Desenvolvimento Sustentável.

A Juliana Monteiro

A Juliana Monteiro já atuou em sala de aula como pedagoga e como nutricionista infantil em consultório. Após ter iniciado sua atuação em Desenvolvimento Sustentável, percebeu a importância de desenvolver a consciência sustentável e que, independentemente da nossa área de atuação, precisamos ter a visão do todo e agir em prol deste todo.

Para ela, essa é a base e o verdadeiro conceito de responsabilidade social.

Partindo desse pensamento, fundou a Sustentável é Ser Humano, que aborda o Desenvolvimento Sustentável como um todo mas, principalmente, do Ser Humano, partindo de premissas básicas como: ética, respeito, empatia, generosidade e amor.

Leia mais em Sustentável é Ser Humano.

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Porque construir brinquedos de sucata NÃO ensina sustentabilidade

Deixar que a criança use a criatividade para criar algo único também valoriza o trabalho manual ao invés da produção em massa (foto: Guia dos Curiosos)

Atividades/Música e artes/Natureza e Sociedade/Registros
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Porque construir brinquedos de sucata NÃO ensina sustentabilidade

Muitas escolas, preocupadas em passar valores como a importância da reciclagem, incluíram em seus currículos a construção de brinquedos com sucata. A intenção até é boa, porém, tenho minhas dúvidas sobre se esse tipo de trabalho tem sido realmente efetivo.

Construir brinquedos de sucata está longe de abordar o problema da sustentabilidade com profundidade (foto: Edu-Infantil Criativa)

Apenas construir brinquedos de sucata sem repensar o consumo está longe de abordar o problema da sustentabilidade com profundidade (foto: Edu-Infantil Criativa)

O que é ser sustentável?

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Pra começar, sucata é, em uma breve definição, lixo produzido por uma sociedade consumista. Então, antes de introduzir o tema, seria interessante trabalhar o consumo consciente e como o processo de produção desses materiais afeta o meio ambiente – utilizando em grandes quantidades recursos naturais cada vez mais escassos, como a água, por exemplo. Feito isso, poderíamos prestar atenção no próprio contexto escolar para descobrirmos se aplicamos esse conceito no dia-a-dia: Há muito desperdício durante as refeições? Os lanches que as crianças e os funcionários levam ou compram na cantina são, em sua maioria, industrializados? Qual a quantidade de embalagens que sobra a cada momento desses? Como essas embalagens são descartadas?

A partir daí, com ações simples, poderíamos implementar algumas mudanças, como a utilização de canecas, separação dos materiais recicláveis, incentivo à uma alimentação mais saudável com redução do consumo de produtos industrializados, etc.. Enfim, caberia a cada escola escolher, de acordo com as faixas etárias, a melhor forma de trazer à tona essas questões.

Parece bobagem ou exagero, mas já vi muitas instituições ensinando aos alunos como aproveitar materiais recicláveis para fazer brinquedos, enquanto as lixeiras das salas de aula estavam transbordando de copos e garrafinhas descartáveis, misturados a papéis e restos orgânicos – ou seja, “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Aí, não dá, né?! Se o próprio meio escolar não está disposto a mudar, melhor nem abordar o tema.

Após feita a conscientização sobre a importância de evitar o consumo desses produtos (ou, caso não seja possível evitar tudo, ao menos priorizar as embalagens retornáveis, que podem ser reutilizadas), agora sim posso partir para a reciclagem.

Apresentar formas de consumo mais saudáveis (como comprar alimentos que não possuem embalagens) é uma lição mais real de sustentabilidade (foto: One Green Planet)

Apresentar formas de consumo mais saudáveis (como comprar alimentos que não possuem embalagens) é uma lição mais real de sustentabilidade (foto: One Green Planet)

A reciclagem em sala de aula

Começamos com a separação do material a ser utilizado. Aqui, gostaria de acrescentar parênteses: Sem querer magoar ninguém e compreendendo que muitas vezes as atividades são sugestões do método apostilado, adotado pela instituição de ensino, tenho que confessar que acabo vendo muita inadequação por aí.  Na maioria das vezes, o brinquedo que será feito já está preestabelecido, o que significa que todas as crianças farão o mesmo! Então, o professor, bem intencionado, envia um bilhete para a família, solicitando o material. Agora vamos por parte.

Primeiro: acho muito limitador, em termos de criatividade e imaginação, pedir que as crianças criem o mesmo brinquedo. Além disso, haverá uma preocupação estética com o produto final e, por isso, muitas crianças serão auxiliadas no processo de construção, o que acarretará no baixo investimento afetivo voltado para esse novo objeto. Sendo assim, também não há a vontade de brincar com ele. O desfecho, nesse caso, pode ser o contrário do que planejávamos – o brinquedo será descartado como lixo e, não necessariamente, da maneira correta.

Segundo: solicitar um material específico à família é um tanto delicado. Às vezes, as pessoas não têm em casa exatamente aquilo que foi pedido. O que fazem então? Compram o produto que nem iriam consumir para enviá-lo à escola. Novamente, o contrário do objetivo traçado. Em nenhum momento foi priorizado o desenvolvimento da criança e ensinado sustentabilidade.

Deixar que a criança use a criatividade para criar algo único também valoriza o trabalho manual ao invés da produção em massa (foto: Guia dos Curiosos)

Deixar que a criança use a criatividade para criar algo único também valoriza o trabalho manual ao invés da produção em massa (foto: Guia dos Curiosos)

Quais seriam as possíveis soluções?

Separar os materiais descartados na própria escola ou solicitar os materiais que as pessoas têm em casa e que iriam descartar. Limpá-los adequadamente, separá-los e deixá-los à disposição dos alunos para a realização das atividades.

Se a quantidade de materiais coletados ultrapassar o esperado, a escola poderia utilizar esse dado para reunir alunos, funcionários e familiares para discutir sobre o tema, sugerindo ações que realmente seriam eficazes e mobilizariam a comunidade. Por exemplo, conhecer como funciona a reciclagem e encaminhar o lixo reciclável à alguma cooperativa, onde diversas pessoas seriam beneficiadas; ou ainda refletir se há meios de comprar produtos similares mais saudáveis, a granel ou de produtores locais.

Quanto às atividades, é mais indicado deixar a criança criar livremente, utilizando todo seu repertório interno e de habilidades próprias. Já vi muitas produções interessantes como uma “máquina” de fazer bebês dormirem, com um quadro que conta histórias. Produções possíveis porque o adulto permitiu à criança compartilhar o seu mundinho. Os ganhos para ambos são imensuráveis!

Também podemos abordar o valor do trabalho artesanal e a diferença dele em relação à produção em escala industrial. Um brinquedo feito por um artesão será sempre único, enquanto um desenvolvido em uma indústria trará sempre o mesmo padrão estético e incentivará o consumo. Outra alternativa é a construção de brinquedos coletivos que farão parte do acervo disponível para brincadeiras na escola: como vai e vem, pés de lata, telefone de lata, instrumentos, bilboquê, etc..

Há um grupo que trabalha essas questões de maneira bem bacana. Chama-se Semeando Encanto. Vale a pena conhecer o grupo e o CD. Sugiro também o curta Ilha das Flores, que mostra como populações inteiras vivem e disputam os lixos produzidos nas nossas residências:

A construção de brinquedos coletivos e qualquer outra atividade faz muito mais sentido quando há uma reflexão em conjunto e individual. Dessa maneira é imprescindível fazer os registros da sala e individuais. Eles serão norteadores para o processo ensino aprendizagem e vai ajudar você e seu aluno na construção de uma relação professor aluno.

Essas anotações são importantíssimas e devem ser feitas individualmente com os relatórios individuais  fica bem mais fácil acompanhar a evolução desse pequenino, não é? Então, minha dica é que você tenha frequência na escrita e indícios com fotos e vídeos em um local seguro de maneira simples.

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Fonte: Brincando por Aí

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